1º Procurai, na palavra, a sobriedade e a concisão; poucas palavras, muitas coisas. (Revista Espírita 1862)
2º A doutrina espírita em vez de dizer: “Creia em primeiro lugar e se puder compreenda em seguida”, ele diz: “Compreenda em primeiro lugar, e creia em seguida se você quiser. (Revista Espírita 1867)
3º “Saibam, pois que tomamos toda opinião exprimida por um Espírito por uma opinião individual; que não a aceitamos senão depois de havê-la submetido ao controle da lógica e dos meios de investigação que a própria ciência Espírita nos forneceu.” (Revista Espírita 1859)
4º Eu não aceito jamais nada sem exame e sem controle; não adoto uma idéia a não ser que ela me pareça racional, lógica, se está de acordo com os fatos e as observações, se nada de sério a vem contradizer. (Revista Espírita 1859)
5º Em resumo, é um grave erro o se crer obrigado a publicar tudo que dizem os Espíritos, porque se os há bons e iluminados, os há maus e ignorantes; é importante fazer uma escolha muito rigorosa de suas comunicações e de descartar tudo que é inútil, insignificante, falso ou de natureza a produzir uma má impressão. (Revista Espírita 1863)
6º A linguagem dos Espíritos é, portanto, o verdadeiro critério pelo qual podemos julgá-los; sendo a linguagem a expressão do pensamento, tem sempre um reflexo das qualidades boas ou más do indivíduo. Não é sempre pela linguagem que nós julgamos os homens que não conhecemos?
Nossa sociedade segue princípios materialistas e relativistas, e vem defender o aborto e influenciar as massas que isto não pode ser considerado crime colocado esta mesma sociedade rumo a barbárie. Há vinte e quatro séculos (470 AC), o imortal Sócrates viu inscrita na fachada do templo de Delfos esta profunda sentença: "Conhece-te a ti mesmo", que tomou como fundamento de sua filosofia. Transcorreram os séculos sem que a humanidade, absorvida pelos interesses da vida material, se preocupasse com aquela afirmação. Conhecer-se a si mesmo: saber o que somos, de onde viemos e para onde vamos! Eis aí o problema, o formidável problema, que inclui o princípio da verdadeira sabedoria.
Uma sociedade que respira materialismo dia e noite não esta preocupado com assuntos filosóficos e abstratos a questão é o aqui e o agora, e por isso explodem os dramas e dores, por todos os lados, pois basta erguermos o véu do corre, corre do dia a dia e vamos surpreender esta sociedade vivendo, um mal estar profundo.
Tudo porque esta mesma sociedade desconhece que, sábios de grande renome, mestres em todas as ciências, pensadores profundos, robustas mentalidades que se têm destacado em todos os ramos do saber humano, abraçaram o estudo do Espiritismo e depois de largas e pacientes investigações, de contínuas experiências e de terem acumulado enorme caudal de fatos, que formam hoje um mosaico variado de suas manifestações e detalhes como sólido na base do conjunto, capaz de resistir aos embates da crítica mais minuciosa e exigente, provaram, positivamente, que a alma é uma entidade substancial, que pode atuar dentro e fora do organismo e, em circunstâncias determinadas e condições psíquicas especiais, ver sem olhos e ouvir sem ouvidos, não por uma hiperestesia do sentido da visão ou da audição, mas por um sentido interior, psíquico, mental; que pode, enfim ter pressentimentos e visões telepáticas verídicas, ver, em estado sonambúlico, através dos corpos opacos e a muitos quilômetros de distância e descrever minuciosamente o que está se passando, desprender-se parcial ou totalmente de seu corpo material, e ante a destruição deste, manifestar-se no mundo dos vivos, de diferentes modos, valendo-se ou não do organismo de um médium.
