Sob o Crivo da Razão 1 Titulo

Assuntos diversos sob o crivo da razão.

Escolha seu caminho misticismo ou razão 2 Titulo

Variada pesquisa ao seu dispor videos, artigos e palestras .

Cientistas Espiritas 3 Titulo

Descubra aqui os ciêntistas que pesquisaram a doutrina espirita, e poste suas dúvidas.

Descubra o pensamento Liberal Espirita 4 Titulo

Neste espaço você vai entender porque a doutrina espirita é inconciliável com o socialismo.

Debates e crítica literária espirita 5 Titulo

Um espaço para o contraditorio, onde colocamos em dúvidas muitas questões tidas como doutrinarias.

Pesquisar este blog

Seguidores

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Homossexualismo e a farsa dos Livros que não são espíritas.



Para minha grande surpresa depois de feita toda esta refutação, fui procurar a capa para ilustrar o texto e acabei descobrindo que quem dita o livro é Espírito Manoel Philomeno de Miranda e não Bezerra de Menezes.  Ou seja, já tenta usar um nome respeitável, não para mim, mas para os que se dizem espíritas que não estudam nada e opinam sobre tudo.
Para dar credito a um verdadeiro compêndio de besteirol. 
O tal Bezerra faz parte do livro assim com um horda de supostos espíritos que não sabem quando e dia quando e noite.

O espírito de Bezerra de Menezes no livro SEXO E OBSESSÃO
Psicografado por Divaldo Franco explica que, a partir de agora o número de homossexuais, principalmente os masculinos, vão aumentar tanto que chamará a atenção da ciência.
(...)
A homossexualidade faz parte da natureza e existe em todos os reinos. É uma manifestação natural e saudável da sexualidade humana, definida, na maioria das vezes, antes do nascimento, quando o espírito irá reencarnar.
Por muito tempo acreditou-se que os homossexuais masculinos eram espíritos de mulheres reencarnadas em expiação, e as lésbicas espíritos de homens reencarnados para resgatar o passado.
Se seguirmos a base doutrinaria, ou seja, o Livro dos Espíritos encontramos o seguinte:
200. Os Espíritos têm sexo?
 — Não como o entendeis, porque os sexos dependem da constituição orgânica. Há entre eles amor e simpatia, mas baseados na afinidade de sentimentos.

 201. O Espírito que animou o corpo de um homem pode animar o de uma mulher, numa nova existência, e vice-versa?
 — Sim, pois são os mesmos Espíritos que animam os homens e as mulheres.

 202. Quando somos Espíritos, preferimos encarnar num corpo de homem ou de mulher?
 — Isso pouco importa ao Espírito; depende das provas que ele tiver de sofrer.

Comentário de Kardec: Os Espíritos encarnam-se homens ou mulheres, porque não têm sexo. Como devem progredir em tudo, cada sexo, como cada posição social, oferece-lhes provas e deveres especiais, e novas ocasiões de adquirir experiências. Aquele que fosse sempre homem, só saberia o que sabem os homens.
O tempo passou, nós evoluímos, e os espíritos então puderam falar no assunto de outra maneira.Os estudiosos descobriram que essa ideia de estar numa sexualidade invertida, em conflito com o corpo, não é tão verdadeira assim, cabendo apenas aos casos de transexuais.
De quais estudiosos ele fala? Cadê os nomes e as fontes? A verdade é que para o espírita pouco importa se o homem ou a mulher quer se relacionar com seus iguais, pois ele sabe que ninguém é, mas, está homossexual, está homem e está mulher nessa encarnação. Na próxima pode ser diferente. Portanto a lei não pode e não deve se diferente, pois somos iguais. PONTO.  
Os homossexuais masculinos quase sempre nunca foram mulheres na vida passada. Em espírito precisaram desenvolver a feminilidade e a sexualidade feminina para aqui reencarnarem e enfrentarem a si mesmos.
Qual é a fonte dessa informação? De um espírito que não sabe que a superpopulação é uma farsa? Agora uma coisa que tem que ficar explicita é não é saber se a fonte da critica é católica, evangélica, umbandista ou ateísta.
 O que temos que analisar se é crível ou não.
Se for justa ou não, e não partir do preconceito achando que só porque é do fulano ou do beltrano eu nem vou perder meu tempo pesquisando, pois eles sempre estão errados.

Como assim? O que uma experiência como homossexual, geralmente sofrida, pode trazer de bom? Muitos espíritos sempre viveram fugindo de si mesmos, na vaidade, escondendo suas verdadeiras personalidades, criando máscaras. Então numa encarnação como homossexual serão obrigados a se aceitarem como são, vencendo os próprios preconceitos, tendo a coragem de ser quem são. Se aproveitarem a experiência, não caindo na promiscuidade, sairão vitoriosos.
Aqui encontramos algo que também vai contra o conceito de livre arbítrio que prega a doutrina. Como assim? “Serão obrigados” veja que já foge do que diz a base que a pessoa escolhe e não é obrigada, pois se ela é obrigada, quais os méritos de fazer algo a força?

