Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUUE), o eficaz método espírita
de aferição da Verdade
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Para aqueles que acham que o Codificador se serviu de apenas uma dezena de
médiuns para aferição das mensagens provenientes do mundo espiritual,
apresent...
A Filosofia da Liberdade
05:32
A Filosofia da Liberdade (POL) é uma animação em flash com base do que hoje é o epílogo do livro de Ken Schoolland é, " As Aventuras de Jonathan crédulo .
Tudo começou em 1992 como uma tradução russa do livro estava sendo publicado
O editor Dmitry Costygin informou Ken que poucas pessoas na Rússia mesmo sabia o que "propriedade" ou "impostos" eram, e Ken respondeu escrevendo uma introdução que descreve a filosofia do seu livro.
Tornou-se tão popular que agora aparece como o epílogo em cada edição em língua (40 + e contando), e inspirou Kerry Pearson (aka Lux Lucre) para criar uma animação flash.
Com o advento de sites de compartilhamento de vídeo online, parecia uma versão em vídeo seria uma maneira ideal para alcançar as pessoas que não poderiam encontrar a versão online flash. dezenas de milhares de pessoas viram a versão em vídeo e agora para fazer o PoL ainda mais acessível, todas as 14 línguas foram convertidas para vários formatos de vídeo.
Se você gosta O POL, por favor partilhe-a com os outros.
Fazer um DVD e reproduzi-lo para amigos e família, submetê-lo a sites de vídeo streaming, ou compartilhá-lo de outra maneira você pode pensar!
Fórum Social Temático
03:10
Fórum Social Temático
Conversas Cruzadas - 25/01/2012
Tema: Fórum Social Temático, que debate "a crise capitalista, justiça social e ambiental".
Convidados: Coordenador do Fórum Social Temático, Mauri Cruz; Escritor Percival Puggina; Diretora do Instituto Brasileiro de Análises Políticas e Econômicas, Moema Miranda; Diretor do Instituto de Estudos Empresariais do Rio Grande do Sul, Fábio Ostermann.
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Fórum Social 2°Bloco
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Fórum Social 3°Bloco
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Fórum Social 4°Bloco
Cosmos: O Blues do Planeta Vermelho
12:01
Cosmos: O Blues do Planeta Vermelho
O planeta Marte vem fascinando os humanos há séculos, tanto na ficção científica quanto na ciência real. Carl Sagan nos conduz ao Observatório Percival Lowell, construído no Arizona, para estudar os "canais" de Marte, que Lowell acredita terem sido construídos por uma civilização extinta.
Há alguns anos, duas espaçonaves Vikings pousaram em Marte. O Dr. Sagan nos mostra o pouso das naves e demonstra o maravilhoso equipamento que enviou milhares de fotos e informações para a Terra. Explorando a superfície do planeta vermelho, Viking não achou nenhuma indicação, nenhum artefato, ou qualquer tipo de vida inteligente.
Mas a possibilidade de vida microscópica, passada ou presente, ainda permanece em discussão. Segundo os estudos realizados, se já houve vida em Marte, ela desapareceu... ou pode estar em qualquer outro lugar do universo ... até mesmo na Terra!
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02:55
"A preguiça mental de ler e pensar, a pretensão de saber tudo por intuição, de receber dos guias a verdade feita, o brilhareco inútil e vaidoso dos tribunos, as mistificações aceitas de mão beijada como bênçãos divinas e assim por diante, num rol infindável de tolices e burrices fizeram do movimento doutrinário um charco de crendices que impediu a volta prevista de Kardec para continuar seu trabalho.
Este amargo panorama afastou do meio espírita muitas criaturas dotadas de excelentes condições para ajudarem o movimento a se organizar num plano superior de cultura.
De um grão de areia a uma constelação estelar, de um fio de cabelo e de um vírus isolado até às maiores aglomerações humanas dos grandes parques industriais do mundo, tudo trabalha. O próprio repouso é uma forma de diversificação do trabalho para recuperações e reajustes nos organismos materiais e nas estruturas psicomentais do homem.