As experiências do físico William Crookes, descobridor da matéria radiante, do tálio e inventor dos tubos que levam seu nome, as do não menos célebre físico Cromwell Varley, inventor do condensador elétrico; as do naturalista Alfred Russel Wallace, autor da teoria da seleção natural (simultaneamente com Darwin), as do fisiólogo Charles Richet, as do antropólogo-criminalista César Lombroso, as do ilustre físico Oliver Lodge, as do professor Ernesto Bozzano, as dos astrônomos Zöllner, Flammarion, Porro (do Observatório de La Plata), Schiaparelli etc., as dos doutores Otero Acevedo, Gibier, Gustave Geley, dos Osty, Hamilton, Schrenck Notzing, as dos psicólogos da importância de William James, de Weber e Fechner, as de Aksakoff e mil outras, realizadas por sábios de fama mundial sobram em fatos tão rigorosamente controlados, que provam por si sós a verdade das afirmações precedentes.
Entretanto ainda hoje todo o conhecimento espírita para muitos não passa de suposição ou hipótese, quando na verdade tudo já foi positivamente provado cientificamente. Mas parece que o materialismo é principio que agrada mais, pois este não pede a ninguém comprometimento o que o materialismo diz é Deus salve os trouxas, pois eu vou a luta e que estiver no caminho do meu objetivo vai sofrer as conseqüências.
Neste contexto defender o aborto, pena de morte, ou a eutanásia não é nada de mais para esta sociedade que mesmo vivenciando suas opções equivocadas ainda não despertaram para a espiritualidade. Defendem que a Mulher tem direito sobre o seu próprio corpo este é seu argumento para descriminar o aborto. Mas o corpo em questão não é mais o da mulher, visto que ele abriga durante a gravidez um outro corpo, que não é de forma alguma uma extensão do seu.
O seu direito à escolha precede o ato da concepção e se subordina ao direito absoluto à vida A doutrina espírita se manifesta especificamente sobre este assunto alertando que o espírito, antes de reencarnar, escolhe esta ou aquela prova ( o nascimento em corpo defeituoso ou mesmo a morte logo após o parto), como oportunidade de aprendizado e resgate de erros cometidos no passado.
Formar juízo sobre o que é ou o que não é nas questões que envolvem o espírito sem conhecer nada a respeito e lavrar atestado de ignorância e de analfabetismo cientifico. Estamos na hora da verdade, das proposições claras e precisas, da posição destemida de alerta e vigilância. Não há mais lugar para as contemporizações tranqüilas do passado, que acobertavam piedosamente os germes dos conflitos atuais. Agora os conflitos explodem e termos de enfrenta-los face a face. Se queremos realmente uma sociedade civilizada temos que defender a vida não a morte. Você defende o que?
Poucas pessoas ficaram sabendo, mas os espíritas laicos, se posicionaram em defesa da emenda 29, em manifestação no ano passado. A manifestação ocorrida no dia 27 de setembro em Brasília visando a aprovação do projeto que regulamenta a Emenda Constitucional nº 29, defendido pelo Conselho Nacional de Saúde, contou com a participação entusiasmada de espíritas liderados pela médica Sandra Regisrepresentante da CEPA naquele Conselho.
Segundo Sandra Regis, a participação dos espíritas, identificados pela faixa que portavam, causou um certo "espanto" nos manifestantes presentes. O grupo foi muito fotografado e Sandra foi convidada a gravar uma entrevista para o Conselho Federal de Psicologia e, como Conselheira do CSN teve o direito de falar ao microfone no carro de som do evento, marcando assim a participação ativa da CEPABrasil e dos espíritas. Os participantes da "Primavera" portavam flores que deveriam ser entregues à Presidente Dilma (foto abaixo).
Em defesa do SUS o CNS defende a regulamentação da EC 29 para que os recursos aplicados nas ações e serviços de saúde não sofram "desvio de finalidade", visto que a lei definirá o que poderá ser considerado como tal.
TAGS:"keywords"content=" Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29, Espiritas em defesa da emenda 29
PL/122 Na Visão Espirita. Apoiar a PL122 Não é ser contra a homofobia. É criar uma casta especial com privilégios que não atinge que não faz parte desta casta.