Os homossexuais atuais e que vão aumentar a cada dia, não terão mais características psicológicas femininas. Serão homens másculos gostando de homens. Por informação espiritual ficamos sabendo que esses homossexuais que agora estão renascendo são os antigos homossexuais da Grécia e Roma Antigas, lutadores, másculos, que chefiavam exércitos, mas eram gays.
Fica bem claro aqui que é preciso aplicar o CUEE, pois qualquer espírito pode se comunicar e falar o que bem entender.  E porque digo isso? Simples é que essa argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais é um MITO. 
Portanto se era MITO como um “espírito superior” não saberia dessas coisas?

Eles estão renascendo em massa agora com um objetivo: conter a explosão demográfica, pois a Terra necessita urgentemente diminuir sua população. Então a homossexualidade fará muito bem ao nosso planeta.
E fechando com chave de ouro mais uma perola do desconhecimento. Hora como um espírito não vai saber que a superpopulação da terra é um engodo uma farsa, só os idiotas e os que nada pesquisam acreditam nessa besteira, ai vem um espírito velhaco, falcatrua propagar e compartilhar a ignorância e ainda faz isso em nome da Doutrina Espírita?
Faça um favor a sua inteligência jogue esse livro no lixo.
ESSA FARSA ESTÁ DESMASCARADA AQUI.  Pela Lógica e o bom senso.

O espiritismo no Brasil está estagnado.

O que há é somente uma “Placa Falsificada”.

Estudam-se de tudo, menos Kardec.
O CUEE constitui a única opção para que um homem, sensato possa captar as mensagens do mundo espiritual, com o mínimo de interferência egóica.

Lembrem-se das palavras dos espíritos que ditaram a Kardec:

“Debaixo do Sol, não existe perfeição”

O CUEE é o que temos de melhor.

O restante é abismo.
O verdadeiro espírita aquele que compreendeu a doutrina sua primeira atitude é: Vou investigar sua mensagem, vou estudar, vou lhe inquirir mais se preciso for e só depois concluirei se aceito ou não o que dizes.
Portanto não aceite nada que venha dos espíritos só pelo nome e sim coloque antes sob o crivo da razão.
 Francisco Amado
Filosofo Deísta e pesquisador espírita. 


 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O mito da Homossexualidade na Grécia Antiga.

Este vídeo (em inglês) destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza.A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.

Eis a tradução do vídeo:



O propósito desse vídeo é fazer uma análise histórica da questão para descobrir que opinião os Gregos antigos tinham a respeito da homossexualidade.

A homossexualidade existiu e irá continuar a existir – e tem sido praticada em todas as sociedades, em todos os tempos. Mas na Grécia antiga, a homossexualidade nunca foi aceita e esse fato pode ser facilmente comprovado através do estudo de fontes antigas.

Fontes que são postas de lado ou intencionalmente ignoradas por aqueles que desejam associar a Grécia Clássica com certos fenômenos da vida moderna. Ignoradas por pessoas vulgares que querem poluir nossa História e Heróis com seu veneno malicioso, quando a Grécia possuiu as leis mais rígidas a respeito da homossexualidade. Leis que eram o exato oposto das presentes leis aplicadas a nosso tempo, sendo nós os que concebemos e desprezamos a noção de virtude, abstinência, amor casto e moralidade.

Desmontando o Mito da Homossexua lidade na Grécia Antiga

Primeiramente, vale mencionar que, apenas por uma estranha coincidência, todos aqueles (autores ou cientistas) que tentaram fazer alguma conexão entre homos e o Helenismo, foram/são homossexuais eles próprios.

Que coincidência! (?)

“Especialistas” de sexualidade Helênica, como: Walter Pater, Michel Foucalt, John Boswell, John Winkler e David Halperin, eram/são todos homossexuais que obviamente viveram suas fantasias sexuais às custas de nossos antepassados e história.

A razão, é claro, é simples. Os Helênicos sempre foram vistos como modelo de civilização. Então o que seria melhor para justificar suas “naturezas doentes” do que ligarem estas à grandeza da civilização Helênica e, ao faze-lo, legitimar o sexo entre iguais?

Na língua grega antiga as palavras “Homo/Heterossexual” não existiam. Eles usavam o termo “Kinaidos” para descrever “homossexuais” e suas preferências.

Kinaidos = Causador de vergonha
Kineo = mover
Aidos = vergonha

Que literalmente significa:“Aquele que traz a maldição de Aidos (uma deusa que punia transgressores morais e era companheira da deus Nemesis)

As Leis

Aeschines“Kata Timarchou”, 21

Se qualquer Ateniense tiver um “Etairese” (companheiro de mesmo sexo) a ele não será permitido:

1) tornar-se um dos nove arcontes;
2) nem desempenar o ofício de sacerdote;
3) nem agir como advogado para o estado;
4) nem deve manter qualquer tipo sequer de ofício, no lar ou fora, quer seja desempenhado por sorte ou eleição: ele não deve ser enviado como mensageiro;
5) ele não tomará parte em debate, nem estará presente em sacrifícios públicos;
6) e nem poderá entrar nos limites de um lugar que tenha sido purificado para a reunião de pessoas. Se qualquer homem for acusado de atividades sexuais ilegais contrárias a essas proibições, ele deverá ser morto.

Demóstenes“Kata Androtionos”(Parágrafo 30)

“... nem deve ter o direito de falar, nem de trazer uma queixa perante a corte.”

Conclusão:

As leis os privavam do direito de fazer parte de quaisquer atividades sociais, políticas e hieráticas (nota: relativa a coisas sagradas). Eles se tornavam cidadão de classe baixa (Metoikos).

