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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NOSSO LAR





"Um Universo que não foi feito para nós".
Trechos do livro "Pale Blue Dot: A Vision of the Human Future in Space" de Carl Sagan, narrado pelo mesmo. Mais especificamente, do capítulo intitulado

Um Universo que não foi feito para nós
Nossos ancestrais concebiam as origens extrapolando a partir de suas próprias experiências. Como mais poderiam fazê-lo?
Então o universo foi chocado de um ovo cósmico, ou concebido de uma congregação sexual de uma deusa mãe e um deus pai, ou foi como um produto da oficina do Criador
- talvez o último de muitas tentativas falhas.
E o Universo não era muito maior do que vemos, e não mais velho do que nossos registros escritos ou falados, e nem muito diferente do que os lugares que conhecemos.

Tendemos, em nossa cosmologia, a tornar as coisas familiares, apesar de nossos melhores esforços, não fomos muito criativos.

No Ocidente, o céu é plácido e confortável, e o inferno é parecido com o interior de um vulcão. Em muitas estórias, ambos os reinos são governados por hierarquias dominantes, liderados por deuses ou demônios.

Monoteístas falavam sobre o rei dos reis.
Em todas as culturas, imaginamos algo como nosso próprio sistema político governando o Universo, poucos acharam as similaridades suspeitas.
Então veio a ciência e nos ensinou que não somos a medida de todas as coisas, que há maravilhas inimagináveis, que o Universo não é obrigado a ajustar-se ao que consideramos confortável ou plausível.
E, novamente, se não somos importantes, nem centrais, nem a maçã dos olhos de Deus,
o que isso implica para nossos códigos morais baseados na teologia?
A descoberta de nossa verdadeira importância no Cosmos foi segurada por tanto tempo e até tal ponto que muitos traços do debate ainda persistem, às vezes com os motivos geocentristas revelados.

Então, o que realmente buscamos na filosofia e na religião?
Paliativos?
Terapia? C
Conforto?
Buscamos fábulas tranquilizadoras ou um entendimento de nossas reais circunstâncias?
Desanimarmos porque o Universo não se ajusta a nossas preferências parece infantil.
Poderia se pensar que adultos se sentiriam envergonhados em publicar tais desapontamentos, a forma elegante de fazer isso não é culpar o Universo que parece verdadeiramente sem sentido - mas culpar os meios pelos quais conhecemos o Universo, a saber, a ciência.
A ciência nos ensinou que, como temos o talento de enganarmos a nós mesmos, a subjetividade não pode reinar livre, suas conclusões derivam de interrogar a Natureza, e não são em todos os casos predestinadas a satisfazer nossos desejos.
Reconhecemos que mesmo líderes religiosos reverenciados, produtos de sua época como somos da nossa, podem ter cometido erros.
Religiões contradizem uma a outra em assuntos menores tais como se devemos colocar um chapéu ou tirá-lo ao entrar em um templo, ou se devemos comer carne e abster de porco ou o inverso, até as questões mais centrais, como se não existem deuses, um Deus ou muitos deuses.

Se você viveu há dois ou três milénios atrás, não havia vergonha em acreditar que o Universo foi feito para nós, era uma tese atrativa, consistente com tudo que conhecíamos; era o que os mais estudados entre nós ensinavam, sem restrição.

Mas descobrimos muito desde então, defender esta posição atualmente equivale a desconsiderar intencionalmente as evidências, e uma fuga do autoconhecimento.
Desejamos estar aqui por um propósito, mesmo que, apesar de muito auto-engano,
nenhum seja evidente. Nossa época tem o fardo do peso acumulado de sucessivas invalidações dos nossos conceitos.
Somos recém chegados? Vivemos no isolamento cósmico? Emergimos de micróbios e detritos?

Primatas são nossos primos? Nossos pensamentos e sentimentos não estão em nosso completo controle, podem haver seres muito mais inteligentes e diferentes em algum lugar. E além disso tudo, estamos fazendo uma bagunça em nosso planeta e nos tornando um perigo para nós mesmos. O alçapão em baixo de nossos pés se abrem. Nos encontramos em uma queda livre sem fim.

Estamos perdidos em uma grande escuridão, e não há ninguém para enviar uma equipe de resgate. Dada esta realidade tão dura, claro que somos tentados a fechar os olhos e fingir que estamos seguros e confortáveis em casa, que a queda é apenas um pesadelo.

Quando superamos nossos medos de sermos insignificantes, nos encontramos no limiar de um vasto e imponente Universo que diminui totalmente - em tempo, em espaço e em potencial - o palco arrumado e antropocêntrico de nossos ancestrais.

Olhamos através de bilhões de anos-luz no espaço para vislumbrar o Universo logo após o Big Bang, e exploramos a estrutura fina da matéria. Fitamos o núcleo de nosso planeta, e o interior ardente de nossa estrela. Lemos a linguagem genética na qual são escritas as diversas habilidades e propensões de todos os seres da Terra.
Nós descobrimos capítulos ocultos nos registros de nossa própria origem. Inventamos e refinamos a agricultura, sem a qual quase todos morreríamos de fome.
Criamos medicamentos e vacinas que salvam a vida de bilhões, nos comunicamos na velocidade da luz, e viajamos ao redor da Terra em uma hora e meia.
Enviamos dúzias de naves para mais de setenta mundos, e quatro astronaves para as estrelas, para nossos ancestrais, havia muito na Natureza para se temer raios, tempestades, terremotos, vulcões, pragas, secas, invernos longos. As religiões surgiram em parte como tentativas de conciliar e controlar, se não de compreender, o aspecto desordenado da Natureza.
Quão mais satisfatório haveria sido se nos houvessem colocado em um jardim feito sob medida para nós, com seus outros ocupantes colocados lá para serem usados como nos conviesse? Há uma celebrada estória na tradição ocidental como esta,
exceto que não estava tudo a nossa disposição.