Não sou contra união civil de homossexuais. Não sou contra adoção feita por casais homossexuais.
A verdade é que a tal PL 122 é uma aberração, que busca criar uma categoria especial de pessoas.
ANÁLISE DA FALTA DE BOM SENSO PL 122: Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A: “Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos.” Aqui fica decretado que TODOS gays são competentes. Como definir incompetência e homofobia? É como se não existissem as leis trabalhistas.
Vamos supor que uma família contrata uma babá, mas decide logo demiti-la ao descobrir que é umbandista, visto que não quer que seus filhos sejam orientados por tal religião. Mas, se nesse caso a babá fosse homossexual, a família poderia ser punida com pelo menos dois anos de detenção. “Quer dizer você será proibido de decidir pela orientação dos meus filhos!”, Quer dizer se eu não for gay então posso ser demitido apenas podendo recorrer à justiça do trabalho. Se for gay posso acionar uma ONG e dizer que sofri perseguição homofobica e tornar a vida do pequeno empregador um inferno.
PERGUNTA Qual empresário vai quere correr o risco de contratar um gay se o dia que ele decidir colocar este funcionário diferenciado para rua pode pegar 2 (dois) a 5 (cinco)anos de CADEIA?
Pois, até ele provar que focinho de porco não é tomada, vai ter que arcar com os custos de advogados, para não cair em CANA.
A verdade é que o preconceito existe! É não será através de leis que criam mais contradições e diferença que vai ser extinta, o tiro vai sair pela culatra. As regras para proteção já está na constituição o que tem que ser feito é exigir seja cumprida. O que tem que ser entendido é que, todos têm que ter liberdade de expressão, sendo gay ou não.
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero: § 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.” Veja aqui que é um cerceamento de meu direito a livre expressão.
Vamos supor que eu poste um artigo na web sobre um comportamento de determinada pessoa, só que aquela pessoa é gay. Caso ele se sinta filosoficamente constrangido, minha vida estará desgraçado por expressar minha opinião.
Ou seja criminalizar a opinião criando assim uma verdadeira heterofobia.
Quer dizer com a lei aprovada qualquer um vai ser tratado como homofóbico caso expresse visão critica de alguma atitude do gay.
O que diz a doutrina sobre liberdade? 837. Qual é o resultado dos entraves à liberdade de consciência? — Constranger os homens a agir de maneira diversa ao seu modo de pensar, o que é torná-los hipócritas. A liberdade de consciência é uma das características da verdadeira civilização e do progresso.
Agora vamos analisar o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais tem como base as diretrizes e preceitos éticos e políticos que visam à garantia dos direitos e do exercício pleno da cidadania.
Alguns tópicos.
Classificar como inadequadas para crianças e adolescentes obras audiovisuais que apresentem conteúdos homofóbicos, racistas ou degradantes à população LGBT, em atenção à Portaria 264/07, que regula a classificação indicativa para a programação de filmes, espetáculos e programas de televisão no Brasil.
Quem vai analisar o programa para decidir o que é ou não homofóbico, pois qual seria a linha divisória entre brincadeira e piada e homofobia?
Criar um programa de bolsas de estudo que incentive a qualificação ou educação profissional de Travestis e Transexuais em diversas áreas.
O que seria isto o bolsa travesti? E qual a razão disto se o direto a educação e constitucional ?
Inserir nos livros didáticos a temática das famílias compostas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, considerando recortes de raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero e socioeconômica, os novos modelos de famílias homoafetivas, com ênfase nos recortes de raça/etnia, orientação sexual e identidade de gênero.
Assegurar que a política de assistência social estabeleça interface para a população LGBT, sobretudo em programas de combate à fome e à pobreza.
