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sábado, 12 de novembro de 2011

CRIACIONISMO X EVOLUCIONISMO




Enquanto os pontos não explicados do EVOLUCIONISMO sequer são, em geral, inteligível pelo senso-comum, o CRIACIONISMO não é capaz de responder pontos triviais, facilmente inteligíveis para qualquer pessoa.

Não é preciso qualquer conhecimento científico específico, não é preciso qualquer jargão não usual. São questões ridiculamente simples, para as quais o CRIACIONISMO adepto do Dilúvio Universal, e fundamentado na velha obra "A Nova Geologia"(1923) do fundamentalista cristão George MacCready Price, não tem qualquer chance de oferecer uma resposta sequer razoável.

Uma vez tendo ocorrido o Dilúvio, as questões podem ser resumidas em:

COMO AS MILHÕES DE ESPÉCIES VEGETAIS DE CADA REGIÃO DO MUNDO SOBREVIVERAM AO DILÚVIO? HAVIA NA ARCA DE NOÉ EXEMPLARES DE VEGETAIS DE TODAS AS PARTES DO PLANETA?

COMO OS ANIMAIS ESPECÍFICOS DE CADA REGIÃO FORAM CHEGAR ATÉ LÁ?

COM MILHÕES DE COMPARTIMENTOS PARA "CASAIS" DE INSETOS, ARACNÍDEOS, CRUSTÁCEOS E SIMILARES?

COMO SE DESENVOLVERAM AS DIVERSAS ETNIAS HUMANAS EM TÃO POUCO TEMPO?

COMO SOBREVIVERAM OS ANIMAIS AQUÁTICOS DE ÁGUA DOCE?


Posso exemplificar estas questões naquilo que gosto de chamar de ENIGMA DAS CAPIVARAS que diz o seguinte:

"As Capivaras são exclusivas brasileiras, não havendo em outro lugar do mundo.
Pelo Criacionismo elas foram criadas juntamente com todas as demais espécies animais.
No dilúvio todas as Capivaras que não embarcaram na Arca de Noé morreram.
Então, é lógico que se elas hoje existem, é por que havia um casal delas na Arca, e se não houve evolução, eram como são hoje.

Foram então desembarcadas por Noé no monte Ararat. Na atual Turquia.
Como elas não nadam grandes distâncias nem possuem navios. Só podem ter sido trazidas para o Brasil por descendentes de Noé que vieram para a América depois da dispersão.
Sem tais tribos não haveria os índios por aqui, nem as Capivaras.

Conclusão lógica:
Eles trouxeram as Capivaras do Velho Mundo (Europa e Oriente Médio), via Ásia, estreito de Bering, Américas do Norte e Central para finalmente chegar a América do Sul.

Distribuindo animais através do globo

Se todos os animais terrestres que existem hoje estavam presentes na Arca de Noé, como foram para as ilhas isoladas? Por que os descendentes de Noé se dariam ao trabalho de transportar de navio, milhares de espécies que hoje só existem por exemplo nas Ilhas Galápagos? E como implementaram a fauna? E não são só ilhas.

Mas há também um continente inteiro em questão, a Antártida. Que jamais possuiu qualquer ocupação humana até a Era Contemporânea. Como os pinguins, que não nadam grandes distâncias em águas quentes, foram até lá? E quanto a fauna do Ártico?

Ursos polares, raposas e gaviões de clima frio. Existiriam há menos de 3.000 anos no berço da civilização? Sob que clima? Ou se adaptaram ao novo ambiente após chegar lá?
Perguntas:


COMO AS MILHÕES DE ESPÉCIES VEGETAIS DE CADA REGIÃO DO MUNDO SOBREVIVERAM AO DILÚVIO? HAVIA NA ARCA DE NOÉ EXEMPLARES DE VEGETAIS DE TODAS AS PARTES DO PLANETA?

COMO OS ANIMAIS ESPECÍFICOS DE CADA REGIÃO FORAM CHEGAR ATÉ LÁ?

Como trouxeram essas e mais outras milhares de espécies animais exclusivas do Brasil?

Por que nenhuma ficou pelo caminho, nem nenhuma ossada, nem memória nos povos que testemunharam sua passagem, ou que ficaram pelo caminho desde a Ásia até a América Central? Por que não há nenhum registro fóssil, histórico ou mesmo Bíblico de todas as milhões de espécies animais que pelo menos hoje, não mais existem no Velho Mundo? Como Noé as buscou nas diversas partes do mundo para levá-las para a Arca?

Se existiam todas no Velho Mundo, como poderiam conviver com os animais de climas gelados e os de climas desérticos?

Se todas as espécies animais de todo o mundo de hoje existiam juntas no Velho Mundo, e se não houve evolução, então elas eram exatamente como agora. Sendo assim o Velho

Mundo teria uma enorme variabilidade de climas, com desertos, florestas tropicais, ambientes gelados, pântanos, cavernas, lagos e etc. Por que não há nenhuma evidência de que tais ambientes existiram? Por que a Bíblia não menciona absolutamente nada sobre eles?
COMO AS MILHÕES DE ESPÉCIES DE ARTRÓPODOS SOBREVIVERAM AO DILÚVIO? HAVIA NA ARCA UMA SEÇÃO COM MILHÕES DE COMPARTIMENTOS PARA "CASAIS" DE INSETOS, ARACNÍDEOS, CRUSTÁCEOS E SIMILARES?

Como trouxeram Milhões de espécies de insetos e aracnídeos terrestres exclusivos da Amazônia? Sem os quais inclusive o ecossistema da floresta não se manteria? Quando os descendentes de Noé se alastraram pelo mundo, já encontraram florestas prontas? Se sim como elas sobreviveram ao Dilúvio? Já deveria haver animais principalmente artrópodes, vitais para a existência do ecossistema, então o Dilúvio não foi Universal.

Se não existiam as florestas, por que os descendentes de Noé migrariam para desertos, e como implantaram os ecossistemas?

E os fungos e bactérias que não poderiam sobreviver ao Dilúvio? Será que a Arca de Noé também possuía reservatório para "casais" de fungos, bactérias e vírus?
COMO SE DESENVOLVERAM AS DIVERSAS ETNIAS HUMANAS EM TÃO POUCO TEMPO?

Na Teologia Bíblica, tanto os nativos das Américas quanto os Africanos e Asiáticos são descendentes do tronco de Can, ou Cão, o filho mais novo de Noé. Qual seria a aparência de Cão? Com certeza não deveria ser radicalmente diferente de seus irmãos e pais ou a Bíblia omitiria algo tão notável?
Se dele descenderam Negros, Asiáticos e Ameríndios como é possível que estes tenham assumido características étnicas tão distintas em tão pouco tempo?

Vejamos por exemplo o caso do negros. Se Cão era de pele clara, qual seria o motivo que levou seus descendentes africanos a ficarem com a pele escura?

Se um casal de nórdicos passar toda a vida em fortes exposições solares com certeza por volta dos 30 anos terá a pele bem escurecida, mas mesmo após isso um descendente deles não nascerá com a pele perceptivelmente mais escura. A única explicação seria Mutação e Seleção Natural, porém em pouquíssimo tempo.

Se houve gradativa transformação étnica, por que ela ocorreu?
Seria para adaptar os Negros à grande incidência solar da África? Negros são mais resistentes a Câncer de Pele. Seria adaptação?
Se foi esse o caso, transformações adaptativas em tão pouco tempo, usemos um raciocínio.

De acordo com a cronologia bíblica essa diferenciação de etnias teve no máximo uns 3000 anos para ocorrer. O que é extremamente rápido em termos biológicos. Nessa proporção deveria ser notável alguma variação recente em etnias que se distanciam de seus locais de origem mesmo que não sofressem miscigenação.

Porém há arianos habitando a África do Sul há cerca de 300 anos e não há nenhum indício de escurecimento de pele em seus descendentes não mestiços.

Há negros habitando a América do Norte há quase 300 anos e não há nenhum indício de clareamento de pele em seus descendentes não mestiços.
COMO SOBREVIVERAM OS ANIMAIS AQUÁTICOS DE ÁGUA DOCE?

Ou as águas do Dilúvio eram doces? Se sim como sobreviveram os de água salgada? Se era um meio termo, como se explica, sem evolução, que os animais sobreviveriam nesse meio termo?

E voltando ao pequenos animais. Haveria na Arca de Noé uma seção destinada aos insetos?
Com milhões de reservatórios rigidamente discriminados abrigando todo o conteúdo necessário a sobrevivência das mais peculiares espécies algumas das quais microscópicas e indistinguíveis visualmente?