Havia uma árvore em particular na qual não devíamos tocar, a árvore do conhecimento.
Conhecimento, compreensão e sabedoria nos eram proibidos nesta estória. Devíamos permanecer ignorantes. Mas não pudemos resistir. Estávamos famintos pelo conhecimento - criados com fome, pode-se dizer. Esta foi a origem de todos nossos problemas.
Em particular, é a razão por não vivermos mais em um jardim: descobrimos demais.
Enquanto nos mantivéssemos indiferentes e obedientes, suponho, poderíamos nos consolar com nossa importância e centralidade, e dizer a nós mesmos que éramos a razão pela qual o Universo foi feito.
Como começamos a satisfazer a nossa curiosidade, entretanto, a explorar, a aprender como o Universo realmente é, nos expulsamos do Eden. Anjos com uma espada flamejante foram colocados como sentinelas nos portões do paraíso para barrar nosso retorno. Os jardineiros se tornaram exilados e peregrinos. Ocasionalmente, lamentamos aquele mundo perdido, mas isso, me parece, é melodramático e sentimental.

Não poderíamos continuar felizes sendo ignorantes para sempre. Muitas coisas no Universo parecem ter sido desenhadas, mas ao invés disso, nós repetidamente descobrimos que os processos naturais - a seleção colisional de mundos, digamos, ou a seleção natural de reservatórios genéticos, ou mesmo o padrão de convecção em uma panela de água fervendo - podem extrair ordem a partir do caos, e nos enganar a deduzir que há um propósito onde não há nenhum.

O significado de nossas vidas e de nosso frágil planeta é então determinado apenas por nossa própria sabedoria e coragem. Nós somos os guardiões do sentido da vida, ansiamos por pais que cuidem de nós, que perdoem nossos erros, que nos salvem de nossos erros infantis.
Mas conhecimento é preferível à ignorância. É muito melhor aceitar a dura verdade do que uma fábula tranquilizadora.
Se sonhamos com um propósito cósmico, então que encontremos sozinhos um objetivo digno.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Mundos Fluídicos(NOSSO LAR) 2ºparte


Mundos Fluídicos(NOSSO LAR) 2ºparte
Por Ary Lex
Roustaing assim os descreve: "São corpos rudimentares.
O homem aporta a essas terras no estado de esboço, como tudo que se forma nas terras primitivas. O macho e a fêmea não são nem desenvolvidos, nem fortes, nem inteligentes. Mal se arrastando nos seus grosseiros invólucros, vivem, como os animais, do que encontram no solo e lhes convenha. As árvores e o terreno produzem abundantemente para a nutrição de cada espécie. Os animais carnívoros não os caçam. A previdência do Senhor vela pela encarnação de todos. Seus únicos instintos são os da alimentação e os da reprodução".

No livro "O Verbo e a Carne", na página 43, Herculano Pires comenta: "Essa é a revelação da revelação. Roustaing copia e desfigura Kardec, acrescentando aos seus ensinos os maiores absurdos. Note-se que essas criaturas estranhas, em forma de larvas e lesmas, são encarnação de espíritos humanos que haviam atingido alta evolução sem passar pela encarnação humana. Depois de desenvolverem a razão em alto grau e de haverem colaborado com Deus nos processos da Criação, chegando mesmo a orientar criaturas humanas, voltam à condição de criptógamos carnudos.

Mas por que falam os reveladores em substâncias humanas? Por que não simplificam as coisas dizendo simplesmente que esses espíritos decaídos vão encarnar-se em lesmas? Por que é preciso enganar os espiritistas que aceitam Kardec e sabem que a evolução espiritual é irreversível, que o espírito humanizado não pode regredir ao plano animal?"

Encontramos em Léon Denis, "Depois da Morte", 9º edição, FEB, página 124: "A alma se elabora no seio dos organismos rudimentares. No animal, está apenas em estado embrionário: no homem adquire o conhecimento e não pode mais retrogradar".

Os antigos egípcios e outros admitiam quc a alma humana pode reencarnar em corpo de animais como punição a falhas cometidas. Nisto consiste a metempsicose, não aceita pelo Espiritismo, que só admite reencarnação em corpos humanos. A metempsicose é esclarecida por Kardec, em "O Livro dos Espíritos", perguntas 611, 612 e 613.

3 - REFUTAÇÃO DE ROUSTAING
O combate às idéias de Roustaing já é antigo: Deolindo Amorin e Carlos Imbassahy, no Rio de Janeiro, nas décadas de 1950 e 1960; José Herculano Pires e Júlio Abreu Filho, de 1960 a 1975 (em São Paulo); mais recentemente, Durval Ciamponi e Gélio Lacerda da Silva, de Vitória, ES, que publica "Conscientização Espírita", EME editora, 1995, livro claro, didático e muito corajoso.

Vamos tentar refutar, item por item, os argumentos falaciosos dos roustainguistas, mas nada melhor do que iniciar citando os ensinos poderosos do Codificador, que constituem nosso esclarecimento, nossa luz, nosso farol. Representam não a opinião sem validade de um homem, fanatizado e presunçoso, que quer impingir suas idéias como se fossem os ensinos dos quatro evangelistas, mas sim, a opinião coletiva de Espíritos de alta evolução, que trouxeram a Doutrina Espírita.

1- Corpo Fluídico . Vejamos o que diz "A Gênese"• Capítulo XV . item 65: "A permanência de Jesus sobre a Terra apresenta dois períodos: aquele que precede e aquele que segue sua morte. No primeiro, desde o momento da concepção até o nascimento, tudo se passa com sua mãe como nas condições comuns da vida. A partir do nascimento até sua morte, tudo em seus atos, sua linguagem e nas diversas circunstâncias de sua vida, apresenta os caracteres inequívocos de sua corporeidade. Depois de sua morte, ao contrário, tudo revela nele o ser fluídico. A diferença entre os dois estados é tão fundamentalmente traçada que não é possível assemelhá•las ...

A coesão não existe nos corpos fluídicos; a vida, neles não repousa no funcionamento de órgãos especiais e neles não se podem produzir desordens análogas; um instrumento cortante em qualquer outro, ali penetra como num vapor, sem lhe ocasionar lesão alguma. Eis porque os seres fluídicos designados por agêneres não podem ser mortos.
Depois do suplício de Jesus, seu corpo lá ficou, inerte e sem vida; foi sepultado como os corpos comuns, e todos puderam vê-lo e tocá•lo. .. Se Jesus pôde morrer, é que tinha corpo carnal".