Implementar políticas de crédito e de reforma agrária voltadas ao segmento LGBT do meio rural, garantindo sua permanência com respeito à sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Bem o que fica claro e indiscutível que muito mais do que leis para proteger a diversidade esta se desenhando leis para criar uma nova casta especial com privilégios que vão alem do que já estabelecido em lei.
Exemplo:# Art. 129 Lesões corporais# Art. 132 Perigo para a vida ou saúde de outrem# Art. 137 Rixa# Art. 138 Calúnia# Art. 139 Difamação# Art. 140 Injúria# Art. 146 Constrangimento ilegal# Art. 147 Crime de ameaça
A verdade é que uma lei inconstitucional. “O artigo 5º, inciso 4, da Constituição diz que sou livre para expressar opinião. Mas, neste projeto está escrito que o ‘disposto deste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória, vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica’. O que é filosófica? Quem vai ser o medidor disso? Há democracia neste país, que é a livre expressão de opinião, e isso aqui pretende colocar uma mordaça na sociedade”. Paes de Lira - Participação Popular Lei da Homofobia 1/2
Paes de Lira - Participação Popular Lei da Homofobia 2/2
O artigo a seguir vale uma profunda reflexão e mais ainda, que seja compartilhado com outras pessoas, para que outros tenham a oportunidade de rever seus conceitos.
Minha querida filha:
Todo Natal eu passo pelo mesmo problema de ter de escolher que presente dar a você. Sei que há várias coisas das quais você certamente iria gostar, como livros, jogos, roupas etc. Porém eu sou muito egoísta. Sempre quis dar a você algo que iria durar mais do que alguns meses ou anos. Sempre quis dar pra você um presente que lhe faria se lembrar de mim a cada Natal, para sempre.
Se eu pudesse lhe dar apenas um presente, o qual você pudesse carregar consigo para sempre, esse presente seria algo aparentemente muito trivial, mas que me tomou vários anos para que eu finalmente o entendesse. Esse presente seria uma verdade aparentemente simples, porém libertadora. E se você aprendê-la agora, essa simples verdade poderá enriquecer sua vida de incontáveis maneiras. Mais ainda: ela poderá lhe poupar de ter de enfrentar vários problemas que já machucaram muitas pessoas que simplesmente nunca a aprenderam.
Essa verdade aparentemente simples, porém libertadora, é a seguinte:
Ninguém deve nada a você.
Importância
Como pode uma afirmação tão simples ser importante? Pode não parecer, mas entendê-la realmente pode ser uma benção para toda a sua vida.
Ninguém deve nada a você.
Isso significa que nenhuma outra pessoa está vivendo para você, minha filha. Ninguém está nesse mundo para satisfazer suas reivindicações. Ninguém está vivendo em função de você. Simplesmente porque nenhuma outra pessoa é você. Cada pessoa vive por si própria; a felicidade de cada pessoa é tudo que ela pode sentir de forma singular e particular.
Minha filha, quando você entender que ninguém tem a obrigação de dar a você a felicidade ou qualquer outra coisa, você será libertada e nunca mais terá expectativas em relação a coisas que provavelmente nunca serão como você quer.
Isso significa, por exemplo, que ninguém é obrigado a amar você. Se alguém a ama, é porque existe algo de especial em você que dá felicidade a essa pessoa. Descubra o que é essa coisa de especial que você tem e se esforce para amplificá-la. Assim você será ainda mais amada.
Quando as pessoas fazem algo por você, é simplesmente porque elas querem — porque você, de alguma forma, propicia a elas algo de significativo que faz com que elas queiram agradar você. Elas não agem assim apenas porque devem algo a você.
Ninguém deve nada a você.
Da mesma forma, ninguém tem de gostar de você. Se seus amigos querem estar perto de você, não é porque eles se sentem nessa obrigação; é simplesmente porque eles se sentem bem estando com você. Descubra o que os deixa felizes e os faz se sentirem bem, e eles sempre irão querer estar perto de você, sem pedir nada em troca.
