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terça-feira, 10 de abril de 2012

Mensagens Psicografadas



Mensagens Psicografadas



“O ortodoxo sabe avaliar o místico, porque já foi um místico; mas o místico não pode avaliar o ortodoxo, porque nunca foi ortodoxo”. Francisco Amado

Contam-se por verdadeira multidão as pessoas que se tornaram espíritas e freqüentam sessões sem jamais haverem lido “O Livro dos Espíritos” ou qualquer outra das obras básicas da doutrina. São os adoradores de romances, que julgam poder aprender a doutrina espírita lendo romances, sem cogitar que a doutrina dos espíritos não é obra de romance, mas de pesquisa cientifica.

Ultimamente tudo que é psicografado é considerado espírita, como se a doutrina espírita tivesse o monopólio da psicografia e ou da mediunidade o que não é verdadeiro, qualquer pessoa pode psicografar independente de sua crença religiosa.
Disto surgem livros e mais livros, divulgando uma verdadeira miscelânea de cultos fetichistas, com práticas esdrúxulas, rituais cabalísticos e todo tipo de tolice que só pode fazer que as pessoas de bom senso julguem que os espíritas são uma tropilha de ignorantes.

As pessoas que aplaudem e defende tais obras são as mesmas que olham sem ver, ouvem sem escutar, e concluem sem refletir.

Para o leitor entender do que estou falando vou fazer uma analise aqui do blog de um espírito, o suposto Dr. Inácio Ferreira, este através do médium Carlos Baccelli nos brinda com o titulo Reencarnação no mundo espiritual este livro é de2008.

Na doutrina espírita a dúvida é um dos elementos básicos para a busca da verdade. Kardec a aconselha como método de controle das manifestações mediúnicas e dos estudos dos princípios doutrinários.
Esta analise critica tem o auxilio de:
Artur Felipe Azevedo EDITOR DO BLOG (http://espiritismoxramatisismo.blogspot.com/)
Um breve histórico sobre minha atuação no Movimento Espírita: iniciei meus estudos da Doutrina Espírita aos 13 anos (1984), no Grupo Espírita Pestalozzi, em Nova Friburgo-RJ. Aos 22 (1993), atuei como orientador de Mocidade da União da Mocidade Espírita de Niterói (UMEN), um centro tradicional da cidade. Ao mesmo tempo, colaborei como evangelizador no Grupo de Apoio ao Menor (GAM), hoje Centro Espírita Batuíra e unidade do Lar Fabiano de Cristo, que prossegue no trabalho de assistência junto aos moradores de populosa favela em São Gonçalo - RJ. Em 1999, fui eleito presidente do centenário Centro Espírita Friburguense, na cidade de Nova Friburgo - RJ, sendo que por cerca de quatro anos apresentei, juntamente com o confrade José Manoel Ferreira Barboza, dois programas espíritas em rádios locais (Friburgo-AM e Conquista-FM) e um programa de TV (TV Zoom, canal 10). De volta à Niterói, fui orientador de estudos da Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro (FEERJ). Hoje, encontro-me ligado à ADE-RJ, Associação dos Divulgadores do Espiritismo do Rio de Janeiro.


Já em 3 de agosto de 2009 ele posta no seu blog a defesa, a explicação e é este texto que vamos analisar.
Bem vamos ao artigo o titulo é; “REENCARNAÇÃO NO MUNDO ESPIRITUAL”
Diz o espírito blogueiro- Meu filho, você se lembra de uma música de sucesso cantada por Elizeth Cardoso, que tem um refrão que diz assim: “Mas, pra botar a mão na minha grana, você tem que rebolar, rebolar, rebolar...”?
Com todo o respeito, é o que esse pessoal que anda criticando com escusas intenções a tese da reencarnação no Mundo Espiritual vai ter que fazer: rebolar! Não estou me referindo aos críticos sinceros, é óbvio, mas aos tendenciosos, que já estão ensaiando de bambolê na cintura.

Francisco Amado: Bem, para o bom entendedor meia palavra basta, imagine a categoria do suposto Dr. Inácio pelas palavras usadas, ele ao Invés de esclarecer já inicia debochando de quem questiona sua tese.
Artur F. Azevedo: A ironia e o deboche é próprio daqueles em que falta argumentação sólida e conteúdo. Comportamento típico de indivíduos orgulhosos, que não admitem que suas teorias meramente pessoais possam ser refutadas. Reencarnação no mundo espiritual é algo que vai contra os mais elementares ensinos dados a um neófito em Doutrina Espírita.

Mais adianta afirma como se fosse professor: Não era outra a nossa intenção, senão suscitar a discussão em torno do assunto, o qual, embora polêmico, é mais lógico que macaco comendo banana!
Sinceramente, eu não fazia idéia de que muitos de nossos confrades tivessem visão tão estreita? Será falta de bons oftalmologistas?

Francisco Amado: Ora para um espírito que inicia suas explicações de forma debochada como se soubesse de tudo, ele se perde com esta analogia, pois esta completamente errada. Os primatas não comem apenas bananas alguns não tem o organismo preparado para isso.
Os primatas são animais que possuem várias formas de alimentação: alguns são herbívoros, alguns são carnívoros e outros onívoros (alimentam-se de carne e planta).

E dentro desta classificação, existem outras subcategorias: folívoros, frugívoros, insetívoros, etc.
Eles tanto comem bananas (os frugívoros) como qualquer outra fruta que seja palatável.
Por exemplo os macacos colombianos por serem herbívoros estão morrendo, pois seus estômagos altamente adaptados às folhas das verduras não estam equipados para uma dieta formada apenas por frutas. Continua ele sem entrar na questão que deu origem ao artigo do seu blog.
Artur F. Azevedo: Quando há falta de elementos para argumentação, o expediente utilizado é exatamente esse: o de dizer que o que o outro refuta é lógico, evidente e que só um tolo não entenderia. Isso visa rebaixar o opositor - uma tática que só visa encobrir a falta de argumentação.
Que não me levem a mal a brincadeira, mas é sério, sério demais para a gente aceitar sem, pelo menos, tentar amenizar fazendo piada.
O quê?! Então, os espíritas, que se consideram vanguardeiros em matéria de Fé aliada à Razão, acham que o espírito apenas reencarna no mundinho chamado Terra? Alguns, em descabida asneira, andaram escrevendo que eu disse que os espíritos se reproduzem.Ora, ora! Será que estamos diante de Nicodemos dos tempos atuais, que, doutor da lei, foi incapaz de entender o que Jesus teve de lhe explicar como se conversasse com uma criança?! Ele perguntou a Jesus: “Como pode isso fazer-se?” Em relação à reencarnação no Mundo Espiritual, é o que estão me questionando.

Francisco Amado:Até aqui ele joga palavras pra lá e para cá e nada de explicar a tal reencarnação que a propósito não deveria ser reespiritualizar, pois que eu tinha aprendido que reencarnar seria retornar a um corpo físico de carne.
Artur F. Azevedo: Como o próprio vocábulo indica, "reencarnar" quer dizer "voltar à carne". Portanto, como os corpos espirituais não são (feitos de) carne, isso não seria possível, já que as leis do mundo espiritual lhes são próprias e não se constituem uma cópia do que ocorre no mundo físico/material. Caso assim fosse, para que precisaríamos reencarnar em mundos grosseiros, se tudo poderíamos vivenciar no mundo espiritual, que é de onde viemos e para onde retornaremos?
Querem que eu escreva um Tratado de Obstetrícia de além-túmulo! Eles acham que, por conta da pergunta de número 200 e seguintes, de “O Livro dos Espíritos”, os desencarnados são todos capões! Meu Deus, que maldição seria morrer!

Francisco Amado:Esta frase final, evidência de forma indiscutível o animismo, pois para ele se não houve-se sexo no plano espiritual a morte seria uma maldição da para levar a sério?
Artur F. Azevedo: Em "O Céu e o Inferno consta o seguinte:
"O homem faz, dos desgostos e dos prazeres da alma após a morte, uma idéia mais ou menos elevada, de acordo com sua inteligência, que, quanto mais desenvolvida for, mais essa idéia se depura e mais se desprende da matéria;

Compreende as coisas sob um ponto de vista mais racional, em vez de tomar ao pé da letra imagens de uma linguagem figurada.
A razão mais esclarecida, ao nos ensinar que a alma é um ser todo espiritual, nos diz, por isso mesmo, que ela não pode ser afetada pelas impressões que agem sobre a matéria, embora não esteja livre de sofrimentos nem de receber a punição de suas faltas." (Nota de Kardec, após item 973)
Resumidamente, o que depreendemos é que certas pessoas, pelo apego que têm pelas coisas da matéria, têm dificuldade em supor que não encontrarão, nem usufruirão dos mesmos prazeres que se apegam do lado de cá.

É claro que os espíritos não têm sexo, ou, melhor, têm todas as variações sexuais possíveis e imagináveis , mas o períspírito tem genitália, sim! E se relacionam! Para ficar mais claro, copulam!
Não me perguntem como é a coisa lá pra cima, porque eu não sei. Mas, por aqui, nos arredores da Terra, abaixo e pouco acima de sua psicosfera, é assim que acontece.

Francisco Amado:Agora ele afirma que os espíritos copulam, portanto podemos imaginar que a população desencarnada nas zonas umbralinas onde vivem as supostas entidades pervertidas do sexo é gigantesca e os renascimentos deve ser algo que não tem nem como conceber.
Artur F. Azevedo:
Pelos inúmeros relatos existentes, tais acontecimentos parecem se aproximar de uma categoria de subjugação, em que a "vítima" é impelida a ceder às vontades dessa classe de espíritos no terreno sexual. Mais uma vez, o autor da ideia de "reencarnação no mundo espiritual" fala de algo conhecido para tentar explicar algo desconhecido, forçando uma interpretação e procurando dar sustentação teórica à suas ideias, sem sucesso.

Mais adiante ele continua soltando pérolas afirma ele: Vocês nunca ouviram falar em íncubos e súcubos, não?! Se não ouviram, precisam ler um pouco mais. Eles são os espíritos que se relacionam sexualmente com os encarnados, nos conventos, nos mosteiros, nos seminários, etc. Quando na Terra, tratei de muita gente assim e que ia ao orgasmo! E, por falar nisto, espírito também tem orgasmo, ouviu?!

Francisco Amado:Aqui o iluminado espírito desenterra as crendices dos tempos medievais descambando para a mistificação e o supersticioso para justificar uma tese que no mínimo poderia ser classificada de absurda.

Os íncubos e súcubos são poderosos demônios que costumavam atormentar homens e mulheres. Ambos os nomes, Íncubos e Súcubos, têm origem latina. Íncubos vem do verbo incubare que significa "deitar-se sobre" e Súcubos vem do verbo succubare que significa "deitar-se em baixo de". Assim sendo, Íncubos são demônios machos que visitam mulheres mortais e têm sexo com elas, enquanto Súcuba é a versão feminina e atacam homens.

Existem muitas lendas que relatam acontecimentos ou encontros com estes demônios, cada um influenciado pela sua cultura e contexto sócio-político. Na era medieval acreditava-se que esta terrível criatura sugava a força vital da vitima, o que naqueles tempos representava a alma.
Artur F. Azevedo:
Pelos inúmeros relatos existentes, tais acontecimentos parecem se aproximar de uma categoria de subjugação, em que a "vítima" é impelida a ceder às vontades dessa classe de espíritos no terreno sexual. Mais uma vez, o autor da ideia de "reencarnação no mundo espiritual" fala de algo conhecido para tentar explicar algo desconhecido, forçando uma interpretação e procurando dar sustentação teórica à suas ideias, sem sucesso.
Veja bem ele não explica nada, e pede um conhecimento que ele mesmo não tem pois do contrário já tinha entrado no assunto diz ele; E, depois, vocês sabiam que a gravidez, antes de ser física, é perispiritual? Não sabiam, não? Então, desisto de vocês. Afinal, além de criticar, o que vocês sabem?! Convém ficarem quietos. Chico dizia que era uma besta espírita, mas não um espírita besta. Vocês vão ter que se haver não é comigo, não: é com a Ciência!