Vamos agora ao livro "Obras Póstumas", de Kardec, capítulo V - Dupla natureza de Jesus, página 105: "O que devia ser humano em Jesus era o corpo, a parte material, e neste ponto de vista, compreende-se que ele tenha sofrido como homem". No capítulo VIII desse livro, Kardec lembra João I, 1 a 14: "E o verbo se fez carne e habitou entre nós; e vimos a sua glória, como filho unigênito do Pai, cheio de graça e verdade". "Jesus podia, pois, ser encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser Deus, como um embaixador transmite as palavras do seu soberano, sem ser o soberano."

Ainda em ''A Gênese" - Capítulo XV - item 2, diz Kardec:
"A superioridade de Jesus sobre os homens não era relativa às qualidades particulares do seu corpo, mas às de seu Espírito, que dominava a matéria de maneira absoluta, e ao seu perispírito alimentado pela parte mais quintessenciada dos fluidos terrestres".

Perante afirmações tão categóricas da Codificação, é de se admirar que os dirigentes da FEB teimem em negar que Jesus tenha tido um corpo material.
2 - O leite mamado por Jesus - A aceitação de que ele era devolvido pelos espíritos ao sangue da mãe é de um absurdo verdadeiramente irritante. Mais tarde, quando jovem e adulto, ele se alimentava como as outras pessoas. O que acontecia com esses alimentos? Seriam desmaterializados? Por que recorrer a hipóteses estapafúrdias? Será desonroso crer que ele tinha um corpo orgânico como o nosso?

3 - Andar sobre as águas - Não é preciso recorrer à fé para aceitar que Jesus pairasse acima das águas, mesmo tendo corpo material. Em "A Gênese" - capítulo XIV - item 42, encontramos: "Jesus, mesmo vivo, pôde aparecer sobre a água sob uma forma tangível, enquanto seu corpo carnal se encontrava alhures; é a hipótese mais provável".

Kardec escrevia e os Espíritos ensinavam, há 150 anos. Mas ele mesmo insistia em que "o Espiritismo caminhará com a ciência". E caminhou. A própria física moderna trouxe-nos explicações, impossíveis naquela época, e que hoje são banais, citando ocorrências em que a força de atração da gravidade é vencida. Assim é que, dentro dos "sputniks", os astronautas flutuam no ar.

4-Desaparecer do sepulcro - Hoje há numerosos trabalhos, livros e revistas que tratam do "fenômeno de transporte". Citemos o mais importante deles: "Fenômenos de Transporte", Ernesto Bozzano, 2ª edição, FEESP, 1982, prefácio de Deolindo Amorin. Nele Bozzano, grande sábio italiano e que escreveu numerosas obras espíritas, estuda com grande agudeza o assunto, citando fenômenos obtidos em plena luz. Se os Espíritos podem efetuar transporte de objetos e alguns médiuns podem levitar, por que Jesus, com seu enorme poder sobre a matéria não poderia fazê-lo?

5-Espíritos puríssimos não podem encarnar - Encontramos em A Gênese", capítulo XIV - item 9, o seguinte:
"Os Espíritos superiores podem vir aos mundos inferiores e mesmo aí se encarnar. Dos elementos constitutivos do mundo em que entram eles extraem os materiais do envoltório fluídico ou carnal apropriado ao ambiente onde se encontram. Fazem como grande senhor que deixou suas belas roupas para vestir-se momentaneamente com trajes plebeus, sem que, por isso, deixe de ser grande senhor. É assim que Espíritos das ordens mais elevadas podem se manifestar aos habitantes da Terra, ou encarnar-se entre eles, em missão". "Os Espíritos chamados a viver naquele meio dele extraem seu perispírito; mas conforme seja o próprio Espírito mais ou menos purificado, seu perispírito se forma de partes mais puras ou mais grosseiras do fluido próprio ao mundo no qual se encarna."

Durval Ciamponi, no livro "Alternativas da Humanidade", esclarece à página 98: "Quando um Espírito superior encarnar entre os homens na Terra, seu perispírito será mais sutilizado que dos aborígenes. A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito".

Aqui entram os roustainguistas com uma novidade: "Há mundos fluídicos, destinados à habitações de espíritos que, desde o estado de infância e instrução, nunca faliram, e que, conservando-se sempre puros na senda do progresso, progridem no estado fluídico. Mundos materiais - Diversos mundos destinados à encarnação dos espíritos falidos e, como tais, sujeitos à encarnação humana". (Citação de Herculano Pires).
Fantasia que divide os espíritos entre pobres e plebeus; os protegidinhos que nunca "pecaram" (isto só aconteceria se fossem liberados das provas) e aqueles que, jogados em ambientes desfavoráveis, teriam tido seus fracassos. Esquecem a grande Lei da Evolução, que nos mostra que os mundos fluídicos representam a fase superior do desenvolvimento dos mundos materiais.

6-Tudo na vida de Jesus, foi apenas aparente - Durval Ciamponi responde por mim: "Se tudo nele era só aparência, todos os atos de sua vida, o anúncio reiterado de sua morte, a cena dolorosa do Jardim das Oliveiras, sua oração a Deus para que alistasse o cálice de seus lábios, sua paixão, sua agonia, tudo, até seu último grito no momento de entregar o Espírito, não teria sido senão um vão simulacro para enganar com relação à sua natureza e fazer crer no sacrifício ilusório de sua vida, uma comédia indigna de um homem honesto e simples, quanto mais, e por mais forte razão, de um ser também superior, numa palavra teria abusado da boa fé dos seus contemporâneos e da posteridade". (página 99)

7-Jesus não sofreu dor física, somente dor moral
Roustaing não deixa dúvidas quando afirma que Jesus não sofreu dores físicas ou orgânicas e que seu sofrimento foi apenas moral. Reconhecemos que a dor moral tenha sido bem maior que a dor corporal, dado o comando que tinha sobre a matéria. Não precisaria sofrer a dor material, que é, para os homens, a oportunidade de resgate e útil para a evolução.
O sofrimento de Jesus foi perante a ignorância e incompreensão do povo e até de seus seguidores mais próximos. Não perceberam a grandiosidade de sua missão. Esperavam um salvador guerreiro e não um ser dizendo que "meu reino não é deste mundo". "Se, quando vos falo das coisas terrenas, ainda assim não credes, como creríeis se eu vos falasse das celestiais?"

