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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Legitima Defesa versus Desarmamento




Legitima Defesa versus Desarmamento

O economista da Universidade de Chicago, Gary Becker, afirma em sua obra Crime e castigo: uma abordagem econômica que a ação do criminoso é precedida de uma avaliação de risco na relação custo/benefício.

Para Becker o criminoso age quando conclui que o benefício de sua ação será maior que o risco que terá que correr. O criminoso poderá sair ileso ou, se for preso, o preço pago à sociedade não será tão alto.
Nestas avaliações, percebe-se que a presença de uma arma de fogo com a vítima em potencial aumenta substancialmente o risco do empreendimento e torna-se um fator inibidor do crime.

Com base na tese de Becker é possível entender as razões que levam o crime organizado a priorizar determinadas modalidades de delitos e deixar de lado outras cujo risco é elevado frente aos benefícios que geram.

Agora o que informa a Mídia em geral e os indicadores.
O medo que tomou conta de muitos paulistanos encontra justificativa na onda de arrastões que se espalha pela cidade.

Condomínios e residências tornaram-se alvo fácil para a ação dos bandidos. Entre a tarde da última quarta-feira (22) e a madrugada desta sexta-feira, três arrastões foram registrados na cidade.

Um restaurante e um edifício residencial no Itaim Bibi e uma lanchonete nos Jardins – ambos bairros nobres – sofreram arrastões. Para que a semana não ficasse incompleta, uma loja na tradicional Rua Augusta, também nos Jardins, foi palco de tentativa de assalto que terminou com uma pessoa esfaqueada. Em todos os casos, bases da polícia ou delegacias estavam próximas do local de ação dos bandidos.
FONTE: ucho.info

Isto significa o seguinte, os marginais já se deram conta disso, e avaliado o custo/beneficio eles entenderam que foi eliminada a possibilidade de encontrar uma reação armada.
Então a bandidagem vai deitar e rolar sem risco algum.



Direito feminino de matar. ABORTO




Estive na Audiência Pública que ocorreu em São Paulo para discussão das mudanças no Código Penal com relação aos Crimes Contra a Vida. Minha motivação foram as mudanças propostas sobre a penalização do aborto. Gostaria, aqui, de contar o que vi.

Vi desprezo pela verdadeira democracia, em uma evidente manipulação para que os movimentos pró-aborto dominassem a sessão. Afinal, quais seriam as chances estatísticas de todos, eu disse TODOS, os grupos feministas e abortistas terem se inscrito primeiro do que os outros grupos, como me foi alegado? Chances maiores são de que, ou foram avisados antes de todos sobre a audiência, ou eles mesmos se mexeram para que tal audiência acontecesse.

Vi, portanto, o triste espetáculo da velha ladainha sobre liberdade feminina. Não que as feministas não possam se superar. Houve indignação porque a mulher grávida é chamada de gestante. Uma mulher, com aparência claramente indígena, incluía-se no grupo “pobres e negras” e reclamava do preconceito. Teve mulher estrangeira dando pitaco na legislação. Houve proposta de criminalizar o preconceito contra as mulheres que abortam (trocando em miúdos: coloquem quem for contra o aborto na prisão). Teve até defesa do infanticídio, e tudo isso temperado pela tão famigerada comparação: se não podemos abortar, então não comamos ovo, que estamos a matar o filho da galinha!

Foram horas de insanidade até que a primeira voz se pronunciasse contra o aborto, já com o plenário completamente esvaziado. Aí sim, ainda que vindos de poucas bocas, argumentos bem fundamentados começaram a surgir. O primeiro a falar foi o historiador e jornalista Hermes Rodrigues Nery, o primeiro também a (finalmente) citar um detalhezinho esquecido pelas feministas: o feto. Nery presenteou o ministro Dipp, moderador da mesa, com um modelo em tamanho real de um feto de 12 semanas. A indignação abortista foi geral: chegaram a dizer, com o ódio típico de quem despreza a vida, que se era para sair por aí distribuindo “fetinhos”, elas teriam levado fotos de mulheres ensaguentadas por decorrência do aborto. Sim, foi esse o nível da “discussão”.