Francisco Amado:Sendo assim eu também posso dizer. Pô tu não sabe nem sobre alimentação primata e quer me convencer de reencarnação no mundo espírita? Então desisti da tua falácia. Afinal, além de passar informações equivocadas, não esclarecer nada fica só na retórica mal concebida, iniciou debochando e até agora nada o que tu sabe afinal?
Artur F. Azevedo:
A gravidez é um processo físico, onde a ligação que se dá é a do espírito reencarnante com o novo corpo que irá ocupar. A mãe empresta o seu corpo para o desenvolvimento do embrião. Ir além disso é dar asas à uma fantasiosa imaginação, onde tudo vê espírito onde, o que há, é apenas matéria e a aplicação de suas leis.

E continua com palavreado vazio atirando para todos os lados e atingido apenas seu próprio pé diz ele.
Outra coisa. Depois eu vou escrever sobre a questão da carne no Mundo Espiritual, tá?! Andaram também duvidando, ou melhor, ironizando, eu ter dito que provei um naco de carne de javali por aqui... Vocês não devem ter lido “Nosso Lar”, leram? Vocês se lembram do capítulo 9, “Problema de Alimentação”?! Se já leram, leiam de novo, porque não entenderam patavina. Eu não vou contar nada. Agora, sinceramente, eu só estou preocupado com uma coisa: é a apropriação indébita do pensamento! Em outras palavras, o plágio! E depois querem falar em Concordância Universal do Ensino dos Espíritos! Mas como?! A vaidade de certos médiuns deixa que os espíritos confirmem por eles o que escreveram por outros?! A turma de médiuns do tempo de Kardec era mais humilde e, além do mais, um não ficava sabendo o que o outro havia produzido.
Francisco Amado: Bem aqui eu concordo plenamente, a turma era mais humilde e os espíritos comunicantes eram de outra categoria.
Artur F. Azevedo:
A assessoria espiritual a Kardec era a da falange do Espírito da Verdade. Já a de outros...bem, é melhor nem falar.
Não me importa que me plagiem, não! A verdade não me pertence. O problema é que eles não estão se referindo à fonte. Chegaram até a mudar o meu nome para Ignácio! E deram nome ao “meu” hospital!
Desculpem as caneladas! Sempre fui péssimo jogador de futebol e chuto as bolas ( desculpem-me! ), a bola “a esfera de capotão”, para onde der. Não é maldade, não. É falta de craqueza mesmo. Se duvidarem, estou pronto para me submeter ao exame antidoping, porque eu ainda sou daqueles espíritos que fazem xixi!Uberaba (MG), 3 de agosto de 2009.

Para finalizar então: O livro foi escrito em 2008 este artigo no blog é de 2009 de lá para cá as explicações são entre defesa e ataque, mas, sem esclarecer coisa alguma.
Fazendo uso do linguajar chulo do próprio espírito, eu diria que depois de ver esta cacaca, como duvidar que ele faça xixi?

A verdade é que Kardec sempre deixou claro que a Doutrina é dos Espíritos. Mas que garantia poderá ter de que a Doutrina é mesmo deles?
É aqui que entra uma das metodologias proposta por kardec, que a maioria desconhece e ou abomina o Método do Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Portanto basta aplicar a vontade de conhecer a doutrina, estudar, analisar e aprofundar incessantemente e vamos encontrar um conjunto de ensinos que nos aparta de toda mistificação tornando nossas vistas tão claras, que o castelo encantado com gênios, magos negros, dragões, feiticeiros, Planeta chupão e tudo mais desapareceram.

Eu não sou contra a leitura de romances, pois tenho toda obra agora com o subtítulo de “A vida no mundo espiritual” de Andre Luiz, entretanto a maioria dos que se dizem espíritas já leram mais de 15 à 20 romances espiritualistas, mas nunca passaram os olhos pelos livros dos médiuns ou consultaram a revista espírita.
O que fica claro e inconteste é que; o movimento espírita brasileiro antes mesmo de conhecer o Espiritismo, já adotou alguns espíritos e médiuns como seus ídolos.

É a ação nefasta do sincretismo, da institucionalização religiosa, da sacralização de entidades espirituais e médiuns, do evangelismo, e por aí vai. Allan Kardec, em seu pioneirismo didático sobre mediunidade alertou para o fato que espíritos são, meras pessoas, não seres à parte da criação! E já afirmava isto em 1861.

A opinião de um Espírito - seja qual for o médium, seja qual for à categoria desse Espírito - é sempre uma opinião própria, não é um princípio doutrinário.

É preciso levar em conta, sempre, que o médium não é um oráculo, como não é um santo: é uma criatura em situação especial na vida, com uma carga pesadíssima de responsabilidade espiritual e humana.
Ora isto requer de nós, sobre as mensagens mediúnicas, o mesmo rigor que aplicamos às teses expostas pelos autores encarnados. Mas a “sacralização” fez seu papel transformando-os em “santos”, daí o dogmatismo e o igrejismo no espiritismo que já é (lamentavelmente) religioso.

Os autores mediúnicos, da atualidade sem controle sem verificação da veracidade de suas comunicações e encastelados pelos prosélitos não ensinam Espiritismo, mas tentam apenas passar seus “conhecimentos” e opiniões particulares.

Devemos ter o bom senso de analisar criteriosamente tudo o que venha dos Espíritos ainda mais prudência quando vem de espíritos que demonstra mais orgulho que saber.

Artur F. Azevedo:
As ideias cristalizadas são de difícil extirpação, ainda mais com o agravante da fascinação. Derivada do orgulho e da presunção, a fascinação é a arma mais utilizada pelos adversários do Espiritismo para atingirem os seus objetivos de fazer do Espiritismo o que ocorreu com o Cristianismo: uma colcha de retalhos, onde cada uma fala uma coisa e ninguém se entende. A fascinação ainda recebe o contributo do misticismo e do sincretismo, aos quais nosso povo é afeito. Com isso, está pronta a salada mística tão ao gosto dos pseudossábios e falsos profetas da erraticidade, apesar dos inúmeros alertas constantes das obras da Codificação, principalmente em "O Evangelho segundo o Espiritismo" (introdução) e em "O Livro dos Médiuns".

Ou retornamos ao estudo sério das obras kardecianas ou veremos a falência absoluta do Movimento dito "Espírita" nas mãos dos aventureiros.

Aplicando CUEE na Pratica.





Muito tem se debatido sobre a validade e sobre a eficácia do O Controle Universal do Ensino dos Espíritos que esta, na introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo no item II, e na Revista Espírita, abril de 1864.

A análise será feita pelo Jorge Murta editor do site espiritismo com profundidade e pelo Francisco de Assis editor do site República dos Espíritos.

Francisco de Assis – Bem gostaria de iniciar a minha participação, afirmando que aquele que realmente respeita a memoria do médium Chico Xavier e sua história não deveria fazer outra coisa do que jogar no lixo este relato que querem atribuir a Chico Xavier.
Chico jamais escreveu algum livro sobre esta questão, porem agora depois de desencarnado todo o tipo de história estapafúrdia e sem pé e sem cabeça brotam como ervas daninha em cada esquina, e os seus admiradores que deveriam repudiar tais relatos aplaudem jogando lixo na memoria de Chico Xavier.

Jorge Murta – Sabemos, para iniciar, que Kardec classificou os espíritas em alguns tipos: imperfeitos; experimentadores; verdadeiros e exaltados, além de um quinto tipo, os espíritas sem o saber. E parece que Geraldinho, que se diz tão amigo que foi de Chico, quer aumentar o numero dos que consideram o médium mineiro um espírita exaltado, ou seja, que diz as coisas mais estapafúrdias em nome da doutrina, submetendo-a ao escárnio e junto com ela, também os espiritas sérios.

Vamos a analise a minha ficara em verde a do Jorge em laranja.

Por Geraldo Lemos Neto, 31 de Março de 2012 Há muito que tencionava relatar este caso de nossas conversas com o Chico, e que não vi ninguém mais registrar até agora.
(...) Chico Xavier inclusive nos contou que já havia estado com visitantes de outros orbes, e ao expressar a ele a minha vontade de também um dia vir a conhecê-los ele foi enfático: "Você deve ter muito cuidado Geraldinho, porque embora a maioria das civilizações que já desvendaram os segredos das viagens interplanetárias serem de grande evolução espiritual e votadas ao Bem e à Fraternidade Geral, há também aqueles outros que somente se desenvolveram no campo da técnica, enregelando sentimentos mais nobres no coração. Representantes dessa outra turma também têm nos visitado, mas com objetivos escusos..." "Para eles nós somos tão atrasados que eles não prestam nenhuma atenção às nossas necessidades e sentimentos. São eles que raptam pessoas e animais para experiências horrorosas em suas naves. Quanto a esta turma nós devemos ter muito cuidado.”.

Francisco de Assis – Bem qual orientação que ESSE oferece a este respeito quando defrontado com uma mensagem?
“O primeiro exame comprovativo é, pois, sem contradita, o da RAZÃO, ao qual cumpre se submeta, se exceção, tudo que venha dos espíritos”.
E o que diz o Livro dos Médiuns?
“Porém, nunca”. o repetirei demasiado, não aceiteis coisa alguma às cegas. Seja cada fato submetido a um exame minucioso, aprofundado e severo (Cap. v item 98).
Bem dito isso é bom lembrar que a doutrina espirita ensina que estamos aqui para evoluir segundo as leis da reencarnação, portanto não é racional imaginar que espíritos que sejam mais atrasados tenham veículos que consigam chegar ao nosso planeta se nós não temos estes veículos. Também seria prudente analisar outra questão que é, tudo que esta no universo é criação de Deus, portanto os ditos ETs nada mais são do que nossos irmãos porque não saberiam qual nossa condição?
Jorge Murta – Este relato, seja atribuído a Chico, ou seja, atribuído a Geraldinho, fere o principio da “única garantia séria”, a do Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos, ou seja, “Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros.”.
Ora, a definição contida no ESSE não fala que o controle universal seria garantido pela “revelação” dada por um ÚNICO MEDIUM e ENCARNADO de boca a ouvido, ou seja, onde estão os vários espíritos, os diversos médiuns que não se conhecem de diversos pontos do planeta com as mesmas informações concordantes?


“Uma vez eu estava indo de Uberaba a Franca e Ribeirão Preto para visitar a irmã de Vivaldo, Eliana, que havia passado por uma cirurgia no coração nesta última cidade”. Dr. Elias Barbosa foi dirigindo o automóvel na companhia de Vivaldo e eu, que fiquei no banco de trás. Pois bem, íamos lá pelas 3 horas da manhã, na madrugada, para evitar o trânsito, e a meio caminho uma luz meio baça, na cor alaranjada envolveu o automóvel e passou a segui-lo. Dr. Elias achou por bem encostar o carro e esperamos os três para ver o que ia acontecer. Intuitivamente comecei a orar, pedindo aos amigos que me acompanhassem na prece.
O espírito de Emmanuel se fez presente e nos solicitou redobrada vigilância. A nave apareceu (...). Depois o veículo interplanetário elevou-se do solo e eu vi perfeitamente uma vaca sendo levada até o seu interior como se levitasse até lá. Em seguida a nave desapareceu de nossas vistas com velocidade espantosa. “O espírito de Emmanuel me revelou então que estes irmãos infelizmente não eram vinculados ao Bem e ao Amor, eram sociedades que pilhavam planetas em busca de experiências genéticas estranhas”.