Em Mateus, 17: 17, encontramos: "ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quandos vos sofrerei?"
"Havendo, pois, Cristo padecido na carne, armai-vos também vós outros desta mesma consideração: que aquele que padecer na carne cessou seus pecados." (l ª Epístola de São Pedro - Capo 4-1)

8- Espírito Regenerador - Roustaing se coloca na posição daqueles crentes de outras religiões que ainda esperam a vinda do Messias prometido, restringindo o valor da missão de Jesus, que precisa ser completada por outros Messias. Para os espíritas, o Consolador prometido já veio e é o Espiritismo.

9-Brasil, Coração do Mundo- "A colocação de Humberto de Campos sobre "Brasil, Coração do Mundo" era, também um pouco emocional-libertária, porque os Espíritos não têm pátria; sua pátria é o Universo (Bahia Espírita, FEEB, Ano XVI, nº 68, Set. - Out. ,1985). Divaldo: "A expressão 'Pátria do Evangelho' não é da Doutrina Espírita. Está inserta numa obra de Humberto de Campos e trata-se de uma colocação emocional do literato que ama sua pátria". (Conscientização Espírita)

Qual quer semelhança com as obras mediunicas atuais não é mera coincidência.
CONTINUA . . .


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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nosso Lar uma fantasia mediunica



Há espíritos obsessores sem maldade, que são até mesmo bons, mas dominados pelo orgulho do falso saber [...] São os mais perigosos porque não vacilam em sofismar e podem impor as mais ridículas utopias. [...] Procuram fascinar por uma linguagem empolada, mais pretensiosa do que profunda, cheia de termos técnicos e enfeitada de palavras grandiosas, como Caridade e Moral.
Evitam os maus conselhos, porque sabem que seriam repelidos, de maneira que os enganados os defendem sempre, afirmando: bem vês que nada dizem de mau. Mas a moral é para eles apenas um passaporte, é o de que menos cuidam. O que desejam antes de mais nada é dominar e impor as suas ideias, por mais absurdas que sejam.
O Livro dos Médiuns, 246
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Espiritismo a doutrina racional dos que evitam raciocinar.

No Espiritismo, a questão dos Espíritos está em segundo lugar, não constituindo o seu ponto de partida. E é esse, precisamente, o erro em que se cai e que acarreta o fracasso com certas pessoas.

Ortodoxia não quer dizer, segundo afirma o vulgo, uma espécie de "ferrugem de idéias" ou "idéias ultrapassadas". A ortodoxia significa a "doutrina correta", livre do pluralismo filosófico, das emendas orientalistas e esotéricas que querem dar ao Espiritismo.
Encarar o espiritismo como uma nova religião só pode levar ao que estamos constatando. Um distanciamento ideológico do movimento espírita em relação ao pensamento de Allan Kardec e o afeiçoamento da ação dos espíritas a padrões confessionais e ritualísticos, velados ou explícitos, caracterizando um processo de sectarização do Espiritismo.
Ou seja.
O Espiritismo virou a doutrina racional dos que evitam raciocinar.

E do senso critico eu não abro mão.

Não preciso de fé para ter razão.
Mas preciso de muita razão para ter fé.
Francisco Amado.







quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Um grande médium católico.




FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER, UM GRANDE MÉDIUM DO SÉC. XX
Em entrevista que concedeu à imprensa , depois que o repórter havia dito que escrevera 412 livros, tendo vendido 25 milhões de exemplares, Chico Xavier corrigiu, dizendo: “ – Os livros não me pertencem. Eu não escrevi livro nenhum. ‘Eles’ (os Espíritos) é que escreveram”.

Isto serve de prova bastante para se reconhecer que Chico Xavier foi um grande instrumento a serviço da espiritualidade.
E seus dons mediúnicos, bem acentuados, se manifestaram desde quando era pequeno, em casa, na rua e na escola. O pai, João Cândido, o considerava um louco; a madrinha, Rita de Cássia, o tinha como um alucinado, e, para curá-lo, lhe dava surras com vara de marmelo, achando que assim, iria tirar o diabo do seu corpo. Por isso mesmo, o garoto era constantemente levado à igreja para ser benzido. Como todo mineiro, sua família era muito católica. Mas nem na Santa Madre Igreja, o menino encontrava a cura de que precisava...
Desde pequeno, Chico demonstrou ser uma pessoa muito tímida, muito submissa aos caprichos dos mais velhos. Como prova disso, citamos o fato de ter sido obrigado a lamber a ferida que tinha surgido na perna esquerda de um primo seu, conforme receita aviada por uma curandeira. Um menino de personalidade forte jamais faria isto.
Chico desde criança, e também como adolescente, era muito religioso: ia sempre à missa, comungava, confessava, acompanhava procissões, rezava a Ave Maria e fazia o sinal da cruz, como qualquer bom católico, consciente de que “fora da Igreja não há salvação”.

Sua conversão ao Espiritismo se deu em 1927, quando uma de suas irmãs, gravemente enferma, foi desenganada pelos médicos. Desesperado, seu pai, João Cândido, nem recorreu ao padre, foi direto procurar um casal de amigos espíritas, que trouxe para ver a filha. José Hermínio Perácio e a esposa Carmem, verificaram logo que se tratava de um caso agudo de obsessão. Então, durante alguns dias, atacaram a doente com rezas e passes, conseguindo assim expelir o Espírito obsessor.
Chico acompanhou de perto todo aquele ritual. Era a sua primeira experiência no Espiritismo. E, graças a José Hermínio e Carmem, veio a tomar conhecimento dos livros de Allan Kardec. Foi assim que veio a saber que era médium e precisava desenvolver sua mediunidade.