Em nenhum tempo ou lugar isso foi considerado um comportamento normal, ou foi permitido àqueles envolvidos nisso permanecer sem punição.

Além do mais, se alguém hoje em dia tentar estabelecer leis similares, será, no mínimo, caracterizado como fascista.

Atenas tinha as leis mais estritas quanto à homossexualidade do que qualquer democracia que já tenha existido. Na Esparta não-democrata, bem como na Creta democrata e no resto da Hélade, houve proibições e punições similares.

Intelectuais

Platão, em suas Leis, afirma categoricamente que:

“... o homem não tocará outro homem para este propósito, já que isso é não-natural...”

E outra vez, no mesmo trabalho, nos diz que:

“quando o homem se une à mulher para procriação, o prazer experimentado se deve à natureza (kata physin), mas é contrário à natureza (para physin) quando o homem se une ao homem, ou a mulher à mulher, e aqueles culpados de tais perversidades são impelidos por sua escravidão ao prazer, tanto que ninguém deve se aventurar a tocar qualquer um dos nobres ou cidadãos livres salvo sua própria esposa casada, nem semear qualquer semente profana e bastarda na fornicação, ou qualquer semente não-natural e estéril na sodomia – ou então nós deveremos inteiramente abolir o amor por homens”.

Platão fala sobre como os homossexuais devem se preocupar em serem descobertos:

“... vocês têm medo da opinião pública, e temem que as pessoas descubram seus casos amorosos e vocês sejam desgraçados”(Fedro, 231 e.)

O mito de Esopo 

 
“Quando Zeus criou os humanos e as outras características de suas almas, ele as colocou em todas as partes do ser humano. Porém, ele deixou a VERGONHA de fora. Já que não sabia onde colocá-la, ele ordenou que ela (a vergonha) fosse inserida no ânus.

A vergonha, porém, reclamou disso e ficou muito irritada. E enquanto estava profusamente reclamando, a vergonha disse: Eu vou concordar em ser inserida dessa forma, e se qualquer coisa for inserida depois de mim, eu sairei.

Deste dia em diante, que todas as pessoas que sejam sexualmente inclinadas a esse método seja sejam então VERGONHOSAS!

Fábulas do Esopo

Zeus e Aeschyne (Termo grego para “vergonha”)

Teatro

Uma visita ao Teatro era uma atividade comum na Grécia antiga. Desta maneira, através dos poetas comediantes, podemos visualizar a sociedade daquele tempo, já que eles também estavam expressando as opiniões das pessoas comuns.

Alguns frequentemente usavam paravras para descrever homossexuais, e nas performances das comédias eram “Euryproktos” (bunda aberta). Aristófanos os chamava de “Lakkoproktos” (bunda de poço). Eupolis os caracterizava como “Andróginos”, etc.

Se a homossexualidade fosse um fenômeno amplamente generalizado, isso significaria que os poetas e atores estariam sistematicamente chamando sua audiência de burra e a ofendendo.

Pintura de vasos


 A pintura de vasos gregos tem sido uma das fontes preferidas dos distorcedores da cultura e civilização Grega. De dezenas de toneladas de vasos desenterrados até o momento (a contagem só para a província da Ática é de 80.000) apenas 30 têm uma temática abertamente homossexual; representando, em outras palavras, apenas .01% do total (127). É importante notar que desses poucos vasos, o comportamento homossexual direto era realizado apenas por Sátiros.

Os Sátiros eram criaturas conhecidas por sua personalidade degenerada. Desta forma, a homossexualidade era considerada altamente negativa e era oficialmente desprezada e rejeitada.

O resto dos vasos estão representando apenas indicações de práticas homossexuais, porque seus pintores tinham medo de ultrajes públicos e as subseqüentes conseqüências.

Como pode um número tão pequeno de apenas 0,1% levar a tais conclusões? Como eles ousam julgar uma cultura inteira com base em apenas um pequeno número de vasos? Quão lógico seria se nós fossemos julgamos apenas por filmes como “Brokeback Mountain”?

Mitologia

A mitologia Grega não lida apenas com Teologia, Teurgia, Heróis e Mortais. O amor também sempre foi uma questão forte em nossa Mitologia. E quando alguém olha para a enormidade da literatura, poesia e arte Grega, por exemplo, qualquer um vê que, no que diz respeito a atração erótica, esta sempre se dá entre Homem e Mulher. O mesmo padrão permanece verdadeiro para a arte Grega do período Minuano, Micênico, Arcaico, Clássico até o Helenístico. Tudo isso é uma grande quantia de tempo, e a esmagadora maioria das esculturas, estatuetas, pinturas de parede, mosaicos e pinturas em vasos (algo como 99%) mostram homens e mulheres quando o assunto é amor erótico. Por exemplo, vamos nos lembrar de casais como:

Odisseu e Penélope
Hércules e Djanira
Peleus e Tétis
Teseu e Ariadne
Ares e Afrodite
Perseu e Andrômeda
Zeus e Hera,Etc.

Zeus, o deus supremo e governante do Olimpo, tinha incontáveis casos amorosos com deusas e mortais. Seu comportamente pode ser melhor descrito como másculo e heterossexual ao extremo.

A Mitologia Grega não contém elementos homossexuais. O único mito com referência à homossexualidade era o mito de Laios. Um mito didático, que iguala a homossexualidade à maior tragédia e maldição da vida humana.