Os passageiros da Arca teriam tão avançado conhecimento de Biologia a ponto de realizarem tão rigorosa seleção, manutenção e transporte para depois depositarem as espécies em locais específicos do planeta?

Inclusive nas profundezas de cavernas recém descobertas onde não há qualquer indício de incursão anterior humana.?

Por quê tão valioso conhecimento se perdeu?
Se os insetos ao invés de terem sido volutariamente trazidos, tivessem apenas infestado a arca, imaginemos milhões de espécies artropóides, inclusive as que não sobreviveram até a atualidade, convivendo com os demais animais e 8 humanos, por 150 dias

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os Espíritas Medíocres.



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O artigo que segue abaixo não é de minha autoria, foi escrito por uma companheira de doutrina a Graças Cabral. No final está sua foto e uma pequena apresentação com a indicação de seu portal.
Todavia aqueles que acompanham este portal sabem que poderia ser, pois ela exprime com extrema semelhança meu pensamento a respeito do movimento espírita, e que há muito tempo vários companheiros vem denunciando nas redes sociais.
E mostra que não somos como pensam alguns, meia dúzia de gatos pingados, que vive na web e sim centenas de milhares espalhados por todo o Brasil.
E vamos continuar denunciando as obras que via de regra, são escritas por seres de baixa categoria, desclassificados, pseudo-sábios, velhacos e birrentos medíocres, seguido cegamente, por aqueles que abriram mão da análise critica e racional, que Kardec recomenda repetidamente em toda a doutrina espírita.
Leia calmamente e tire suas conclusões.

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A Indignação dos Espíritas (TITULO ORIGINAL)

Por Maria das Graças Cabral



Em face do artigo intitulado “Considerações acerca da Veracidade e da Historicidade da assim denominada Carta de Públio Lêntulo”, tendo como autor o pesquisador Sr. José Carlos Ferreira Fernandes, publicado no Blog intitulado “Obras Psicografadas”, desenvolvo o presente trabalho intitulado “A Indignação dos Espíritas“.

Importante esclarecer aos leitores que o autor do artigo em comento, desenvolve um trabalho de pesquisa de cunho histórico, tendo como objeto de estudo os dados apresentados no livro “Há Dois Mil Anos”, de autoria do Espírito Emmanuel, e psicografado pelo médium Chico Xavier.

Segundo as palavras apostas na apresentação do referido trabalho, é dito tratar-se de pesquisa que “procura demonstrar de forma fortemente convincente que o livro “Há Dois Mil Anos”, “psicografado” por Chico Xavier, não passa de uma completa ficção. Em suma, é uma fraude histórica“. Em seguida, é afirmado que “há problemas desde a completa ignorância da construção dos nomes romanos, passando pela aceitação de documentos comprovadamente falsos e culminando na completa inexistência da entidade que teria ditado o livro, no caso, Emmanuel/Públio Lêntulo“ - acrescentando o texto que “as conseqüências disso para o kardecismo brasileiro, desnecessário dizer, são gravíssimas“. (Blog Obras Psicografadas) (grifei)

No que concerne à pesquisa histórica do artigo em comento, nada tenho a discutir, nem como questionar as fontes apresentadas pelo autor, a correlação de documentos ou entendimentos com o fato histórico aventado, pois não é minha área de conhecimento e pesquisa. Portanto, respeito minhas limitações e procuro não ser inconseqüente com avaliações despropositadas diante do trabalho alheio.

Entretanto, no que concerne ao comentário do autor quando assevera “das conseqüências disso para o kardecismo brasileiro“, não vejo onde, como ou porque, tal constatação iria atingir a Doutrina Espírita, caso o mesmo entenda que “kardecismo brasileiro” seja sinônimo de Espiritismo.

Primeiramente é fato que o Espiritismo tem suas bases estruturadas em cinco livros que compõem as Obras Básicas da Doutrina Espírita, e que nada têm a ver com o romance “Há Dois Mil Anos“ de Emmanuel/Chico, objeto de estudo do autor.

Em segundo lugar, o Espiritismo nada tem a ver com as opiniões pessoais do Espírito de Emmanuel, ou de seu médium Chico Xavier, como individualidades que são, e portanto livres para expressarem seus pensamentos, entendimentos e opiniões.

À esse respeito faz-se por oportuno pontuar que grande parte de tais pensamentos e opiniões não comungam em absoluto com os ensinamentos presentes nas Obras Básicas da Doutrina Espírita.

Nunca é demais ressaltar que todas as mensagens publicadas na Codificação, passaram pelo crivo do gênio racional e científico de Allan Kardec, que aplicou o sistema do Controle Universal dos Ensinos Espíritas, sob a supervisão efetiva de O Espírito da Verdade!

Portanto, se o autor do artigo em comento conhecesse da personalidade séria e investigativa de Kardec, saberia que este, prontamente ao se deparar com as mensagens psicográficas de Emmanuel e/ou André Luiz, teria feito um sério trabalho de pesquisa histórica, e iria com toda a seriedade e imparcialidade, na busca da veracidade ou não, das informações passadas pelo(s) Espírito(s). Quanto aos resultados, fossem eles quais fossem, seriam publicados sem a menor sombra de dúvida na REVISTA ESPÍRITA, com os devidos esclarecimentos e ensinamentos do insigne Codificador.Vale lembrar que Kardec, nunca deixou de publicar na referida revista, tudo o que pudesse ser objeto de análise, estudo e aprendizado para os novos Espíritas.

Confirmando esse entendimento, me reporto ao O Livro do Médiuns, quando o grande Mestre apresenta cinco “Comunicações Apócrifas”, esclarecendo que: “Há muitas vezes comunicações de tal maneira absurdas, embora assinadas por nomes respeitáveis, que o mais vulgar bom senso demonstra sua falsidade. Mas há aquelas em que o erro é disfarçado pela mistura com princípios certos, iludindo e impedindo às vezes que se faça a distinção á primeira vista. Mas elas não resistem a um exame sério.” (L.M, Cap. XXXI, COMUNICAÇÕES APÓCRIFAS, p. 343) (grifei)

Portanto, podemos assegurar que o artigo em comento em nada poderia abalar, ou muito menos por em risco a Doutrina dos Espíritos, codificada por Allan Kardec.

Entretanto, o que realmente choca, entristece, e preocupa aos Espíritas estudiosos da Codificação, foram as DUZENTAS E CINQUENTA E NOVE, contestações indignadas, ensandecidas, desrespeitosas, irreais, infundadas, e superficiais (com raras exceções), postadas por pessoas que se auto intitulavam ESPÍRITAS!

À título de exemplo, transcrevo algumas “pérolas”, para que os leitores analisem e avaliem a quantas anda o Movimento Espírita Brasileiro, ou melhor dizendo, no que se tornou o Movimento Espírita Brasileiro, senão vejamos:


1 - “Benditas sejam as fraudes do Chico e as falsas personalidades de seus guias, – seus alteregos – que conseguiram colocar milhões de desesperançados no caminho da luz, da esperança e da renovação!” (...) “Benditos sejam os mentirosos do Chico, que com seus teores de altíssima energia e vibrações, permearam maravilhosamente a todos que dele se acercavam , – eu inclusive, – e que deram graças a Deus dele ter nascido junto a nós, no Brasil! Volte, Chico, por favor, volte com suas trapaças, milhões o aguardam ansiosamente, irão comemorar o seu retorno à Terra e de seus falsos guias! Quantos outros irmãos serão curados espiritualmente e renovados na fé pela luz-fantasia de Emmanuel, André Luiz e tantos outros!” (Carlos Magno) (Blog Obras Psicografadas)

Observe-se que o artigo em comento, trata-se de uma pesquisa de cunho histórico, e não religioso!

2 - “Olhe, conheci o Chico e convivi com pessoas que o conheceram melhor do que eu, e ninguém jamais falou dele com esse veneno que você destila. Você o conheceu mesmo, se aproximou dele algum dia? Cresceu no espiritismo? Desculpe, não acredito, senão você teria aprendido um mínimo! Ou então dormia nas cadeiras!” (Carlos Magno) (Blog Obras Psicografadas)
Observe-se que o artigo em comento, trata-se de uma pesquisa de cunho histórico, e não religioso!

