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sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Mensagem de fim de ano para os amigos do FACEBOOK

"Há milhões de anos, um homem descobriu como fazer o fogo. Provavelmente se queimou na fogueira, que ensinou seus irmãos a acender. Mas deixou-lhes um presente que eles não haviam concebido e acabou com a escuridão da Terra.
Ao longo dos séculos, houve homens que abriram novos caminhos, armados unicamente com sua própria visão. Grandes criadores, pensadores, artistas, cientistas, inventores. Estiveram sozinhos contra os homens de seu tempo.
Cada pensamento novo foi rechaçado... cada invenção nova, denunciada... mas os homens de visão de futuro seguiram em frente. Lutaram, sofreram e pagaram, mas venceram.
Nenhum criador foi impulsionado pelo desejo de satisfazer seus irmãos. Seus irmãos odiaram o presente que ele oferecia.
Sua verdade era seu único motivo. Seu trabalho era seu único objetivo. Seu trabalho, não aqueles que o usaram. Sua criação, não os benefícios que outros derivaram dela. A criação que dava forma à sua verdade.
Ele sustentava a verdade sobre todas as coisas e contra todos os homens. Ele foi em frente, mesmo que outros não estiveram de acordo com ele... com sua integridade como sua única bandeira. Não serviu a nada e a ninguém.
Viveu para ele mesmo... e somente vivendo para si mesmo foi capaz de conseguir as coisas que são a glória da humanidade. Essa é a natureza da realização.
O homem não pode sobreviver, exceto através de sua mente. Ele vem à Terra desarmado. Seu cérebro é sua única arma, mas a mente é um atributo do indivíduo.
Não existe cérebro coletivo. O homem que pensa, deve pensar e agir por si mesmo.
A mente racional não pode trabalhar sob nenhuma forma de coação. Não pode ser subordinada às necessidades, opiniões, ou desejos de outros. Não é um objeto de sacrifício.
O criador se mantém firme em seu próprio julgamento. O parasita segue as opiniões dos outros.
O criador pensa. O parasita copia.
O criador produz, o parasita saqueia.
O interesse do criador é a conquista da natureza. O interesse do parasita é a conquista dos outros homens.
O criador requer a independência. Ele não serve, nem governa. Ele trata com homens pela troca livre e pela escolha voluntária. O parasita procura o poder. O parasita quer prender todos os homens juntos, numa ação comum... e numa escravidão comum.
Ele clama que o homem é somente uma ferramenta para o uso de outros... que deve pensar como eles pensam, e agir como eles agem... vivendo na abnegação, na triste servidão a qualquer um, exceto a si mesmo.
Olhem a história.
Tudo o que temos, cada grande realização... veio do trabalho independente de alguma mente independente.
Cada horror e destruição... veio de tentativas de converter homens em rebanhos sem cérebros, robôs sem almas. Sem direitos pessoais, sem ambição pessoal, sem vontade, esperança ou dignidade.
É um conflito antigo. Tem um outro nome. O indivídual contra o coletivo.
Nosso país, o país mais nobre na história dos homens... foi baseado no princípio do individualismo.
O princípio dos direitos alienáveis do homem.
Um país onde um homem era livre para buscar sua própria felicidade. Para ganhar e produzir, não render-se e não renunciar. Para prosperar, para não morrer de fome. Para conseguir, para não perecer.
Para ter como sua maior possessão, o sentido de valor pessoal... e como sua maior virtude, o seu auto-respeito.
Olhem os resultados. Isto que os coletivistas estão agora pedindo que vocês destruam... tanto quanto da Terra foi destruído.
Eu sou um arquiteto. Eu sei que se constroi a partir das bases.
Estamos nos aproximando de um mundo no qual eu não posso me permitir viver.
Minhas idéias são minha propriedade. Foram retiradas de mim pela força, pela ruptura de contrato. Nenhum recurso me foi deixado.
Acreditaram que meu trabalho pertencia a outros, para fazer o que quiserem, que tinham direito sobre mim, sem o meu consentimento... que era meu dever servir-lhes, sem alternativa ou recompensa.
