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Descubra aqui os ciêntistas que pesquisaram a doutrina espirita, e poste suas dúvidas.

Descubra o pensamento Liberal Espirita 4 Titulo

Neste espaço você vai entender porque a doutrina espirita é inconciliável com o socialismo.

Debates e crítica literária espirita 5 Titulo

Um espaço para o contraditorio, onde colocamos em dúvidas muitas questões tidas como doutrinarias.

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

O GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DO ESPIRITISMO.




Um livrinho de pouco mais de 100 páginas onde o filosofo deísta Francisco amado debruça o pensamento sobre a metodologia de Kardec para reajustar a doutrina na realidade.
O espiritismo teve uma influencia muito significativa do iluminismo basta ver que todas as leis morais apresentadas no O Livro dos Espíritos já tinham sido estudadas, utilizadas e defendidas pelo iluminismo.


O livro está dividido em seis capítulos;
1º Kardec visita as sociedades espíritas atuais e aplica sua visão nas praticas adotas.

2º Aqui apresento o quebra cabeça que mostra a origem do caráter católico da doutrina e revela as teses roustainguistas.

3º Chico & Kardec confrontam opiniões sobre tirar Jesus da doutrina (Foi usada uma suposta entrevista que Chico deu a uma revista para montar esta parte)

4º Apresento o C.U.E.E e Kardec já aproveita para conferir a documentação irregular do Aeróbus.

5º Kardec revela os motivos do espiritismo não ser uma religião.

6º Kardec conta para todos quais são as obras básicas e como criar uma biblioteca espírita.
O diferencial é que entre os capítulos o leitor vai encontrar uma critica que faço a uma questão do livro dos espíritos e que serve para responder aos outros erros da gênese, mais a entrevista com Swedenborg.


Para ter uma noção do que você vai encontrar neste livro.
A doutrina Espírita não veio criar igrejas, templos suntuosos e tribunas luxuosas com pregadores enfatuados. Não precisa de rituais, dispensa bênçãos, não promete Lugar celeste a ninguém.
Sua única missão é esclarecer, orientar, indicar o caminho da autenticidade humana e da verdade espiritual do homem.
Mas, mesmo assim temos os espíritas evangélicos que quando encontra aquelas pessoas que perderam seus entes queridos ou estão desesperadas por alguma situação adversa da vida procuram respostas.
E qual resposta dar, a verdade, ou a resposta conveniente?
A promessa evangélica do Consolador se cumpre na Doutrina Espírita de maneira positiva e não através de cantigas de ninar, de palavrório anestesiante.
Portanto temos duas respostas, a verdadeira e a conveniente, a verdadeira é aquela que coloca o individuo diante de si mesmo e afirma que o Espiritismo não é uma Doutrina de passividade contemplativa.
Sua finalidade, como os Espíritos Superiores disseram a Kardec, é revolucionar o mundo inteiro, o modificado para melhor.
E temos aquela resposta conveniente, evangélica religiosa que diz, mentalize seu mentor, Jesus te ama, a Legião de Maria irá te salvar, tome um passe beba mais água fluidifica tenha fé.
Todavia o consolo que o Espiritismo nos dá não é a proteção fictícia da fé cega, dos sacramentos vazios de sentido, do socorro espiritual egoísta, em forma de privilégios injustificáveis, do paternalismo dos sacerdotes profissionais, dos agrados interesseiros de médiuns venais.
  

R$ 25,00 [ Vinte e Cinco Reais]


“O ortodoxo sabe avaliar o místico, porque já foi um místico; mas o místico não pode avaliar o ortodoxo, porque nunca foi ortodoxo”. Francisco Amado

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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Pesquisa Cientifica Espirita









Johan_Carl_Friedrich_Zöllner, notável físico alemão, utilizou-se, em 1877, de outro grande médium do passado, Henry_Slade e, agindo como verdadeiro homem de ciência, que era, conseguiu extraordinários fenômenos de materialização, de transporte, de levitação e de escrita_direta.
Para explicar fenômenos de penetração da matéria pela matéria, imaginou uma quarta dimensão, característica dos seres que habitam o mundo invisível, ou dos Espíritos.

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domingo, 20 de abril de 2014

Policia Federal prende o espírita Clóvis Nunes



No dia 28 de novembro a Polícia Federal deflagrou a chamada “Operação Volcano”, que visava desarticular uma organização criminosa responsável por fraudar a Campanha do Desarmamento. Segundo a PF, a organização havia desviado R$ 1,3 milhão dos cofres públicos através do pagamento irregular de indenizações por entregas de armas de fogo. No centro da organização está a ONG desarmamentista MovPaz Brasil e seu coordenador nacional, Clóvis Nunes.