As criaturas humanas que só trabalham para si mesmas ainda não superaram a condição animal. Vivem e trabalham, mas não existem. Porque existir é uma forma superior de viver, que inclui em seu conceito plena consciência das atividades desenvolvidas com finalidade transcendentes.
Hoje somos ainda projeções dos primatas obtusos e violentos, antropófagos (segundo Tagore) devoradores de si mesmos e dos semelhantes, escameadores e aviltadores da condição humana. Mas amanhã seremos homens, criaturas humanas que encarnarão as forças naturais sob o domínio da Razão e da Consciência. Teremos então a República dos Espíritos, formada pela solidariedade de consciências de que trata René Hubert em sua "Pedagogia Generale".
Como vemos através desses dados, a Doutrina Espírita não nos oferece uma visão utópica do amanhã, mas uma precognição do homem em sua condição espiritual, sem as deformações teológicas e religiosas da visão comum, calcada em superstições e idealizações rebarbativas.
A solidariedade espírita não é apenas interna, entre os adeptos e companheiros.
envolve todas as criaturas vivas, protegendo-as, amparando-as, estimulando-as em suas lutas pela transcendência, procurando ajudá-las sem nada pedir em troca, nem mesmo a simpatia doutrinária, pois quem ajuda não tem o direito de impor coisa alguma;
eleva-se aos planos superiores para ligar-se a Kardec e sua obra, a todos os espíritos esclarecidos que lutam pela propagação do Espiritismo no mundo e a Deus e a Jesus na Solidariedade cósmica dos mundos solidários.
O Mal é a ignorância, o atraso, a superstição. O Bem é o conhecimento, o progresso, a adequação da mente à realidade. Essa é a grande luta das coisas e dos seres, figurada na revolta absurda de Luzbel, o anjo de luz que se entregou à inveja e converteu-se em adversário de Deus. Esses símbolos de um passado bárbaro e longínquo ainda prevalecem na Terra como resíduos míticos que o tempo desgasta na proporção em que a Cultura se desenvolve.
A luta do homem para transformar o mundo é a luta do homem consigo mesmo, pois é ele quem faz o mundo, e o faz à sua imagem e semelhança. Deus criou a Terra e todos os mundos do espaço, mas deu cada mundo aos homens que os habitam, para que eles aprendam o seu ofício paterno de Criador, tentando criar o mundo humano que lhes compete.
Agora está surgindo aos nossos olhos e sob nossos pés uma Nova Civilização — a do Espírito —que podemos chamar de Cósmica ou Espiritual. E para preparar o advento dessa Civilização do Espírito que o Espiritismo surgiu. Não adianta querermos fazer do Espiritismo uma religião dogmática, carregada de misticismo tolo ou de materialismo alienante.
As novas gerações que se encarnam para realizá-la não temem a Deus nem ao Diabo, simplesmente confiam nos planos irreversíveis do Deus, que se executam segundo as leis da consciência humana em relação telepática permanente com as entidades angélicas a serviço de Deus.
(J. Herculano - Curso Dinamico De Espiritismo)
Por isso cada um que esta lendo este artigo, cada um que tem contato com a doutrina espirita deve saber, que estamos aqui neste mundo, para modelá-lo.
Cada um de nós trás consigo sua tarefa e a sua responsabilidade individual e intransferivel.".
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Documentários » Revolução Francesa
12:19
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Em julho de 1789, uma máfia de zangados parisienses invadiu e destruíu a Bastilha, um ato que foi ao longo do tempo ( devido à impotência do Estado de seu rei, Louis XVI ) deflagrar uma das revoluções mais sangrentas da história. Liderados por Robespierre e outros homens do Iluminismo, o que começou como uma luta contra uma monarquia ineficaz terminou como uma fase na história conhecida como o Terror.