Que fez então? Voltou à Igreja local, que costumava freqüentar; dirigiu-se ao confessionário com seu orientador espiritual; contou ao padre Scarzello tudo que tinha acontecido com a irmã e lhe declarou que a partir de então iria se dedicar à mediunidade segundo os métodos da Doutrina Espírita de Allan Kardec. Ajoelhou-se diante do seu confessor, beijou-lhe a mão direita e pediu sua bênção, no que foi atendido pelo sacerdote que disse: “Seja feliz, meu filho. Rogarei à Mãe Santíssima para que te abençoe e proteja”. Isto aconteceu no dia 21 de junho de l927 e Chico voltou a ajudar o irmão na fundação do Centro Espírita Luiz Gonzaga onde começou a trabalhar como médium psicógrafo, recebendo mensagens em prosa e verso, de vários Espíritos. Esta era sua missão: produzir centenas de livros, cumprindo-se assim a visão que dona Carmem Perácio tinha tido numa sessão de estudos do Evangelho em janeiro de 1929: uma chuva de livros caindo sobre a cabeça do médium.
Mas Chico tinha plena consciência de que não era ele o autor daquelas inúmeras obras que surgiam graças ao que escrevia como médium. Tanto assim que respondeu a um crítico literário: “- Recebi de Va. Sa. elogios por um trabalho que não me pertencia”.

Como se vê, Chico era apenas um instrumento a serviço da espiritualidade. Nem podia passar disso, porque não era dado a estudos . Seus conhecimentos intelectuais se limitaram ao que aprendeu com as professoras de uma escola primária do interior, Nunca freqüentou um ginásio, um instituto de educação, um colégio de jesuítas. E depois não trazia consigo dons de cientista, de pedagogo, de filósofo. Sua capacidade intelectual era bem medíocre e sua produção literária vinha do Alto, em forma de romances e mensagens.

Seu Guia Espiritual deveria ter sido o Espírito de Verdade, por que não?! Mas, na verdade, não foi. Foi, sim, um ex-jesuíta, o Padre Manoel da Nóbrega, que preferiu se identificar não como aquele Provincial da Companhia de Jesus do séc. XVI, mas, sim, como Emmanuel, que quer dizer “Deus conosco”, de acordo com o Evangelho de Mateus. Assim era mais fácil se impor perante a comunidade espírita da Pátria do Cruzeiro. E foi, mostrando uma cruz luminosa e vestindo uma túnica típica de sacerdotes católicos que o Espírito Guia se apresentou ao Chico, quando este rezava a Ave Maria, junto a um açude, em Pedro Leopoldo/MG.

Tendo recebido poesias de vários Espíritos que tinham sido em vida consagrados poetas nacionais e estrangeiros, Chico reuniu-os em forma de livro a que deu o nome de “Parnaso de Além Túmulo” e foi levá-lo à apreciação do Presidente da Federação Espírita Brasileira, que ele talvez não soubesse, mas devia saber que era roustainguista fanático. Como devia saber também que J.B.Roustaing era responsável pelo aparecimento da obra – “Os Quatro Evangelhos” – na qual havia muitos pontos duvidosos, motivo porque Allan Kardec não a considerava complementar às suas.
(Revista Espirita de junho de 1866).
Os dirigentes da FEB aceitaram publicar o Parnaso de Além Túmulo, e em troca, como prova de reconhecimento por este favor, Chico reverteu à FEB todos os direitos autorais, tornando-a rica e poderosa.

Conta-nos um dos seus biógrafos, que todas as noites de segunda e sexta-feira, Chico ia ao C.E. Luiz Gonzaga, levando embaixo do braço o “Evangelho segundo o Espiritismo” de Allan Kardec. Seguia assim à risca uma instrução de Emmanuel que disse certa vez: “ – Chico, se alguma vez eu lhe der algum conselho que não esteja de acordo com Kardec, fique do lado dele, Kardec, e me esqueça”. Isto, porém, não foi seguido por Chico, no que diz respeito à evocação dos Espíritos, que Kardec sempre considerou um instrumento necessário de pesquisa da Ciência Espirita, tanto assim, que deu o exemplo, praticando constantemente esse método de trabalho. Chegou mesmo a dizer que estavam errados aqueles que achavam que não devíamos evocar os Espíritos e sim deixar que se manifestem espontaneamente (Livro dos Médiuns, cap. XXV, nº 269) No entanto, Emmanuel, em “O Consolador”, disse que não aconselhava a evocação dos Espíritos em hipótese nenhuma, e o Chico, ao invés de esquecer o que dissera seu Guia Espiritual, como este mandara, fez, justamente, o contrário, ao afirmar, textualmente que “O telefone só toca de lá para cá”. Allan Kardec reencarnado nunca diria isto, tenho certeza absoluta.
Chico Xavier, que mal tinha o curso primário, não conhecia nada de Filosofia, de História, de Psicologia, de Ciências físicas, humanas e sociais. E nunca se sentiu atraído para esses estudos; nunca foi um autodidata. A bem dizer, nem precisava disso, porque sua missão era ficar numa atitude passiva, transcrevendo no papal, sem análise crítica, as mensagens em prosa e em verso que vinham dos Espíritos.

UMA GRANDE MENTIRA
Em 1938, a FEB lançou o “BRASIL CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO”, ditado pelo Espírito de Humberto de Campos pela psicografia do Chico e com prefácio de Emmanuel. Houve então uma grande polêmica, porque ali está que Roustaing foi auxiliar de Kardec. Grande mentira! Chico, tímido que era, não quis discussão nenhuma e se colocou ao lado dos roustainguistas da FEB.

O FAMOSO “PACTO ÁUREO
Em 1949 um grupo de “kardecistas” (seriam mesmo discípulos de Kardec ?!) procurou o então Presidente da FEB e desse encontro surgiu o “Pacto Áureo”, pelo qual ficou criado o Conselho Federativo Nacional como um Departamento da FEB; foi adotado o mito da “unificação” e o livro de Humberto de Campos (Espírito) foi adotado como uma espécie de “carta magna” dos espíritas brasileiros. Surgia assim no Brasil um novo Vaticano à moda Tupiniquim.

UM ERRO, FRUTO DO FANATISMO
Em 1973, Ismael Gomes Braga lançou pela FEB seu livro “ELOS DOUTRINÁRIOS”, no qual afirma que “o roustainguismo é um curso superior de espiritismo”, colocando, portanto, Roustaing acima de Kardec.
Júlio Abreu Filho protestou, e, em seu livro “ERROS DOUTRINÁRIOS”, provou que essa afirmação era um verdadeiro absurdo.
E o Chico, protestou também?! Não, manteve-se caladinho da silva.