Clóvis Nunes foi preso durante a operação da PF e, após ser liberado, publicou uma carta aberta à sociedade brasileira (leia aqui aíntegra). Na carta, Clóvis Nunes relata sua experiência durante os 5 dias em que ficou preso:



    Eu apenas me perguntava: “Por que, meu Deus, tanta injustiça?” Com mais de vinte anos trabalhando pela paz, dezesseis deles dedicados ao desarmamento, horas de serviços prestados à causa da cultura pela paz…



Após apresentar-se como um pacifista injustamente preso (colocando-se à sombra de figuras como Gandhi e Mandela), Nunes encerra a carta, reafirmando sua inocência:



    De mãos limpas, de alma pacificada e consciência tranquila, volto a afirmar: SOU INOCENTE!

    Paz pela paz.

    Clóvis Nunes



Além de membro do Conselho Nacional de Segurança Pública (órgão responsável por definir as diretrizes das políticas de segurança pública do país), Clóvis Nunes é amplamente conhecido no meio espírita em todo o país por suas palestras e aulas sobre espiritismo, além de suas pesquisas sobre TCI (transcomunicação instrumental) e EVP (electronic voice phenomenon), que seriam técnicas de comunicação com espíritos através de equipamentos eletrônicos.

Desarmamento? Nem morto!


Um filme com temática espírita foi sucesso de bilheteria no Brasil em 2010. “Nosso Lar” , baseado no livro homônimo psicografado por Chico Xavier, é um filme que trata das experiências de André Luiz, um homem que morre e percebe que continua vivo no mundo espiritual numa espécie de purgatório, repleto de criaturas sombrias, chamado “umbral”. Depois de passar um período nesse ambiente, André Luiz é resgatado por espíritos benevolentes que levam-no para uma colônia espiritual de reabilitação chamada Nosso Lar.



Chico Xavier psicografou diversos livros com os relatos de André Luiz sobre esse mundo espiritual. No segundo livro da série, chamado “Os Mensageiros”, André Luiz viaja para fora da colônia Nosso Lar em direção a um posto de socorro mantido por espíritos benevolentes em pleno umbral. Uma passagem desse livro chama a atenção, e vai totalmente contra o pacifismo desarmamentista e utópico do espírita Clóvis Nunes.



Acompanhado de Alfredo, administrador do posto de socorro, André Luiz relata suas impressões ao chegar naquele local:



    Descemos as escadarias e, em frente dos muros altos, pude observar a extensão das defesas do soberbo edifício. [...] Observei o caminho da ronda, a cisterna, as seteiras e, em seguida, as paliçadas e barbacãs, refletindo na complexidade de todo aquele aparelhamento defensivo. E as armas? Identificava-lhes a presença na maquinaria instalada ao longo dos muros, copiando os pequenos canhões conhecidos na Terra.



    — Já sei a impressão que a nossa defesa lhes causa — disse Alfredo, detendo-se para explicar.

    Fixando-nos com o olhar muito lúcido, continuou:



    — Naturalmente, não imaginavam necessárias tantas fortificações. Conforme vêem, nossa bandeira é de concórdia e harmonia; no entanto, é imprescindível considerar que estamos em serviço que precisaremos defender, em qualquer circunstância. Enquanto não imperar a lei universal do amor, é indispensável persevere o reinado da justiça. Nosso Posto está colocado, aqui, igualmente, como “ovelha em meio de lobos”, e, embora não nos caiba efetuar o extermínio das feras, necessitamos defender a obra do bem contra os assaltos indébitos.



    — Mas… e as armas? — perguntei — acaso são utilizadas?



    — Como não? — disse Alfredo, pressuroso. Naturalmente, a ninguém atacaremos. Nossa tarefa é de socorro e não de extermínio.



    (Os Mensageiros, 41a. ed., pág. 127)



Nem mesmo os mortos retratados no livro de Chico Xavier dão algum crédito à utopia desarmamentista de Clóvis Nunes. Até eles sabem que, quando se está como “ovelha em meio de lobos”, é necessário que reine a justiça e a defesa dos homens de bem contra os assaltos de maus e perversos.



O livro prossegue com uma fábula, cujo ensinamento é uma pá de cal sobre a “Paz pela Paz” de Clóvis Nunes e sua militância pacifista. Pena que o palestrante e estudioso espírita parece não ter compreendido, ou, se compreendeu, prefiriu ignorar estes ensinamentos:



    Alfredo sorriu serenamente e perguntou, bem humorado:



    — Vocês conhecem a lenda hindu da serpente e do santo?