Ninguém tem a obrigação de respeitar você. Algumas pessoas podem até mesmo ser cruéis com você. Porém, tão logo você entenda que as pessoas não têm a obrigação de ser bondosas com você — e que, consequentemente, elas de fato podem ser más com você —, você irá aprender a evitar aquelas pessoas que podem lhe ser nocivas. Lembre-se que você também não deve nada a elas.
Vivendo a sua vida
Ninguém deve nada a você.
Você deve apenas a você mesma a obrigação de ser a melhor pessoa possível. Porque apenas se você for assim é que as outras pessoas irão querer estar com você e irão querer dar a você as coisas que você quer em troca daquilo que você está dando a elas. Essa é a única maneira moralmente correta de se obter as coisas que você quer. Nunca exija nada de ninguém. Apenas faça por merecer.
Algumas pessoas irão optar por ficar longe de você por motivos que nada têm a ver com você. Quando isso acontecer, procure em outro lugar as relações que você quer. Não faça com que os problemas de outras pessoas sejam também o seu problema.
Assim que você aprender que precisa fazer por merecer o amor e o respeito dos outros, você jamais irá esperar coisas impossíveis; e, por conseguinte, jamais terá decepções. Da mesma forma que as outras pessoas não têm a obrigação de compartilhar a propriedade delas com você, elas também não têm a obrigação de lhe devotar sentimentos e pensamentos.
Se elas o fizerem, é porque você fez por merecer essas coisas. E aí você terá todos os motivos para se sentir orgulhosa do amor que você recebe, do respeito dos seus amigos, da propriedade que você adquiriu. Porém, jamais pressuponha que tais coisas são fatos consumados. Se agir assim, você irá perdê-las facilmente. Essas coisas não são suas por direito. Não existe algo como "ter direito" a essas coisas. Você sempre terá de fazer por merecê-las.
Minha experiência
Um grande fardo foi retirado dos meus ombros no dia em que finalmente entendi que o mundo não devia nada a mim. Por muitos anos acreditei que havia coisas a que eu tinha direito pelo simples fato de ter nascido. E isso fez com que eu passasse por grandes desgastes — físicos e emocionais — em minha tentativa de coletar esses "direitos".
Ninguém deve a mim respeito, amizade, amor, cortesia, conduta moral ou inteligência. O mundo não me deve nada. E tão logo eu passei a reconhecer isso, todas as minhas relações imediatamente se tornaram muito mais gratificantes. Concentrei-me apenas em estar com aquelas pessoas que queriam fazer as coisas que eu queria que elas fizessem.
Essa compreensão de mundo permitiu que eu me desse bem com amigos, sócios comerciais, clientes, amores e estranhos. Sou constantemente relembrado de que só irei conseguir o que quero se puder entrar no mundo da outra pessoa. Eu tenho de entender como ela pensa, o que ela crê ser importante e o que ela quer. Somente assim eu poderei ser útil para ela e, com isso, conseguir as coisas que eu quero.
E somente então eu serei capaz de discernir se eu realmente quero estar envolvido com tal pessoa. Isso me permite selecionar bem as minhas relações, poupando-me de dissabores; e me permite também direcionar minhas energias apenas para aquelas pessoas com as quais eu realmente tenho mais coisas em comum.
Não é fácil resumir em poucas palavras aquilo que levei anos para aprender. Porém, talvez se você reler esse presente a cada Natal, seu significado ficará mais claro a cada ano.
Eu realmente espero que isso aconteça. Sendo seu pai, quero acima de tudo que você entenda essa simples verdade, a qual pode libertá-la para sempre.
Harry Browne , o falecido autor de Por que o Governo Não Funciona e de vários outros livros, foi candidato à presidência dos EUA pelo Partido Libertário nas eleições de 1996 e 2000.
No mais cruel dos dias para os pecadores, o PT será devolvido à hora do pesadelo
O ministro Fernando Pimentel vai atravessar o fim de semana acordado em companhia de muitos militantes do PT. Duas páginas bastarão para garantir a insônia do Antonio Palocci mineiro.