Agora vocês sabem porque eu dinamitei Cortlandt. Eu projetei Cortlandt... eu o fiz possível... eu o destrui.
Eu concordei projetá-lo, com a finalidade de vê-lo construído como eu desejei. Esse foi o preço que eu coloquei em meu trabalho. Eu não fui pago.
Meu edifício foi desfigurado pelos que se beneficiaram com o meu trabalho e não me deram nada em troca.
Eu vim aqui dizer que eu não reconheço... o direito de ninguém a um minuto de minha vida. Nem a qualquer parte de minha energia, nem a alguma de minhas realizações. Não importa quem faça a reivindicação.
Tem que ser dito. O mundo está perecendo em uma orgia de auto-sacrifício.
Eu vim aqui para ser ouvido... em nome de cada homem independente que há ainda no mundo.
Eu quis estabelecer meus termos. Eu não quero trabalhar ou viver como alguns outros.
Meus termos são o direito do homem de existir por suas próprias razões."
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Espiritismo Com Profundidade.

Apresentamos o artigo abaixo na comunidade do Orkut Espiritismo Com Profundidade link aqui {http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=102440724}
O artigo foi apresentado para o grupo fazer uma analise critica das informações que o artigo propaga quem fez analise foi Rafael Teixeira.
Espiritificar, de Richard Simonetti
1 – Nota-se atualmente, no movimento espírita, a formação de grupos centralizados na orientação de determinados médiuns. É um progresso?
É um desvio, com a perigosa possibilidade de protestantizarmos o Espiritismo, com a formação de múltiplas igrejas, cujos fiéis gravitam em torno de revelações produzidas por médiuns que assumem a postura de oficiantes.
Analise- Acho uma postura normal do ser humano a de centralizar e organizar em grupos menores seguindo determinados líderes. O grande problema é que isso é causado no ME (Movimento Espírita) porque as pessoas idolatram os médiuns e os adoram como santos ou algo especial, e os seguem cegamente. Isso é algo terrível que foge totalmente a uma fé raciocinada.
2 – Considerando o dinamismo da Doutrina Espírita, sempre avançando nos domínios do conhecimento, particularmente em relação ao intercâmbio com o Além, não é natural que assim aconteça?
Desvios não obedecem à lógica de nenhuma doutrina. Longe de representarem uma contribuição ao debate das ideias espíritas, esses movimentos pecam pela base quando se afastam de elementares noções sistematizadas por Allan Kardec.
Analise- "Desvios não obedecem à lógica de nenhuma doutrina. Longe de representarem uma contribuição ao debate das ideias espíritas, esses movimentos pecam pela base quando se afastam de elementares noções sistematizadas por Allan Kardec."
Aqui eu discordo totalmente. Todo desvio obedece a uma lógica que pode ser estudada e entendida. Além disso, não entendo qual o pecado de se afastar das "noções elementares" de Kardec. Com essa postura estaremos sendo dogmáticos e desobedecendo a própria visão progressista de Kardec. O espiritismo também tem que se atualizar. Já se passaram 150 anos e a ciência e a filosofia já desacreditaram muitas "noções elementares" de Kardec.
3 – Agindo com excessiva obediência às obras da Codificação, não estaremos cultivando indevida dogmatização?
Obviamente o bom senso nos diz que não devemos catolicizar o Espiritismo, caindo na dogmatização. Isso não acontecerá se considerarmos que o único dogma a ser sustentado é o da razão. Imperioso passar por seu crivo as ideias que surgem, a ver se são coerentes e obedecem à lógica doutrinária.
Analise- "Isso não acontecerá se considerarmos que o único dogma a ser sustentado é o da razão. Imperioso passar por seu crivo as ideias que surgem, a ver se são coerentes e obedecem à lógica doutrinária."
Aqui ficou contraditório. O único dogma é a razão ou a codificação. Se o único dogma é a razão porque a necessidade de se coerente com a doutrina anterior?