    Ante a nossa expressão negativa, o administrador continuou:



    — Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente venenosa em certo campo. Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que em si mesmo. A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a, porém, com o olhar sereno, e falou:— Minha irmã, é da lei que não façamos mal a ninguém. A víbora recolheu-se, envergonhada. Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente. Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes. Mostrou-se integralmente pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela. Quando lhe identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças davam-lhe pedradas. A infeliz recolheu-se à toca, desalentada. Vivia aflita, medrosa, desanimada. Eis, porém, que o santo voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la. Espantou-se, observando tamanha ruína. A serpente contou-lhe, então, a história amargurada. Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na. O sábio pensou, pensou e respondeu após ouvi-la:



    — Mas, minha irmã, houve engano de tua parte. Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassinio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus. Não ataques as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor. Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos.



    O administrador fez longa pausa e concluiu:



    — Creio que a fábula dispensa comentário.



    (Os Mensageiros, 41a. ed., pág. 131)



O espinheiro que dá figos.



Onde há fumaça, há fogo. Neste caso, onde há desarmamento e pacifismo há a semente de um totalitarismo revestido por mentiras. No vídeo abaixo (http://www.youtube.com/watch?v=shmKSrQ1oxI), Clóvis Nunes apresenta sua tese sobre o relacionamento entre Allan Kardek (Hippolyte Rivail) e Karl Marx na França em meados do século 19, no período em que o primeiro estabelecia as bases da doutrina espírita. Clóvis Nunes confidencia no vídeo, em duas passagens:



    Eu andei lendo muito Marx, e gostava das ideias socialistas. Porque Marx é uma coisa, o comunismo é outra. É como Jesus e o catolicismo. (aos 00:50 seg.)



    [...]



    O partido comunista fez a revolução pela luta armada, que não era a ideia de Marx. Por isso os espíritos livraram Marx e acusaram o partido que ia ser criado. (aos 12:00 min.)



É notável no vídeo o esforço de Nunes em tentar afastar Marx de qualquer relação com os resultados nefastos de suas ideias, em particular os genocídios comunistas. Nesse esforço, Nunes chega a absolver Marx em nome do “Espírito de Verdade” (que teria sido o mentor espiritual de Allan Kardec e responsável pela codificação da doutrina espírita). Portanto, absolve Marx em nome da doutrina espírita.



Clóvis Nunes apenas repete a velha e conhecida cantilena propagada pelos canalhas socialistas, na tentativa abjeta de reescrever a história e desconectar o marxismo dos flagelos humanitários que produziu: “Deturparam as idéias de Marx!” Para Nunes, a URSS deturpou Marx, a China deturpou Marx, a Coréia do Norte, Camboja, Vietnan, Cuba, etc… Ou seja, todas as vezes em que as ideias de Marx foram postas em prática – invariavelmente causando tragédias humanitárias – foi a deturpação dessas ideias a causa de tais tragédias, e não o fato de que o próprio marxismo traz em si o gérmen das tragédias que suscitou.



Nem que mil jacas podres atinjam a cabeça de Clóvis Nunes! O pacifista continuará acreditando que uma árvore não se conhece pelos frutos reais que produz, mas pelos frutos imaginários, projetados pelos anseios do observador. Para Nunes, um espinheiro pode dar figos! (ver Lucas, VI – 43)



Nunca é demais relembrar nossa história: não faltaram, nas fileiras nazistas e comunistas, obreiros de boa vontade como Clóvis Nunes – obcecados por um novo mundo da paz garantida pelo Estado – a bater de porta em porta, tomando as armas de fogo dos cidadãos de bem que mais tarde viriam a sucumbir, indefesos, subjugados pela mão pesada desse Estado protetor. O desarmamento está nos deixando cada dia mais desprotegidos, à mercê dos lobos.




sexta-feira, 18 de abril de 2014

Homossexualismo e a farsa dos Livros que não são espíritas.



Para minha grande surpresa depois de feita toda esta refutação, fui procurar a capa para ilustrar o texto e acabei descobrindo que quem dita o livro é Espírito Manoel Philomeno de Miranda e não Bezerra de Menezes.  Ou seja, já tenta usar um nome respeitável, não para mim, mas para os que se dizem espíritas que não estudam nada e opinam sobre tudo.
Para dar credito a um verdadeiro compêndio de besteirol. 
O tal Bezerra faz parte do livro assim com um horda de supostos espíritos que não sabem quando e dia quando e noite.

