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sábado, 20 de agosto de 2011

Corrupção o que o espirita deve fazer?

Conferência de Setembro aborda a Corrupção “Corrupção como combatê-la? A contribuição espírita”. Este é o tema da palestra mensal do Centro Cultural Espírita de Porto Alegre (Rua Botafogo, 678, Menino Deus, Porto Alegre), na primeira segunda-feira de setembro (dia 5, às 20h30min). O palestrante...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Respostas Consoladoras ou Enganadoras?




Respostas Consoladoras ou Enganadoras?

“Duro é este discurso: quem o pode ouvir?”- João, 6:60

Allan Kardec foi o codificador da doutrina espírita e não o fundador de uma nova religião pois, assim como Jesus a intenção de Kardec não foi a de fundar uma nova religião e isto ele deixa bem claro em seu discurso onde afirma:
Por que, pois, declaramos que o Espiritismo não é uma religião?

Pela razão de que não há senão uma palavra para expressar duas idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; que ela desperta exclusivamente uma idéia de forma, e que o Espiritismo não a tem.

O Espiritismo, não tendo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não se poderia, nem deveria se ornar de um título sobre o valor do qual, inevitavelmente, seria desprezado; eis porque ele se diz simplesmente: doutrina filosófica e moral. (1° de novembro de 1868) DISCURSO DE ABERTURA PELO SR. ALLAN KARDEC Revista Espirita

A doutrina Espírita não veio criar igrejas, templos suntuosos e tribunas luxuosas com pregadores enfatuados. Não precisa de rituais, não dispensa bênçãos, não promete Lugar celeste a ninguém.

Sua única missão é esclarecer, orientar, indicar o caminho da autenticidade humana e da verdade espiritual do homem.

Mas, mesmo assim temos os espíritas evangélicos que quando encontra aquelas pessoas que perderam seus entes queridos ou estão desesperadas por alguma situação adversa da vida procuram respostas.

E qual resposta dar, a verdade, ou a resposta conveniente?

A promessa evangélica do Consolador se cumpre na Doutrina Espírita de maneira positiva e não através de cantigas de ninar, de palavrório anestesiante.

Portanto temos duas resposta, a verdadeira e a conveniente, a verdadeira é aquela que coloca o individuo diante de si mesmo e afirma que o Espiritismo não é uma Doutrina de passividade contemplativa. Sua finalidade, como os Espíritos Superiores disseram a Kardec, é revolucionar o mundo inteiro, modificado-o para melhor.

E temos aquela resposta conveniente, evangélica religiosa que diz, mentalize seu mentor, Jesus te ama, a Legião de Maria irá te salvar, tome um passe beba mais água fluidifica tenha fé.

Todavia o consolo que o Espiritismo nos dá não é a proteção fictícia da fé cega, dos sacramentos vazios de sentido, do socorro espiritual egoísta, em forma de privilégios injustificáveis, do paternalismo dos sacerdotes profissionais, dos agrados interesseiros de médiuns venais.

A responsabilidade espírita é individual, cada qual responde por si mesmo e não pode prender-se a supostos mestres espirituais é o despertar da consciência na experiência é o seu caminho único de progresso. Ele não confia em palavras, mas nos fatos.
Não busca a ilusão de uma salvação confessional, mas aprofunda-se no conhecimento doutrinário para saber por si mesmo onde pisa e para onde vai.
A doutrina espírita não veio para dar respostas fáceis e nem confortáveis.

No Espiritismo não há rebanhos nem pastores: há trabalho a fazer, afinidades a estabelecer entre companheiros em pé de igualdade, toda uma batalha a vencer, há os pesados resíduos teológicos, supersticiosos e obscurantistas que esmagam a ingenuidade das massas.
Estamos no fim do mundo da trapaça, dos malabarismos impressionantes, das sugestões hipnóticas, da falsa importância e do falso poder dos se dize ministros de Deus ou gurus e yoguis detentores de poderes sobrenaturais.

Somos a causa das circunstancias de nossa vida e muitos não gostam de ouvir isso.

As pessoas não buscam a verdade o que as pessoas buscam e fugir de suas responsabilidades, e por isso temos hoje uma literatura mediúnica eivada de mistificação onde para todos os lados se apontam o dedo dos agentes das trevas.

Tal quais os evangélicos que em tudo vêem o dedo do demônio.

E é por isso que esta literatura faz sucesso, pois, se achou ali um bode expiatório para as mazelas humanas.

Mas, o tempo das figurações simbólicas, já passou para a Humanidade Terrena, como a dos Contos da Carochinha já passou para as crianças de hoje. Elas mesmas, as crianças, exigem a verdade das coisas naturais em substituição às fantasias imaginosas do passado.

A própria dureza do mundo atual, com suas atrocidades, sua ganância, sua criminalidade aviltante, mostra-nos que o tempo dos Contos da Carochinha já passou, que a Humanidade entrou na fase da madureza e tem de aprender a enfrentar os seus problemas por si mesma.

Portanto o consolo espírita se da através do conhecimento da razão e das finalidades da vida porquê só o conhecimento real, o encontro com a verdade pode dar ao espírito a consolação necessária.
A Doutrina Espírita é o despertar dos homens para a verdade de que todos sempre fugiram, no jogo dos mitos e das suas encenações teatrais.

A graça, como explicou Kardec, não é um privilegio concedido gratuitamente a alguém, em detrimento de outros. E sim a força que Deus concede ao homem de boa vontade para vencer as suas imperfeições.

No espiritismo não existe receita de bolo.
Os poderes do homem não são sobrenaturais, estão nele mesmo, no seu íntimo, e o fazem superar o comum, transcender a condição geral através do desenvolvimento natural de suas potencialidades morais e intelectuais-afetivas, volitivas e cognitivas.

Fora disso, não há títulos nem fórmulas sacramentais, nem rezas especiais, nem símbolos religiosos que possam livrar uma criatura perturbada dos espíritos inferiores que a assediam.
Fora disso, não há títulos nem fórmulas sacramentais, nem passes especiais, nem água fluidifica que possam livrar uma criatura dos problemas criados por ela mesma e que é de sua responsabilidade resolver

Fora disso, tudo são baleias de um passado agonizante e ridículo.
Mas como afirmou o apostolo João: “Duro é este discurso: quem o pode ouvir?”

Francisco Amado



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Documentário de DE ARISTÓTELES A HAWKING 3 e 4

Escrito, dirigido e apresentado pelo documentarista grego Paul Pissanos, DE ARISTÓTELES A HAWKING busca respostas na análise das teorias de filósofos clássicos, incluindo Pitágoras, Protágoras, Platão, Sócrates, Anaxágoras, Aristóteles e Plotino, sobre o “início do mundo”.Documentário de DE ARISTÓTELES...

domingo, 14 de agosto de 2011

Porque creio que Chico não foi Kardec!

Porque creio que Chico não foi Kardec! Chico Xavier não é Kardec! por Dora Incontri Não é objetivo deste artigo atacar quem quer que seja, por manifestar opinião contrária à que vou expor. Mas há questões que devem ser tratadas com cuidado para não se tornarem elemento de confusão. A...

A História do Café da Manhã