CHICO XAVIER É PREMIADO
Em 1981, ao receber o prêmio Roquete Pinto, concedido pela TV Record, Chico Xavier foi entrevistado pelo repórter Mário B. Tammasia. E, a propósito da visita do Santo Padre, o Papa João Paulo II, ao Brasil, ele disse, textualmente: “Muitas vezes, principalmente, diante do altar daquela que veneramos como nossa Mãe Santíssima, vimos irradiações de luz que alcançavam toda a Assembléia. E, do altar consagrado à Santa Terezinha de Lisieux, muitas vezes vi rosas trazidas por desencarnados, sem que eu pudesse explicar o fenômeno. Portanto, todas as manifestações de bondade divina, através da Igreja Católica, que consideramos como a mãe da nossa civilização, são legítimas credoras da nossa veneração. Nós não estamos separados, os evangélicos reformistas e os espiritas cristãos, por diferenças fundamentais. Os Espíritos nos ensinam que estamos, sim, em faixas diferentes de interpretação, mas somos uma família só diante de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem reverenciamos em Sua Santidade o Papa João Paulo II, em nossos eminentes cardeais do Brasil, protetores da nossa fé” (Extraído da Revista “PLANETA” – abril de 1983, pág. 19)

UMA REUNIÃO PÚBLICA EM UBERABA/MG
Informou-nos um amigo, residente em Uberaba, que momentos antes do início de uma reunião do Grupo Espírita da Prece, aberta ao público, no dia 15 de agosto de 1998, consagrado a Nossa Senhora da Abadia, padroeira da Região, Chico Xavier viu no recinto a figura excelsa de Jesus de Nazaré, pedindo-lhe que prestasse uma homenagem à sua MÃE , MÃE DE TODOS NÓS, NOSSA MÃE SANTÍSSIMA.
Chico então, ajoelhou-se, benzeu-se, fez o sinal da cruz e pronunciou estas palavras: “ – Amigos, peço a vossa permissão para fazer uma saudação a uma personalidade ilustre e a mais Eminente do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, aqui, em nossa querida cidade de Uberaba, é conhecida como Nossa Senhora da Abadia”.
E, com as mãos unidas diante do peito, como um bom católico, disse estas palavras: “Ave Maria, Mãe de Jesus, Nossa Senhora, Bendita sois Vós entre as mulheres; Bendito seja o Fruto Divino que, possivelmente nos trouxe Jesus. Santa Maria, Mãe de Jesus, Filho do Espírito Santo, Rogai a Deus por nós, os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Assim seja!...”
Logo após, muito emocionado e com os olhos cheios de lágrimas, dirigiu-se aos presentes, dizendo: “ – Aqui fica a nossa Saudação pelo dia de hoje em Uberaba. Convido a todos os irmãos, espíritas cristãos, a lembrarmos Nossa Senhora da Abadia, NOSSA MÃE SANTÍSSIMA, trazendo-nos NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, filho de Deus pela graça do Espírito Santo”.
Todos então, ajoelhados e fazendo o sinal da cruz, disseram: “ – Graças a Deus; o Senhor seja bendito. Amem!”
Foi assim que, com a presença de Chico Xavier, teve início aquela reunião pública, onde foi estudado o cap. XV do Evangelho segundo o Espiritismo, onde Allan Kardec diz, claramente: “ Com o dogma – Fora da Igreja não há Salvação – todos os homens lançam anátemas uns contra os outros, perseguem-se mutuamente e vivem como inimigos...” (nº 186 do original e nº 8 da tradução de Guillon Ribeiro da FEB)

O MAUSOLÉU DE CHICO
Aos 92 anos de idade, desencarnou, em Uberaba/MG, no dia 30 de junho de 2002, o médium espírita Francisco Cândido Xavier, após 75 anos de intensa atividade mediúnica com 412 obras psicografadas.
Hoje seus restos mortais repousam num túmulo do Cemitério de S. João Batista de Uberaba, onde, por obra de amigos dedicados e devotos sinceros, se ergueu um imponente mausoléu, no centro do qual foi construída uma estátua de bronze, em que ele aparece com o cotovelo sobre a mesa de escrever e a mão esquerda sobre a testa e a mão direita sobre um papel, em que ele escrevia as mensagens que ia recebendo dos Espíritos.
Um pouco atrás, no canto direito do mausoléu, aparece a imagem imponente de Nossa Senhora da Abadia, a Santa da devoção do Chico.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
Em seu livro “Kardec prossegue”, Adelino da Silveira disse que o Chico era Kardec reencarnado. Chico leu e gostou, tanto assim que presenciou sua amiga “Sylvia, de Araxá/MG com um exemplar autografado por ele.
Anos atrás (1998) a Dra. Marlene Nobre havia declarado pela Folha Espírita, de S. Paulo, que o Chico era a reencarnação de Allan Kardec. Em abril deste ano o Dr. Carlos Baccelli acaba de lançar, em Uberaba, seu último livro “Chico Xavier a Reencarnação de Allan Kardec”, com o que eu NÃO CONCORDO e me pergunto: “Kardec, no séc. XX, ao completar sua missão, não seria mais o “bom senso encarnado”?!
FONTE O FRANCO PALADINO Nr. 32 - Fevereiro de 2006



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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Por que não sou mais espírita?




Esta postagem começa a delinear a caminhada racional que me levou a largar a crendice espírita.

Francisco Amado - 23/09/2011
????Por qual motivo????
É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.
{Adam Smith}

Não psicografou nada até hoje +
.
Um roqueiro famoso morre no auge da fama devido a uma overdose. Ele conta como aconteceu sua passagem para o outro lado. Durante um bom tempo ficou preso na sua sepultura e, depois andou pelos vales do sofrimento até chegar ao equilíbrio.
{Raul Santos Seixas}
.
Outro que também esta na obscuridade
Immanuel Kant foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo dos princípios da era moderna, indiscutivelmente um dos pensadores mais influentes.
Entretanto temos diversos livros de....
.Emmanuel - Pedrinho, Paulinho, Joãozinho e outros tantos que não acrescentam em nada o que já foi revelado pelos grandes pensadores.
.Ok, ok explicação eu sei que tem bastante, mas o que eu busco é justificativas coerentes.
.Allan Kardec desencarnou não psicografou nada.
Depois morre um André Luiz da vida e já psicografa uma serie de livros como se tivesse um conhecimento enciclopédico, fala sobre diversos assuntos, só confunde e não esclarece nada.
.Por qual motivo os gigantes do pensamento não querem se comunicar?
Alguém tem a resposta?