O espírito de Bezerra de Menezes no livro SEXO E OBSESSÃO
Psicografado por Divaldo Franco explica que, a partir de agora o número de homossexuais, principalmente os masculinos, vão aumentar tanto que chamará a atenção da ciência.
(...)
A homossexualidade faz parte da natureza e existe em todos os reinos. É uma manifestação natural e saudável da sexualidade humana, definida, na maioria das vezes, antes do nascimento, quando o espírito irá reencarnar.
Por muito tempo acreditou-se que os homossexuais masculinos eram espíritos de mulheres reencarnadas em expiação, e as lésbicas espíritos de homens reencarnados para resgatar o passado.
Se seguirmos a base doutrinaria, ou seja, o Livro dos Espíritos encontramos o seguinte:
200. Os Espíritos têm sexo?
 — Não como o entendeis, porque os sexos dependem da constituição orgânica. Há entre eles amor e simpatia, mas baseados na afinidade de sentimentos.

 201. O Espírito que animou o corpo de um homem pode animar o de uma mulher, numa nova existência, e vice-versa?
 — Sim, pois são os mesmos Espíritos que animam os homens e as mulheres.

 202. Quando somos Espíritos, preferimos encarnar num corpo de homem ou de mulher?
 — Isso pouco importa ao Espírito; depende das provas que ele tiver de sofrer.

Comentário de Kardec: Os Espíritos encarnam-se homens ou mulheres, porque não têm sexo. Como devem progredir em tudo, cada sexo, como cada posição social, oferece-lhes provas e deveres especiais, e novas ocasiões de adquirir experiências. Aquele que fosse sempre homem, só saberia o que sabem os homens.
O tempo passou, nós evoluímos, e os espíritos então puderam falar no assunto de outra maneira.Os estudiosos descobriram que essa ideia de estar numa sexualidade invertida, em conflito com o corpo, não é tão verdadeira assim, cabendo apenas aos casos de transexuais.
De quais estudiosos ele fala? Cadê os nomes e as fontes? A verdade é que para o espírita pouco importa se o homem ou a mulher quer se relacionar com seus iguais, pois ele sabe que ninguém é, mas, está homossexual, está homem e está mulher nessa encarnação. Na próxima pode ser diferente. Portanto a lei não pode e não deve se diferente, pois somos iguais. PONTO.  
Os homossexuais masculinos quase sempre nunca foram mulheres na vida passada. Em espírito precisaram desenvolver a feminilidade e a sexualidade feminina para aqui reencarnarem e enfrentarem a si mesmos.
Qual é a fonte dessa informação? De um espírito que não sabe que a superpopulação é uma farsa? Agora uma coisa que tem que ficar explicita é não é saber se a fonte da critica é católica, evangélica, umbandista ou ateísta.
 O que temos que analisar se é crível ou não.
Se for justa ou não, e não partir do preconceito achando que só porque é do fulano ou do beltrano eu nem vou perder meu tempo pesquisando, pois eles sempre estão errados.

Como assim? O que uma experiência como homossexual, geralmente sofrida, pode trazer de bom? Muitos espíritos sempre viveram fugindo de si mesmos, na vaidade, escondendo suas verdadeiras personalidades, criando máscaras. Então numa encarnação como homossexual serão obrigados a se aceitarem como são, vencendo os próprios preconceitos, tendo a coragem de ser quem são. Se aproveitarem a experiência, não caindo na promiscuidade, sairão vitoriosos.
Aqui encontramos algo que também vai contra o conceito de livre arbítrio que prega a doutrina. Como assim? “Serão obrigados” veja que já foge do que diz a base que a pessoa escolhe e não é obrigada, pois se ela é obrigada, quais os méritos de fazer algo a força?

Os homossexuais atuais e que vão aumentar a cada dia, não terão mais características psicológicas femininas. Serão homens másculos gostando de homens. Por informação espiritual ficamos sabendo que esses homossexuais que agora estão renascendo são os antigos homossexuais da Grécia e Roma Antigas, lutadores, másculos, que chefiavam exércitos, mas eram gays.
Fica bem claro aqui que é preciso aplicar o CUEE, pois qualquer espírito pode se comunicar e falar o que bem entender.  E porque digo isso? Simples é que essa argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais é um MITO. 
Portanto se era MITO como um “espírito superior” não saberia dessas coisas?

Eles estão renascendo em massa agora com um objetivo: conter a explosão demográfica, pois a Terra necessita urgentemente diminuir sua população. Então a homossexualidade fará muito bem ao nosso planeta.
E fechando com chave de ouro mais uma perola do desconhecimento. Hora como um espírito não vai saber que a superpopulação da terra é um engodo uma farsa, só os idiotas e os que nada pesquisam acreditam nessa besteira, ai vem um espírito velhaco, falcatrua propagar e compartilhar a ignorância e ainda faz isso em nome da Doutrina Espírita?
Faça um favor a sua inteligência jogue esse livro no lixo.
ESSA FARSA ESTÁ DESMASCARADA AQUI.  Pela Lógica e o bom senso.