O suspeitos de traoção a revolução eram mortos pela lâmina da guilhotina, incluindo o Rei e sua Rainha, Maria Antonieta. Quando o derramamento de sangue do Terror tinha cessado definitivamente, Robespierre ele próprio havia caído pela guilhotina e o povo da França foi capaz de se adaptar a um novo governo, sem o receio de perder a cabeça. Assim, Napoleão Bonaparte encontrou o seu caminho para Poder
O History Channel faz um trabalho muito bom em relatar a Revolução Francesa. O filme tem uma narração de Edward Herrmann, bem como comentários de vários historiadores franceses e americanos. Trata-se não só da revolução ao terror, mas da ascenção e morte de Louis XVI e de seu casamento com Maria Antonieta e como sua incompetência como um governante levou diretamente a queda da Bastilha e todos os que lhe seguiram.
Também aborda as diferentes facções no seio dos revolucionários e como um grupo que escreveu "Os Direitos do Homem" caiu para endossar um Estado totalitário, em que ninguém foi capaz de manter estes direitos. Enquanto não há tempo para a abundância de detalhes, este documentário apresenta uma sólida descrição do que aconteceu e é uma boa base para estudar os pormenores da Revolução Francesa.
Filme Sócrates (1971)
10:01
ATENÇÃO - ATENÇÃO
Roberto Rossellini
Sinopse:
Com direção do mestre italiano Roberto Rossellini (Roma, Cidade Aberta), esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates (470 - 333 a.C.), um dos maiores filósofos da Humanidade. Rossellini mostra o final da vida de Sócrates, em especial seu julgamento e sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos socráticos: "Apologia", discurso de defesa do filósofo; "Críton", em que um dos seus discípulos tenta convencê-lo a fugir da prisão; e "Fédon", com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta. Inédito no Brasil, Sócrates é mais uma aula de cinema de Rossellini e um programa obrigatório para os interessados em Filosofia.
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Espiritismo e Liberalismo
04:52
Parábola dos Talentos
6 – Porque assim é como um homem que, ao ausentar-se para longe, chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens. E deu a um cinco talentos, e a outro dois, e a outro deu um, a cada um segundo a sua capacidade, e partiu logo. O que recebera pois cinco talentos, foi-se, e entrou a negociar com eles e ganhou outros cinco. Da mesma sorte também o que recebera dois, ganhou outros dois. Mas o que havia recebido um, indo-se com ele, cavou na Terra, e escondeu ali o dinheiro de seu senhor. E passando muito tempo, veio o senhor daqueles servos, e chamou-os a contas. E chegando-se a ele o que havia recebido os cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, tu me entregastes cinco talentos; eis aqui tens outros cinco mais que lucrei. Seu senhor lhe disse: Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel nas coisas pequenas, dar-te-ei a intendência das grandes; entra no gozo do teu senhor. Da mesma sorte apresentou-se também o que havia recebido dois talentos, e disse: Senhor, tu me entregaste dois talentos, e eis aqui tens outros dois que ganhei com eles. Seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel, já que fostes fiel nas coisas pequenas, dar-te-ei a intendência das grandes; entra no gozo de teu senhor.
E chegando também o que havia recebido um talento, disse: Senhor, sei que és homem de rija condição; segas onde não semeaste, e recolhes onde não espalhaste; e temendo me fui, e escondi o teu talento na Terra; eis aqui tens o que é teu. E respondendo o seu senhor, lhe disse: Servo mau e preguiçoso, sabia que sego onde não semeei, e que recolho onde não tenho espalhado. Devias logo dar o meu dinheiro aos banqueiros, e, vindo eu, teria recebido certamente com juro o que era meu. Tirai-lhe, pois, o talento, e dai ao que tem dez talentos. Porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; e ao que não tem, tirar-se-lhe-á até o que parece que tem. E ao servo inútil, lançai-o nas trevas exteriores: ali haverá choro e ranger de dentes. (Mateus, XXV: 14-30).
Quem defende maior poder ao estado está de acordo com isso.
Imagine se o restaurante que você frequenta começasse a servir comida estragada. Imagine também que, se você fosse reclamar, o dono simplesmente virasse pra você e dissesse: "Estamos servindo comida estragada porque estamos sem dinheiro. E estamos sem dinheiro porque você não nos dá dinheiro suficiente.
Só vamos melhorar o serviço se você nos der mais dinheiro agora, e sem exigir nada em troca".