Jorge Murta - 24/09/2011
Francisco, por que estes espiritos nao se comunicam nao sei dizer, mas creio saber, pelo menos imagino o porque dos outros se comunicarem a mancheias. É que os outros por nao terem nada de relevante a falar, falam demais coisas sem importancia.

Lembrando a questao 932 do LE, por que os maus são intrigantes e audaciosos; os bons são tímidos. Estes, quando quiserem, assumirão a preponderância.


Floro Blanka - 25/09/2011
Talvez
Alguns até queiram se comunicar, mas não encontrei um médium bastante esclarecido ou com a afinidade necessária para tal ou simplesmente não sentem que suas manifestações seriam aproveitadas. Vá saber...

Katia Pelli - 26/09/2011
Eu arriscaria dizer uma frase do ESE, pra não atirar pérolas aos porcos... :(

Roberto Mumme - 01/10/2011
Francisco
Creio que a resposta é simples.
O movimento espírita não se importa com coisasssérias, portanto os meios, os grupos mediúnicos ,só estão envolvidos com as fantasias e os iguais.
O Livro dos Médiuns é bastante claro que a influência do meio é tudo.
Abraço

Marcelo . - 02/10/2011
Concordo com o roberto, o movimento espirita ainda nao e serio, a muita coisa a se corrigir

Bryanna V. - 22/11/2011
Que é isso? Allan Kardec deve estar numa esfera bem superior, ele já fez o que tinha que fazer, vocês espíritas querem mais provas? Já leram o livro voltei do irmão Jacob? Já leram Leon Dennis? É isso que dá idolatrar Kardec, toda responsabilidade cai nas costas dele. Mais uma vez eu afirmo existem inúmeros livros editados pela FEB que comprovam a vida após a morte, mas não esqueçam que estamos subindo degraus é sem necessidade ficar voltando atrás! E nós temos que esquecer quem foi isso ou aquilo, porque não importa o que o espírito foi na terra, mas sim o conteúdo do que ele vem trazer.

Bryanna V. - 22/11/2011
O espiritismo combate o orgulho e a vaidade. É lógico que André Luiz não era André Luiz, ele usa o pseudônimo para evitar confusão e vaidade, alguém lembra quando Chico Xavier assinou Humberto de Campos num de seus livros, ele quase foi preso, a família entrou com ação judicial pedindo direitos autorais(dinheiro) pelos livros vendidos.
Estamos no planeta 2 = mundo de provas e expiações, ainda somos atrasados demais para entender certas coisas.
Planeta 1= mundos primitivos
Planeta 3= mundos felizes e assim por diante...

Luiz dos Santos - 22/11/2011
Porquê um Certo Espírito falou que "O Telefone só toca de lá para cá!

"Em nossa opinião, há aí um erro; primeiramente, porquê há sempre ao nosso redor Espíritos, frequentemente, de baixo estágio que não querem coisa melhor do que se comunicarem; em segundo lugar, e mesmo por esta última razão, não se evocando nenhum em particular, é abrir a porta a todos que querem entrar."
(Livro dos Médiuns: Cap. 25 269)


O espiritismo combate o orgulho e a vaidade. É lógico que André Luiz não era André Luiz, ele usa o pseudônimo para evitar confusão e vaidade, alguém lembra quando Chico Xavier assinou Humberto de Campos num de seus livros, ele quase foi preso, a família entrou com ação judicial pedindo direitos autorais(dinheiro) pelos livros vendidos.
Estamos no planeta 2 = mundo de provas e expiações, ainda somos atrasados demais para entender certas coisas.
Planeta 1= mundos primitivos
Planeta 3= mundos felizes e assim por diante..

http://static1.orkut.com/img/smiley/r_shocked.png

Quais são os"e assim por diante" ???

Bryanna V. - 23/11/2011
O 4, 5... somos muito atrasados para saber quantos estágios estão pela frente de nossa iluminação, mas podemos ter a certeza de que um dia chegaremos à perfeição, não seremos Deuses, mas seremos luzes pertencentes a esferas condizentes com o nosso estado, e olha que são muitos.

Que legal ... !!!
http://static2.orkut.com/img/smiley/r_slant.png

Rafael Teixeira - 29/11/2011
Eu achei mesmo bem legal a resposta, ainda mais para esse tipo de pergunta desnecessária, feita só para testar e provocar ela, pura arrogância.

Francisco Amado - 15/01/2012
1º UMA ADVERTENCIA DA MODERAÇÃO.

Rafael ataque a questão não o questionador. Leia as regras da comunidade.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Sim a resposta foi para provocar.
E o que provocou? O rodeio e respostas vazias.
Ex:
"ainda somos atrasados demais para entender certas coisas"

"esse tipo de pergunta desnecessária"
RESPOSTA>

Somos muito atrasados, mas isto não quer dizer que temos que deixar de questionar e pesquisar.

Qual tipo de pergunta é considerado necessário em uma discussão filosófica?
Francisco Amado - 15/01/2012
Bem vamos novamente.
O inglês Roger Bacon (c. 1220-c. 1292) constrói as primeiras lentes de cristal para corrigir distorções da visão.
>Não se pronunciou após a morte.<

O matemático inglês Thomas Harriot (1560 - 1621) e o metalurgista Joachim Ganz montam o primeiro laboratório científico na América.
>Não se pronunciou após a morte.<

O físico inglês Robert Hooke (1635 - 1702) publica os primeiros desenhos de células observadas ao microscópio, disparando as pesquisa sobre as unidades fundamentais da vida.
>Não se pronunciou após a morte.<

O físico alemão Max Planck (1858 - 1947) observa que a radiação emitida por um corpo não sai de forma contínua, mas em pacotes, que ele chamou de quanta.
>Não se pronunciou após a morte.<
Bem vamos unir a estes nomes centenas de dezenas de outras pessoas não menos importantes, para o melhoramento da vida na sociedade.

Seja com seus estudos, seja com alguma invenção que trouxa alguma facilidade para um grupo de pessoas ou uma comunidade inteira.