O espiritismo no Brasil está estagnado.

O que há é somente uma “Placa Falsificada”.

Estudam-se de tudo, menos Kardec.
O CUEE constitui a única opção para que um homem, sensato possa captar as mensagens do mundo espiritual, com o mínimo de interferência egóica.

Lembrem-se das palavras dos espíritos que ditaram a Kardec:

“Debaixo do Sol, não existe perfeição”

O CUEE é o que temos de melhor.

O restante é abismo.
O verdadeiro espírita aquele que compreendeu a doutrina sua primeira atitude é: Vou investigar sua mensagem, vou estudar, vou lhe inquirir mais se preciso for e só depois concluirei se aceito ou não o que dizes.
Portanto não aceite nada que venha dos espíritos só pelo nome e sim coloque antes sob o crivo da razão.
 Francisco Amado
Filosofo Deísta e pesquisador espírita. 


 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O mito da Homossexualidade na Grécia Antiga.

Este vídeo (em inglês) destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza.A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.

Eis a tradução do vídeo:



O propósito desse vídeo é fazer uma análise histórica da questão para descobrir que opinião os Gregos antigos tinham a respeito da homossexualidade.

A homossexualidade existiu e irá continuar a existir – e tem sido praticada em todas as sociedades, em todos os tempos. Mas na Grécia antiga, a homossexualidade nunca foi aceita e esse fato pode ser facilmente comprovado através do estudo de fontes antigas.

Fontes que são postas de lado ou intencionalmente ignoradas por aqueles que desejam associar a Grécia Clássica com certos fenômenos da vida moderna. Ignoradas por pessoas vulgares que querem poluir nossa História e Heróis com seu veneno malicioso, quando a Grécia possuiu as leis mais rígidas a respeito da homossexualidade. Leis que eram o exato oposto das presentes leis aplicadas a nosso tempo, sendo nós os que concebemos e desprezamos a noção de virtude, abstinência, amor casto e moralidade.

Desmontando o Mito da Homossexua lidade na Grécia Antiga

Primeiramente, vale mencionar que, apenas por uma estranha coincidência, todos aqueles (autores ou cientistas) que tentaram fazer alguma conexão entre homos e o Helenismo, foram/são homossexuais eles próprios.

Que coincidência! (?)

“Especialistas” de sexualidade Helênica, como: Walter Pater, Michel Foucalt, John Boswell, John Winkler e David Halperin, eram/são todos homossexuais que obviamente viveram suas fantasias sexuais às custas de nossos antepassados e história.

A razão, é claro, é simples. Os Helênicos sempre foram vistos como modelo de civilização. Então o que seria melhor para justificar suas “naturezas doentes” do que ligarem estas à grandeza da civilização Helênica e, ao faze-lo, legitimar o sexo entre iguais?

Na língua grega antiga as palavras “Homo/Heterossexual” não existiam. Eles usavam o termo “Kinaidos” para descrever “homossexuais” e suas preferências.

Kinaidos = Causador de vergonha
Kineo = mover
Aidos = vergonha

Que literalmente significa:“Aquele que traz a maldição de Aidos (uma deusa que punia transgressores morais e era companheira da deus Nemesis)

As Leis

Aeschines“Kata Timarchou”, 21

Se qualquer Ateniense tiver um “Etairese” (companheiro de mesmo sexo) a ele não será permitido:

1) tornar-se um dos nove arcontes;
2) nem desempenar o ofício de sacerdote;
3) nem agir como advogado para o estado;
4) nem deve manter qualquer tipo sequer de ofício, no lar ou fora, quer seja desempenhado por sorte ou eleição: ele não deve ser enviado como mensageiro;
5) ele não tomará parte em debate, nem estará presente em sacrifícios públicos;
6) e nem poderá entrar nos limites de um lugar que tenha sido purificado para a reunião de pessoas. Se qualquer homem for acusado de atividades sexuais ilegais contrárias a essas proibições, ele deverá ser morto.

Demóstenes“Kata Androtionos”(Parágrafo 30)

“... nem deve ter o direito de falar, nem de trazer uma queixa perante a corte.”

Conclusão:

As leis os privavam do direito de fazer parte de quaisquer atividades sociais, políticas e hieráticas (nota: relativa a coisas sagradas). Eles se tornavam cidadão de classe baixa (Metoikos).