3 - “Ah, meu. Isso que é perder tempo, mesmo! Eu até admiro o trabalho todo para provar a inexistência de Emmanuel. Já que estamos falando de personagens inexistentes, que tal você postar o livro eletrônico da ateus.net que prova fatalmente a inexistência de Jesus? Daí matamos a pau tudo de uma vez! É o fim. Do Cristianismo e do Espiritismo. Um forte abraço! E coragem: porque nesse país quem fala o que quer, ouve o que não quer. Bem, você já deve ter notado isso. Mas tudo bem! A vida segue. E mais “Emmanuéis” aparecem. Boa diversão!”(Codename V.) (Blog Obras Psicografadas)

Em dado momento os ditos “Espíritas” resolvem “atacar” a moral do autor do artigo, senão vejamos:

4 - “O Sr. José Carlos Ferreira Fernandes por um acaso é aquele da SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, que foi acusado de gastar R$ 315.902,75 do dinheiro público sem justificatívas plausíveis, e também recentemente intimado a comparecer a depor na CPI a respeito do vazamento do dito Dossiê…..Em caso positivo, vemos que trata-se de um trabalho com lastro não é…. Abraços fraternos……” (André) (grifei) (Blog Obras Psicografadas)

No que concerne à supra citada postagem o intermediador responde:

5 - “Não, não é. E mesmo que fosse, isso em nada macularia seu estudo. O raciocínio que você faz é falacioso, conhecido como ad-hominem, em que ao invés de criticar a obra, critica o autor.” (Vítor) (Blog Obras Psicografadas)

Vejamos agora o posicionamento desta opositora:

6 - (...) “Os “filhotinhos” aos quais me referi são todos brasileiros e, logicamente, mais novos do que Chico Xavier, que foi para os médiuns, o que o Papa é para os católicos. Nenhum médium que se prezasse, debutaria sem pedir a sua bênção“. (...) (Sônia) (grifei) (Blog Obras Psicografadas)

Agora a “Espírita” “ataca” o Sr. José Carlos, através do catolicismo, que parece ser a religião professada pelo dito pesquisador:

7 - (...) “Ah! meu caro José Carlos, o Catolicismo Romano e o Vaticano não merecem isso de mim e de ninguém. Bastam-lhes o horror que semeiam e a peçonha que espalham ao longo de 1.600 anos de dominação e manipulação, tanto de “nobres”, quanto “burgueses”. Com a mesma determinação, desprezam e mantêm propositalmente, na ignorância e na miséria, as massas incontáveis de injustiçados, através de “tratados”, “concordatas” “bulas”, “encíclicas” e outras invenções, com a finalidade principal do enriquecimento ilícito e do poder que vem com o dinheiro. Sem contar, os “milagres” inventados com a mesma vil finalidade.” (...) (Sônia) (Blog Obras Psicografadas)

E assim foram se posicionando os quase DUZENTOS E CINQUENTA E NOVE opositores ESPÍRITAS, diante de um artigo de cunho histórico que procura provar através de uma pesquisa bibliográfica a não existência de um documento e/ou de um personagem dito histórico!

Observem que não compareceu dentre os DUZENTOS E CINQUENTA E NOVE opositores, um único pesquisador, ou intelectual Espírita, que se posicionasse de forma coerente, elegante, equilibrada, acatando ou pondo em cheque, não a Doutrina Espírita, que nada tem a ver com o objeto de estudo do Sr. José Carlos, mas o método de investigação em si mesmo, já que o referido autor só se ateve a pesquisa bibliográfica - ou seja - a única discussão cabível ao caso seria no âmbito científico da pesquisa e só!!!!

Em contrapartida, o leitor depara-se com uma enxurrada de opositores fanáticos, dogmáticos, despreparados que podem ser tudo no mundo menos Espíritas! Pois como se auto intitular Espírita se não estudamos a Doutrina que dizemos abraçar?

De que adianta se apegar ao discurso “piegas” de “meus irmãos vamos nos amar, fazer caridade, ser humildes, perdoar os inimigos, etc.,”, bem próprio do Espírita preguiçoso, da turma do “deixa disso”, (bem diferente de JESUS ou de KARDEC, que nunca tiveram medo de demonstrar sua indignação) e que não têm coragem nem disposição para se debruçar sobre o manancial de ensinamentos trazidos nas Obras da Codificação Espírita?

Se todos os que se auto intitulam Espíritas, se dessem ao trabalho de estudar no mínimo, O Livro dos Espíritos e O Livro dos Médiuns, a Doutrina Espírita não teria tomado os rumos mistificados que tomou, tornando-se uma seita dogmática, que tem segundo a “Espírita Sônia“, um PAPA que seria o médium Chico Xavier; já que todo o Espírita que se preze deve saber no mínimo que o Espiritismo não é uma religião institucionalizada com hierarquia!

Diante do exposto, entendo que precisamos URGENTEMENTE de um movimento em prol do estudo das Obras Básicas da Codificação, para que a Doutrina Espírita não se perca em seus princípios, como aconteceu com os ensinamentos de Jesus.

Diante dos rumos que estão sendo tomados, é fácil imaginar que daqui a um século (ou menos que isso) a humanidade não terá mais que uma remota idéia dos princípios espíritas, posto que as Obras Básicas já estarão totalmente alteradas (como já se tentou fazer com o Evangelho Segundo o Espiritismo), seus princípios desvirtuados, a figura de Allan Kardec obviamente esquecida, e quem assumirá a total representatividade da Doutrina Espírita, será o médium Chico Xavier, e as OBRAS COMPLEMENTARES ditadas pelo Espírito de Emmanuel e/ou André Luiz, serão as obras de referência para o estudo do Espiritismo.

Portanto Espíritas, “despertemos” para realidade que se afigura aos nossos olhos! Ainda é tempo de nos debruçarmos e estudarmos a Codificação Espírita trazida a tão pouco tempo pelos Espíritos Superiores, sob a égide do Espírito da Verdade, para que possamos ter a segurança e a coragem de rechaçar as fraudes.

Precisamos resgatar a Doutrina Espírita, salvando-a da crueldade que se faz quando a deturpam e distorcem seus princípios, objetivando a Morte de sua própria essência! Sim, isso é uma espécie de morte! O extermínio da Doutrina dar-se-á pelo desvirtuamento de seus princípios, privando-se assim as próximas gerações do acesso às verdades consoladoras e libertadoras da Doutrina que veio em meados do século XIX, para alavancar a humanidade de seu estado de ignorância e sofrimento.

Outro aspecto importantíssimo que não se pode relegar a segundo plano, é o momento do retorno ao plano espiritual, quando nos defrontaremos com o Tribunal de Nossa Consciência. Como será desesperador assumirmos que participamos de forma ativa ou omissiva de uma “teia” ardilosamente arquitetada para destruir os Preceitos Espíritas!

Nesse sentido, não poderemos nem sequer argüir em nossa defesa a “ignorância“, pois tivemos em nossas mãos as armas para nos defendermos dela, que eram as Obras Básicas.

Daí, enfrentaremos a vergonha e o remorso no âmago de nosso Espírito imortal! Primeiramente diante de Deus e de nós mesmos. Em seguida, perante Jesus, perante nosso Guia Espiritual, perante Allan Kardec, e toda a plêiade de Espíritos Superiores, como tantos outros que trabalharam na condição de encarnados como médiuns da Codificação, dando tudo de si em benefício do progresso da humanidade!

E nesse momento de dores acerbas, certamente Chico, Emmanuel e André Luiz não estarão presentes para interceder por ninguém, pois estarão provavelmente como todo Espírito errante, prestando suas próprias contas e avaliando seus atos. Se estiverem encarnados, estarão provavelmente, trabalhando pela reconstrução da Doutrina dos Espíritos. Essa é a Lei.


Por: Maria das Graças Cabral
Sou espírita, e professora no curso de graduação e pós graduação de Direito. Sou maravilhada com a Doutrina Espírita, e busco motivar através de 'um olhar espírita' todos aqueles que buscam estudar, com fidelidade os preceitos da Codificação Espírita.

FONTE: http://umolharespirita1.blogspot.com


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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Chico Xavier & Allan Kardec O DEBATE




Chico Xavier & Allan Kardec O DEBATE

Um livrinho de pouco mais de 100 páginas onde o filosofo deísta Francisco amado debruça o pensamento sobre a metodologia de Kardec para reajustar a doutrina na realidade.
O espiritismo teve uma influencia muito significativa do iluminismo basta ver que todas as leis morais apresentadas no O Livro dos Espíritos já tinham sido estudadas, utilizadas e defendidas pelo iluminismo.