4 – Quando foi lançado o livro Nosso Lar, com a ampla visão das realidades espirituais, houve resistência dos intelectuais espíritas, sob alegação de que se tratava de uma fantasia. Não estará acontecendo o mesmo com as ideias novas que estão surgindo sobre o Além?
É preciso considerar que a obra de André Luiz passou pelo crivo da razão e é hoje reconhecida, quase unanimemente, como uma complementação da Codificação, o que não ocorre com supostas revelações na atualidade, distanciadas de um consenso, admitidas por minorias que gravitam em torno dos médiuns que as produzem.
Analise- Apesar de ser um pouco precipitado falar que Nosso Lar passou no crivo da razão, acho que concordo com essa parte no geral.
5 – O que pode ser feito para evitar uma protestantização, sem cair numa catolicização?
Em primeiro lugar, que busquemos espiritificar nossa ação, isto é, torná-la legitimamente espírita, com o estudo sistemático das obras da Codificação. Precisamos aprender a raciocinar como profitentes esclarecidos, capazes de manter a disponibilidade para admitir progressos na conceituação doutrinária, mas sem espaço para a fantasia.
Analise- O que pode ser feito para evitar uma protestantização, sem cair numa catolicização?
Em primeiro lugar, que busquemos espiritificar
Isso aqui ficou totalmente sem sentido. Coloca um sentido pejorativo na adjetivação do protestantismo e catolicismo, e afirma adjetivação do espiritismo. Ou seja, o espiritismo tem que ser espiritismo. Não é óbvio?
Ao mesmo tempo me parece preconceituoso, pois parece incentivar o afastamento aversão a outras religiões, que não deve ser a meta do espiritismo e vai contra a crescente inclinação ao ecumenismo e união entre as religiões.
6 – Em segundo…
Cerremos fileiras em torno dos órgãos de unificação, para que possamos debater as ideias e contribuir em favor de uma uniformidade do pensamento espírita, sem cair na uniformização. Não é necessário nem admissível que sejamos absolutamente iguais nas atividades espíritas, mas é fundamental que não sejamos desiguais na apreciação de novidades. Juntos será mais fácil guardar coerência com a verdade.
Analise- Qual o problema em ser desigual ao aceitar novidades? Qual o problema da diversidade, de cada um pensar diferente? Temos que ser todos cordeirinhos obedecendo lideres sem pensar?
7 – O que dizer de médiuns que se recusam a participar do movimento de unificação, sob alegação de que não querem ter a sua liberdade cerceada?
Estamos diante de mera desculpa de quem deseja dar asas à imaginação, sem sofrer questionamentos. O movimento de unificação não tem por objetivo cercear a liberdade de ninguém, mas evitar que, isolados, os médiuns percam o contato com a realidade.
Analise- Cada caso é um caso, mas muitas vezes o médium pode perceber que não tem nenhum órgão unificador descente para ser seguido, e não quer se juntar aos equívocos dos existentes, joguinho de orgulho, briga por posições.
8 – O que dizer do fato de que Chico Xavier não participava do movimento de unificação?
Ninguém colaborou mais com a unificação do que ele. Seus livros mais importantes foram editados pela Federação Espírita Brasileira, que lidera o movimento federativo. As mensagens mais incisivas de Bezerra de Menezes sobre o assunto vieram por seu intermédio, e sempre manteve estreito contato com dirigentes do movimento de unificação, a nível local, estadual e federal. Oportuno lembrar a recomendação que Emmanuel lhe fazia: se um dia você tiver que decidir entre Kardec ou eu, fique com Kardec. Se o médium não observa essa recomendação, tenderá a ficar com a fantasia, sob inspiração de supostos guias
Analise- "O que dizer do fato de que Chico Xavier não participava do movimento de unificação?"
E? O João da padaria também não participa. Nem a Maria benzedeira. O que o Chico tem de especial que teríamos que tomar ele como exemplo? Só a pergunta já denota idolatria.