Em nenhum tempo ou lugar isso foi considerado um comportamento normal, ou foi permitido àqueles envolvidos nisso permanecer sem punição.

Além do mais, se alguém hoje em dia tentar estabelecer leis similares, será, no mínimo, caracterizado como fascista.

Atenas tinha as leis mais estritas quanto à homossexualidade do que qualquer democracia que já tenha existido. Na Esparta não-democrata, bem como na Creta democrata e no resto da Hélade, houve proibições e punições similares.

Intelectuais

Platão, em suas Leis, afirma categoricamente que:

“... o homem não tocará outro homem para este propósito, já que isso é não-natural...”

E outra vez, no mesmo trabalho, nos diz que:

“quando o homem se une à mulher para procriação, o prazer experimentado se deve à natureza (kata physin), mas é contrário à natureza (para physin) quando o homem se une ao homem, ou a mulher à mulher, e aqueles culpados de tais perversidades são impelidos por sua escravidão ao prazer, tanto que ninguém deve se aventurar a tocar qualquer um dos nobres ou cidadãos livres salvo sua própria esposa casada, nem semear qualquer semente profana e bastarda na fornicação, ou qualquer semente não-natural e estéril na sodomia – ou então nós deveremos inteiramente abolir o amor por homens”.

Platão fala sobre como os homossexuais devem se preocupar em serem descobertos:

“... vocês têm medo da opinião pública, e temem que as pessoas descubram seus casos amorosos e vocês sejam desgraçados”(Fedro, 231 e.)

O mito de Esopo 

 
“Quando Zeus criou os humanos e as outras características de suas almas, ele as colocou em todas as partes do ser humano. Porém, ele deixou a VERGONHA de fora. Já que não sabia onde colocá-la, ele ordenou que ela (a vergonha) fosse inserida no ânus.

A vergonha, porém, reclamou disso e ficou muito irritada. E enquanto estava profusamente reclamando, a vergonha disse: Eu vou concordar em ser inserida dessa forma, e se qualquer coisa for inserida depois de mim, eu sairei.

Deste dia em diante, que todas as pessoas que sejam sexualmente inclinadas a esse método seja sejam então VERGONHOSAS!

Fábulas do Esopo

Zeus e Aeschyne (Termo grego para “vergonha”)

Teatro

Uma visita ao Teatro era uma atividade comum na Grécia antiga. Desta maneira, através dos poetas comediantes, podemos visualizar a sociedade daquele tempo, já que eles também estavam expressando as opiniões das pessoas comuns.

Alguns frequentemente usavam paravras para descrever homossexuais, e nas performances das comédias eram “Euryproktos” (bunda aberta). Aristófanos os chamava de “Lakkoproktos” (bunda de poço). Eupolis os caracterizava como “Andróginos”, etc.

Se a homossexualidade fosse um fenômeno amplamente generalizado, isso significaria que os poetas e atores estariam sistematicamente chamando sua audiência de burra e a ofendendo.

Pintura de vasos


 A pintura de vasos gregos tem sido uma das fontes preferidas dos distorcedores da cultura e civilização Grega. De dezenas de toneladas de vasos desenterrados até o momento (a contagem só para a província da Ática é de 80.000) apenas 30 têm uma temática abertamente homossexual; representando, em outras palavras, apenas .01% do total (127). É importante notar que desses poucos vasos, o comportamento homossexual direto era realizado apenas por Sátiros.

Os Sátiros eram criaturas conhecidas por sua personalidade degenerada. Desta forma, a homossexualidade era considerada altamente negativa e era oficialmente desprezada e rejeitada.

O resto dos vasos estão representando apenas indicações de práticas homossexuais, porque seus pintores tinham medo de ultrajes públicos e as subseqüentes conseqüências.

Como pode um número tão pequeno de apenas 0,1% levar a tais conclusões? Como eles ousam julgar uma cultura inteira com base em apenas um pequeno número de vasos? Quão lógico seria se nós fossemos julgamos apenas por filmes como “Brokeback Mountain”?

Mitologia

A mitologia Grega não lida apenas com Teologia, Teurgia, Heróis e Mortais. O amor também sempre foi uma questão forte em nossa Mitologia. E quando alguém olha para a enormidade da literatura, poesia e arte Grega, por exemplo, qualquer um vê que, no que diz respeito a atração erótica, esta sempre se dá entre Homem e Mulher. O mesmo padrão permanece verdadeiro para a arte Grega do período Minuano, Micênico, Arcaico, Clássico até o Helenístico. Tudo isso é uma grande quantia de tempo, e a esmagadora maioria das esculturas, estatuetas, pinturas de parede, mosaicos e pinturas em vasos (algo como 99%) mostram homens e mulheres quando o assunto é amor erótico. Por exemplo, vamos nos lembrar de casais como:

Odisseu e Penélope
Hércules e Djanira
Peleus e Tétis
Teseu e Ariadne
Ares e Afrodite
Perseu e Andrômeda
Zeus e Hera,Etc.