Rousseau, Mostesquiu, Descartes, Voltaire, Kant e muitos outros e que eram Deístas, assunto que vamos abordar em uma futura edição. Pois, nesta a intenção foi abordar assuntos mais urgentes e que precisão ser debatidos pela mocidade espírita atual.

O livro está dividido em seis capítulos ;
1º Kardec visita as sociedades espíritas atuais e aplica sua visão nas praticas adotas.

2º Aqui apresento o quebra cabeça que mostra a origem do caráter católico da doutrina e revela as teses roustainguistas.

3º Chico & Kardec confrontam opiniões sobre tirar Jesus da doutrina (Foi usada uma suposta entrevista que Chico deu a uma revista para montar esta parte)

4º Apresento o C.U.E.E e Kardec já aproveita para conferir a documentação irregular do Aeróbus.

5º Kardec revela os motivos do espiritismo não ser uma religião.

6º Kardec conta para todos quais são as obras básicas e como criar uma biblioteca espírita.
O diferencial é que entre os capítulos o leitor vai encontrar uma critica que faço a uma questão do livro dos espíritos e que serve para responder aos outros erros da gênese, mais a entrevista com Swedenborg.

Continua com a indicação de alguns sites com conteúdo realmente espírita, um tópico da revista espírita de 1868, e algumas curiosidades entre traduções do livro dos espíritos e finalmente o manual da prática espírita.

Mas é importante que o leitor saiba, que este livro não é apenas o resultado de oito anos de pesquisas, é também a experiência de alguém que aos 13 anos freqüentava a escolhinha de evangelização, que tinha como livro de cabeceira o evangelho no lar ( espírito meimei) que na idade de contestação freqüentou a umbanda e quimbanda, que já trabalho com Destranca rua e participou de festa de exu em cemitério regada a muita bofetada soco e voadora, que sujou muitos as esquinas e desrespeitou a natureza jogando todo tipo de bugiganga ao mar em oferendas.

Quem trabalhou por cinco anos dirigindo cabines de desobsessão na sociedade Francisco Candido Xavier, que vez exposição por mais de três anos na fraternidade cristã espírita de Porto Alegre. Que não se intitulo espírita fundamentalista ou ortodoxo apenas espírita, mas que por tudo isso compreende muito claramente que;
“O ortodoxo sabe avaliar o místico, porque já foi um místico; mas o místico não pode avaliar o ortodoxo, porque nunca foi ortodoxo”.

Em breve estaremos divulgando onde encontrar o seu exemplar.

Se quiser se adiantar deixe seu contato nos comentários ou visite a página.
http://ensinoespirita.blogspot.com

Tomei o livrinho da mão do anjo, e o comi. Na minha boca era doce como mel, mas tendo-o comido, o meu ventre ficou amargo. ( Apocalipse 10.8-11)


Francisco Amado.


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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Livro dos espiritos






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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Bônus-hora como podemos interpretar?




Extraído da comunidade do Orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=56287
Francisco
Bonus-hora como podemos interpretar?
EXTRAIDO DE NOSSO LAR
-Cada habitante de "Nosso Lar" recebe provisões de pão e roupa, no que se refere ao estritamente necessário; mas os que se esforçam na obtenção do bônus-hora conseguem certas prerrogativas na comunidade social. O espírito que ainda não trabalha, poderá ser abrigado aqui; no entanto, os que cooperem podem ter casa própria. O ocioso vestirá, sem dúvida; mas o operário dedicado vestirá o que melhor lhe pareça; compreendeu?
-Desse modo, há muita gente que consegue setenta e dois bônus-hora, por semana, sem falar dos serviços sacrificiais, cuja remuneração é duplicada e, às vezes, triplicada
- Mas, é esse oúnico título de remuneração? - perguntei.
- Sim, é o padrão de pagamento a todos os colaboradores da colônia, não só na administração, como também na obediência.
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Hercy (Neto) Eu interpreto que muitos de nós, talvez eu esteja incluído, ao desencarnar não conseguimos nos desvencilhar de certos apegos materiais...
Um desses apegos é a necessidade de que reconheçam nossos esforços, que recompensem ele.
Mas o fato de André luiz nos mostrar esse lado, nos descrever sua próprica experiência enquanto espírito desencarnado mas ainda galgando os passos de sua reforma íntima, mostrando que o apego às coisas terrenas e àqueles que nós deixamos é muito forte mesmo estando em uma nova realidade, percebemos o quão efêmero é nossa vida "terrestre carnal".
porém essa é uma relaidade em uma colônia relatada, não acredito que seja regra e acredito sim em diversas níveis e tipos de cidades/colônias espirituais, as quais o Nosso Lar exemplifica mas não generaliza.
Manuel Talvez pudéssemos começar a refletir sobre a afirmação de Kardec no texto que ele anexou à resposta da perg. 266 de O Livro dos Espíritos:
"A vida humana é assim o decalque da vida espiritual."
Por vezes, invertendo a ordem do raciocínio podemos seguir um caminho mais seguro.
Francisco os que cooperem podem ter casa própria
Segue que deve haver um sistema de imobiliaria e impostos como IPTU será?
serviços sacrificiais, cuja remuneração é duplicada e, às vezes, triplicada
Bem aqui eu não entendi onde entra o SACRIFICIO se posso ser remunerado dupla ou triplamente?
O BH é um padrão até para a obediência
Se somos integrantes do Universo, e estamos sujeitos às leis que o regem, fazer o contrário configura um desequilíbrio das mesmas leis, por cuja condição fomos criados.
Portanto, pagar pelo progresso e a evolução do Espírito, tal ato choca-se com as Leis que promulgaram as condições desse progresso e dessa evolução.
Como se enquadra, portanto, os bonus-hora no sistema de educação moral de um individuo, se ele é tratado como uma criança em busca da mesada?
Poderia ser uma parábola? Não mas, por que não? Porque a doutrina busca uma FÉ RACIONAL, como diz na A GÊNESE.
O Espiritismo não encerra mistérios, nem teorias secretas; TUDO nele tem que estar PATENTE, a fim de que todos possam JULGAR com conhecimento de CAUSA.

Manuel É a pura verdade! Se aqui na Terra estamos a todo instante querendo que nos retribuam por aquilo que fazemos, mesmo que seja no campo da caridade; se vivemos cobrando dos outros atenção, carinho, reconhecimento, aplausos... se estamos frequentemente dizendo que ninguém vê aquilo que fazemos... ao desencarnar, como ninguém se torna santo ou anjo da noite para o dia, continuamos do lado de lá com o nosso mesmo comportamento!

Niquel concordo com o Manuel São condicionamentos sociais.
Essas colonias situadas na crosta Terrestre estao ali por se assemelharem muito a camada vibracional dos encarnados. Se somos espiritos ainda imperfeitos e devedores, muitos ainda materializados e sem valores espirtuais, Deus na sua bondade nos permite voltar a pátria espiritual em suaves prestações! Vamos nos livrando de todos os condicionamentos aos poucos. Não existe mágica instantânea!
Claro que quanto mais espiritualizados formos, menos vamos precisar do que precisávamos quando encarnados. E mais rápido será a nossa passagem pelo umbral.

Francisco Poderia citar 1.000 exemplos de trabalhadores, e não estou falando apenas de ESPIRITAS e sim de todos os credos, e mesmo muitos ATEUS que colocaria esta tese por água abaixo.
A questão é a seguinte.
1º Como se enquadra, portanto, os bonus-hora no sistema de educação moral de um individuo, se ele é tratado como uma criança em busca da mesada?
2ºO Bônus hora é controverso no momento que se torna um sistema de recompensa para se praticar a caridade ou se dedicar ao próximo.
Se você faz algo e é recompensado por terceiros, acabou ali a lei de causa e efeito.

Niquel Francisco O problema esta em se ver tudo como deterministico, ja resolvido e completo. O espirito desencarnado nao é assim, nao assume a sua natureza e vida espiritual plena automaticamente.
Da mesma maneira que vc nao ensina fisica quantica a uma crianca, os espiritos desencarnados ainda nao podem passar para uma existencia plena do espirito. É uma passagem, temporaria. Nao para sempre, absoluta. Ate que ele se livre dos varios condicionamentos de quando estava encarnado.
Entao, respondendo as suas perguntas, o aprendizado do espirito desencarnado tambem é gradual. Comeca com a gratificacao do bonus-hora pois assim é mais facil de ele compreender e assimilar os outros tantos valores que aprende no servico. É didatica espiritual !
O que vale mais, o espirito desencarnado ser recompensado e paulatinamente entender o valor da caridade como adiantamento espiritual ou ele ficar ali sem estimulo nenhum ao trabalho?
Temos que entender que é um incentivo, e que nao é regra geral, apenas ferramenta para ajudar na disciplina do espirito. É usado para colonias mais perto da crosta, com espiritos ainda arraigados a materia.
Nos livros de Andre Luis vemos que ha varios servicos repugnantes a serem efetuados. Se eles ( os espiritos superiores) acham mais facil incentivar atraves da recompenca esse tipo de servico, por que nao? Qual seria a inconveniencia perante a codificacao? Nao vejo nenhuma.