Qual seria a sua reação?
No mercado, fracassados e incompetentes ficam sem dinheiro e se retiram, dando espaço e liberando recursos aos mais competentes.
No estado, a incompetência não apenas se torna o principal motivo para se extrair mais dinheiro da população, como também garante uma expansão do setor e um aumento dos salários dos incompetentes.
Desigualdade das Riquezas
8 – A desigualdade das riquezas é um dos problemas que em vão se procuram resolver, quando se considera apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é a seguinte. Por que todos os homens não são igualmente ricos? Por uma razão muito simples: é que não são igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar.
Aliás, é uma questão matematicamente demonstrada que, supondo-se feita essa repartição, o equilíbrio seria rompido em pouco tempo, em virtude da diversidade de caracteres e aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente o necessário para viver, isso equivaleria ao aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e o bem-estar da humanidade; que, portanto, supondo-se que ela desse a cada um o necessário, desapareceria o estímulo que impulsiona as grandes descobertas e os empreendimentos úteis.
Se Deus a concentra em alguns lugares, é para que dos mesmos ela se expanda, em quantidades suficientes, segundo as necessidades. Admitindo-se isto, pergunta-se por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos. Essa é ainda uma prova da sabedoria e da bondade de Deus.
Ao dar ao homem o livre arbítrio, quis que ele chegasse, pela sua própria experiência, a discernir o bem e o mal, de maneira que a prática do bem fosse o resultado dos seus esforços, da sua própria vontade. Ele não deve ser fatalmente levado a um nem ao outro, pois então seria um instrumento passivo e irresponsável como os animais.
Fonte: Evangelho Segundo o Espiritismo
A Origem do Homem
09:49
A Origem do Homem
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Muitos cientistas acreditam que os primeiros seres humanos surgiram na África Oriental. Se isso for verdade, por que os humanos são encontrados em quase todos os lugares do mundo? Qual a razão de sermos diferentes uns dos outros? No documentário "A origem do homem" entenderemos as respostas para essas e outras questões, utilizando as mais recentes pesquisas nos campos da genética e da antropologia. Qual foi a causa do grande êxodo desses seres humanos? Como conseguiram povoar quase toda a extensão da Terra? Como nossos corpos adaptaram-se com o passar do tempo ao meio ambiente? Vídeo do Discovery Channel, dublado em português.
Homofobia um insulto e uma fraude.
01:20
Watch live video from República dos Espiritos on Justin.tv
Homofobia um insulto e uma fraude.
Este artigo busca espicaçar o atual embuste que é o de acusar as pessoas de serem homofobicas ou até mesmo artigos ou opiniões usando esta palavra homofobia.
Então pesquisei e gostaria que algum advogado complementasse este artigo, pois conclui depois de minha pesquisa que se alguém me acusar de homofobico este alguém é passível de processo por danos morais.
Pois se o repórter ou uma pessoa aponta o dedo e acusa alguém de homofobico o ônus da prova cabe ao que esta fazendo a acusação

Vamos entrar nesta questão mais adiante cabe em primeiro lugar esclarecer a homofobia.
A “homofobia” foi posta em circulação pelo psiquiatra norte-americano George Weinberg em 1966, a pedido de uma denominada Gay Activist Alliance (GAA), sem qualquer base científica demonstrada, e unicamente uma arma semântica para neutralizar os opositores do movimento homosexual
O dicionário Longman's, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin's Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.
Todavia até agora ninguém conseguiu demonstrar a existência de tal patologia, nem poderá fazé-lo. Mais fácil será demonstrar que existe papai Noel ou a mula sem cabeça do que homofobia.
Segundo a página do Wikipédia feita pelo Portal LGBT esta é a definição para o termo HOMOFOBIA.
A homofobia (homo= igual, fobia=do Grego φόβος "medo"), é um termo utilizado para identificar o ódio, a aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais e, conseqüentemente, contra a homossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.
Certo vamos separar as coisas para uma melhor compreensão do raciocínio.