O mito é sobre Crísipo, que foi estuprado por Laio e então se suicidou devido à vergonha. Hera mandou a Esfinge a Tebas como punição. Outra punição por esse ato foi a morte de Laio pelas mãos de seu filho Édipo.

A questão levantada por esse mito é: Por que Crísipo se mataria se o amar um homem fosse uma prática aceitável? Por que Hera mandaria a Esfinge à cidade de Laio, Tebas, como punição pelo que seu rei fez se o que ele fez não fosse considerado uma abominação? Uma abominação que foi também a causa principal da maldição da casa de Épido que se abateria por uma família inteira de um modo trágico no futuro.

Todas boas questões, que levam a uma única conclusão: Apesar de tais práticas ocorrerem, elas eram abominadas e severamente punidas pelos Gregos quando descobertas.

E realmente surpreendente o quantia de esforços que os distorcedores da História investem para perverter fatos históricos. Sua mania em degradar e diminuir nossa História chegou ao ponto de quase toda pessoa mítica ou histórica se tornar um... homossexual.

Homossexualidade feminina

Ambos os termos “Homo/Heterossexual”, incluindo o lesbianismo foram cunhados após o fiasco da teoria de Walter Pater. Sim, o mesmo Walter Pater homossexual mencionado anteriormente.
Walter é também o responsável por outra “teoria” totalmente nova, na qual o amor Platônico não tinha nada a ver com a “psiquê” mas era totalmente baseado em atração física.

Então, a história do termo “lesbianismo” não é muito diferente. Conectada à grande poetisa Safo, esse “círculo” específico conseguiu dar o significado de homossexualidade a “Sáfico” que era originalmente usado para descrever a forma e estilo de poesia apresentada por ela e copiada por muitos poetas Helênicos e Romanos posteriormente.

Mas porque a ilha de Lesbos?

A resposta está em Safo e nas insustentáveis teorias homossexuais ligadas a ela. Safo viveu no século 7 a.C. e era a maior poetisa do mundo antigo. Ela abriu em esbos uma escola para mulheres jovens, a quem ela ensinava poesia e a música. Há mais do que o suficiente em textos que fornecem informações sobre sua vida.

Temos Ovídio, Atenaios e Suídas, entre outros, falando abertamente do grande amor dela por Faon. Sabemos que de fato ela era mãe e esposa e escreveu as “epithalamia”, “canções de matrimônio” que falam não de casos com lésbicas, mas da beleza de jovens garotas que iriam se tornar esposas e mães elas mesmas.

E como essa grande poetisa morreu?

Ela caiu de um despenhadeiro em Leukada, devido a seu grande amor, Faon, tê-la deixado. Sim, você leu corretamente, a “maior lésbica” do mundo suicidou-se pelo amor de um homem.
“Eles queriam apresentar a Grécia Antiga como um paraíso de pervertidos [...] O vocabulário da linguagem Grega e a legislação da maioria das cidades-estado confirmam que a depravação sempre foi considerada anormal.

FONTE:  H. I. Marou.



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O Analfabetismo Doutrinário dos Espiritas

Eu já conheço "a verdade", pra que perder tempo com "a mentira"?
O que travou a evolução do pensamento filosófico e científico por quase mil anos na história da humanidade foi esta falácia.
Exatamente o tipo de pensamento que tem estagnado o desenvolvimento da doutrina espirita em bases racionais.
Se na Idade Média, o pensamento filosófico estava escravizado pela tutoria da Igreja Católica hoje o espiritismo esta escravizado pelo que dita Chico Xavier e suas fantasias mediúnicas.    
A maioria descarta um aprofundamento nos estudos da base doutrinaria, porque para estes "a verdade" já foi revelada através das obras de André Luiz que do alto da sua sabedoria conta como funciona o plano espiritual.
Ora, se o espirita já esta de posse da verdade, que lhe foi revelada diretamente do nosso lar, por que perder tempo filosofando?
Mas é preciso levar em conta algo que é não é avaliado no Movimento Espírita Brasileiro, que se gaba de ser aquele que mais lê que mais compra livro e que têm o maior índice de grau de escolaridade.
Uma pesquisa no meio espírita que indique o índice de analfabetismo funcional.
Se o espírita lê tanto, porque não consegue compreender a Doutrina Espírita por um mesmo prisma?
Buscam-se de preferência romances, isso pode explicar a dificuldade que tem de compreender textos que exigem o discernimento.

O livro “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, por exemplo, é uma amostra bastante significativa do nível de analfabetismo funcional então reinante no Movimento Espírita Brasileiro, uma vez que o livro além de ser uma violência à inteligência humana atinge apenas o emocional e ainda e crivado de erros.

Apenas um exemplo.

• Pág.31: Os naturais os recebem como irmãos muito amados. A palavra religiosa de Henrique Soares, de Coimbra, eles a ouvem com veneração e humildade. Qualquer aluno do ensino fundamental sabe que nem nos melhores sonhos portugueses da época foi assim os contatos entre europeus e nativos. Outro detalhe: como os nativos ouviriam palavras religiosas com veneração e humildade se eles simplesmente não entendiam uma só palavra?