Saulo Bom... Pessoalmente nunca gostei dessa leitura de moeda que fazemos do bônus hora. Na verdade eu não gosto de como os homens tratam a moeda. O problema do capital em si não é ele e sim como ele é tratado: objeto de poder, e no nosso caso poder de controle e não poder capacidade.
Não entendo como disse o Francisco, a inteligência da Criação ao propor a remuneração, aqui ou além, como processo de educação infantil. Entendo como ferramenta de EDUCAÇÃO. Dizem-nos os espíritos que a evolução cumpre o papel de colocar o ser em condições de realizar a parte que lhe cabe na obra da criação. Embora nem sempre o anverso de um fato seja sua verdade oposta entendo que se não realizo minha parte a parte que me cabe fica em falta.
Se não me engano é Paulo que diz que "aquele que não trabalha que também não coma." Limpando os atavismos dos excessos do rigor das letras temos aqueles que não podem trabalhar, esses merecem o apoio e o amparo da sociedade, e aquele que não quer trabalhar, natural que tenha como efeito de sua ação a ausência de recursos, sejam eles monetários, afetivos, sociais ou qualquer outro.
Embora nos reinos materiais se confundam é preciso compreender que causa e efeito não é ação e reação. A recompensa que recebo da minha consciência é efeito tanto quanto as dádivas advindas das relações bem sedimentadas, no bem ou no mal. Receber de terceiros incentivo ou apoio é conseqüência natural da vida em sociedade.
Compreendo a questão do Bônus Hora como um reconhecimento pelo trabalho realizado cuja figura de linguagem utilizada era necessária a compreensão que tinhamos nos meados de 1900 e pouco. Pensemos: a honorável Irmã Dulce recebia lá sua quantia pelo trabalho no convento, eu acho, mas o trabalho que ela realizava em favor do próximo a fazia digna de receber de terceiros reconhecimento e haveres em quantidade suficiente para que pudesse amparar e interceder por terceiros. O fato é que de dinheiro ela não precisava mas do reconhecimento ela não podia fugir, ele era inexoravelmente direcionado a ela.

Francisco Muito argumento, pouca LÓGICA.
O Bônus hora é controverso no momento que se torna um sistema de recompensa para se praticar a caridade ou se dedicar ao próximo.(CONTINUA SEM RESPOSTA)
O que foi respondido EXPLICA mas não JUSTIFICA.
PONTO
Se aplicarmos aqui o princípio Aristotélico da não contradição concluímos que além de não passar pelo crivo da razão, este sistema não vai apenas na contra mão da codificação mas, da própria lei de evolução.
O principio se resume no seguinte. “AQUILO QUE É, EM QUANTO É, NÃO PODE NÃO SER.”
Pois, se todos sabem que nossa evolução é alcançada em cima dos nossos méritos e do que conquistamos de correto em nossas almas.Como termos um salário compensatório para aquilo que deve ser a nossa obrigação como espírito, encarnado ou desencarnado?

Niquel Francisco Permita-me discordar. O que foi explicado mais do que justifica: Ferramenta educacional usada de acordo com o nivel espiritual que nos encontramos. PONTO.
Quanto ao principio Aristotelico eu diria que se o espirito nao tem esse principio da caridade conciente, nada impede a espiritualidade que use o bonus hora como FERRAMENTA EDUCACIONAL. Ninguem esta falando que o bonus-hora serve para evoluir. Ou seja, comeca ali na recompensa ate se tornar conciente e claro como obrigacao. De novo, nao ha saltos concienciais.

lє๏ภคภ๔๏ мєภcยภy Eu... Não acredito em colônias e, por extensão, em todos os processos que nelas se encontram. No entanto, isto não me impede de compreender que:

a) As colônias são de caráter transitório. Por extensão, os espíritos que nela se encontram são de caráter mediano (população) e os mais avançados ali estão em caráter de auxílio.
b) O bônus-hora é uma medida de incentivo (substituição do dinheiro) para os espíritos de caráter imperfeito como incentivo ao trabalho útil. Se na Terra nada fariam sem motivação financeira, essa motivação é alimentada e isto gera nele o desejo de fazer o bem pelo bem.
"O bônus-hora, no fundo, é o nosso dinheiro. Quaisquer utilidades são adquiridas com esses cupons, obtidos por nós mesmos, a custa de esforço e dedicação." Cap. 21.
c) O bônus-hora, se bem que à semelhança do dinheiro, não faculta as mesmas facilidades do dinheiro. O Espírito não pode gastá-lo a bel prazer e, sim, conforme suas necessidades.
"(...) Cada família espiritual, porém, pode conquistar um lar (nunca mais que um),
apresentando trinta mil bônus-hora, o que se pode conseguir com algum
tempo de serviço."
d) A colônia possui um sistema de distribuição de comida e roupas (e algumas coisas mais) que são iguais para todos. Portanto, não se compra isto com bônus-hora.
"Há serviços centrais de distribuição na Governadoria e departamentos do mesmo trabalho nos Ministérios. O celeiro fundamental é propriedade coletiva." Cap. 22.
e) O bônus-hora não é uma moeda única e, sim, uma forma de incentivo à determinadas áreas. Existem bônus-hora correspondendo a todos os Ministérios.
"No Ministério da Regeneração, temos o Bônus-Hora-Regeneração; no Ministério do Esclarecimento, o Bônus-Hora-Esclarecimento, e assim por diante".Cap. 22
f) Os Espíritos mais adiantados não recebem por isso. Trabalham pelo prazer de servir.
Resumo: O bônus-hora não é uma caridade remunerada. É um incentivo ao trabalho útil.

Francisco Leo Eu também . . .
Não acredito em colônias e, por extensão, em todos os processos que nelas se encontram.[2]
No entanto, isto não me impede de compreender que:
Se é um incentivo ao trabalho útil.
Também é um incentivo ao sistema capitalista do FEZ GANHOU.
Neste contexto parece estranho, pois, estamos debatendo sobre a espiritualidade que MATERIALIZA sistemas para INCENTIVAR e ou "EDUCAR" espiritos.
Estimulando o APEGO quando deveria ser ao contrario.
Cada família espiritual, porém, pode conquistar um lar (nunca mais que um),apresentando trinta mil bônus-hora.

lє๏ภคภ๔๏ мєภcยภy Francisco Na verdade, seria uma espécie de capitalismo espiritualizado ou um comunismo capital (pleonasmo). Parte-se de um incentivo conforme o caráter do ser para que, com o exercício, se torne parte integrante da sua personalidade.

Logan O Bônus Hora sugere uma pedagogia de aprendizado destinada a entidades da órbita espiritual terrena, em avançado conceito socialista (desde que as ações "socialistas" implantadas do nosso lado estiveram sempre viciadas por ganâncias de poder).
Provavelmente, no futuro, quando a Terra alcançar o nivel de Mundo de Regeneração, o canal de realizações materiais venha a dar-se pelo emprego de Bônus Hora ou algo semelhante.
Pelo processo Bônus Hora, a pessoa alcança condições diversas através da sua dedicação ao próximo. Por enquanto, muita gente que deseja "subir" na vida acaba é envolvendo-se em ações lamentáveis.
Imaginemos que salto evolutivo será quando o serviço ao próximo for o canal para formalizar as coisas da existência terrena. Tudo leva a crer que ainda vai demorar tal dia aqui em nosso lado. Mas a gente sabe que a vida aqui, como bem explicou o Espírito Mesmer a Allan Kardec (em comunicação registrada na Revista Espírita, a vida do outro lado não é uma cópia da nossa, e sim a nossa aqui é que é uma cópia da Vida no outro lado. E Mesmer ainda destacou que é uma cópia imperfeita.
Por exemplo, anos antes de existir a TV no nosso lado, já existia no outro. E quando uma médium deu notícia do fato foi tido como mistificação, porque as pessoas tiveram dificuldade de entender a possibilidade de imagens serem transmitidas e captadas à distância.
Somos ainda pequenos aprendizes das coisas espirituais. A Ciência ainda tateia no conhecimento das faculdades do cérebro humano. Imaginemos o que são as coisas do Espírito liberto do cérebro fisico.
Também interessante lembrar que "Nosso Lar" é cidade intermediária para reencarnações na Terra. E que a maior parte dos assistidos compõe-se de seres ainda muito ligados aos costumes do nosso lado. E nesse ponto volto ao enfoque do Bônus Hora como uma forma educativa para a valorização do tempo e do trabalho dignificados pelo amor.