Francisco de Assis – Bem segundo este relato, podemos chegar a seguinte conclusão que a terra esta sujeita a piratas espaciais, que pululam entre os planetas saqueando e fazendo bandalheiras o que é totalmente incompatível com as Leis da Natureza. Tudo tem regras e lei, mas segundo Emmanuel isto não ocorre por aqui, hora como afirmei no inicio aquelas pessoas que cultuam Chico Xavier fazem um desserviço a sua memória dando credito a uma bandalheira deste naipe.
Jorge Murta – Seres alienígenas voltados pro mal. Não que não possam existir, mas como o Francisco já disse, é irracional imaginar que espíritos que sejam mais atrasados tenham veículos que consigam chegar ao nosso planeta para fazer esta ou aquela pilhagem. Isso me lembra do filme “V-A Batalha Final” com alienígenas com cara de reptilianos infiltrados entre nós ou então o filme “Independence Day” em que a Terra é invadida por aliens. Mas, uma coisa é ficção cientifica em Hollywood, lazer, diversão, nascida da mente de roteiristas; outra coisa é ficção chiquistica, nascida da mente, ou mentes, de pessoas... – ah! A caridade me impede de ser mais claro... – digamos inventivas demais.

Não contive a pergunta: Mas eles são minoria não é Chico? E como serão os alienígenas bonzinhos? Ao que ele me respondeu: “Ah”! São magníficos! (...) São de uma bondade extraordinária e protegem a civilização terrena assumindo um compromisso com Jesus de nos guiar para o Bem. Um dia, Geraldinho, que não vai longe, eles terão permissão do Cristo para se apresentarem a nós à luz do dia, trazendo-nos avanços tecnológicos, médicos e científicos nunca dantes imaginados.
Francisco de Assis – Agora veja que aqui já temos a primeira contradição, pois primeiro estamos à mercê da pirataria alienígena e em outra temos os alienígenas que protegem a terra, basta ver que é a mesma visão tosca que os filmes apresentam do alienígena bom e ruim, O que como foi dito não fecha com as leis da evolução e da natureza.
Zé Preguiça foi visto na calçada de casa, procurando algo no chão:
O que tanto faz aí, Zé Preguiça?
Perguntou o vizinho.
Procuro uma chave, respondeu.
O vizinho começou a ajudar.
Depois de um tempo, ele perguntou:
Zé Preguiça, você tem certeza que perdeu a chave aqui?
Não. Perdi dentro de casa.
Então, por que estamos procurando aqui?
“Porque aqui tem mais luz.”
Muita gente tem medo de "iluminar" o interior da própria casa...
Isto requer revolução interior.

Ou seja, este é o problema da grande maioria, que tem preguiça de analisar, ele olha o nome do médium, ata foi o fulano que disse, então deve ser verdade, pois fulano é da mais alta moral, como se moral fosse sinônimo de conhecimento e lógica. Mas, não são fora os aproveitadores que sabendo disso colocam palavras na boca daqueles que já não podem dizer se defender.
Jorge Murta – E Chico cita de novo Jesus. Jesus virou sindico até de relações exteriores interplanetárias, pois é ele, diz Chico, que irá permitir que os aliens bonzinhos interagissem conosco dando-nos avanços tecnológicos, médicos e científicos nunca dantes imaginados, ou seja, a lei do progresso agora será terceirizada, ou seja, somos incapazes de por nossa própria evolução galgar os degraus do progresso e passamos a depender da caridade (Chico adora isso) alienígena.


Onde estaria o espírito de Hitler? Chico então me contou uma história muito interessante. Segundo ele, imediatamente após a sua desencarnação, o espírito de Hitler recebeu das Altas Esferas uma sentença de ficarem 1.000 anos terrestres em regime de solitária numa prisão espiritual situada no planeta Plutão. Durante este período de 10 séculos terrestres em absoluta solidão ele seria chamado a meditar mais profundamente sobre os enganos cometidos e então teria nova chance de recomeçar na estrada evolutiva. "Quando o espírito de Gandhi desencarnou, prosseguiu o Chico, e ascendeu aos Planos Mais Altos da Terra pela iluminação natural de sua bondade característica, ao saber do triste destino do algoz da humanidade na II Grande Guerra Mundial, solicitou uma audiência com Jesus Cristo, o Governador Espiritual da Terra, e pediu ao Cristo a possibilidade de guiar o espírito de Hitler para o Bem, o Amor e a Verdade. Sensibilizado pelo sacrifício de Gandhi, Nosso Senhor autorizou-o na difícil tarefa e desde então temos Gandhi como dos poucos que se aproximam do espírito de Hitler com compaixão e amor”.
Francisco de Assis – Os princípios fundamentais do espiritismo são:
Existência de Deus e da alma (imortalidade); lei da reencarnação, espírito assume sucessivas formas materiais para aperfeiçoar-se; e lei de causa e efeito, lei do progresso, o destino de cada espírito é traçado pelos atos praticados em suas sucessivas vidas terrenos.

Memória dos registros das vidas passadas

Vemos então que Hitler segundo esta informação vai perder 10 séculos, sem evoluir, isto é justiça? Como avaliar se a maioria dos que morreram sobre sua ira não escolheram esta morte para efeito de prova? Esta visão não é de que conhece a doutrina e sim de quem faz elucubrações particulares, pois ninguém tem a capacidade de avaliar o que Hitler vez.

Che Guevara junto aos seus ídolos Lênin, Stalin, Mao e companhia, Che contribuiu para a construção do regime que mais matou pessoas em toda a história, o chamado "socialismo real", responsável por mais de 100 milhões de mortos.

Perto deste numero Hitler foi uma moça, pois matou seis milhões.

Onde estaria então os outros e porque não se fala neles, se estamos falando de informações privilegiadas do plano espiritual a verdade deveria vir à tona.

Jorge Murta – Embora Hitler esteja longe de ser um santo, 10 séculos é uma pena antecipada grande demais, o que me faz perguntar: Hitler abriu os “Exilados da Terra?” E em Plutão que nem mais planeta é? E sim planeta-anão. Essa pena, eu dirá bem olimpiana, pois o Jesus chíquico mais parece um Zeus no Monte Olimpo, pois decide tudo sobre o destino de todo mundo, até dos aliens, já teria batido o martelo e decidido que antes de 10 séculos, Hitler não progrediria. Alias. Chico pensou que Jesus é personagem meramente terrena, da historia da Terra e que em outros orbes ele, Jesus, pode nem ser conhecido? Que em outros planetas nunca existiu um Cristo ou crucifixo ou Evangelho?

Então Chico, o Planeta Plutão é um planeta penitenciário? E ele me respondeu: “É sim, Geraldinho”. Em nosso Sistema Solar, temos penitenciárias espirituais em Plutão, em Mercúrio e na nossa Lua terrena. Eu soube, por exemplo, que o espírito de Lampião está preso na Lua.

É por isso que alguns astronautas que lá pisaram, sentindo talvez um frio na alma, voltaram à Terra meio desorientados e tristes. Soube de um até que se tornou religioso depois de estar por lá!

Francisco de Assis – No mundo espiritual, nem tudo que reluz é ouro. As percepções constituem muitas vezes, a materialização do lixo atômico individual de cada essência e ou do conjunto delas.

Os espíritos superiores não nos passaram meias verdades!

Ainda não apareceu um autor, uma obra que completasse a Doutrina espírita, temos sim obras bem intencionadas que no máximo servem como estudo de casos para ilustras pontos fundamentais da Doutrina, agora debater que tal obra completa, isso esta longe de ocorrer.

No máximo as obras atuais podem levar a uma reflexão nada mais do que isso.
Pois é preciso dentre o destas historia existir logica e coerência para se considera com racionais, ou para passar pelo crivo da razão.

A estrutura lógica não é um fato diretamente observável.

Pode-se concebê-la como um conjunto de operações possíveis ou virtuais que o individuo é suscetível de manipular na presença de uma situação dada.

Vamos imaginar que para que se possa erguer o edifício da lógica, precisamos de tijolos estes tijolos são nossas argumentações que tem que ter certa coerência lógica.

Cada tijolo ou argumentação forma uma posterior que tem um valor informativo para o individuo. A partir da sequência, o individuo tira uma conclusão provisória coloca uma hipótese e escolhe a sequência seguinte que deve encadear-se logicamente.

Se retirarmos um destes tijolos ou se um deles não for coerente todo o edifício acaba por cair por cima de nossas cabeças.

Conclusão os relatos apresentados, não apresentam esta coerência é assim que se aplica o CUEE, não é preciso 100 espíritos repetir esta mesma bandalheira para se souber que isto não tem lógica. Os defensores do tal sincretismo religioso deveria responder o seguinte.

Alguém já viu sincretismo no meio evangélico?
Evangélico acendendo vela, por exemplo?
Alguém já viu sincretismo no meio católico?
Católico que não acredita em santo?
Alguém já viu sincretismo na umbanda?
Umbandista que não faz oferenda?

Jorge Murta – Chico só existiu porque teve quem cresse nele e crer nele não é nenhuma garantia de que os que creram eram racionais, lógicos e de bom senso. Alguns eram ilógicos e outros eram mal intencionados mesmo. Alguns creram por que Chico falou e isso para eles basta, erradamente basta e já merece a um bom tempo um BASTA. Vejo espiritas defenderem o chiquismo, o armondismo, o ramatisismo, o andreluizismo, o divinismo, o emmanuelismo, o joannismo, o divaldismo, etc. sobre o argumento de que é tudo espiritismo. Não, não é.

Espiritismo é a doutrina codificada por Kardec e com já dito pelo próprio apenas uma garantia séria ele tem: o CUEE e não a opinião pessoal de um só médium ou de alguns poucos espíritas que se deixam mistificar mistificando. Mas não basta só haver, hoje em dia, o CUEE, é preciso que se analise filosófica, lógica e racionalmente e por que não, cientificamente, os dados obtidos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Psicografia fácil de obter difícil de acreditar.



Psicografia fácil de obter difícil de acreditar.

Francisco de Assis - 27/01/2010
Psicografia porque não consigo acreditar?
As Psicografia são sempre uma mesmice
Papai Lazaro não tenha medo de sonhar com seus filhos nos queremos mostar para o senhor que estamos bem. Apenas sentimos saudades das irmãs e dos sobrinhos que ficaram só com as recordações de nossos rostos. Dois tios que se estivessem por ai ainda daria muito trabalho e preocupações a mamãe Deise. Mesmo nós aqui ela não consegue parar de pensar se estamos nos alimentado, se nossas roupas estão limpas, se dormimos bem.
.................................
Desejo que você Paulinha dê prosseguimento em sua vida, aprendi a rezar agora com o coração e com a razão e sempre estarei em preces para que você encontre alguém digno que possa fazer você tão feliz, quanto possível na Terra ao lado de nosso filho
Sei que ficarei bem, mas no momento por aqui é estudo, trabalho e reflexão
Um dia meu filho e Paulinha haverei de ser útil de alguma forma
Peço perdoe-me por tudo.
..............................
Mamãe Catia, Papai Paulo César
É apenas um bilhete de carinho. Carinho e reconhecimento aos genitores que me proporcionaram na Terra algo mais do que o corpo físico proporcionou-me a oportunidade de servir com Jesus além da vida física, matriculando-me na escola da caridade e do amor sem reservas. Quanto lhes sou grato meus pais.