Para saber mais faça sua pesquisa e se puder leia o livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”

O grande problema é que com isso vamos repetindo o passado, a grande maioria de pessoas que chegam à doutrina vem de leituras de romances mediúnicos e para estes ali esta a verdade, portanto para estes é Kardec que tem que se submeter ao que revela o espírito X e não ao contrário, e como eles já estão de posse da verdade, pra que perder tempo com "a mentira"?

 
São os modernizadores que questionam porque deveríamos ficar estagnados as revelações de mais de 150 anos atrás, e pensam estar refutando Kardec, sem terem lido, estudado, analisado e esmiuçado o LM, LE, O Que é o Espiritismo a Revista Espírita entre outros.

Ou seja, porque perder tempo filosofando se eu já sei a verdade? Para estes o fato de fulano ou cicrano, o médium x ou y já terem refutado esta visão é suficiente.

Mas estes argumentos cometem à boa e velha falácia ad verecundiam, isso é, o "apelo à autoridade." Ou seja, acredita-se em uma determinada posição não por causa de sua correspondência à realidade ou pela força de suas premissas que levam a uma conclusão lógica inevitável, mas por causa de uma autoridade qualquer que diz que deve ser de tal e qual modo.
Foi por argumentos assim que por tanto tempo a humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, e não o contrário. As "autoridades" diziam isso, apesar de pensadores da corrente "não oficial" já terem descoberto o contrário.

Acredita-se às vezes que determinado pensador foi "refutado" simplesmente porque existem críticas à sua obra. Mas como saber se as críticas são procedentes se eu não conheço o pensamento criticado?

Como saber se o crítico está expondo corretamente o pensamento do seu opositor?

A metodologia esta explicita e em implícita na obra de Kardec.

As comunidades nas redes sociais como Orkut e facebook mostram de forma clara e indiscutível no que se transformou o espiritismo, mais uma seita de seguidores fanatizados que não aceitam debater os livros deste ou daquele médium.

Algumas pessoas justificam afirmando “Eu jamais me darei o direito de contestar Chico Xavier, pois o que ele é hoje, nós teremos muito ainda a trilhar para alcançar.”.

Hora isso não é aplicar a metodologia de Kardec, e ai basta consultar o ESE na introdução, onde encontramos a seguinte recomendação.

“O primeiro controle é, sem sombra de dúvida, o da razão, à qual é preciso submeter, sem exceção, tudo quanto vem dos Espíritos.”

A verdade é que quando não existe questionamento e crítica, quando não há debate transparente, certamente haverá dominação, ignorância, apatia e graves entraves à autonomia da razão humana e ao desenvolvimento espiritual da humanidade.

Em quanto espiritólicos alimentarem o pensamento que já conhecem a verdade, eles jamais vão perder seu tempo com a mentira.

E verdade para eles consiste em ônibus no plano espiritual, cigarro, sucos de laranjas, compra e venda de casas, sala de banho, flechas magnéticas, gravidez espiritual, gatos e espiões no umbral.

É todo um mundo maravilhoso da fantasia mediúnica, pois façam bom proveito enquanto eu me engano com a realidade.

 

Francisco de Assis

Filósofo Deísta.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NOSSO LAR





"Um Universo que não foi feito para nós".
Trechos do livro "Pale Blue Dot: A Vision of the Human Future in Space" de Carl Sagan, narrado pelo mesmo. Mais especificamente, do capítulo intitulado

Um Universo que não foi feito para nós
Nossos ancestrais concebiam as origens extrapolando a partir de suas próprias experiências. Como mais poderiam fazê-lo?
Então o universo foi chocado de um ovo cósmico, ou concebido de uma congregação sexual de uma deusa mãe e um deus pai, ou foi como um produto da oficina do Criador
- talvez o último de muitas tentativas falhas.
E o Universo não era muito maior do que vemos, e não mais velho do que nossos registros escritos ou falados, e nem muito diferente do que os lugares que conhecemos.

Tendemos, em nossa cosmologia, a tornar as coisas familiares, apesar de nossos melhores esforços, não fomos muito criativos.

No Ocidente, o céu é plácido e confortável, e o inferno é parecido com o interior de um vulcão. Em muitas estórias, ambos os reinos são governados por hierarquias dominantes, liderados por deuses ou demônios.

Monoteístas falavam sobre o rei dos reis.
Em todas as culturas, imaginamos algo como nosso próprio sistema político governando o Universo, poucos acharam as similaridades suspeitas.
Então veio a ciência e nos ensinou que não somos a medida de todas as coisas, que há maravilhas inimagináveis, que o Universo não é obrigado a ajustar-se ao que consideramos confortável ou plausível.
E, novamente, se não somos importantes, nem centrais, nem a maçã dos olhos de Deus,
o que isso implica para nossos códigos morais baseados na teologia?
A descoberta de nossa verdadeira importância no Cosmos foi segurada por tanto tempo e até tal ponto que muitos traços do debate ainda persistem, às vezes com os motivos geocentristas revelados.