Zeus, o deus supremo e governante do Olimpo, tinha incontáveis casos amorosos com deusas e mortais. Seu comportamente pode ser melhor descrito como másculo e heterossexual ao extremo.

A Mitologia Grega não contém elementos homossexuais. O único mito com referência à homossexualidade era o mito de Laios. Um mito didático, que iguala a homossexualidade à maior tragédia e maldição da vida humana.

O mito é sobre Crísipo, que foi estuprado por Laio e então se suicidou devido à vergonha. Hera mandou a Esfinge a Tebas como punição. Outra punição por esse ato foi a morte de Laio pelas mãos de seu filho Édipo.

A questão levantada por esse mito é: Por que Crísipo se mataria se o amar um homem fosse uma prática aceitável? Por que Hera mandaria a Esfinge à cidade de Laio, Tebas, como punição pelo que seu rei fez se o que ele fez não fosse considerado uma abominação? Uma abominação que foi também a causa principal da maldição da casa de Épido que se abateria por uma família inteira de um modo trágico no futuro.

Todas boas questões, que levam a uma única conclusão: Apesar de tais práticas ocorrerem, elas eram abominadas e severamente punidas pelos Gregos quando descobertas.

E realmente surpreendente o quantia de esforços que os distorcedores da História investem para perverter fatos históricos. Sua mania em degradar e diminuir nossa História chegou ao ponto de quase toda pessoa mítica ou histórica se tornar um... homossexual.

Homossexualidade feminina

Ambos os termos “Homo/Heterossexual”, incluindo o lesbianismo foram cunhados após o fiasco da teoria de Walter Pater. Sim, o mesmo Walter Pater homossexual mencionado anteriormente.
Walter é também o responsável por outra “teoria” totalmente nova, na qual o amor Platônico não tinha nada a ver com a “psiquê” mas era totalmente baseado em atração física.

Então, a história do termo “lesbianismo” não é muito diferente. Conectada à grande poetisa Safo, esse “círculo” específico conseguiu dar o significado de homossexualidade a “Sáfico” que era originalmente usado para descrever a forma e estilo de poesia apresentada por ela e copiada por muitos poetas Helênicos e Romanos posteriormente.

Mas porque a ilha de Lesbos?

A resposta está em Safo e nas insustentáveis teorias homossexuais ligadas a ela. Safo viveu no século 7 a.C. e era a maior poetisa do mundo antigo. Ela abriu em esbos uma escola para mulheres jovens, a quem ela ensinava poesia e a música. Há mais do que o suficiente em textos que fornecem informações sobre sua vida.

Temos Ovídio, Atenaios e Suídas, entre outros, falando abertamente do grande amor dela por Faon. Sabemos que de fato ela era mãe e esposa e escreveu as “epithalamia”, “canções de matrimônio” que falam não de casos com lésbicas, mas da beleza de jovens garotas que iriam se tornar esposas e mães elas mesmas.

E como essa grande poetisa morreu?

Ela caiu de um despenhadeiro em Leukada, devido a seu grande amor, Faon, tê-la deixado. Sim, você leu corretamente, a “maior lésbica” do mundo suicidou-se pelo amor de um homem.
“Eles queriam apresentar a Grécia Antiga como um paraíso de pervertidos [...] O vocabulário da linguagem Grega e a legislação da maioria das cidades-estado confirmam que a depravação sempre foi considerada anormal.

FONTE:  H. I. Marou.



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O Analfabetismo Doutrinário dos Espiritas

Eu já conheço "a verdade", pra que perder tempo com "a mentira"?
O que travou a evolução do pensamento filosófico e científico por quase mil anos na história da humanidade foi esta falácia.
Exatamente o tipo de pensamento que tem estagnado o desenvolvimento da doutrina espirita em bases racionais.
Se na Idade Média, o pensamento filosófico estava escravizado pela tutoria da Igreja Católica hoje o espiritismo esta escravizado pelo que dita Chico Xavier e suas fantasias mediúnicas.    
A maioria descarta um aprofundamento nos estudos da base doutrinaria, porque para estes "a verdade" já foi revelada através das obras de André Luiz que do alto da sua sabedoria conta como funciona o plano espiritual.
Ora, se o espirita já esta de posse da verdade, que lhe foi revelada diretamente do nosso lar, por que perder tempo filosofando?
Mas é preciso levar em conta algo que é não é avaliado no Movimento Espírita Brasileiro, que se gaba de ser aquele que mais lê que mais compra livro e que têm o maior índice de grau de escolaridade.
Uma pesquisa no meio espírita que indique o índice de analfabetismo funcional.
Se o espírita lê tanto, porque não consegue compreender a Doutrina Espírita por um mesmo prisma?
Buscam-se de preferência romances, isso pode explicar a dificuldade que tem de compreender textos que exigem o discernimento.