Francisco de Assis - 27/01/2010
Para acreditar teria que ser assim.
Olá meus filhos estou muito bem por aqui depois de um curto tempo de turbulência
estou recuperada e trabalhando, encontrei os tios e as tias todos trabalhando muito.
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Tenho trabalhado feito um camelo, praticando boas ações, para acumular bônus hora, agora estou tentando entrar num financiamento da casa própria junto a empreiteira 7º Céu com o uso destes bônus, vou tentar um conjunto baratinho perto do ministério da regeneração, pois, já sei onde vou visitar o Francisco, este vai me custar muito bônus hora, mas por hora é isso.
.
Vou ter que finalizar para não perder meu aeróbus se não fico uma hora na parada depois, o transito aqui esta um caos eu ainda vou passar no hospital ,que seu tio vai retirar um chip que os magos trevosos implantaram, e ainda tenho que ter tempo para passar no ministério da alimentação que hoje é dia de feira e não quero perder a promoção nossa acho que vou aproveitar e comprar um laxante astral para sua tia marta que esta com prisão de ventre.
Fiquem com Deus.
. . . . . . . . .. . . . . . .
(Quem leu os Livros do Luis Sergio ou Violetas na janela não pode achar que estou tentando ridicularizar ou fazendo ironia e ou sarcasmos a psicografia pois, o palavreado nestes livros é bem informal eu só dramatizei um pouco)
...............................
Ou seja, esta sim seria uma psicografia mais perto do que fala os vários livros mediúnicos, não repetem que a terra é uma cópia imperfeita do plano espiritual?.
Portanto deveria Trazer fatos do dia a dia e mostrando ai a universalidade das informações.
..................
Qual é sua opinião?

Rejane Torres - 27/01/2010
Francisco
Existe uma coisa que se chama avaliar.
Avalia-se tudo q se leu e ouviu, aprende-se o q é bom e o q entendeu; guarde-se o q é bom e exclui-se o q não é. Na nossa mediúnica existem excelentes psicógrafos, mesmo assim a ordem é: avaliar, avaliar, avaliar; e acredite, não há nada a ver com o q postastes, a propósito, já li Luiz Sérgio, Violetas na janela e muitos outros...
Saudações

Francisco de Assis - 27/01/2010
Bem Rejane o que estou questionando é que se tu pegar as
mensagens sem nomes das pessoas serve para qualquer pessoa.
.....
Assim com se tu pegar 100 livros mediunicos retirar as capas atirar
em um balaio, depois pegar para ler é tudo o mesmo PADRÃO.
....
Por que não tem uma dica para novos equipamentos para prever
tornados, terremotos e etc.
Dicas para novas vacinas?

Rejane Torres - 27/01/2010
Isso é para pesquisadores,e cientistas ,não para mediuns.


Rogerio Guandalini - 27/01/2010

Francisco
.
não é de agora que você tem criado textos que ao invés de levar as pessoas para a reflexão sobre um assunto, cria uma animosidade entre os membros.
é evidente que há outras formas de expressar a sua opinião para que os outros não sejam afrontados e nem se sintam desrespeitados.
em nome da equipe de Moderação, peço para que se esforce em mudar a forma como expressa sua opinião.
aceitamos a exposição e o debate de idéias diferentes desde que ninguém seja desrespeitado.
esperamos que possa colaborar com suas idéias, porém com outra forma de se expressar que não seja a de afrontar os outros.
agradeço sua colaboração em nome da equipe moderadora.

Rogerio Guandalini - 27/01/2010
Ricardo
sua opinião como a de todos os outros é muito importante e será avaliada pela Moderação. (agora há uma equipe e a decisão não cabe mais exclusivamente a mim)
será muito importante que deixe essa sua observação no tópico de sugestões para que fique lá registrado.
abraço e obrigado.

Romário Fernandes - 27/01/2010
Bom, eu tenho que concordar com o Francisco em certos aspectos. A grande maioria das psicografias que já li têm uma linguagem muuito semelhante entre si e, ao que me parece, pouco coerente com o que se poderia esperar de crianças, analfabetos ou idosos falando. Mas falo do que li, não me vejo capacitado a projetar essa análise para um espectro mais amplo.

Francisco de Assis - 27/01/2010
Ricardo

A escolha da fonte foi buscar o campo neutro.
Conheço o trabalho deles.

Foi o mesmo caso da do tópico Origem do Caráter Católico do Espiritismo.
Coloquei o trabalho de Núcleo de Antropologia para não ser acusado de tendencioso
pois, a Sandra Jacqueline Stoll é professora da. Universidade Federal do Paraná
não tem compromisso em defender nem um lado nem outro da doutrina.
O compromisso dela é com os dados históricos.
Sem dúvida Ricardo que A ciência é obra do gênio; ela só pode ser adquirida pelo trabalho, pois é apenas pelo trabalho que o homem progride em seu caminho.

Mas, o que questiono é que as obras mediúnicas são repetitivas.

Rogério.
não é de agora que você tem criado textos que ao invés de levar as pessoas para a reflexão sobre um assunto, cria uma animosidade entre os membros.

A animosidade fica por conta de cada um, que não sabe aplicar a parte filosófica da doutrina.
O objeto da filosofia é a reflexão, o movimento do pensamento que nos permite recuar, nos distanciarmos dos fatos aparentemente banais para buscarmos seus fundamentos. E nesta busca que não visa uma fé cega mas raciocinada podemos encontrar consolo.

Fábio Duarte . - 27/01/2010
Pedimos que não seja então o epicentro destas animosidades.
Esperamos que o debate prossiga sem que seja necessario intervenção da moderação.
Que debate de ideias prevaleça.

Fábio
Moderação

Dúvidas favor se dirigir a comunidade especifica para tal. (postagens podem ser apagadas caso desfoquem do tema proposto)

Saulo . - 27/01/2010
O Foco!
Até bem pouco tempo atrás eu pensava assim: "puxa vida pra que tanto romance água com açúcar?", "porque as comunicações tem essa cara de tudo igual?"... etc
Um dia eu abri a janela e vi que o mundo era feito de pessoas quase iguais. Nós até temos um conceito matemático que faz parte da vida cotidiana e poucos percebem: a MODA. Moda é aquilo que se repete com mais freqüência, porque as pessoas querem assim ao refletir sobre uma referência que julgam melhor ou porque sendo pares, cônjuges ou mesmo cúmplices tem histórias muito similares, necessidades muito próximas e objetivos parecidos.
Normal então (outro conceito matemático: norma) que ao buscarem o mundo espiritual busquem e obtenham respostas que sejam similares, não porque não existam outras respostas mas porque lhe-os apresentamos as mesmas perguntas.
Poucos há que estejam dispostos a despir-se de seus preconceitos e estejam prontos para levar os sopapos morais que são necessários a quem queira indagar dos espíritos de coisas que tenham um impacto científico-moral intenso sobre a sociedade. Poucos dispostos a sorver a taça da descrença e do abandono coletivo quando ao apresentarem suas preposições e descobertas, divergentes da moda e fora até das normas.
Natural que assim o seja. Somos seres sociais, educados para buscar e encontrar equilíbrio na correspondência social. Somos seres carentes do reconhecimento e por isso a maioria, ou seja a moda, se esquiva de correr esses riscos.
Poucos dispostos a correr os riscos de falar de uma tiara de captura de pensamentos, ou de uma tela holográfica sensível ao toque, ou de falar de um veiculo que não queime combustível fóssil e que utilize eletricidade para viajar sem tocar o solo... e ainda assim mesmo depois de tantos avanços ser desprezado, enxovalhado e até desrespeitado como homem.
Os espíritos dizem que acorrem aos homens sérios e as perguntas sérias e eu me pergunto: onde estes?


J. Granhen - 27/01/2010
Francisco:
Boa noite!

Entendo o teu ponto de vista e vc tem todo o direito de acreditar ou nao em psicografias.
No entanto, algo me intriga:
Esta descrença seria a respeito de todas as psicografias ou de algumas?
Sei que existem muitas que parecem exageradas, sabendo de antecipaçao que médiuns nao sao perfeitos e podem cometer erros como qualquer ser humano. Por isto nao devemos esperar da mediunidade, perfeiçao.
Mas, se sua opiniao é de que todas as manifestaçoes psicográficas sao falsas sao incríveis, nao seria acreditar que as próprias obras que deram base à Codificaçao têm o mesmo teor? Ou, se todas outras psicografias posteriores à Codificaçao sao charlatanismo ou mistificaçao, nao seria crer que a mediunidade confiável terminou com as obras de Kardec? Quero saber realmente qual é a sua opiniao sobre este assunto.
.
Como disse a Rejane:guardemos o que nos parece positivo e quanto ao que temos dúvida, deixemos que um dia será esclarecido! Nisto eu creio e que parece mais justo, sem prejulgamento.

Abraços!
P.S.: Francisco, faço estas perguntas, justamente para que fique claro nao só para mim, quanto a outros participantes o significado do tópico.

Francisco de Assis - 28/01/2010
Romário.

Muito mais do que isso.
Se tu visitar o site cartasconsoladoras vai ver que se criou um mercado
em torno disso.
Onde a figura faz propaganda de seus atributos com vídeos diversos
recortes de jornais e etc.
.......................
Saulo

Perfeito sua analise só que vamos inverter isso.
Imagine que tu desencarnaste, tua preocupação seria apenas em consolar sua esposa e
familiares ou em revelar informações realmente relevantes para eles?
Não se resume apenas no que eu quero, mas, o que eles podem dizer?
.......................

Jorsanne

Ai que esta o nó da questão Jo.
Na verdade existem dois Espiritismo e isto é de uma clareza gritante.
Agora a ultima vez que citei um nome aqui foi um piripake generalizado pois, tem alguns médiun que vc não pode questionar.
É um sacrilégio.
Posso ser excomungado pois, a maioria entende que para você estar racionalizando informações vc esta sob controle dos agentes das trevas.
( Mas, todos negam o caráter católico que a doutrina esta se revestindo)

Fábio Duarte . - 28/01/2010
Francisco
Será que o carater Católico sempre existiu?

Inclusive na França, com Allan Kardec, afinal ele era um estudioso, mas sempre presou por divulgação de consolo. Em suas visitas aos presidios levava o OLE, mas exitava as pessoas a mirar-se nos exemplos do Cristo.

Será que devido a uma grande massa católica, ter aceito o Espiritismo existe esta agregação inevitavel, que será reparada com o aprofundar na Doutrina, até porque Kardec se mostra totalmente convencido de haver uma harmonia entre ambas, ser Catolico e Espírita.

Meu exemplo não conta, afinal sai do catolicismo justamente por excessos de rituais que me angustiavam a mente, e ao encontrar a Doutrina Espírita me senti livre para pensar e questionar. O esclarecimento é necessário, e as pessoas cada vez mais estão despertando para tal choque das disparidades.

Em Bhte, frequentei 4 Centros em pouco mais de 12 anos, e em nenhum encontrei ranços catolicos. Em 01 encontrei algumas desconformidades com a Doutrina Espírita, mas nada que maculasse a imagem Espírita.

Questionar os médiuns é normal e natural, a maneira taxativa que é vista com mãos olhos por muitos. Basta sermos prudentes em nossos argumentos que seremos aceitos, mesmo com opiniões tão discordantes da maioria.

Baltasar Gracián já dizia no Seculo XVI, que para criticarmos o que a massa deposita creditos precisamos ser bastante inteligente, afinal irá remar contra? Chocar as pessoas (mesmo que esteja certo), não é o melhor caminho.

Abraços

Romário Fernandes - 28/01/2010
A influência do catolicismo é bem clara e unânime entre todos os pesquisadores independentes que já se debruçaram sobre o espiritismo como fenômeno social. Lewgoy, Stoll, Procópio Ferreira, David Hess dentre outros tantos.

A questão é o significado subjetivo que se atribui a esse fato. Pessoalmente, já fui um crítico mordaz da "igrejificação" da doutrina. Hoje, vejo esse fenômeno sob outro prisma: sem ele, sequer saberíamos o que é espiritismo. O trabalho de Kardec não passaria de letra morta no canto de página de alguns livros de história.

Contudo, bem ou mal, a doutrina nos chegou aos dias de hoje. "Deturpada", "desvirtuada", "remendada" ou como quer que se prefira considerar, mas chegou e tem uma relevância social crescente. Resta, a nós, saber o que fazer com ela. Para nós e para o mundo.