Então, o que realmente buscamos na filosofia e na religião?
Paliativos?
Terapia? C
Conforto?
Buscamos fábulas tranquilizadoras ou um entendimento de nossas reais circunstâncias?
Desanimarmos porque o Universo não se ajusta a nossas preferências parece infantil.
Poderia se pensar que adultos se sentiriam envergonhados em publicar tais desapontamentos, a forma elegante de fazer isso não é culpar o Universo que parece verdadeiramente sem sentido - mas culpar os meios pelos quais conhecemos o Universo, a saber, a ciência.
A ciência nos ensinou que, como temos o talento de enganarmos a nós mesmos, a subjetividade não pode reinar livre, suas conclusões derivam de interrogar a Natureza, e não são em todos os casos predestinadas a satisfazer nossos desejos.
Reconhecemos que mesmo líderes religiosos reverenciados, produtos de sua época como somos da nossa, podem ter cometido erros.
Religiões contradizem uma a outra em assuntos menores tais como se devemos colocar um chapéu ou tirá-lo ao entrar em um templo, ou se devemos comer carne e abster de porco ou o inverso, até as questões mais centrais, como se não existem deuses, um Deus ou muitos deuses.

Se você viveu há dois ou três milénios atrás, não havia vergonha em acreditar que o Universo foi feito para nós, era uma tese atrativa, consistente com tudo que conhecíamos; era o que os mais estudados entre nós ensinavam, sem restrição.

Mas descobrimos muito desde então, defender esta posição atualmente equivale a desconsiderar intencionalmente as evidências, e uma fuga do autoconhecimento.
Desejamos estar aqui por um propósito, mesmo que, apesar de muito auto-engano,
nenhum seja evidente. Nossa época tem o fardo do peso acumulado de sucessivas invalidações dos nossos conceitos.
Somos recém chegados? Vivemos no isolamento cósmico? Emergimos de micróbios e detritos?

Primatas são nossos primos? Nossos pensamentos e sentimentos não estão em nosso completo controle, podem haver seres muito mais inteligentes e diferentes em algum lugar. E além disso tudo, estamos fazendo uma bagunça em nosso planeta e nos tornando um perigo para nós mesmos. O alçapão em baixo de nossos pés se abrem. Nos encontramos em uma queda livre sem fim.

Estamos perdidos em uma grande escuridão, e não há ninguém para enviar uma equipe de resgate. Dada esta realidade tão dura, claro que somos tentados a fechar os olhos e fingir que estamos seguros e confortáveis em casa, que a queda é apenas um pesadelo.

Quando superamos nossos medos de sermos insignificantes, nos encontramos no limiar de um vasto e imponente Universo que diminui totalmente - em tempo, em espaço e em potencial - o palco arrumado e antropocêntrico de nossos ancestrais.

Olhamos através de bilhões de anos-luz no espaço para vislumbrar o Universo logo após o Big Bang, e exploramos a estrutura fina da matéria. Fitamos o núcleo de nosso planeta, e o interior ardente de nossa estrela. Lemos a linguagem genética na qual são escritas as diversas habilidades e propensões de todos os seres da Terra.
Nós descobrimos capítulos ocultos nos registros de nossa própria origem. Inventamos e refinamos a agricultura, sem a qual quase todos morreríamos de fome.
Criamos medicamentos e vacinas que salvam a vida de bilhões, nos comunicamos na velocidade da luz, e viajamos ao redor da Terra em uma hora e meia.
Enviamos dúzias de naves para mais de setenta mundos, e quatro astronaves para as estrelas, para nossos ancestrais, havia muito na Natureza para se temer raios, tempestades, terremotos, vulcões, pragas, secas, invernos longos. As religiões surgiram em parte como tentativas de conciliar e controlar, se não de compreender, o aspecto desordenado da Natureza.
Quão mais satisfatório haveria sido se nos houvessem colocado em um jardim feito sob medida para nós, com seus outros ocupantes colocados lá para serem usados como nos conviesse? Há uma celebrada estória na tradição ocidental como esta,
exceto que não estava tudo a nossa disposição.

Havia uma árvore em particular na qual não devíamos tocar, a árvore do conhecimento.
Conhecimento, compreensão e sabedoria nos eram proibidos nesta estória. Devíamos permanecer ignorantes. Mas não pudemos resistir. Estávamos famintos pelo conhecimento - criados com fome, pode-se dizer. Esta foi a origem de todos nossos problemas.
Em particular, é a razão por não vivermos mais em um jardim: descobrimos demais.
Enquanto nos mantivéssemos indiferentes e obedientes, suponho, poderíamos nos consolar com nossa importância e centralidade, e dizer a nós mesmos que éramos a razão pela qual o Universo foi feito.
Como começamos a satisfazer a nossa curiosidade, entretanto, a explorar, a aprender como o Universo realmente é, nos expulsamos do Eden. Anjos com uma espada flamejante foram colocados como sentinelas nos portões do paraíso para barrar nosso retorno. Os jardineiros se tornaram exilados e peregrinos. Ocasionalmente, lamentamos aquele mundo perdido, mas isso, me parece, é melodramático e sentimental.

Não poderíamos continuar felizes sendo ignorantes para sempre. Muitas coisas no Universo parecem ter sido desenhadas, mas ao invés disso, nós repetidamente descobrimos que os processos naturais - a seleção colisional de mundos, digamos, ou a seleção natural de reservatórios genéticos, ou mesmo o padrão de convecção em uma panela de água fervendo - podem extrair ordem a partir do caos, e nos enganar a deduzir que há um propósito onde não há nenhum.

O significado de nossas vidas e de nosso frágil planeta é então determinado apenas por nossa própria sabedoria e coragem. Nós somos os guardiões do sentido da vida, ansiamos por pais que cuidem de nós, que perdoem nossos erros, que nos salvem de nossos erros infantis.
Mas conhecimento é preferível à ignorância. É muito melhor aceitar a dura verdade do que uma fábula tranquilizadora.
Se sonhamos com um propósito cósmico, então que encontremos sozinhos um objetivo digno.