"Há milhões de anos, um homem descobriu como fazer o fogo. Provavelmente se queimou na fogueira, que ensinou seus irmãos a acender. Mas deixou-lhes um presente que eles não haviam concebido e acabou com a escuridão da Terra.
Ao longo dos séculos, houve homens que abriram novos caminhos, armados unicamente com sua própria visão. Grandes criadores, pensadores, artistas, cientistas, inventores. Estiveram sozinhos contra os homens de seu tempo.
Cada pensamento novo foi rechaçado... cada invenção nova, denunciada... mas os homens de visão de futuro seguiram em frente. Lutaram, sofreram e pagaram, mas venceram.
Nenhum criador foi impulsionado pelo desejo de satisfazer seus irmãos. Seus irmãos odiaram o presente que ele oferecia.
Sua verdade era seu único motivo. Seu trabalho era seu único objetivo. Seu trabalho, não aqueles que o usaram. Sua criação, não os benefícios que outros derivaram dela. A criação que dava forma à sua verdade.
Ele sustentava a verdade sobre todas as coisas e contra todos os homens. Ele foi em frente, mesmo que outros não estiveram de acordo com ele... com sua integridade como sua única bandeira. Não serviu a nada e a ninguém.
Viveu para ele mesmo... e somente vivendo para si mesmo foi capaz de conseguir as coisas que são a glória da humanidade. Essa é a natureza da realização.
O homem não pode sobreviver, exceto através de sua mente. Ele vem à Terra desarmado. Seu cérebro é sua única arma, mas a mente é um atributo do indivíduo.
Não existe cérebro coletivo. O homem que pensa, deve pensar e agir por si mesmo.
A mente racional não pode trabalhar sob nenhuma forma de coação. Não pode ser subordinada às necessidades, opiniões, ou desejos de outros. Não é um objeto de sacrifício.
O criador se mantém firme em seu próprio julgamento. O parasita segue as opiniões dos outros.
O criador pensa. O parasita copia.
O criador produz, o parasita saqueia.
O interesse do criador é a conquista da natureza. O interesse do parasita é a conquista dos outros homens.
O criador requer a independência. Ele não serve, nem governa. Ele trata com homens pela troca livre e pela escolha voluntária. O parasita procura o poder. O parasita quer prender todos os homens juntos, numa ação comum... e numa escravidão comum.
Ele clama que o homem é somente uma ferramenta para o uso de outros... que deve pensar como eles pensam, e agir como eles agem... vivendo na abnegação, na triste servidão a qualquer um, exceto a si mesmo.
Olhem a história.
Tudo o que temos, cada grande realização... veio do trabalho independente de alguma mente independente.
Cada horror e destruição... veio de tentativas de converter homens em rebanhos sem cérebros, robôs sem almas. Sem direitos pessoais, sem ambição pessoal, sem vontade, esperança ou dignidade.
É um conflito antigo. Tem um outro nome. O indivídual contra o coletivo.
Nosso país, o país mais nobre na história dos homens... foi baseado no princípio do individualismo.
O princípio dos direitos alienáveis do homem.
Um país onde um homem era livre para buscar sua própria felicidade. Para ganhar e produzir, não render-se e não renunciar. Para prosperar, para não morrer de fome. Para conseguir, para não perecer.
Para ter como sua maior possessão, o sentido de valor pessoal... e como sua maior virtude, o seu auto-respeito.
Olhem os resultados. Isto que os coletivistas estão agora pedindo que vocês destruam... tanto quanto da Terra foi destruído.
Eu sou um arquiteto. Eu sei que se constroi a partir das bases.
Estamos nos aproximando de um mundo no qual eu não posso me permitir viver.
Minhas idéias são minha propriedade. Foram retiradas de mim pela força, pela ruptura de contrato. Nenhum recurso me foi deixado.