Rogerio Guandalini - 28/01/2010
Romário
"A questão é o significado subjetivo que se atribui a esse fato. Pessoalmente, já fui um crítico mordaz da "igrejificação" da doutrina. Hoje, vejo esse fenômeno sob outro prisma: sem ele, sequer saberíamos o que é espiritismo. O trabalho de Kardec não passaria de letra morta no canto de página de alguns livros de história."
discordo.
creio que isso foi uma opção consciente dos responsáveis pelos CEs no Brasil.
o Espiritismo poderia ter tido a mesma força de divulgação sem precisar "igrejificar" os CEs.
bastaria apenas aplicar a caridade em sua pureza e consolar os que precisam com a atenção, carinho e o esclarecimento necessários.
mas se optou pela apelação religiosa.
.
abraço.

Saulo . - 28/01/2010
Francisco vou concordar discordando
Uma coisa é o querer e outra é a possibilidade de realizar.
"Jerusalém, Jerusalém... quantas vezes quis reunir teus filhos sob minhas asas assim como uma galinha faz aos seus pintinhos."
Usando a figura mítica do Rabi da Galiléia temos que a grande maioria queria-lhe os milagres e os fenômenos e um restrito circulo atentava-lhe para a Doutrina Iniciática.
O que pretendo dizer é que para aqueles que se interessam verdadeiramente em algo mais há opções: ou procura um grupo sério ou forma um grupo sério. E preparar-se, pois por tudo que compreendi do conjunto das Obras Básicas serão necessários tanto a estes homens sérios quanto a aqueles homens carentes um tributo moral humanitário.
Até onde percebi, e como falei no post anterior, é esse tributo que as pessoas não estão dispostas a pagar. Pelo exposto na codificação os espíritos não farão pelos homens aquilo que lhes cumpre fazer, ou seja será raro o caso de revelação científica quando o foco for ciência simplesmente pela ciência. Ciência por ciência cabe ao homem encarnado fazer mas ainda aí há tributos morais a serem pagos sob a pena dos grilhões da vaidade, do orgulho e do capital.
Well... vejo o começo por aí.

O resultado? O positivismo conta hoje com 50 mil adeptos, umas poucas dezenas de templos e expressividade social nula. Já o espiritismo...

Francisco de Assis - 28/01/2010
Fábio
Será que devido a uma grande massa católica, ter aceito o Espiritismo existe esta agregação inevitavel, que será reparada com o aprofundar na Doutrina, até porque Kardec se mostra totalmente convencido de haver uma harmonia entre ambas, ser Catolico e Espírita.
......
Ser Católico e Espirita é uma coisa.
Ser Espiritólico é outra.
Na 1º vc aceita alguns pontos da doutrina mas não deixa de ser e praticar sua religião.
No 2ª vc aceita alguns pontos da doutrina e quer enxertar nela praticas anti doutrinarias.

Não o caráter católico não veio da frança.

Como havia muita perseguição às casas espíritas ouve um reivindicação do caráter ‘religioso' da ‘doutrina espírita' para se adequar ao Código Penal que dava o direito e a liberdade dos cidadãos brasileiros em escolherem e praticarem suas crenças religiosas.
Essa medida iniciou uma grande confusão que vemos nos dias de hoje quando se fala no 'aspecto tríplice' da Doutrina Espírita, que, de fato, não existe.
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Romário
Contudo, bem ou mal, a doutrina nos chegou aos dias de hoje. "Deturpada", "desvirtuada", "remendada" ou como quer que se prefira considerar, mas chegou e tem uma relevância social crescente. Resta, a nós, saber o que fazer com ela. Para nós e para o mundo.
.....................
Exatamente o que foi feito já era, a questão é o que fazer agora?
Na minha opinião levar estas discussões para dentro do CE sacudir as opiniões.
Pois, como eu disse existem mediuns e obras que já são SAGRADAS.
E ai quem tem coragem de discordar?
Quem quer arriscar a perder seus Bônus hora?
Quem quer dar a cara a tapa?

Francisco de Assis - 28/01/2010
Saulo
E preparar-se, pois por tudo que compreendi do conjunto das Obras Básicas serão necessários tanto a estes homens sérios quanto a aqueles homens carentes um tributo moral humanitário.
................
Exatamente, e o que o Espiritismo objetiva é a transformação interior das criaturas, para que se tornam mais esclarecidas e com isso, dotadas de mente mais arejada e coração mais puro.
É este o foco, e para fazer isso devemos levar estas discussões para dentro do CE.

Como afirmou J. Herculano
Se os espíritas soubessem o que é o Centro Espírita, quais são realmente a sua função e a sua significação, o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento cultural e espiritual da Terra.


RUI Rosato - 28/01/2010
Pois é, devemos estudar cada vez mais


Talvez um dia descobriremos a verdade e a transformaremos em armas mais letais que aquelas de nossos adversários de crença. É o poder dos pobres de Espírito a dúvida dos sábios.
Talvez podemos ter a grata função do exterminador da Filosofia humana, o livre pensamento, de olho no livre arbítrio desses.
Não é mesmo Francisco?

Francisco de Assis - 28/01/2010
Rui

Não existem respostas fáceis e nem confortáveis.

Onde não houver questionamento e crítica, onde não houver debate transparente, certamente haverá dominação, ignorância, apatia e graves entraves à autonomia da razão humana e ao desenvolvimento espiritual da humanidade.

Francisco de Assis - 28/01/2010
Ricardo

Vou te responder de uma forma que tu mesmo vai tirar tuas conclusões.
. . . .
1.Para você tudo é fraude?
Uns são doutrinários outros não são.

2.Não existe psicografia?
Existe sim, todavia a doutrina não é feita só de psicografia.
Kardec afirma, na introdução de "O Livro dos Espíritos," que a força do Espiritismo não está nos fenômenos, como geralmente se pensa, mas na sua "filosofia"

3.Os Mediuns Brasileiros são charlatões?
No sentido da palavra? ludibriando a outros isso é oferecendo algo vantajoso sem realmente ser? Sim alguns são e isto é evidente.

Desconfiai, pois, dos Espíritos verbosos, de linguagem empolada e deliberadamente ininteligível, que é preciso escavar a cabeça para compreender; e reconhecei a verdadeira superioridade no estilo conciso, claro e inteligível sem esforço da imaginação;
.
não meçais a importância das comunicações pela sua extensão, mas pela soma das idéias que elas encerram sob o menor volume.
.
Para ter o tipo da superioridade real, contai as palavras e contai as idéias, - entendo as idéias justas, sadias e lógicas; - a comparação vos dará a medida exata.
.
BARBAREI (Espírito familiar). Revista Espírita, outubro de 1862
Lembrou alguém?

4. Cite o nome de 1 Medium da atualidade que vc considera serio.
Hummmm, deixa eu pensar. . . ..........



















...........Ok vou citar ................


















Depois que tu citar qual deles seguem a metodologia do Livro dos Médiuns.
Que inclusive não recomenda prender-se a nomes e sim em conteúdo.


Ednei Santos - 28/01/2010
1)Francisco e todos... rs

Muito engraçado a "abordagem" do Francisco-rs Mesmo!

Falo isso porque acredito, q MUITOS Espíritas ou Simpatizastes, tenham - em MUITOS momentos - em q liam ou em q tomaram contato com psicografias a Mesma impressao de "mesmice", de "coisa Muito Fora da humanidade" _jumanidade encarnada ou nao... Somo SEMPRE humanos e tudo que pareça fora disso, ONDE e Como estivermso >parece< irreal! Li muito, Li "Violetas..." tambem e fiquei mais "compensado" com os termso q estavam ali e nao pareceram termos APENAS para aproximar-nos da ideia reencarnalista, mas sim, a verdade REAL de quem psicografava, de qem via (como em varios de Andre Luis, e outros "OBSERVADORES DOS MUNDO" - como na maioria dos livros e psicografias registradas sim. Isto é uma coisa (o foco do topico) ................. 2) Nao vi em nenhum momento o francisco agredir Ninguem, pelo menos em todos essas frases DESTE Topico.... > talvez seja a nossa tendencia humana de sermos PARTIDARIOS de NOS MESMOS e criar uma DEFESA PEVIA de qestoes que aderimos e entao compartilharmos de uma falsa democracia em q SE ACEITARIA Questionamentos pois "todo mundo AO tem q concordar comigo", MAS qando isto acontece, tome-lhe DEFESA PREVIA e EXARCERBADA!
...............
3) acho q vc Francisco >talvez< tenha sido agressivo em outros topicos contruindo ra se (TALVEZ) esse ataque, ou melhor, "defesa exarcerbada a principios, q agra, sao questoes espiritas, mas poderia ser qalqer outra coisa. ................ Ednei Santos - 28/01/2010 [...] 4) Concordo com o que Ricardo nos lembrou (acho q foi ele) sobre as escrituras "basicas": que a ciencia seja descuberta pelo esfroço dos homens; nao eh papel dos espirITOS espiRITAS trazer essa abordagem respondedo-nos nossas qestoes cientificas .............. 5) Concordo que sim: nossos Livros tendem a ser repetitivos e a enfocar qestoes HUMANAS com um olhar exageradamente (e ao meu ver) perigosamente FORA da realidade Humana, fazendo o tiro sair pela culatra (ao meu ver). <> O que qeremos com NOSSOS LIVROS? Aproximar o espiritimso a aqeles q é seu objetivo: o HOMEM para o Deus no Homem??
.....................

Acho que devemos pensar sim; Sem ofensar, MAS pensar sim!

Francisco de Assis - 29/01/2010
Ricardo vc percebeu tua resposta anterior?
.........
Heloisa Pires é a filha de Herculano Pires...rs
Acho que não precisa dizer mais nada...rs
.........
Agora tu entende por que fui buscar fontes fora da doutrina,
na questão do Bacceli e do Chico?
.
As pessoas acham mesmo sem quer, que é tendencioso.
E descarta a opinião mesmo que valida.

domingo, 1 de abril de 2012

Mediunidade na Internet


O Livro dos Médiuns
Cap. 2 – O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL

7. Se a crença nos Espíritos e nas suas manifestações fosse uma concepção isolada, o produto de um sistema, poderia com certa razão ser suspeita de ilusória. Mas quem nos dia então porque ela se encontra tão viva entre todos os povos antigos e modernos, nos livros santos de todas as religiões conhecidas? Isso, dizem alguns críticos, é porque o homem, em todos os tempos, teve amor ao maravilhoso. — Mas o que é o maravilhoso, segundo vós? — aquilo que é sobrenatural? — E que entendeis por sobrenatural? — O que é contrário ás leis da Natureza. — Então conheceis tão bem essas leis que podeis marcar limites ao poder de Deus? Muito bem! Provai então que a existência dos Espíritos e suas manifestações são contrárias às leis da Natureza; que elas não são e não podem ser uma dessas leis. Observai a Doutrina Espírita e vereis se no seu encadeamento elas não apresentam todas as características de uma lei admirável, que resolve tudo o que os princípios filosóficos até agora não puderam resolver.

O pensamento é um atributo do Espírito. A possibilidade de agir sobre a matéria, de impressionarem os nossos sentidos, e portanto de transmitir-nos o seu pensamento é uma conseqüência, podemos dizer, da sua própria constituição fisiológica. Não há, pois, nesse fato, nada de sobrenatural, nada de maravilhoso.(1) Mas que um homem morto e bem morto possa ressuscitar corporalmente, que os seus membros dispersos se reúnam para restabelecer-lhe o corpo, eis o que é maravilhoso, sobrenatural, fantástico. Isso, sim, seria uma verdadeira derrogação, que Deus só poderia fazer através de um milagre. Mas não há nada de semelhante na Doutrina Espírita.