O deputado Paes de Lira, apresentado por Dipp simplesmente como “ex-coronel”, e cuja fala aguardei ansiosamente, disse a maior verdade de todas: aquela mulherada gosta mesmo é de ditadura. Também falou um advogado em defesa da vida, indo contra todos os outros ditos advogados e médicos que defenderam, em nome da bioética e do direito, que feto não é gente.

Somente no fim da tarde tive minha chance de falar, ou de, pelo menos, tentar. Assim que me levantei, ouvi “essa aí deve ser pastora”, porque, para essa corja, ter religião é xingamento. Fui a PRIMEIRA mulher, em horas de falatório, a defender a vida. Não só a vida, como também o direito da mulher de obter informações sobre as graves sequelas do aborto. Isso despertou a ira do grupo, que se levantou e, como uma torcida organizada de futebol, vociferou em minha direção. O moderador foi obrigado a intervir para que eu pudesse continuar. Apresentei dados de estudos sérios sobre a relação do aborto e do câncer de mama, dos nascimentos prematuros e do aumento de doenças psicológicas e de suicídio entre mulheres que abortam. Aliás, os defensores da vida foram os únicos a citarem as fontes de todos os dados que apresentaram, diferentemente das feministas, que jogaram na nossa cara números fictícios a tarde inteira.

Além de mim, somente outra mulher esteve lá para defender a vida, e num depoimento emocionado e bonito, disse que a filha de 3 anos, ao olhar a imagem de um feto, já sabe dizer o que ele é: um bebê. Também me surpreendeu um rapaz bastante jovem que, numa fala muito bem estudada, citou até Aristóteles. Vê-se bem que o tipo de discurso pró-vida é muito superior àquele que nos incita à dieta sem ovo.

Mas é preciso falar, também, do que não vi. Alguém pode me dizer onde estavam os movimentos de defesa da vida? Também os representantes religiosos, onde se esconderam? Especialmente os católicos, num ano em que o tema da Campanha da Fraternidade é a saúde pública! NENHUM esteve presente na audiência. O que justifica essa ausência maciça? Se foi uma estratégia, peço que seja mudada! Incomoda-me ver que o mal sempre é mais organizado e articulado que o bem. Incomoda-me ver que os poucos defensores da vida presentes estavam decepcionados pela falta de liderança. Incomoda-me parecer que as mulheres brasileiras são representadas por aquela corja, aquela falsa maioria que certamente será noticiada na imprensa como sendo a grande defensora dos direitos da mulher.

Por isso mesmo fiz questão de estar lá, para provar que elas NÃO me representam. E tenho certeza, não representam a verdadeira sociedade brasileira. Foi um tapa na minha cara ver que poucos fizeram o mesmo. Mas também foi um tapa na cara das feministas ver que, lá mesmo, esses poucos começaram a se unir.

Lorena Leandro
25/02/2012



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A moda agora é avacalhar a policia





Primeiro foi Rita Lee em Aracaju
Enfurecida com o modo como a polícia estava tratando o público, a cantora xingou os policiais de "cachorros" e "filhas da puta" e ainda pediu um "baseado" (cigarro de maconha) para a plateia.


Depois o cantor e compositor Carlinhos Brown não gostou do clima de briga perto de seu Camarote Andante na noite desta segunda-feira (20), no Circuito Barra-Ondina e pediu reforço policial.

FONTE: Carlinhos Brown chama policial de imbecil


Daniela Mercury critica Polícia Militar no Carnaval de Salvador
Têm que ser éticos, honestos, ocuparem os espaços de vocês, não ficarem inventando cargos fantasmas, roubando o país.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

A heterofobia, o preconceito contra os heteros.



A heterofobia, o preconceito contra os heteros.


o prefixo Homo, que vêm do grego, significa "igual", por isso temos palavras homônimas (com mesma grafia e pronúncia), homogêneo (mesma natureza). No caso, homossexual significaria aquela pessoa que sente atração pelo mesmo sexo.

Observada esta expressão, lato sensu, ter-se-ia: medo do homem, já pelo lado que considera "homo" como "igual", "do mesmo gênero", teríamos: medo do igual ou medo daquillo que é do mesmo gênero. Isto, porque "fobia" designa "medo", "receio" em qualquer dos casos.

A homofobia tem sido utilizada como termo sinônimo de "homofagia", distocendo, dessa maneira, sua verdadeira definição.
Já fiz um artigo sobre porque a homofobia não existe, junte-se a esta questão acima e tire suas conclussões.




*Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:
Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.
*As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

*Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:
Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.
*Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.



domingo, 19 de fevereiro de 2012

O que é e o que não é Espiritismo



O que é e o que não é Espiritismo



Eu já sei "a verdade", pra que perder tempo com "a mentira"?



Foi um pensamento como este que estagnou o pensamento filosófico e científico por quase mil anos na história da humanidade. E é assim que muito espírita ainda pensa.
A Idade Média, subjugada à tutoria da Igreja Católica, foi um período em que o pensamento filosófico foi escravizado. Sim, a Filosofia se tornou literalmente "serva da Teologia", e tinha como única função esclarecer a fé.

Apesar de empreender um aprofundamento nos estudos de pensadores como Aristóteles, este período não trouxe avanços significativos. Isso se deu porque "a verdade" já havia sido encontrada.
Sim, ela estava logo ali, revelada na Bíblia. Ora, se o homem então já estava de posse da verdade, que lhe foi revelada diretamente do céu, por que perder tempo filosofando?

Repetindo o passado a grande maioria de pessoas que chegam à doutrina vem de leituras de romances mediúnicos e para estes ali esta a verdade, portanto para estes é Kardec que tem que se submeter ao que revela o espírito X e não ao contrário.

São os modernizadores que questionam porque deveríamos ficar estagnados as revelações de mais de 150 anos atrás, e pensam estar refutando Kardec, sem terem lido, estudado, analisado e esmiuçado o LM, LE, O Que é o Espiritismo a Revista Espírita entre outros.

Ou seja, porque perder tempo filosofando se eu já sei a verdade? Para estes o fato de fulano ou cicrano, o médium x ou y já terem refutado esta visão é suficiente.

Mas estes argumentos cometem à boa e velha falácia ad verecundiam, isso é, o "apelo à autoridadde." Ou seja, acredita-se em uma determinada posição não por causa de sua correspondência à realidade ou pela força de suas premissas que levam a uma conclusão lógica inevitável, mas por causa de uma autoridade qualquer que diz que deve ser de tal e tal modo.
Foi por argumentos assim que por tanto tempo a humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, e não o contrário. As "autoridades" diziam isso, apesar de pensadores da corrente "não-oficial" já terem descoberto o contrário.

Acredita-se às vezes que determinado pensador foi "refutado" simplesmente porque existem críticas à sua obra.
Mas como saber se as críticas são procedentes se eu não conheço o pensamento criticado?

Como saber se o crítico está expondo corretamente o pensamento do seu opositor?
A metodologia esta explicita em implícita na obra de Kardec.

4. As contradições, mesmo aparentes, podem lançar dúvidas na mente de certas pessoas. De que método pode servir-nos para conhecer a verdade?
— Para discernir o erro da verdade é necessário aprofundar no entendimento dessas respostas, meditando-as demorada e seriamente. É um verdadeiro estudo que se tem de fazer. Precisa-se de tempo para isso, como para todos os estudos.
Estudai, comparai, aprofundai-vos nas questões. Temos dito incessantemente: o conhecimento da verdade tem esse preço. Como quereis chegar à verdade interpretando tudo segundo as vossas idéias estreitas, que considerais grandes idéias? Mas não vem longe o dia em que o ensino dos Espíritos será um só para todos nos detalhes como nas linhas mestras.
Sua missão é a de destruir o erro, mas isso só se consegue gradativamente.
(O Livro dos Médiuns / Cap. 27 – CONTRADIÇÕES E MISTIFICAÇÕES)

"Há polêmica e polêmica; e há uma diante da qual não recuaremos jamais, que é a discussão séria dos princípios que professamos."
(Allan Kardec, Revista Espírita - Nov/1858)

"É urgente que vos ponhais em guarda contra TODAS as publicações de origem suspeita, que parecem, ou vão parecer contrárias a todas as que não tiverem uma atitude franca e clara, e tende como certo que muitas são elaboradas nos campos inimigos do mundo visível ou no invisível, visando a lançar entre vós os fachos da discórdia.

