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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Politica um Tabu para o Espiritismo





Será que o espírita está impedido de exercer alguma função política? Do ponto de vista doutrinário, certamente não. É uma atividade como outra qualquer, com seus tropeços e dificuldades, exigindo habilidades e vocação.

A rejeição generalizada da política dentro do movimento espírita deve-se à nossa formação basicamente religiosa e mística, raiando o pieguismo e, principalmente, a preconceitos totalmente infundados.
Poucos seriam capazes de justificar racionalmente, razoavelmente e doutrinariamente, porque não participar da política partidária, da defesa dos interesses da nação e do bem comum.

Na verdade, é mais cômodo deixar que outros se ocupem dessas tarefas estressantes, comprometedoras e de alto risco. Dentro dessa lógica, como melhorar a vida social, se aqueles que poderiam levar conceitos e parâmetros novos para as deCisões nas Câmaras de Vereadores ou Assembléias Legislativas, se limitam a fazer coro com os críticos de plantão?


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4 comentários:

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/comportamento/espiritas-na-politica.html

Este link é muito interessante para se aprofundar o assunto e afirmar o as palavras do video

Um trabalho elaborado pela CASP (Coordenadoria da Área Sócio-Política do IPEPE-Instituto de Intercâmbio do Pensamento Espírita de Pernambuco)tem reflexões fundamentadas em 4 obras de Kardec, além de outros livros de autores diversos como Herculano Pires, Ney Lobo, Hermínio C. Miranda, e psicografias de Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel entre outros, tem um material vastíssimo a respeito da política e o espiritismo. "Um ensaio sobre Espiritismo e Política". Contei 14 páginas deste material e estou encantada com a pesquisa muito bem fundamentada nos citados autores.Para se ter uma idéia vou enumerar os títulos deste belíssimo trabalho:
Em torno do conceito da Política;
Lei de adoração e política;
A lei do trabalho e política;
A lei da reprodução e política;
A lei da conservação e política;
A lei da destruição e política;
A lei de sociedade e política;
A lei do progresso e política;
A lei de liberdade e política;
A lei de justiça, amor e a caridade e política;
Política e ação social espírita;
Como o espírita não deve atuar na política;
Como o espírita deve atuar na política.
Diante destes títulos se torna quase impossível alguém, que queira saber mais sobre a visão espírita perante a política, não ter interesse de ler o artigo. Que por sinal um verdadeiro achado.
Coloquem na linha do google "um ensaio sobre espiritismo e política" - Osman Neves Albuquerque.
Depois de lê-lo, duvido você permanecer na ideia de que espirita não tem nada a ver com política.

O curioso que esta ocorrendo exatamente o que eu disse no video.

O tópico esta caindo no esquecimento ninguém se manifestou.
Postei em 3 comunidades diferentes.

Pois então os centros espíritas deveriam deixar de se considerarem socorristas nos trabalhos mediúnicos; missionários nas exposições doutrinárias e mestres no grupos de estudos e se enquadrarem no que realmente são: APRENDIZES.
O que mais falta é estudo sério. E se isto acontecesse entenderiam que somos seres sociais e, por esta razão, não deveríamos "lavar as mãos". O movimento espírita está infestado de poncios pilatos.
Muitos estão preocupados em herdar a terra prometida, que se tornará o planeta Terra na tão esperada transição planetária de um mundo de provas e expiação para regeneração.
Se enfrentassem, sem medos e sem máscaras a realidade em que estão inseridos, aí sim poderiam tornar suas expiações e provas em missão. Mas preferem considerar seus familiares, colegas no ambiente de trabalho e sociedade em geral como seus "karmas ruins". Enquanto se isolam nos centros espíritas e se dizem "fazer a sua parte", fugindo das responsabilidades que todos os cidadãos têm diante do caos em que a sociedade se encontra. Todo o resto, incluindo suas famílias se sentem livres para atuarem na insensatez e ignorância.
São os espíritas "bonzinhos" que não levantam a voz pra nada. Situação cômoda e segura para manter esta reputação. Nossa sociedade não comporta mais pessoas "boazinhas". Precisa, urgentemente de pessoa "boas" (para que o mal não tome a frente) que se envolvam e se comprometam com o social. Por que não falar e se envolver em política? A desculpa para isto se repete na tão insensata frase "Prefiro defender a causa espírita". Como se a Doutrina Espírita precisasse de defensores. A primeira pergunta de O Livro dos Espíritos é esta: O que é Deus? e não: "Por que Deus?". A Doutrina veio para consolar e esclarecer e não ser defendida. Se a política está tão corrompida e desacreditada não seria o momento dos "espíritas" tentarem "fazer a sua parte" também dentro deste contexto?
Para encerrar transcrevo uma frase do artigo que citei em outro comentário que ilustra e confirma melhor meu raciocínio.
"...consequentemente, a omissão e a ociosidade que venham a alimentar qualquer tipo de isolamento social, produzirão sempre a inutilidade, o fanatismo ou o egoísmo rotulado de pureza ou santidade."

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