8. Não obstante, dirão, admitis que um Espírito pode elevar uma mesa e sustentá-la no espaço sem um pouco de apoio. Isso não é uma derrogação da lei da gravidade? — Sim, da lei conhecida; mas a Natureza já vos disse a última palavra? Antes das experiências com a força ascensional de certos gases quem diria que uma pesada máquina, carregando muitos homens, poderia vencer a força de atração? Aos olhos do vulgo, isso não deveria parecer maravilhoso, diabólico? Aquele que se propusesse a transmitir, há um século, uma mensagem a quinhentas léguas de distância e obter a resposta em alguns minutos passaria por louco. Se o fizesse, acreditariam que tinha o Diabo às suas ordens, pois então só o Diabo era capaz de andar tão ligeiro. Por que, pois, um fluido desconhecido não poderia, em dadas circunstâncias, contrabalançar o efeito da gravidade, como hidrogênio contrabalança o peso do balão? Isto, notemos de passagem, é apenas uma comparação, feita unicamente para mostrar, por analogia, que o fato não é fisicamente impossível. Não se trata de identificar uma coisa à outra. Ora, foi precisamente quando os sábios, ao observarem estas espécies de fenômenos, quiseram proceder por identificação, que acabaram se enganando.



De resto, o fato existe e todas as negações não poderiam destruí-lo, por que negar não é provar. Para nós, não há nada de sobrenatural e é tudo quanto podemos dizer por agora.

9. Se o fato está provado, dirão, nós o aceitamos. E aceitamos até mesmo a causa que lhe atribuís, ou seja, a de um fluido desconhecido. Mas quem prova a intervenção dos Espíritos? É nisso que está o maravilhoso,o sobrenatural.

Seria necessário, neste caso, toda uma demonstração que não seria cabível e constituiria, aliás, uma redundância, porque ela ressalta de todo o ensino. Entretanto, para resumi-la em duas palavras, diremos que teoricamente ela se funda neste princípio: todo efeito inteligente deve ter uma causa inteligente. Praticamente: sobre a observação de que os fenômenos ditos espíritas, tendo dado provas de inteligência, não podem ter sua causa na matéria; que essa inteligência, não sendo a dos assistentes, — o que resultou das experiências, — devia ser independente deles; e desde que não se via o ser que os produzia, devia tratar-se de um ser invisível, ao qual se deu o nome de Espírito, não é mais do que a alma dos que viveram corporalmente e aos quais a morte despojou de seu grosseiro envoltório visível, deixando-lhes apenas um envoltório etéreo, invisível no seu estado normal. Eis, pois, o maravilhoso e o sobrenatural reduzidos a mais simples expressão. Constatada a existência dos seres invisíveis, sua ação sobre a matéria resulta da natureza do seu envoltório fluídico. Esta ação é inteligente, porque, ao morrer, eles perderam apenas o corpo, conservando a inteligência que constitui a sua existência. Esta a chave de todos esses fenômenos considerados erroneamente sobrenaturais. A existência dos Espíritos não decorre, pois, de um sistema preconcebido, de uma hipótese imaginada para explicar os fatos, mas é o resultado de observações e a conseqüência natural da existência da alma. Negar essa causa é negar a alma e os seus atributos.(2) Os que pensarem que podem encontrar para esses efeitos inteligentes uma solução mais racional, podendo sobretudo explicar a razão de todos os fatos, queiram fazê-lo, e então poder-se-á discutir o mérito de ambas.(3)

10. Aos olhos daqueles que vêem na matéria a única potência da Natureza, tudo o que não pode ser explicado pelas leis materiais é maravilhoso ou sobrenatural, e, para eles, maravilhoso é sinônimo de superstição. Dessa maneira a religião, que se funda na existência de um princípio imaterial, é um tecido de superstições. Eles não ousam dizê-lo em voz alta, mas o dizem baixinho. E pensam salvar as aparências ao conceder que é necessária uma religião para o povo e para tornar as crianças acomodadas. Ora, de duas, uma: ou o princípio religioso é verdadeiro ou é falso. Se é verdadeiro, o é para todos; se é falso não é melhor para os ignorantes do que para os esclarecidos.

11. Os que atacam o espiritismo em nome do maravilhoso se apóiam, portanto, em geral, no princípio materialista, desde que negando todo efeito de origem extramaterial, negam conseqüentemente a existência da alma.



Sondai o futuro de seu pensamento, perscrutai o sentido de suas palavras e encontreis quase sempre esse princípio, que, se não se mostra categoricamente formulado, transparece sob a capa de uma pretensa filosofia moral com que eles se disfarçam. Rejeitando como maravilhoso tudo quanto decorre da existência da alma, eles são, portanto, conseqüentes consigo mesmos. Não admitindo a causa, não podem admitir o efeito. Daí o preconceito que os impede de julgar com isenção o Espiritismo, pois parte da negação de tudo o que não seja material. Quanto a nós, pelo fato de admitirmos os efeitos decorrentes da existência da alma, teríamos de aceitar todos os fatos qualificados de maravilhosos, teríamos de ser os campeões dos visionários, os adeptos de todas as utopias, de todos os sistemas excêntricos? Seria necessário conhecer bem pouco do Espiritismo para assim pensar. Mas os nossos adversários não se importam com isso; a necessidade de conhecer aquilo de que falam é o que menos lhes interessa.

Segundo eles, o maravilhoso é absurdo: ora, o Espiritismo se apóia em fatos maravilhosos; logo, o Espiritismo é absurdo; isto é para eles um julgamento inapelável. Crêem apresentar um argumento sem resposta quando, após eruditas pesquisas sobre os convulsionários de Saint-Médard, os camisards das Cévennes ou as religiosas de Loudun, chegam à descoberta de evidentes trapaças que ninguém contesta. Mas essas histórias são, por acaso, o evangelho do Espiritismo? Seus partidários teriam negado que o charlatanismo explorou alguns fatos em proveito próprio? Que a imaginação os tenha engendrado? Que o fanatismo tenha exagerado a muitos deles? O Espiritismo não é mais responsável pelas extravagâncias que se possam cometer em seu nome, do que a verdadeira Ciência pelos abusos da ignorância ou a verdadeira Religião pelos excessos do fanatismo. Muitos críticos só julgam o Espiritismo pelos contos de fadas e pelas lendas populares que são apenas as formas da sua ficção. O mesmo seria julgar a História pelos romances históricos ou pelas tragédias.

12. Na lógica mais elementar, para discutir uma coisa é necessário conhecê-la porque a opinião de um crítico só tem valor quando ele fala com conhecimento de causa. Somente assim,a sua opinião, embora errônea, pode ser levada em consideração. Mas que peso ela pode ter, quando emitida sobre matéria que ele desconhece? A verdadeira crítica deve dar provas, não somente de erudição, mas de conhecimento profundo do objeto tratado, de isenção no julgamento e de absoluta imparcialidade. A não ser assim, qualquer violeiro poderia se arrogar o direito de julgar Rossini e qualquer pintor de paredes de censurar Rafael.

13. O Espiritismo não aceita todos os fatos considerados maravilhosos. Longe disso, demonstra a impossibilidade de muitos deles e o ridículo de algumas crenças que constituem, propriamente falando, a superstição. É verdade que entre os fatos por ele admitidos há coisas que, para os incrédulos, são inegavelmente do maravilhoso, o que vale dizer da superstição. Que seja. Mas, pelo menos, que limitem a eles a discussão, pois em relação aos outros nada tem que dizer e pregarão no deserto. Criticando o que o próprio Espiritismo refuta, demonstram ignorar o assunto argumentam em vão. Mas até onde vai a crença do Espiritismo, perguntarão. Lede e observai, que o sabereis. A aquisição de qualquer ciência exige tempo e estudo. Ora, o Espiritismo, que toca nas mais graves questões da Filosofia, em todos os setores da ordem social, que abrange ao mesmo tempo o homem físico e o homem moral, é em si mesmo toda uma Ciência, toda uma Filosofia, que não podem ser adquiridas em apenas algumas horas. Há tanta puerilidade em ver todo o Espiritismo numa mesa girante, como em ver toda a Física em algumas experiências infantis. Para quem não quiser ficar na superfície, não são horas, mas meses e anos que terá de gastar para sondar todos os seus arcanos. Que se julgue, diante disso, o grau de conhecimento e o valor da opinião dos que se arrogam o direito de julgar porque viram uma ou duas experiências, quase sempre realizadas como distração ou passatempo. Eles dirão, sem dúvida que não dispõem do tempo necessário para esse estudo. Que seja, mas nada os obriga a isso. E quando não se tem tempo para aprender uma coisa, não se pode falar dela, e menos ainda julgá-la, se não se quiser ser acusado de leviandade. Ora, quanto mais elevada é a posição que se ocupe na Ciência, menos desculpável será tratar-se levianamente um assunto que não se conhece.

14. Resumimos nossa opinião nas proposições seguintes:

1º) Todos os fenômenos espíritas têm como princípio a existência da alma, sua sobrevivência à morte do corpo e suas manifestações;

2º) Decorrendo de uma lei da Natureza, esses fenômenos nada têm de maravilhoso nem de sobrenatural, no sentido vulgar dessas palavras;

3º) Muitos fatos são considerados sobrenaturais porque a sua causa não é conhecida; ao lhe determinar a causa, o espiritismo os devolve ao domínio dos fenômenos naturais;

4º) Entre os fatos qualificados de sobrenaturais, o espiritismo demonstra a impossibilidade de muitos e os coloca entre as crenças supersticiosas;

5º) Embora o espiritismo reconheça um fundo de verdade em muitas crenças populares, ele não aceita absolutamente que todas as estórias fantásticas criadas pela imaginação sejam da mesma natureza;

6º) Julgar o Espiritismo pelos fatos que ele não admite é dar prova de ignorância e desvalorizar por completo a própria opinião;

7º) A explicação dos fatos admitidos pelo Espiritismo, de suas causas e suas conseqüências morais, constitui toda uma Ciência e toda uma Filosofia que exigem estudo sério, perseverante e aprofundado;

8º) O Espiritismo só pode considerar como crítico sério àquele que tudo viu e estudou, em tudo se aprofundando com paciência e a perseverança de um observador consciencioso; que tenha tanto conhecimento do assunto como adepto mais esclarecido; que não haja, portanto, adquirido seus conhecimentos nas ficções literárias da ciência; ao qual não se possa opor nenhum fato por ele desconhecido, nenhum argumento que ele não tenha meditado e que não tenha refutado apenas por meio da negação, mas por outros argumentos mais decisivos; aquele enfim, que pudesse apontar uma causa mais lógica para os fatos averiguados. Esse crítico ainda está para aparece.(4)

15. Referimo-nos há pouco à palavra milagre; uma breve observação sobre o assunto não estará deslocada num capítulo sobre o maravilhoso.

Na sua acepção primitiva e por sua etimologia a palavra milagre significa coisa extraordinária, coisa admirável de ver. Mas essa palavra, como tantas outras,

desviou-se do sentido original e hoje se diz (segundo a Academia): de um ato da potência divina contrária às leis comuns da Natureza. Essa é, com efeito, a sua acepção usual, e só por comparação ou metáfora se aplica às coisas vulgares que nos surpreendem e cuja causa desconhecemos.

Não temos absolutamente a intenção de examinar se Deus poderia julgar útil, em certas circunstâncias, derrogar as leis por ele mesmo estabelecidas. Nosso objetivo é somente o de demonstrar que os fenômenos espíritas, por mais extraordinários que sejam, não derrogam de maneira alguma essas leis e não tem nenhum caráter miraculoso, tanto mais que não são maravilhosos ou sobrenaturais. O milagre não tem explicação: os fenômenos espíritas, pelo contrário, são explicados da maneira mais racional. Não são, portanto, milagres, mas, simples efeitos que tem sua razão de ser nas leis gerais. O milagre tem ainda outro caráter: o de ser insólito e isolado. Ora, desde que um fato se reproduz, por assim dizer, á vontade, e por meio de pessoas diversas, não pode ser um milagre.