Acreditaram que meu trabalho pertencia a outros, para fazer o que quiserem, que tinham direito sobre mim, sem o meu consentimento... que era meu dever servir-lhes, sem alternativa ou recompensa.
Agora vocês sabem porque eu dinamitei Cortlandt. Eu projetei Cortlandt... eu o fiz possível... eu o destrui.
Eu concordei projetá-lo, com a finalidade de vê-lo construído como eu desejei. Esse foi o preço que eu coloquei em meu trabalho. Eu não fui pago.
Meu edifício foi desfigurado pelos que se beneficiaram com o meu trabalho e não me deram nada em troca.
Eu vim aqui dizer que eu não reconheço... o direito de ninguém a um minuto de minha vida. Nem a qualquer parte de minha energia, nem a alguma de minhas realizações. Não importa quem faça a reivindicação.
Tem que ser dito. O mundo está perecendo em uma orgia de auto-sacrifício.
Eu vim aqui para ser ouvido... em nome de cada homem independente que há ainda no mundo.
Eu quis estabelecer meus termos. Eu não quero trabalhar ou viver como alguns outros.
Meus termos são o direito do homem de existir por suas próprias razões."
Apresentamos o artigo abaixo na comunidade do Orkut Espiritismo Com Profundidade link aqui {http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=102440724} O artigo foi apresentado para o grupo fazer uma analise critica das informações que o artigo propaga quem fez analise foi Rafael Teixeira. Espiritificar, de Richard Simonetti
1 – Nota-se atualmente, no movimento espírita, a formação de grupos centralizados na orientação de determinados médiuns. É um progresso? É um desvio, com a perigosa possibilidade de protestantizarmos o Espiritismo, com a formação de múltiplas igrejas, cujos fiéis gravitam em torno de revelações produzidas por médiuns que assumem a postura de oficiantes. Analise- Acho uma postura normal do ser humano a de centralizar e organizar em grupos menores seguindo determinados líderes. O grande problema é que isso é causado no ME (Movimento Espírita) porque as pessoas idolatram os médiuns e os adoram como santos ou algo especial, e os seguem cegamente. Isso é algo terrível que foge totalmente a uma fé raciocinada.
2 – Considerando o dinamismo da Doutrina Espírita, sempre avançando nos domínios do conhecimento, particularmente em relação ao intercâmbio com o Além, não é natural que assim aconteça? Desvios não obedecem à lógica de nenhuma doutrina. Longe de representarem uma contribuição ao debate das ideias espíritas, esses movimentos pecam pela base quando se afastam de elementares noções sistematizadas por Allan Kardec. Analise- "Desvios não obedecem à lógica de nenhuma doutrina. Longe de representarem uma contribuição ao debate das ideias espíritas, esses movimentos pecam pela base quando se afastam de elementares noções sistematizadas por Allan Kardec." Aqui eu discordo totalmente. Todo desvio obedece a uma lógica que pode ser estudada e entendida. Além disso, não entendo qual o pecado de se afastar das "noções elementares" de Kardec. Com essa postura estaremos sendo dogmáticos e desobedecendo a própria visão progressista de Kardec. O espiritismo também tem que se atualizar. Já se passaram 150 anos e a ciência e a filosofia já desacreditaram muitas "noções elementares" de Kardec.
3 – Agindo com excessiva obediência às obras da Codificação, não estaremos cultivando indevida dogmatização? Obviamente o bom senso nos diz que não devemos catolicizar o Espiritismo, caindo na dogmatização. Isso não acontecerá se considerarmos que o único dogma a ser sustentado é o da razão. Imperioso passar por seu crivo as ideias que surgem, a ver se são coerentes e obedecem à lógica doutrinária. Analise- "Isso não acontecerá se considerarmos que o único dogma a ser sustentado é o da razão. Imperioso passar por seu crivo as ideias que surgem, a ver se são coerentes e obedecem à lógica doutrinária." Aqui ficou contraditório. O único dogma é a razão ou a codificação. Se o único dogma é a razão porque a necessidade de se coerente com a doutrina anterior?