O sufixo fobia é o único elemento comum, e se origina do latim cientifico, phobia e se origina do grego, também nome de uma divindade grega “phobos,” significando "pânico, terror", que incutia medo aos inimigos; daí os guerreiros dispunham de sua efígie nas armas.
A fobia ocasiona um estado de angústia, impossível de ser dominado, que se traduz por violenta reação de evitamento, e que sobrevém de modo relativamente persistente, quando certos objetos, tipos de objeto ou situações se fazem presentes, imaginados ou mencionados
As fobias são classificadas entre as neuroses de angústia, na teoria clássica das neuroses.
Uma fobia é uma espécie particular de medo.
Fobias identificadas pela psiquiatria.
Homofobia — etimologicamente medo do semelhante, uso comum: medo da homossexualidade
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo: Lista_de_fobias
Vamos ver outras fobias.
Aracnofobia = aversão e medo mórbido irracional, desproporcional e persistente de aranha.
A agorafobia é o comportamento de evitação provocado por lugares ou situações onde o escape seria difícil ou embaraçoso caso se tenha uma crise de pânico ou algum mal estar.
A acrofobia pode ser perigosa, pois indivíduos que sofrem dela podem ter um ataque de pânico ao encontrarem-se em um lugar alto e não vislumbrarem uma forma de sair dele.
Bacillofobia = aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante de micróbios.
Portanto toda FOBIA é uma patologia.
O que é uma patologia?
Patologia (derivado do grego pathos, sofrimento, doença, e logia, ciência, estudo) é o estudo das doenças em geral sob aspectos determinados.
Mas até o momento atual ninguém provou cientificamente que homofobia seja uma patologia, ou seja, a homofobia, nada mais é que uma fraude sensacionalista e vazia que saiu do nada para atingir lugar algum.
Sendo usado desta forma como bandeira por grupos LGBT para defender sua opinião.
E a população como não é dada a pensamentos mais profundos, abraçou e repete a palavra sem cogitar de sua veracidade, sai acusando as pessoas, de homofobicos.
Certo mas o que significa o prefixo Homo?
Homo vêm do grego, significa "igual", por isso temos palavras homônimas (com mesma grafia e pronúncia), homogêneo (mesma natureza).
No caso, homossexual significaria aquela pessoa que sente atração pelo mesmo sexo.
Observada esta expressão, lato sensu, ter-se-ia: medo do homem, já pelo lado que considera "homo" como "igual", "do mesmo gênero", teria: medo do igual ou medo daquilo que é do mesmo gênero. Isto, porque "fobia" designa "medo", "receio" em qualquer dos casos.
A homofobia tem sido utilizada como termo sinônimo de "homofagia", distorcendo, dessa maneira, sua verdadeira definição.
Portanto o uso deste termo para acusar as pessoas de homofobicas é uma fraude clinica e de etimologia.
A partir do momento que se usa a palavra como metáfora para punir as pessoas.
Bem dito isso só podemos concluir que ao acusar alguém de homofobia esta dizendo que esta pessoa é um doente mental que tem medo de seus iguais.
Podemos concluir que é totalmente errôneo que homofobia seja ódio de pessoas de comportamento sexual diferente e sim medo de iguais.
Homem com medo de Homem, Gay com medo de Gay, Mulher com medo de Mulher isso lógico usando de honestidade intelectual.
Agora sobre a questão do ônus da prova acredito que a gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”.
Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.
Conseqüentemente os que por ventura forem acusados dessa fraude devem processar os acusadores, pois do contrário correm o risco de ir para cadeia por motivos metafóricos.
Pois cabe a quem acusa provar que você é um doente mental e muito mais que esta palavra se aplica ao seu caso.
O ônus da prova parte do princípio que toda afirmação precisa de sustentação, de provas para ser levada em consideração. Se tais provas e argumentos não são oferecidos, essa afirmação não tem valor argumentativo e deve ser desconsiderada em um raciocínio lógico.
O ónus da prova ou ônus da prova é uma ferramenta de lógica usada para definir quem é a pessoa responsável por sustentar uma proposição ou conceito. Especifica que a pessoa responsável por uma determinada proposição é também aquela que deve oferecer as provas necessárias para sustentá-la.