A Ciência faz milagres todos os dias aos olhos dos ignorantes: eis porque antigamente os que sabiam mais do que o vulgo passavam por feiticeiros, e como se acreditava que toda ciência sobre-humana era diabólica, eles eram queimados. Hoje, que estamos muito mais civilizados, basta enviá-los para os hospícios.

Que um homem realmente morto, como dissemos no início, seja ressuscitado por uma intervenção divina e teremos um verdadeiro milagre, porque isso é contrário à lei da Natureza. Mas se esse homem tem apenas a aparência da morte, conservando ainda um resto de vitalidade latente, e a Ciência ou uma ação magnética consegue reanimá-lo, para as pessoas esclarecidas isso é um fenômeno natural. Entretanto, aos olhos do vulgo ignorante o fato passará por milagroso e o seu autor será rechaçado a pedradas ou será venerado, segundo o caráter dos circunstantes. Que um físico solte um papagaio elétrico num meio rural, fazendo cair um raio sobre uma árvore, e esse novo Prometeu será certamente encarado como detentor de um poder diabólico. Aliás, diga-se de passagem, Prometeu nos parece sobretudo um antecessor de Franklin; mas Josué, fazendo para o Sol, ou antes a Terra, nos daria o verdadeiro milagre, pois não conhecemos nenhum magnetizador dotado de tanto poder para operar esse prodígio.

De todos os fenômenos espíritas, um dos mais extraordinários indiscutivelmente os da escrita-direta, um dos que demonstram da maneira mais evidente a ação das inteligências ocultas. Mas por ser produzido pelos seres ocultos, esse fenômeno não é mais miraculoso do que todos os demais, também devidos a agentes invisíveis. Porque esses seres invisíveis, que povoam os espaços, são umas das potências da Natureza, potência que age, incessantemente sobre o mundo material, tão bem como sobre o mundo moral.

O Espiritismo, esclarecendo-nos a respeito dessa potência, dá-nos a chave de uma infinidade de coisas inexplicadas e inexplicáveis por qualquer outro meio, e que em tempos distantes puderam passar como prodígios. Ele revela, como aconteceu com o magnetismo, uma lei desconhecida ou pelo menos mal compreendida; ou dizendo melhor, uma lei cujos efeitos eram conhecidos, porque produzidos em todos os tempos, mas ela mesma sendo ignorada, isso deu origem à superstição. Conhecida essa lei, o maravilhoso desaparece e os fenômenos se reintegram na ordem das coisas naturais. Eis porque os espíritas, fazendo mover uma mesa ou com que os mortos escrevam, não fazem mais milagres do que o médico ao reviver um moribundo ou o físico ao provocar um raio. Aquele que pretendesse, com a ajuda desta Ciência, fazer milagres, seria um ignorante da doutrina ou um trapaceiro.

16. Os fenômenos espíritas, como os fenômenos magnéticos, passaram por prodígios antes de lhes conheceram a causa. Ora, os céticos, os espíritos fortes, que tem o privilégio exclusivo da razão e do bom senso, não crêem naquilo que não podem compreender. Eis porque todos os fatos considerados prodigiosos são objetos de suas zombarias. Como a Religião está cheia de fatos desse gênero, eles não crêem na Religião, e disso à incredulidade absoluta vai apenas um passo. O Espiritismo, explicando a maioria desses fatos, justifica a sua existência. Vem, portanto, em auxílio da Religião, ao demonstrar a possibilidade de alguns fatos que, por não serem milagrosos, não são menos extraordinários. E Deus não é maior nem menos poderoso por não haver derrogado as suas leis.

De quantos gracejos não foram objeto as levitações de São Cupertino! Entretanto, a suspensão etérea dos corpos graves é um fato explicado pela lei espírita. Fomos testemunha ocular desse fato, e o sr. Home, além de outras pessoas nossas conhecidas, repetiram muitas vezes o fenômeno produzido por São Cupertino. Esse fenômeno, portanto, enquadra-se na ordem das coisas naturais.

17. No número dos fenômenos desse gênero temos de colocar em primeira linha as aparições, que são os mais freqüentes. A da Salette, que dividiu o próprio clero, não tem para nós nada de insólito. Não podemos afirmar com segurança a realidade do fato, porque não temos nenhuma prova material, mas o consideramos possível, em vista dos milhares de fatos semelhantes e recentes que conhecemos. Acreditamos neles, não somente porque verificamos a sua realidade, mas sobretudo porque sabemos perfeitamente como se produzem. Queiram reportar-se à teoria das aparições, que damos mais adiante, e verão que esse fenômeno se torna tão simples e plausível como uma infinidade de fenômenos físicos que só parecem prodigiosos quando não temos a chave de sua explicação

Quanto á personagem que se apresentou na Salette, é outra questão. Sua identidade não nos foi absolutamente demonstrada. Aceitamos apenas que uma aparição possa ter ocorrido; o resto não é de nossa competência. Cada qual pode guardar, a esse respeito, as suas convicções. O Espiritismo não tem de se ocupar com isso. Dizemos apenas que os fatos produzidos pelo Espiritismo revelam novas leis e nos dão a chave de uma infinidade de coisas que pareciam sobrenaturais. Se alguns desses fatos considerados miraculosos encontram assim uma explicação lógica, isso é motivo para que não se apressem a negar o que não compreendem.

Os fenômenos espíritas são contestados por algumas pessoas precisamente porque parecem escapar às leis comuns e não podem ser explicados. Daí-lhes uma base racional e a dúvida cessa. A explicação, neste século em que ninguém se satisfaz com palavras, é portanto um poderoso motivo de convicção. Assim vemos, todos os dias, pessoas que não presenciaram nenhum fato, não viram uma mesa mover-se nem um médium escrever, e que se tornaram tão convictas como nós unicamente porque leram e compreenderam. Se só devêssemos crer no que vemos com os nossos próprios olhos, nossas convicções seriam reduzidas à bem pouca coisa.

(1) A parapsicologia confirma hoje, cientificamente, através de pesquisas de laboratório, a naturalidade desses fenômenos. (N. do T.)

(2) Hoje, os parapsicólogos chegam a essa mesma conclusão: o prof. Rhine afirma que o pensamento é extrafísico e age sobre matéria; os profs. Carington, Soal, Price e outros admitem a ação de mentes desencarnadas na produção psikapa (efeitos físicos). ( N. do T.)

(3) O prof. Ernesto Bozzano chama a isto “Convergência das provas”, mostrando a necessidade científica de uma hipótese explicar todos os fenômenos da mesma natureza e não apenas algumas deles (N. do T.)

(4) Realmente, esse crítico, ainda em nossos dias, está por aparecer। Basta uma rápida leitura dos livros e artigos publicados hoje contra o Espiritismo, para nos mostrar que a situação não mudou। Cientistas, filósofos, teólogos, sacerdotes, pastores e intelectuais, inclusive adeptos de instituições espiritualistas procedentes do antigo Ocultismo, continuam a criticar levianamente o Espiritismo, sem se darem ao trabalho preliminar de estudá-lo, a não ser ligeiramente e com segundas intenções. ( N. do T)



sexta-feira, 30 de março de 2012

Livro dos Espíritos 1º EDIÇÃO





Livro dos Espíritos 1º EDIÇÃO



Este trabalho é fruto do "escaneamento" (scanning) da edição bilíngüe do Livro dos Espíritos primeira edição realizada em 1957 com tradução então de Canuto Abreu.

O objetivo é fornecer material para pesquisadores do kardecismo, de modo a poderem comparar o texto da primeira edição com o das edições atuais (que vieram da
terceira e "definitiva" edição do Livro dos Espíritos, de 1860.

A primeira edição foi em 1857).
É importante que se identifique as diferenças entre a primeira e a terceira edições, e que se reflita a respeito dos possíveis motivos de tais diferenças.

Retirou-se as Notas do Tradutor e o Apêndice.
Este trabalho está longe de ser perfeito, ou seja, os erros de reconhecimento do programa OCR (optical character recognition) foram deixados sem correção.

Contudo, tenho confiança de que em pouquíssimas situações haverá dificuldade, ao se comparar os trechos em francês com os em português, de se identificar as idéias expressas.

Esperemos que em um futuro próximo alguma instituição espírita brasileira se conscientize da importância de se divulgar materias originais como esse, e ofereçam
edições oficiais do Livro dos Espíritos primeira edição, tanto em português como em francês."



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quinta-feira, 29 de março de 2012

Kardec Passo a passo


Kardec Passo a passo


Plano de O Livro dos Espíritos Carlos Imbassahy do livro A Missão de Allan Kardec Logo que apareceu O Livro dos Espíritos, apesar de sua grande saída, não se fez esperar a mofa dos inscientes e principalmente daqueles para os quais a obra viria abrir profundos sulcos nas tradições e em suas enraizadas idéias. Dir-se-ia que o grande trabalho espiritual iria naufragar em meio à tempestade universal do riso.
Mas as edições se foram sucedendo. Os mais preparados e os menos apaixonados perceberam que havia ali algo de notável e profundamente sério. E como trabalho do Alto, ditado pelos Espíritos prepostos ao nosso progresso, não podia ele ser sufocado pela insipiência ou pelo fanatismo, e assim abriu caminho através da mais furiosa oposição, para chegar às culminâncias em que o vemos.

O Antigo Testamento, excluídos os dez mandamentos, é posto à margem. As suas páginas obsoletas já não servem à nossa renovação espiritual. Mantém-se do Novo Testamento muitas lições edificantes e os Evangelhos, onde ressumbram as lições do Cristo. O Livro dos Espíritos é a coluna mestra do Novíssimo.

É ele a síntese dos princípios religiosos e do que diz respeito à Espiritualidade. Tudo o que toca ao Espírito, sua vida de aquém e de além-túmulo, sua evolução, as leis a que não pode fugir, as conseqüências à infração da Lei, ali está devidamente registrado. É o maior tratado sobre o Espírito e a vida espiritual.

Parte religiosa – Nessa parte trata de Deus e de seus atributos. O Deus antropomorfo, o Deus antigo, o Deus vingativo, o Deus bíblico não existe na descrição dos Espíritos, senão o Deus cheio de bondade e de amor, para o qual todos serão salvos e chegarão à suprema felicidade, purgadas as suas faltas nos dias amargos da Terra e chegados à consciência do Bem nas pungitivas meditações do Espaço.
E sobre Deus foi até onde podia ir. A nossa ignorância não no-lo deixaria compreender melhor. Era necessário, entretanto, compreendê-lo em face das misérias do mundo. É o que vai explicar O Livro dos Espíritos. O principal, porém, é que saibamos que Ele existe e nos protege com seus atributos.

Ainda nos explica a ação de anjos e demônios, o que são eles e o que eles representam; os anjos da guarda, os gênios, os protetores, a adoração e o respeito; a prece.

Parte filosófica – Entramos no campo da Filosofia, campo vasto, e que nos vem fazer descortinar mais claros horizontes. Os verdadeiros princípios filosóficos ali se acham condensados. Já se explica a razão de nosso sofrimento, de nosso destino, de nosso atraso; o que é a inteligência, o instinto, a razão de nosso ser. Estuda-se a palingenesia, o equilíbrio da natureza, o porquê das coisas.

Parte científica – Aqui vemos o que é o espírito e o que é a matéria, a formação dos mundos, a sua pluralidade; os seres orgânicos e inorgânicos, o materialismo, os reinos da natureza; os fenômenos.
Somente com os Evangelhos seríamos bons pela fé; com o Espiritismo sê-lo-emos pelo raciocínio. A fé às vezes bruxoleia, enfraquece e morre, outras vezes não se acende. Era preciso abalar fortemente o espírito humano, daí o ferro em brasa, que são as provas irrefragáveis trazidas pelos Espíritos, na época prevista e preparada pelo Senhor.