TAGS:'Keywords' nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar,nosso lar

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Mundos Fluídicos(NOSSO LAR) 2ºparte


Mundos Fluídicos(NOSSO LAR) 2ºparte
Por Ary Lex
Roustaing assim os descreve: "São corpos rudimentares.
O homem aporta a essas terras no estado de esboço, como tudo que se forma nas terras primitivas. O macho e a fêmea não são nem desenvolvidos, nem fortes, nem inteligentes. Mal se arrastando nos seus grosseiros invólucros, vivem, como os animais, do que encontram no solo e lhes convenha. As árvores e o terreno produzem abundantemente para a nutrição de cada espécie. Os animais carnívoros não os caçam. A previdência do Senhor vela pela encarnação de todos. Seus únicos instintos são os da alimentação e os da reprodução".

No livro "O Verbo e a Carne", na página 43, Herculano Pires comenta: "Essa é a revelação da revelação. Roustaing copia e desfigura Kardec, acrescentando aos seus ensinos os maiores absurdos. Note-se que essas criaturas estranhas, em forma de larvas e lesmas, são encarnação de espíritos humanos que haviam atingido alta evolução sem passar pela encarnação humana. Depois de desenvolverem a razão em alto grau e de haverem colaborado com Deus nos processos da Criação, chegando mesmo a orientar criaturas humanas, voltam à condição de criptógamos carnudos.

Mas por que falam os reveladores em substâncias humanas? Por que não simplificam as coisas dizendo simplesmente que esses espíritos decaídos vão encarnar-se em lesmas? Por que é preciso enganar os espiritistas que aceitam Kardec e sabem que a evolução espiritual é irreversível, que o espírito humanizado não pode regredir ao plano animal?"

Encontramos em Léon Denis, "Depois da Morte", 9º edição, FEB, página 124: "A alma se elabora no seio dos organismos rudimentares. No animal, está apenas em estado embrionário: no homem adquire o conhecimento e não pode mais retrogradar".

Os antigos egípcios e outros admitiam quc a alma humana pode reencarnar em corpo de animais como punição a falhas cometidas. Nisto consiste a metempsicose, não aceita pelo Espiritismo, que só admite reencarnação em corpos humanos. A metempsicose é esclarecida por Kardec, em "O Livro dos Espíritos", perguntas 611, 612 e 613.

3 - REFUTAÇÃO DE ROUSTAING
O combate às idéias de Roustaing já é antigo: Deolindo Amorin e Carlos Imbassahy, no Rio de Janeiro, nas décadas de 1950 e 1960; José Herculano Pires e Júlio Abreu Filho, de 1960 a 1975 (em São Paulo); mais recentemente, Durval Ciamponi e Gélio Lacerda da Silva, de Vitória, ES, que publica "Conscientização Espírita", EME editora, 1995, livro claro, didático e muito corajoso.

Vamos tentar refutar, item por item, os argumentos falaciosos dos roustainguistas, mas nada melhor do que iniciar citando os ensinos poderosos do Codificador, que constituem nosso esclarecimento, nossa luz, nosso farol. Representam não a opinião sem validade de um homem, fanatizado e presunçoso, que quer impingir suas idéias como se fossem os ensinos dos quatro evangelistas, mas sim, a opinião coletiva de Espíritos de alta evolução, que trouxeram a Doutrina Espírita.

1- Corpo Fluídico . Vejamos o que diz "A Gênese"• Capítulo XV . item 65: "A permanência de Jesus sobre a Terra apresenta dois períodos: aquele que precede e aquele que segue sua morte. No primeiro, desde o momento da concepção até o nascimento, tudo se passa com sua mãe como nas condições comuns da vida. A partir do nascimento até sua morte, tudo em seus atos, sua linguagem e nas diversas circunstâncias de sua vida, apresenta os caracteres inequívocos de sua corporeidade. Depois de sua morte, ao contrário, tudo revela nele o ser fluídico. A diferença entre os dois estados é tão fundamentalmente traçada que não é possível assemelhá•las ...

A coesão não existe nos corpos fluídicos; a vida, neles não repousa no funcionamento de órgãos especiais e neles não se podem produzir desordens análogas; um instrumento cortante em qualquer outro, ali penetra como num vapor, sem lhe ocasionar lesão alguma. Eis porque os seres fluídicos designados por agêneres não podem ser mortos.
Depois do suplício de Jesus, seu corpo lá ficou, inerte e sem vida; foi sepultado como os corpos comuns, e todos puderam vê-lo e tocá•lo. .. Se Jesus pôde morrer, é que tinha corpo carnal".

Vamos agora ao livro "Obras Póstumas", de Kardec, capítulo V - Dupla natureza de Jesus, página 105: "O que devia ser humano em Jesus era o corpo, a parte material, e neste ponto de vista, compreende-se que ele tenha sofrido como homem". No capítulo VIII desse livro, Kardec lembra João I, 1 a 14: "E o verbo se fez carne e habitou entre nós; e vimos a sua glória, como filho unigênito do Pai, cheio de graça e verdade". "Jesus podia, pois, ser encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser Deus, como um embaixador transmite as palavras do seu soberano, sem ser o soberano."