Agora fica para o leitor tirar suas próprias conclusões.




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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Iluminismo, o Deísmo e a Doutrina Espírita.






O Deísmo difundiu-se fora da Inglaterra como elemento do iluminismo: São Deístas quase todos os iluministas franceses, alemães e italianos.
O Iluminismo (ou esclarecimento, iluminação) caracterizou-se por uma brusca mudança das idéias. Foi um movimento e uma revolta intelectual contra as autoridades, contra o autoritarismo e contra o poder da Igreja, surgido na segunda metade do século XVIII (o chamado "século das luzes") que enfatizava a razão e a ciência como formas de explicar o universo.

O nome se explica porque os filósofos da época acreditavam estar iluminando as mentes das pessoas. É, de certo modo, um pensamento herdeiro da tradição do Renascimento e do Humanismo, por defender a valorização do Homem e da Razão.
Contrapunham-se à fé cega, mais ou menos como o Espiritismo, que prega a “FÉ INABALÁVEL SÓ É A QUE PODE ENCARAR FRENTE A FRENTE À RAZÃO, EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE".

Para os iluministas, sua tarefa era a de criar um alicerce para a moral, a ética e a religião, que estivesse em sintonia com a razão imutável do homem.

Segundo essa filosofia, cada pessoa deveria pensar por si própria, e não deixar-se levar por outras ideologias que, apesar de não concordarem, eram forçadas a seguir. Pregavam uma sociedade "livre", com possibilidades de transição de classes e mais oportunidades iguais para todos.

Jean-Jacques Rousseau foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata. Uma das figuras marcantes do Iluminismo francês, Rousseau em seu pensamento filosófico, traz a idéia de um princípio inato que permite às pessoas o julgamento de bom e mau, justo e injusto, certo e errado e chamou-o de consciência. Em seu livro O Emílio, Rousseau traz a idéia de que a tarefa do educador não é a de ensinar a virtude e a justiça, e sim possibilitar ao educando o discernimento, através do uso da razão, das fontes internas e externas de perturbação, para que possa manter a sua natureza sem ser corrompido.

O que é o Deísmo?
É uma doutrina que considera a razão como uma via capaz de nos assegurar da existência de Deus, desconsiderando, para tal fim, a prática de alguma religião denominacional.

As Características Deístas versus as Características Espíritas
• 1- Acredito em um Deus, mas não pratico nenhuma religião em particular;
• 2- Acredito que a palavra de Deus são as leis da natureza e do Universo, não os livros ditos "sagrados" escritos por homens em condições duvidosas;
• 3- Gosto de usar a razão para pensar na possibilidade de existência de outras dimensões, não aceitando doutrinas elaboradas por homens;
• 4- Acredito que os ideais religiosos devem tentar reconciliar e não contradizer a ciência.
• 5- Creio que se pode encontrar Deus mais facilmente fora do que dentro de alguma religião;
• 6- Desfruto da liberdade de procurar uma espiritualidade que me satisfaça;
• 7- Prefiro elaborar meus princípios e meus valores pessoais pelo raciocínio lógico, do que aceitar as imposições escritas em livros ditos "sagrados" ou autoridades religiosas;
• 8- Sou um livre-pensador individual, cujas convicções não se formaram por força de uma tradição ou a "autoridade" de outros;
• 9- Acredito que religião e Estado devem ser separados;
• 10- Prefiro me considerar como um ser racional, ao invés de religioso;

As Características Espíritas
 1- Acredita em um Deus, como causa primaria de todas as coisas
 2 – Acreditam que a palavra de Deus são as leis da natureza e do Universo, não os livros ditos "sagrados" escritos por homens em condições duvidosas; usando para avaliação o C.U.E. E
 3 - Gosta de usar a razão para pensar na possibilidade de existência de outras dimensões, não aceitando doutrinas elaboradas por homens; (FÉ INABALÁVEL SÓ É A QUE PODE ENCARAR FRENTE A FRENTE À RAZÃO)
 4 - Acredita que os ideais religiosos devem tentar reconciliar e não contradizer a ciência.
 5 - Creio que se pode encontrar Deus mais facilmente fora do que dentro de alguma religião (653. A adoração necessita de manifestações exteriores? — A verdadeira adoração é a do coração. Em todas as vossas ações, pensai sempre que um senhor vos observa.)

Mas o iluminismo não foi só Rousseau. Houve muitos outros pensadores, um deles era Immanuel Kant, nasceu na Alemanha(1724 – 1804) é seu um dos mais influente livros da moderna filosofia, "Crítica da Razão Pura", onde desenvolve a um argumento metafísico para mostrar que, em suma, apesar de não podermos saber necessariamente verdades sobre o mundo "como ele é em si" (por estarmos forçados a perceber e a pensar acerca do mundo de uma certa forma), apenas podemos saber com certeza um grande número de coisas sobre "o mundo como ele nos aparece".

Na Alemanha, o movimento iluminista é conhecido com Aufklãrung (Ilustração) entendida como a saída do homem de sua menor idade, da qual ele é o próprio responsável. No momento que abdica de fazer uso de seu raciocínio.

Kant a moral e Kardec
Analisando os princípios morais Kant conclui que a vontade humana é verdadeiramente moral quando regida por imperativos categóricos.

A norma moral “não roubar” para o religioso cristão se funda no sétimo mandamento de Deus; Para Kant, a norma moral se enraíza na própria natureza da razão: ao aceitar o roubo e conseqüentemente o enriquecimento ilícito, elevado a máxima pessoal ao nível universal, haverá uma contradição: se todos podem roubar, não há como manter a posse do que foi roubado.

O Imperativo Categórico versa sobre uma obrigação moral única e geral, que explica todas as outras obrigações morais que temos: "Age de tal modo que a máxima da tua ação se possa tornar princípio de uma legislação universal". Para Kant, a capacidade de distinguir o que é certo e o que é errado é tão inata quanto às outras propriedades da razão.

Pois Kardec no O Livro dos Espíritos na questão 619 recebe a resposta dos espíritos que Deus deu a todos os Homens a oportunidade de conhecer sua lei, mas os que a compreendem melhor são os que se esforçam para encontrá-la, ou seja, usam a razão e no, 621 a firmam que a lei de Deus esta na consciência.
Assim como Kant que acreditava que a capacidade de distinguir o certo é errado é inato.

E é com o uso da razão e nos estudos da doutrina, que o espírita que se esforça para entender as leis de Deus para mudar sua conduta na sociedade, vai agir de maneira justa e correta moralmente, fazendo isso não visando um suposto bônus hora, muito menos pensando em escapar de um castigo umbralino, ou pelas exigências sociais, mas porque é bom e racionalmente correto fazer.

É fácil perceber a herança iluminista na Doutrina Espírita e como as idéias Deistas está embutido do começo ao fim apesar de Kardec fazer criticas ao sistema deísta na a Gênese.

Todavia, não apenas no método de elaboração o Espiritismo é herdeiro do Pensamento Iluminista, o é também em toda a Teoria Espírita. No “Livro dos Espíritos”, obra que contém a formulação da Codificação Kardeciana resumida em capítulos, encontramos a sua parte terceira dedicada exclusivamente às “Leis morais”, todas elas concebidas, estudadas, utilizadas e defendidas pelo Iluminismo. Pensadores como Rousseau no seu “O Contrato Social”, Montesquieu em “O Espírito das Leis”, Maquiavel (1995) em “O Príncipe”, Descartes em “O Discurso do método”, Voltaire, Diderot, e muitos outros Iluministas escreveram sobre as “Leis históricas do definir”, Leis da sociedade, Lei do Progresso, de Igualdade, de Liberdade, de Justiça e outras.

Quem apagou a Luz?

Entretanto nos dias atuais onde todo mundo é médium, todo mundo psicografa chegando ao ponto de alguns terem sua própria editora, uma avalanche de obras mediúnicas eivadas de revelações bombásticas vem causando curto circuito na luz da razão, que vai se apagando pouco a pouco e diante disso, vamos mergulhando na escuridão do fantástico e retornando ao mundo maravilhoso onde tudo é possível menos ter bom senso.