Francisco Amado - 15/01/2012
Agora vamos retornar nosso senso critico, se é que alguém usa e ou sabe o que é isso, nas diversas obras psicografadas.
O que estas obras acrescentam na vida das pessoas além de mais do mesmo?
Ou seja, seria mais ou menos o seguinte.
O evangelho em forma de romance, a fim de passar uma mensagem religiosa.
Como o espírito aceitou após o desencarne que sua esposa casou com outro.
Como a filha auxiliou o pai que era viciado em álcool
Alguns títulos;
MINHA CRUZ, MUNHA LUZ
RENASCENDO DO ÓDIO
NA SUBLIMAÇÃO DA ALMA
MENTORES DE ANDRÉ LUIZ
AMOR E PERDÃO
Bem vamos pular centenas de dezenas de títulos os quais se você arrancar a capa atirar tudo dentro de um balaio e pegar qualquer um ao esmo, não saberia identificar  quem  é o autor.
Não busco respostas sentimentais e emocionais.
Quero razão.
No aguardo  de respostas em profundidade.

OBS: Só teve uma resposta sincera entre todas
Francisco, por que estes espíritos não se comunicam não sei dizer[Jorge Murta]


Roberto Mumme - 15/01/2012
Francisco
Esperar que os Espíritos se comuniquem para dar solução aos problemas atuais é incoerente, pois as dificuldades que vivemos é para exercício da nossa inteligência ou seja progresso a ser conquistado.

Se deseja que os Espíritos melhores ou superiores se comuniquem evoque-os.Esses não interferem no livre arbítrio, se são chamados comparecem para auxiliar.Para que essas evocações sejam atendidas é necessário que o grupo de médiuns seja sério, que o objetivo da evocação seja sério e direcionado ao aprendizado.

Assim entendendo, com base no Livro dos Médiuns, é a obra que orienta os grupos sérios, que as demais obras tangem a curiosidade e nada de efeito moral, nada que produza modificação moral, então com base no Livro dos Médiuns, perguntas e curiosidades Espíritos que respondem são os iguais.Diz Erasto  Evoque uma pedra e ela te responderá.

Rafael Teixeira - 15/01/2012
Bryanna
Você está confundindo toda a questão. Ninguém está pedindo provas de nada, só se questionando porque verdadeiros intelectuais não psicografam.

No caso de Humberto de Campos, a morte dele ainda era recente, por isso deu briga com os filhos dele. Mas claro que não ia dar problema psicografar um livro de Kant. Isso é só desculpa.

Francisco Amado - 15/01/2012
Roberto
De forma alguma eu espero que os espiritos se comuniquem para resolver os problemas atuais,
O questionamento é porque as psicografias não tem reflexões profundas sobre as dificuldades sociais.
Esta é a questão.
Hora com centenas de dezenas de mediuns que supostamente fazem psicografia não existe um que consiga este contato mais elevado.
Só tem contato com a ralé do espaço?
A maioria dos livros ditos "psicografados" oferecem  mensagens, via de regra, escritas por entes de baixa categoria, medíocres, desclassificados, pseudo-sábios, velhacos e contumaz na velhacaria, orgulhosos, dominadores, não se enquadram na primeira ordem da escala espírita proposta no LE., infelizmente.



Francisco Amado - 15/01/2012
Espiritos que fumam.
Espiritos que comem carne de javali.
Espiritos que tratam gatos em hospitais.
Espiritos que trabalhão como espiões.
Espiritos que tomam banho.
Espiritos que compram casa e servem de pistolão
para seus entes queridos.
Agora vamos fazer uma analógia.
Quando se questiona certas coisas com as pessoas que tem a Biblia como livro sagrado.
Qual a respostas deles?
A mesma que obtemos no meio evangelico espirita.

"Você não tem entendimento para entender as coisas de Deus".

No meu pouco entendimento isto não é resposta, é desculpa de quem tem medo de buscar a verdade.


Roberto Mumme - 15/01/2012
Francisco
Só tem contato com a ralé
do espaço?
O Livro dos Médiuns chama isso de Influência do Meio.Os objetivos fúteis atraem os fúteis.Lembra do:  Evoque uma Pedra e ela te responderá? É isso
A ralé só poderá se comunicar coma  ralé.Isso é lei natural, não há saltos, tudo relativo ao que se é.
No meu pouco entendimentoisto não é resposta, é desculpa de quem tem medo de buscar a verdade.
O problema é que se precisa do desenvolvimento da inteligência .Uma vez que a natureza não dá saltos,necessário ercitar  a inteligência, a razão, Muito difícil onde existe a fé cega,onde tudo se aceia sem o uso da razão.
Abraço

Francisco Amado - 15/01/2012
Sabe aqueles monólogos que temos com nosso grilo falante (consciência)?
A resposta que encontrei chegou neste ponto, que até não deixar de ter razão.
Todavia, como a mente não para, e uma questão acaba levando a outra, neste ponto eu analisei sobre o seguinte viés LIVRO DOS ESPIRITOS
[A humanidade progride por meio dos indivíduos que se aperfeiçoam pouco a pouco e se esclarecem; então, quando eles prevalecem em número, tomam a frente e conduzem os outros] Comentário de AK para a questão 789
Vamos acrescentar aqui a seguinte questão
642 Basta não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar um futuro melhor?
– Não. É preciso fazer o bem no limite de suas forças, porque cada um responderá por todo o mal que resulte do bem que não tiver feito.

E ficamos em uma sinuca, pois se cumpre que aquele que é moralmente mais adianta arrastar, auxiliar os que estão ainda engatinhando, os espíritos de escol deveriam se comunicar de uma maneira ou de outra.
Agora seguindo alinha de complicação e profundidade,
vamos acrescentar missão do homem
Inteligentes na terra descritos no {ESSE}
aquelas palavras se aplicam também aos desencarnados.

Hora mas porque todo este questionamento?
É o seguinte estou trabalhando em uns vídeos para demonstrar, porque a doutrina espírita é inconciliável com o marxismo.
E fazendo uma imersão em alguns livros cheguei à conclusão, que a contribuição intelectual de certos autores ultrapassava em muito, centenas de livros psicografados. 
Pois se eu que não sou nem um exemplo de conduta reta, pois tenho meus defeitos, trabalho compulsivamente a fim de partilhar o pouco que sei, por que cargas d’água, aqueles que servem de exemplo para mim, se abstém deste trabalho?
Assim nasceu a dúvida.



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