Etnografia – Interessante é o estudo desta parte, em que se trata das raças humanas, do povoamento, da moral primitiva. Estuda-se o homem, entra-se pela Geografia Humana e chega-se ao aperfeiçoamento do indivíduo e das raças.

Biologia – Não descuraram os Espíritos de falar da vida e da morte, da reprodução, da conservação e destruição dos seres, dos obstáculos à vida.

Moral – É a parte mais importante, porque é para chegar à perfeição humana pela moral que os Espíritos Superiores se deram ao ciclópico afã de vir até nós. É a lei natural por excelência. E temos nessa parte as sanções, os efeitos da falta, as conseqüências à infração. Os principais postulados da lei. Descreve-se o bem e o mal. Há referências ao duelo; largamente se ventila a crueldade e as terríveis dores que acarretam; em contraposição, nos são mostrados os efeitos da justiça, do amor, da caridade.
A lei do amor está escrita por toda parte; assim nos velhos códigos como nos modernos. Ela se resume na velha frase de Confúcio: “Não faças aos outros o que não queres que te façam”. Cristo nos apresenta o seu imperativo categórico: “Amai-vos uns aos outros”. Em O Livro dos Espíritos é ela a cúpula grandiosa do monumento arquitetônico que os Espíritos vieram trazer-nos e que Allan Kardec ajustou peça por peça.

Parte social – Não a esqueceram os Mensageiros. E falam-nos, então, no trabalho, no repouso. Ocupam-se do casamento, da poligamia, da guerra, da pena de morte, da vida social, da família, do progresso, da civilização, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, lemas da Revolução Francesa e de outras revoluções, mas que não chegaram a firmar-se como princípios intangíveis, porque os homens pretenderam esculpi-las a ferro e fogo, porque a mancharam de sangue, e muitíssimas vezes, de sangue inocente. Deus nos aponta o fim que devemos atingir; mas nós devemos escolher os meios dentro das leis divinas.

O Espírito – Ensina-nos o que é a vida do Espírito na Terra e fora da Terra. O que é o Espírito, o perispírito, as diferentes ordens de Espíritos, a sua progressão; a sua separação do corpo.

A morte – Diz-nos o que é a alma após a morte; a dolorosa surpresa dos maus; a doce consolação dos bons, ao acharem a tranqüilidade, ao reverem os entes queridos, ao compreenderem as promessas do Nazareno. O progresso dos espíritos felizes; a perturbação dos faltosos.

A volta – Capítulo de relevo em O Livro dos Espíritos é dedicado à reencarnação, visto que é ela a chave dos mais importantes problemas filosóficos. O capítulo discorre sobre a afinidade, o parentesco, a simpatia, as semelhanças, a hereditariedade, as desigualdades, as idéias inatas, o gênio, a memória das vidas passadas, a razão do esquecimento, a emancipação do espírito; os sonhos, os desmaios, a letargia, a catalepsia, a morte aparente, os mundos transitórios, as sensações do Espírito, a vida errante, a escolha das provas futuras.

Os Espíritos tomam um corpo adequado às provas pelas quais têm de passar.
No espaço influem sobre os encarnados; os bons, transmitindo-lhes bons pensamentos, aconselhando-os; os maus, pela atuação, pela possessão, pela obsessão, que pode levar até à loucura.

O Espírito virá em prova ou em missão. A hierarquia do Espírito é dada pela moral. É o amor e não o orgulho que o eleva na categoria do Espaço.
A morte não é esse porto escuro, nebuloso e sempre noite, a não ser para os Espíritos votados ao mal. Para esses ela será a treva, o ranger dos dentes, o inferno das Escrituras, sem a eternidade. Para os bons, um dia de intensa claridade, e tal seja a sua dedicação aos irmãos planetários, um acordar num deslumbramento de apoteose.
Tal é o que nos diz O Livro dos Espíritos, nos seus assuntos capitais.

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quarta-feira, 28 de março de 2012

LIVRO DOS MEDIUNS (INTRODUÇÃO)



LIVRO DOS MEDIUNS (INTRODUÇÃO)

Introdução

Diariamente a experiência confirma a nossa opinião de que as dificuldades e desilusões encontradas na prática espírita decorrem da ignorância dos princípios doutrinários: Sentimo-nos felizes ao verificar que foi eficiente o nosso trabalho para prevenir os adeptos para os perigos do aprendizado, e que muitos puderam evitá-los, com a leitura atenta desta obra.

Muito natural o desejo dos que se dedicam ao Espiritismo, de entrarem pessoalmente em comunicação com os Espíritos. Esta obra destina-se a facilitar-lhes isso, permitindo-lhes aproveitar os frutos de nossos longos e laboriosos estudos. Pois bem errado andaria quem julgasse que, para tornar-se perito no assunto, bastaria aprender a pôr os dedos numa mesa para fazê-la girar ou pegar um lápis para escrever.

Igualmente se enganaria quem pensasse encontrar nesta obra uma receita universal infalível para fazer médiuns. Embora cada qual já traga em si mesmo os germes das qualidades necessárias, essas qualidades se apresentam em graus diversos, e o seu desenvolvimento depende de causas estranhas à vontade humana. Não fazemos poetas, nem pintores ou músicos com as regras dessas artes, que servem apenas para orientar os dons de quem possui os respectivos talentos. Sua finalidade é indicar os meios de desenvolvimento da mediunidade em que a possui, segundo as possibilidades de cada um, e sobretudo orientar o seu emprego de maneira proveitosa. Mas não é esse o nosso único objetivo.

Aumenta todos os dias, ao lado dos médiuns, o número de pessoas que se dedica a manifestações espíritas. Orientá-las nas suas observações, apontar-lhes as dificuldades que certamente encontrarão, ensinar-lhes a maneira de se comunicarem com os Espíritos, obtendo boas comunicações, é o que também devemos fazer para completar o nosso trabalho. Ninguém estranhe, pois, se encontrar ensinamentos que poderão parecer descabidos. A experiência mostrará que são úteis. O estudo atencioso deste livro facilitará a compreensão dos fatos a observar. A linguagem de certos Espíritos parecerá menos estranha. Como instrução prática ele não se dirige exclusivamente aos médiuns, mas a todos que querem observar os fenômenos espíritas.

Desejariam alguns que publicássemos um manual prático mais sucinto, indicando em poucas palavras como entrar em comunicação com os Espíritos. Entendem que um livrinho assim, mais barato podendo ser difundido com mais profusão, seria poderoso meio de propaganda, multiplicando o número de médiuns. Pensamos que isso seria mais nocivo do que útil, pelo menos no momento. A prática espírita é difícil, apresentando escolhos que somente um estudo sério e completo pode prevenir. Uma exposição sucinta poderia facilitar experiências levianas, que levariam a decepções. São coisas com as quais não se deve brincar, e acreditamos que seria inconveniente pô-las ao alcance de qualquer estouvado que inventasse conversar com os mortos. Dirigimo-nos aos que vêem no Espiritismo um objetivo sério, compreendendo toda a sua gravidade e não pretendem brincar com as comunicações do outro mundo.

Chegamos a publicar uma Instrução Prática para os médiuns que se encontra esgotada. Fizemo-la com objetivo sério e grave mas apesar disso não a reimprimiríamos, pois já não corresponde à necessidade de esclarecimento completo das dificuldades que podem ser encontradas. Preferimos substituí-la por esta, em que reunimos todos os dados de uma longa experiência e de um estudo consciencioso. Ela contribuirá, esperamos, para mostrar o caráter sério do Espiritismo, que é a sua essência, e para afastar a idéia de frivolidade e divertimento.

Acrescentaremos uma importante consideração: a de que as experiências feitas com leviandade, sem conhecimento de causa, provocam péssimas impressões nos principiantes ou pessoas mal preparadas, tendo o inconveniente de dar uma idéia bastante falsa do mundo dos Espíritos, favorecendo a zombaria e dando motivos a críticas quase sempre bem fundadas. É por isso que os incrédulos saem dessas reuniões raramente convencidos e pouco dispostos a reconhecerem o aspecto sério do Espiritismo. A ignorância e a leviandade de certos médiuns têm causado maiores prejuízos do que se pensa na opinião de muita gente.

Vem progredindo bastante o Espiritismo, desde alguns anos, mas o seu maior progresso se verifica depois que entrou no rumo filosófico, porque despertou a atenção de pessoas esclarecidas. Hoje não é mais uma diversão, mas uma doutrina de que não riem os que zombavam das mesas-girantes. Esforçando-nos por sustentá-lo nesse terreno, estamos certos de conquistar adeptos mais úteis do que através de manifestações levianas. Temos a prova disso todos os dias, pelo número de adeptos resultantes da simples leitura de O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

Depois da exposição do aspecto filosófico da ciência espírita em O LIVRO DOS ESPÍRITOS, damos nesta obra a sua parte prática, para aqueles que desejarem ocupar-se das manifestações, seja pessoalmente, seja pela observação de experiências alheias. Verão aqui os escolhos que poderão encontrar e estarão em condições de evitá-los. Essas duas obras, embora se completem, são até certo ponto independentes uma da outra. Mas a quem quiser tratar seriamente do assunto, recomendamos primeiramente a leitura de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, porque contém os princípios fundamentais, sem o quais talvez seja difícil a compreensão de algumas partes desta obra.

Esta segunda edição foi bem melhorada, apresentando-se mais completa do que a primeira. Foi corrigida com especial cuidado pelos Espíritos, que lhe acrescentaram grande número de observações e instruções do mais alto interesse. Como eles reviram tudo, aprovando ou modificando a vontade, podemos dizer que ela é, em grande parte, obra deles. Mesmo porque não se limitaram a intervir em algumas comunicações assinadas. Só indicamos os nomes, quando isso nos pareceu necessário para caracterizar algumas exposições mais extensas, como feitas textualmente por eles. De outra maneira, teríamos de mencioná-los quase em cada página, particularmente nas respostas dadas às nossas perguntas, o que nos pareceu inútil. Os nomes pouco importam, como se sabe, neste assunto. O essencial é que o trabalho corresponda, no seu conjunto, aos objetivos propostos. Esperamos assim que esta edição, mais perfeita que a primeira, seja tão bem recebida como aquela.

Como acrescentamos muitas coisas, e muitos capítulos inteiros, assim também suprimimos alguns trechos repetidos, como o da ESCALA ESPÍRITA, que já se encontra em O LIVRO DOS ESPÍRITOS.

Suprimimos ainda do vocabulário o que não se refere propriamente a esta obra, substituindo-o por coisas mais úteis. Esse vocabulário, aliás, não está completo, pretendemos publicá-lo mais tarde, em separado, na forma de um pequeno dicionário da filosofia espírita. Conservamos nesta obra, tão somente, as palavras novas específicas, relativas ao assunto de que nos ocupamos.(1)

(1) A segunda edição, que serviu para esta tradução, constitui o texto definitivo do livro. As características que se notam entre este final do prefácio e o das nossas demais traduções de O LIVRO DOS MÉDIUNS decorrentes de modificações nas edições francesas posteriores à morte de Kardec. É de particular interesse doutrinário a referência do Codificador ao seu desejo de publicar um Pequeno Dicionário da Filosofia Espírita, obra que continua a fazer falta na bibliografia doutrinária. (N. do T. )

segunda-feira, 26 de março de 2012

República dos Espiritos VOTAÇÃO




O Avast! Free Antivirus 6.0, um dos melhores e mais utilizados antivírus no mundo, lançou recentemente sua nova versão, com algumas novidades pra lá de interessantes, como o AutoSandbox (que, no inglês, significa caixa de areia - local para onde o vírus é levado, examinado e informado ao usuário, sem danificar o sistema) e o WebRep (que adiciona um plugin ao Internet Explorer, Chrome ou Mozilla Firefox para visualizar a reputação de sites visitados ou exibidos em motores de busca, como o Google Search).

A História do Café da Manhã