E, justamente quando se levantam alguns contra toda esta prostituição da doutrina espírita, tentando voltar ao começo para que não se perca de vez o fio da meada, são taxados de retrógrados, fundamentalistas e desatualizados.
Logo os defensores da carnavalização, das misturas marginais perguntam como se fossem doutores em espiritismo; Mas a doutrina se resume aos cinco livros das obras básicas?

Lógico que não, pois observando o aspecto metodológico do trabalho investigativo de Allan Kardec é possível constatar a significativa influência das principais vertentes do pensamento Iluminista (Racionalismo, Experimentalismo, Evolucionismo) sobre o Espiritismo.

Os defensores da atualização da doutrina gostam muito de questionar por que a revelação de 150 anos atrás seria mais válida que a revelação transmitida nos dias de hoje?

Estes mesmos defensores adoram passar informações sem provas, apresentar novidades bombásticas sem evidências, e querem garantir tudo apenas através de argumentações.

Em primeiro lugar dizer que não podemos ficar preso ao que foi dito há 150 anos é uma grande falácia, pois no momento que Kardec afirma; Se algum dia a Ciência comprovar que a Doutrina está errada em algum ponto, cumpre ao espírita abandonar esse ponto equivocado e seguir a orientação da Ciência".

Fica claro que não se aprende doutrina espírita lendo apenas as obras básicas, mas filosofia, biologia, psicologia, neurociência e outras obras do conhecimento humano, pois a doutrina espírita não é obra de romances.

Outra coisa que passa despercebida é que os defensores das atualizações são geralmente terapeutas holísticos, que; Não compreende que o Espiritismo não se contém todo ele no campo mediúnico, conquanto este lhe tenha servido de ponto de partida, como se sabe.

O fenômeno por si só não nos levaria a conseqüências profundas, ou seria apenas objeto de observação ou motivo de deslumbramento, sem a formulação filosófica.
Para ser espírita é preciso conhecer o Espiritismo.

Como afirmou Kardec - "A FORÇA DO ESPIRITISMO ESTÁ EM SUA FILOSOFIA".

E por que não está no fato mediúnico?
Porque o fato prova e convence objetivamente, não há dúvida, porém não elucida os problemas mais graves de nossa vida, por si mesmo, se não tomar a direção filosófica que conduz à inquirição das causas, dos porquês e das conseqüências.

Portanto não é adotando o uso de cromoterapia, aromoterapia, apometria ou qualquer outras manias que vamos estar contribuindo para o avanço da doutrina.

O avanço da doutrina se faz quando as pessoas se libertam do pensamento mágico, pois o amadurecimento está na conquista da autonomia no pensar e agir, é quando o individuo não exercita um olhar critico sobre si mesmo e sobre o mundo permanece infantilizado como Alice no país das maravilhas seguindo o coelho das mistificações.

Basta comparar o dicionário Filosófico de Voltaire x e a Gênese de Kardec para perceber que a doutrina espírita é um farol que ilumina a mente é precisa sim de atualizações, mas das atualizações que a ciência neurológica, que a psicologia e que a física trará.

Voltaire (1694-1778) filósofo francês, um dos mais famosos dos deístas franceses Voltaire, que adquiriu o gosto pela ciência newtoniana, e reforçou inclinações deístas, durante uma visita de dois anos a Inglaterra a partir de 1726.

Milagre segundo Voltaire
Um milagre é a violação das leis matemáticas, divinas, imutáveis, eternas. Mediante essa única exposição, um milagre é uma contradição nos termos. Uma lei não pode ser mutável a violada. Mas uma lei, diz-se-lhes, sendo estabelecida por Deus mesmo, não poderá ser suspensa pelo seu autor?
(...) Demais, Deus nada pode fazer sem razão; ora, que razão poderia levá-lo a desfigurar por algum tempo a sua própria obra? É em favor dos homens, diz-se-lhes. Será, pois, ao menos em favor de todos os homens respondem eles: pois é impossível conceber que a natureza divina trabalhe para alguns homens em particular e não para todo o gênero humano; mesmo o gênero humano é pouca coisa: é muito menos do que um pequeno formigueiro em comparação com todos os entes que preenchem a imensidão. Ora, não é a mais absurda das loucuras imaginarem que o Ser Infinito invertesse em favor de três ou quatro centenas de formigas nesse pequeno pedaço de lodo, o movimento eterno dessas molas imensas que fazem mover o inteiro universo?

Os Milagres segundo Kardec
A Gênese Segundo o Espiritismo (Resumo) - Parte 9
O Espiritismo não faz milagres Sendo o Espírito a alma sobrevivente à morte do corpo, sua existência é perfeitamente natural, durante ou após a encarnação. Como o princípio espiritual e material "reagem incessantemente um sobre o outro", formando um conjunto harmonioso, representam duas partes de um todo, "tão natural uma quanto à outra".

Faz Deus milagres?
"Não sendo necessários os milagres para a glorificação de Deus, nada no Universo se produz fora do âmbito das leis gerais. Deus não faz milagres, porque, sendo, como são perfeitas as suas leis, não lhe é necessário derrogá-las".

Apenas um adendo sobre Física x Espiritismo. (Alexandre Fontes da Fonseca)
Uma das questões mais fundamentais que a Doutrina Espírita trouxe é a definição do Fluido Universal. Um trecho do ítem 3 do capítulo VI de A Gênese esclarece o tema: “(...) podemos colocar, como princípio absoluto, que todas as substâncias, conhecidas e desconhecidas, por mais dessemelhantes que pareçam, seja sob o ponto de vista de sua constituição íntima, seja sob o aspecto de sua ação recíproca, não são, de fato, mais do que modos diversos sob os quais a matéria se apresenta; senão variedades, nas quais se transformam, sob direção das forças inumeráveis que a governam. (...)”.

O texto acima foi escrito em 1868. Impossível enumerar as conquistas da ciência desde o ano da publicação do citado livro até os dias atuais. No entanto, o que prevalece é que esse e os outros princípios fundamentais do Espiritismo permanecem inalterados mesmo diante de tantas revoluções no conhecimento científico como o surgimento da Física Moderna que abala qualquer um com suas visões da realidade.
Físico por formação, Alexandre conseguiu aliar sua atividade de físico e pesquisador a Doutrina Espírita. Atualmente fazendo pós-doutoramento nos Estados Unidos e também no Instituto de Física da USP

Portanto eu continuo convidando vamos voltar a Kardec, pois sua obra é iluminada ou estaremos contribuindo sem perceber para o apagão da razão em pleno século XXI.
Podemos e devemos ler de tudo, o que não devemos fazer é tomar por principio doutrinário a opinião individual de um espírito ou médium. Este artigo não termina aqui agora a decisão é sua.

Lembrando a afirmativa de Kardec: “Na ausência de fatos, a dúvida é a opinião do homem prudente”.

Francisco Amado।

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sábado, 22 de outubro de 2011

Origem dos Mundos Fluídicos(NOSSO LAR)