O livro “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, por exemplo, é uma amostra bastante significativa do nível de analfabetismo funcional então reinante no Movimento Espírita Brasileiro, uma vez que o livro além de ser uma violência à inteligência humana atinge apenas o emocional e ainda e crivado de erros.

Apenas um exemplo.

• Pág.31: Os naturais os recebem como irmãos muito amados. A palavra religiosa de Henrique Soares, de Coimbra, eles a ouvem com veneração e humildade. Qualquer aluno do ensino fundamental sabe que nem nos melhores sonhos portugueses da época foi assim os contatos entre europeus e nativos. Outro detalhe: como os nativos ouviriam palavras religiosas com veneração e humildade se eles simplesmente não entendiam uma só palavra?

Para saber mais faça sua pesquisa e se puder leia o livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”

O grande problema é que com isso vamos repetindo o passado, a grande maioria de pessoas que chegam à doutrina vem de leituras de romances mediúnicos e para estes ali esta a verdade, portanto para estes é Kardec que tem que se submeter ao que revela o espírito X e não ao contrário, e como eles já estão de posse da verdade, pra que perder tempo com "a mentira"?

 
São os modernizadores que questionam porque deveríamos ficar estagnados as revelações de mais de 150 anos atrás, e pensam estar refutando Kardec, sem terem lido, estudado, analisado e esmiuçado o LM, LE, O Que é o Espiritismo a Revista Espírita entre outros.

Ou seja, porque perder tempo filosofando se eu já sei a verdade? Para estes o fato de fulano ou cicrano, o médium x ou y já terem refutado esta visão é suficiente.

Mas estes argumentos cometem à boa e velha falácia ad verecundiam, isso é, o "apelo à autoridade." Ou seja, acredita-se em uma determinada posição não por causa de sua correspondência à realidade ou pela força de suas premissas que levam a uma conclusão lógica inevitável, mas por causa de uma autoridade qualquer que diz que deve ser de tal e qual modo.
Foi por argumentos assim que por tanto tempo a humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, e não o contrário. As "autoridades" diziam isso, apesar de pensadores da corrente "não oficial" já terem descoberto o contrário.

Acredita-se às vezes que determinado pensador foi "refutado" simplesmente porque existem críticas à sua obra. Mas como saber se as críticas são procedentes se eu não conheço o pensamento criticado?

Como saber se o crítico está expondo corretamente o pensamento do seu opositor?

A metodologia esta explicita e em implícita na obra de Kardec.

As comunidades nas redes sociais como Orkut e facebook mostram de forma clara e indiscutível no que se transformou o espiritismo, mais uma seita de seguidores fanatizados que não aceitam debater os livros deste ou daquele médium.

Algumas pessoas justificam afirmando “Eu jamais me darei o direito de contestar Chico Xavier, pois o que ele é hoje, nós teremos muito ainda a trilhar para alcançar.”.

Hora isso não é aplicar a metodologia de Kardec, e ai basta consultar o ESE na introdução, onde encontramos a seguinte recomendação.

“O primeiro controle é, sem sombra de dúvida, o da razão, à qual é preciso submeter, sem exceção, tudo quanto vem dos Espíritos.”

A verdade é que quando não existe questionamento e crítica, quando não há debate transparente, certamente haverá dominação, ignorância, apatia e graves entraves à autonomia da razão humana e ao desenvolvimento espiritual da humanidade.

Em quanto espiritólicos alimentarem o pensamento que já conhecem a verdade, eles jamais vão perder seu tempo com a mentira.

E verdade para eles consiste em ônibus no plano espiritual, cigarro, sucos de laranjas, compra e venda de casas, sala de banho, flechas magnéticas, gravidez espiritual, gatos e espiões no umbral.

É todo um mundo maravilhoso da fantasia mediúnica, pois façam bom proveito enquanto eu me engano com a realidade.

 

Francisco de Assis

Filósofo Deísta.

A História do Café da Manhã