4 – Quando foi lançado o livro Nosso Lar, com a ampla visão das realidades espirituais, houve resistência dos intelectuais espíritas, sob alegação de que se tratava de uma fantasia. Não estará acontecendo o mesmo com as ideias novas que estão surgindo sobre o Além? É preciso considerar que a obra de André Luiz passou pelo crivo da razão e é hoje reconhecida, quase unanimemente, como uma complementação da Codificação, o que não ocorre com supostas revelações na atualidade, distanciadas de um consenso, admitidas por minorias que gravitam em torno dos médiuns que as produzem. Analise- Apesar de ser um pouco precipitado falar que Nosso Lar passou no crivo da razão, acho que concordo com essa parte no geral.
5 – O que pode ser feito para evitar uma protestantização, sem cair numa catolicização? Em primeiro lugar, que busquemos espiritificar nossa ação, isto é, torná-la legitimamente espírita, com o estudo sistemático das obras da Codificação. Precisamos aprender a raciocinar como profitentes esclarecidos, capazes de manter a disponibilidade para admitir progressos na conceituação doutrinária, mas sem espaço para a fantasia. Analise- O que pode ser feito para evitar uma protestantização, sem cair numa catolicização? Em primeiro lugar, que busquemos espiritificar
Isso aqui ficou totalmente sem sentido. Coloca um sentido pejorativo na adjetivação do protestantismo e catolicismo, e afirma adjetivação do espiritismo. Ou seja, o espiritismo tem que ser espiritismo. Não é óbvio? Ao mesmo tempo me parece preconceituoso, pois parece incentivar o afastamento aversão a outras religiões, que não deve ser a meta do espiritismo e vai contra a crescente inclinação ao ecumenismo e união entre as religiões.
6 – Em segundo… Cerremos fileiras em torno dos órgãos de unificação, para que possamos debater as ideias e contribuir em favor de uma uniformidade do pensamento espírita, sem cair na uniformização. Não é necessário nem admissível que sejamos absolutamente iguais nas atividades espíritas, mas é fundamental que não sejamos desiguais na apreciação de novidades. Juntos será mais fácil guardar coerência com a verdade. Analise- Qual o problema em ser desigual ao aceitar novidades? Qual o problema da diversidade, de cada um pensar diferente? Temos que ser todos cordeirinhos obedecendo lideres sem pensar?
7 – O que dizer de médiuns que se recusam a participar do movimento de unificação, sob alegação de que não querem ter a sua liberdade cerceada? Estamos diante de mera desculpa de quem deseja dar asas à imaginação, sem sofrer questionamentos. O movimento de unificação não tem por objetivo cercear a liberdade de ninguém, mas evitar que, isolados, os médiuns percam o contato com a realidade. Analise- Cada caso é um caso, mas muitas vezes o médium pode perceber que não tem nenhum órgão unificador descente para ser seguido, e não quer se juntar aos equívocos dos existentes, joguinho de orgulho, briga por posições.
8 – O que dizer do fato de que Chico Xavier não participava do movimento de unificação? Ninguém colaborou mais com a unificação do que ele. Seus livros mais importantes foram editados pela Federação Espírita Brasileira, que lidera o movimento federativo. As mensagens mais incisivas de Bezerra de Menezes sobre o assunto vieram por seu intermédio, e sempre manteve estreito contato com dirigentes do movimento de unificação, a nível local, estadual e federal. Oportuno lembrar a recomendação que Emmanuel lhe fazia: se um dia você tiver que decidir entre Kardec ou eu, fique com Kardec. Se o médium não observa essa recomendação, tenderá a ficar com a fantasia, sob inspiração de supostos guias Analise- "O que dizer do fato de que Chico Xavier não participava do movimento de unificação?" E? O João da padaria também não participa. Nem a Maria benzedeira. O que o Chico tem de especial que teríamos que tomar ele como exemplo? Só a pergunta já denota idolatria.