Origem dos Mundos Fluídicos(NOSSO LAR)
Por: Ary Lex
O ROUSTAINGUISMO
Embora muitos não concordem, consideramos a doutrina de Roustaing, que admite o corpo fluídico de Jesus, também tem uma deturpação do Espiritismo. E por que não dedicamos a ela um capítulo especial, na primeira edição de "Pureza Doutrinária", que saiu em 1988? Porque não penetráramos ainda, com profundidade, no assunto e não assimiláramos o pensamento de Herculano Pires: "A posição científica Kardec opõe-se à posição vulgar de Roustaing - um horrível vaidoso que se deixa levar pelos Espíritos mistificados aceitando as explicações mais ridículas e absurdas para esclarecimento de problemas escriturísticos. O grande advogado não passava de um grande ingênuo". (O Verbo Carne, Edição Cairbar, página 56, 1973).
1 - Breve histórico
Jean-Baptiste Roustaing era advogado e nasceu Bordeaux (França). Foi assessorado pela médium Emile Collignon, que lhe transmitiu comunicações mediúnicas atribuídas aos quatro evangelistas (Mateus, Marcos, Lucas, João), cada qual comentando seu Evangelho, tudo dirigido por Moisés. Roustaing publicou sua obra em 1866, intitulada . Quatro Evangelhos", com o subtítulo "Espiritismo Cristão Revelação da Revelação".
No segundo século da era cristã, surgiu dentro cristianismo a doutrina do docetismo. Ensinava ela que o corpo de Cristo não era material, e sim aparente e ele não teria nascido como os homens em geral. No século IV, Apolinário de Ludicéia, dizia que Jesus não nascera de Maria, não sofrera e só morrera na aparência.
Roustaing traz de novo essas idéias. Se, como pretende os quatro Evangelhos fossem comentados agora pelos próprios evangelistas, constituiriam uma obra de altíssimo valor, que viria reforçar a Codificação. Mas as contradições e erros são tão grandes que têm prestado um desserviço ao Espiritismo. Por isso, é profundamente lamentável que a Federação Espírita Brasileira dê tamanho valor a essa doutrina desagregadora.
No Brasil, os "Quatro Evangelhos" foram introduzidos por Antônio Luiz Sayão, do Grupo Ismael (RJ), fundado em 1880.
Foi ele precursor da Federação Espírita Brasileira (F.E.B.), que veio a defender ardorosamente o roustainguismo, através das palavras e ações de todos os seus presidentes: Guillon Ribeiro, Wantuil de Freitas, Armando de Assis, Francisco Thiesen e Juvanir Borges de Souza. Fecharam eles os espíritas ingênuos numa gaiola de ouro: nenhuma pessoa poderia ter cargo diretivo se não fosse roustainguista.
Ismael Gomes Braga, dirigente da FEB, em seu livro "Elos Doutrinários" culpa os kardecistas pelo fracasso do movimento espírita francês: "Nos lugares onde os inimigos visíveis e invisíveis de Roustaing venceram a campanha que maquinaram, o Espiritismo e Kardec entraram em declínio e, ou desapareceram totalmente, ou estão adormecidos. Está demonstrado, pois, que atacar a obra de Roustaing é, de fato, atacar e minar o edifício todo da Terceira Revelação, lançar o descrédito sobre a fonte mesma do espiritismo." ( ... )"Não nos iludamos com esses pretensos defensores de Kardec. Eles são os únicos inimigos perigosos do espiritismo, por isso que se dizem espíritas, escrevem e falam em nome da Doutrina e ardilosamente lhe vão minando os alicerces eternos: os Evangelhos e a Mediunidade".
Para ele, os livros de Roustaing são um curso superior de Espiritismo.
Luciano dos Anjos, em artigo publicado no "Reformador", órgão da FEB, em 1973, afirma que a FEB é uma instituição extraterrena, nada mais sendo do que uma projeção de sua verdadeira sede que está no alto. Francisco Thiesen, ex-presidente da FEB, no "Reformador"de abril de 1987, diz que "Kardequizar é sectarizar".
O "Reformador", como se vê, sempre foi o porta-voz dos roustainguistas da FEB. Há cerca de 8 anos, em manobra política, a FEB levou, para vice-presidentes, dois espíritas paulistas, de enorme valor e dignidade, ambos kardecistas. Esperávamos que eles conseguissem abrandar, se não as idéias, pelo menos as táticas roustainguistas, mas estamos vendo que não o conseguiram, ou não quiseram. A FEB passou a assediar, por meios os mais variáveis, as poucas Entidades, como a USE-SP que se mantinham fora de seus domínios. Esperemos seu novo vôo, rumo ao Conselho Espírita Internacional.
2 - Afirmações de Roustaing
Basei-me nas seguintes fontes:
Durval Ciamponi, em seu excelente livro "Alternativas da Humanidade (Na era do Espírito)", Edições FEESP, 1996, faz um estudo resumido das 'teses roustainguistas'. Gélio Lacerda da Silva aborda longamente o assunto, no seu livro "Conscientização Espírita", Editora Opinião E, 1995. Wilson Garcia já havia sido muito feliz na pesquisa para "O Corpo Fluídico", Editora Correio Fraterno, 1987.
E não nos esqueçamos do livro que fez furor em 1973: "O Verbo e a Carne", de Herculano Pires e Júlio Abreu Filho. Em 1999, Nazareno Tourinho publicou uma excelente crítica: "As Tolices e Pieguices da Obra de Roustaing", Correio Fraterno.
Vamos então, às principais afirmações do livro "Os Quatro Evangelhos".
1 - Jesus, sendo um Espírito Crístico, não teve um corpo carnal, mas um corpo fluídico, com todas as aparências de matéria.
2- A gravidez de Maria foi aparente: "Foi obra do Espírito Santo (noção católica), porque foi obra dos Espíritos do Senhor e, como tal, aparente e fluídica, de maneira a produzir ilusão, a fazer crer numa gravidez real". Quer dizer: Maria participou de uma grande farsa. "Os espíritos prepostos à preparação do aparecimento do Messias na Terra reuniram em torno de Maria fluidos apropriados que lhe operaram a distensão do abdômem e o entumesceram." ( ... )"Seu parto foi igualmente obra do Espírito Santo, porque também foi obra dos Espíritos do Senhor e só se deu na aparência, tal como a gravidez." Vejam-se o misticismo e a arrogância, fazendo os "Espíritos do Senhor" virem fazer os partos aqui na Terra ...
3 - O leite mamado por Jesus era devolvido pelos espíritos ao sangue da mãe, sem que ela o soubesse.
4 - O corpo fluídico justifica atos da vida de Jesus, como andar sobre as águas e desaparecer do sepulcro.
5 - Os Espíritos crísticos, puríssimos, não podem encarnar, por isso, Jesus não poderia ter corpo de matéria.
6 - Tudo, na vida de Jesus, foi apenas aparente, havendo ilusão para todos os que o seguiam.
7- Deveria vir o "Espírito Regenerador", representando o Consolador prometido por Jesus, com o papel do Espírito Santo da Igreja Romana. Esta afirmação reduz a zero a universalidade da missão do Espiritismo e as manifestações mediúnicas. "Os vossos médiuns só entrarão no gozo completo de suas faculdades medianímicas quando estiver entre os homens o Regenerador, Espírito que desempenhará a missão superior de conduzir a humanidade ao estado de inocência, isto é, ao grau de perfeição a que ela tem de chegar". ( ... )" Debaixo da influência e da direção do Regenerador, caminha o chefe da Igreja Católica, a qual será, então, católica na legítima acepção desse termo, pois estará em vias de tornar-se universal, como sendo a Igreja de Cristo."
8 - Afirmam os seguidores de Roustaing que Humberto de Campos enfatiza a participação dele na obra da Codificação.
"O Mundo Maior decidiu que Kardec contaria com a coordenação de uma plêiade de auxiliares de sua obra, designados particularmente para coadjuvá-lo, nas individualidades de ]ean-Baptiste Roustaing, que organizaria o trabalho da fé; de Léon Denis, que efetuaria o desdobramento filosófico; de Gabriel Delanne, que apresentaria a estrada científica; e de Camille Flammarion, que abriria a cortina dos mundos."
9 - Vem agora o absurdo dos absurdos, defendido por Roustaing. Trata-se dos "criptógamos carnudos". Para ele, os espíritos "ateus" sofrem o castigo da primitiva encarnação humana, transformando-se em larvas, que Roustaing denomina "criptógamos carnudos".
Seriam uma espécie em que se encarnam espíritos humanos que regrediram aos planos vegetal e animal. Em Botânica, criptógamos é o termo usado para designar os vegetais que possuem órgãos reprodutores ocultos. O acréscimo "carnudo" faz lembrar músculos, carne, e por isso, os remete ao reino animal. Nesses seres encarnariam espíritos humanos que regridem ao reino vegetal ou animais extremamente elementares.


Motivos para censurar a Imprensa



As três principais revistas nacionais abrem o final de semana com denúncias arrasadoras contra a corrupção no Ministério do Esporte.


A Veja sai com as gravações definitivas, feitas na antesala do gabinete de Orlando Silva, envolvendo os seus principais assessores, montanto mais uma fraude para roubar os cofres públicos.

A Isto É vem com uma matéria extensa em que surge um novo acusador, desta vez disparando uma série de denúncias contra o governador petista, Agnelo Queiroz, o novo Arruda do DF.

Por fim, a Época faz uma reportagem antológica sobre o "Comunismo de Resultados", mostrando as vísceras infectadas do PCdoB. Enquanto isso, a Dilma e a sua Turma tentam segurar a lama que já invade o Palácio do Planalto.

O governo federal é cúmplice ou está sendo chantageado?
Esta é a questão colocada diante do país, neste final de semana em que o implacável PIG (sigla de Partido da Imprensa Golpista criada pelas ratazanas da esgotosfera chapa branca) mostra o quanto uma imprensa livre pode ajudar o país a se livrar da corrupção।


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A História do Café da Manhã