“A palavra ônus vem do latim “onus, oneris”, que significa carga, peso fardo, encargo, aquilo que sobrepesa.”
“á acusação cabe o ônus de provar a existência de um fato penalmente ilícito, a sua realização pelo denunciado e a culpa (strictu senso); à defesa compete demonstrar a inexistência de dolo, causas extintivas da punibilidade, causas excludentes da antijuricidade e eventuais excluidoras da culpabilidade”. (RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.)
Dito isso aguardo contribuição de algum advogado para complementar e ou corrigir a reflexão aqui apresentada.
Francisco Amado
Filosofo Deísta.
Mestre Seo: Gerencia conteúdo web, otimiza sites para Google e redes sociais.
O Kit de Detecção de Fantasias Mediunicas
05:44
TAGS:"KEYWORDS"content= Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas,Fantasias Mediunicas
1º Procurai, na palavra, a sobriedade e a concisão; poucas palavras, muitas coisas.
(Revista Espírita 1862)
2º A doutrina espírita em vez de dizer: “Creia em primeiro lugar e se puder compreenda em seguida”, ele diz: “Compreenda em primeiro lugar, e creia em seguida se você quiser.
(Revista Espírita 1867)
3º “Saibam, pois que tomamos toda opinião exprimida por um Espírito por uma opinião individual; que não a aceitamos senão depois de havê-la submetido ao controle da lógica e dos meios de investigação que a própria ciência Espírita nos forneceu.”
(Revista Espírita 1859)
4º Eu não aceito jamais nada sem exame e sem controle; não adoto uma idéia a não ser que ela me pareça racional, lógica, se está de acordo com os fatos e as observações, se nada de sério a vem contradizer.
(Revista Espírita 1859)
5º Em resumo, é um grave erro o se crer obrigado a publicar tudo que dizem os Espíritos, porque se os há bons e iluminados, os há maus e ignorantes; é importante fazer uma escolha muito rigorosa de suas comunicações e de descartar tudo que é inútil, insignificante, falso ou de natureza a produzir uma má impressão.
(Revista Espírita 1863)
6º A linguagem dos Espíritos é, portanto, o verdadeiro critério pelo qual podemos julgá-los; sendo a linguagem a expressão do pensamento, tem sempre um reflexo das qualidades boas ou más do indivíduo. Não é sempre pela linguagem que nós julgamos os homens que não conhecemos?
(Revista Espírita 1859)
1º Procurai, na palavra, a sobriedade e a concisão; poucas palavras, muitas coisas.
(Revista Espírita 1862)
2º A doutrina espírita em vez de dizer: “Creia em primeiro lugar e se puder compreenda em seguida”, ele diz: “Compreenda em primeiro lugar, e creia em seguida se você quiser.
(Revista Espírita 1867)
3º “Saibam, pois que tomamos toda opinião exprimida por um Espírito por uma opinião individual; que não a aceitamos senão depois de havê-la submetido ao controle da lógica e dos meios de investigação que a própria ciência Espírita nos forneceu.”
(Revista Espírita 1859)
4º Eu não aceito jamais nada sem exame e sem controle; não adoto uma idéia a não ser que ela me pareça racional, lógica, se está de acordo com os fatos e as observações, se nada de sério a vem contradizer.
(Revista Espírita 1859)
5º Em resumo, é um grave erro o se crer obrigado a publicar tudo que dizem os Espíritos, porque se os há bons e iluminados, os há maus e ignorantes; é importante fazer uma escolha muito rigorosa de suas comunicações e de descartar tudo que é inútil, insignificante, falso ou de natureza a produzir uma má impressão.
(Revista Espírita 1863)
6º A linguagem dos Espíritos é, portanto, o verdadeiro critério pelo qual podemos julgá-los; sendo a linguagem a expressão do pensamento, tem sempre um reflexo das qualidades boas ou más do indivíduo. Não é sempre pela linguagem que nós julgamos os homens que não conhecemos?
(Revista Espírita 1859)