Cabe-vos não vos deixar apanhar. “Tendes todos os elementos necessários para apreciá-las”.
(Espírito Erasto, Revista Espírita, 1863, dezembro.)





terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Aborto e a hipocrisia







FECUNDAÇÃO

Espermatozóides tentam penetrar no óvulo. Quando um deles vence a disputa, ainda são necessárias 24 horas até que as duas estruturas se fundam num único zigoto.

40 HORAS

Depois da fecundação, o número de células do zigoto dobra a cada 20 horas.

14 DIAS

O embrião chega à parede do útero. A menstruação pára e a mãe começa a suspeitar que está grávida.

4ª SEMANA

Uma versão rudimentar do que um dia será o coração começa a bater. O embrião mede cerca de 4 milímetros, o tamanho de um feijão.

6ª SEMANA

A aparência humana se define com o aparecimento dos primeiros órgãos. Já é possível reconhecer onde estão coração, cérebro, braços e pernas. O tamanho chega a 1 centímetro.

10ª SEMANA

O feto apresenta ondas cerebrais, podendo responder a estímulos, e ganha unhas. O fígado começa a liberar a bílis. Para muitos cientistas, neste estágio ele já é capaz de sentir dor.

17ª SEMANA

A mãe começa a sentir movimentos do feto, que já tem músculos e ossos. Nas próximas 3 semanas ele passará de 8,5 para 15 centímetros de tamanho.

5 MESES

O pulmão está pronto – é a última estrutura vital a se desenvolver. A partir daqui, o feto tem chances de sobreviver fora do útero.

Fonte: José Roberto Goldim (Ufrgs)




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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

André Luiz e suas fantasias





• "Mas nunca será demasiado repetir: não aceiteis nada cegamente. Que cada fato seja submetido a um exame minucioso, aprofundado e severo.”
(O Livro dos Médiuns – Kardec – item 98)

• "Há polêmica e polêmica; e há uma diante da qual não recuaremos jamais, que é a discussão séria dos princípios que professamos."
(Allan Kardec, Revista Espírita - Nov/1858)

• “(...) Todas precauções são poucas para evitar as publicações lamentáveis. Em tais casos, mais vale pecar por excesso de prudência, no interesse da causa”.
(Allan Kardec, Revista Espírita, 1863, maio)

• “Inferimos que a proporção deve ser mais ou menos geral. Por aí pode julgar-se da necessidade de não publicar inconsideradamente tudo quanto vem dos Espíritos, se quiser atingir o objetivo a que nos propomos, tanto do ponto de vista material quanto do efeito moral e da opinião que os indiferentes possam fazer do Espiritismo”.
(Allan Kardec, Revista Espírita, 1863, maio.)

• "É urgente que vos ponhais em guarda contra TODAS as publicações de origem suspeita, que parecem, ou vão parecer contrárias a todas as que não tiverem uma atitude franca e clara, e tende como certo que muitas são elaboradas nos campos inimigos do mundo visível ou no invisível, visando a lançar entre vós os fachos da discórdia. Cabe-vos não vos deixar apanhar. Tendes todos os elementos necessários para as apreciar".
(Espírito Erasto, Revista Espírita, 1863, dezembro.)










quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

As Margens do Oceano Cósmico


Cosmos - Episódio 01: As Margens do Oceano Cósmico

O 1° capítulo da série Cosmos. Partindo dos limites do grande oceano espacial, Carl Sagan embarca numa imensa viagem cósmica que começa a 8 bilhões de anos-luz da Terra. A bordo da nave espacial da sua imaginação, ele transporta-nos às maravilhas do Cosmos: quasares, galáxias em espiral, nebulosas, supernovas e pulsares. Deslizamos então para lá de Plutão, dos anéis de Urano, do majestoso sistema de saturno, e da luminosidade do lado noturno de Júpiter.

Penetrando nas nuvens da Terra, encontramo-nos no Egito, onde Eratóstenes pela primeira vez mediu a Terra.

O Dr. Sagan mostra-nos como isso foi feito. A Biblioteca de Alexandria, berço da aprendizagem da Antiguidade, ressuscita em toda a sua glória - para ilustrar a fragilidade do conhecimento. É então que, para nos fazer compreender a enormidade do tempo que passou desde o Big bang até hoje, Sagan nos apresenta o "Calendário Cósmico".



Uma Voz na Sinfonia Cósmica - Parte 2



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A História do Café da Manhã