Ainda em ''A Gênese" - Capítulo XV - item 2, diz Kardec:
"A superioridade de Jesus sobre os homens não era relativa às qualidades particulares do seu corpo, mas às de seu Espírito, que dominava a matéria de maneira absoluta, e ao seu perispírito alimentado pela parte mais quintessenciada dos fluidos terrestres".

Perante afirmações tão categóricas da Codificação, é de se admirar que os dirigentes da FEB teimem em negar que Jesus tenha tido um corpo material.
2 - O leite mamado por Jesus - A aceitação de que ele era devolvido pelos espíritos ao sangue da mãe é de um absurdo verdadeiramente irritante. Mais tarde, quando jovem e adulto, ele se alimentava como as outras pessoas. O que acontecia com esses alimentos? Seriam desmaterializados? Por que recorrer a hipóteses estapafúrdias? Será desonroso crer que ele tinha um corpo orgânico como o nosso?

3 - Andar sobre as águas - Não é preciso recorrer à fé para aceitar que Jesus pairasse acima das águas, mesmo tendo corpo material. Em "A Gênese" - capítulo XIV - item 42, encontramos: "Jesus, mesmo vivo, pôde aparecer sobre a água sob uma forma tangível, enquanto seu corpo carnal se encontrava alhures; é a hipótese mais provável".

Kardec escrevia e os Espíritos ensinavam, há 150 anos. Mas ele mesmo insistia em que "o Espiritismo caminhará com a ciência". E caminhou. A própria física moderna trouxe-nos explicações, impossíveis naquela época, e que hoje são banais, citando ocorrências em que a força de atração da gravidade é vencida. Assim é que, dentro dos "sputniks", os astronautas flutuam no ar.

4-Desaparecer do sepulcro - Hoje há numerosos trabalhos, livros e revistas que tratam do "fenômeno de transporte". Citemos o mais importante deles: "Fenômenos de Transporte", Ernesto Bozzano, 2ª edição, FEESP, 1982, prefácio de Deolindo Amorin. Nele Bozzano, grande sábio italiano e que escreveu numerosas obras espíritas, estuda com grande agudeza o assunto, citando fenômenos obtidos em plena luz. Se os Espíritos podem efetuar transporte de objetos e alguns médiuns podem levitar, por que Jesus, com seu enorme poder sobre a matéria não poderia fazê-lo?

5-Espíritos puríssimos não podem encarnar - Encontramos em A Gênese", capítulo XIV - item 9, o seguinte:
"Os Espíritos superiores podem vir aos mundos inferiores e mesmo aí se encarnar. Dos elementos constitutivos do mundo em que entram eles extraem os materiais do envoltório fluídico ou carnal apropriado ao ambiente onde se encontram. Fazem como grande senhor que deixou suas belas roupas para vestir-se momentaneamente com trajes plebeus, sem que, por isso, deixe de ser grande senhor. É assim que Espíritos das ordens mais elevadas podem se manifestar aos habitantes da Terra, ou encarnar-se entre eles, em missão". "Os Espíritos chamados a viver naquele meio dele extraem seu perispírito; mas conforme seja o próprio Espírito mais ou menos purificado, seu perispírito se forma de partes mais puras ou mais grosseiras do fluido próprio ao mundo no qual se encarna."

Durval Ciamponi, no livro "Alternativas da Humanidade", esclarece à página 98: "Quando um Espírito superior encarnar entre os homens na Terra, seu perispírito será mais sutilizado que dos aborígenes. A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito".

Aqui entram os roustainguistas com uma novidade: "Há mundos fluídicos, destinados à habitações de espíritos que, desde o estado de infância e instrução, nunca faliram, e que, conservando-se sempre puros na senda do progresso, progridem no estado fluídico. Mundos materiais - Diversos mundos destinados à encarnação dos espíritos falidos e, como tais, sujeitos à encarnação humana". (Citação de Herculano Pires).
Fantasia que divide os espíritos entre pobres e plebeus; os protegidinhos que nunca "pecaram" (isto só aconteceria se fossem liberados das provas) e aqueles que, jogados em ambientes desfavoráveis, teriam tido seus fracassos. Esquecem a grande Lei da Evolução, que nos mostra que os mundos fluídicos representam a fase superior do desenvolvimento dos mundos materiais.

6-Tudo na vida de Jesus, foi apenas aparente - Durval Ciamponi responde por mim: "Se tudo nele era só aparência, todos os atos de sua vida, o anúncio reiterado de sua morte, a cena dolorosa do Jardim das Oliveiras, sua oração a Deus para que alistasse o cálice de seus lábios, sua paixão, sua agonia, tudo, até seu último grito no momento de entregar o Espírito, não teria sido senão um vão simulacro para enganar com relação à sua natureza e fazer crer no sacrifício ilusório de sua vida, uma comédia indigna de um homem honesto e simples, quanto mais, e por mais forte razão, de um ser também superior, numa palavra teria abusado da boa fé dos seus contemporâneos e da posteridade". (página 99)

7-Jesus não sofreu dor física, somente dor moral
Roustaing não deixa dúvidas quando afirma que Jesus não sofreu dores físicas ou orgânicas e que seu sofrimento foi apenas moral. Reconhecemos que a dor moral tenha sido bem maior que a dor corporal, dado o comando que tinha sobre a matéria. Não precisaria sofrer a dor material, que é, para os homens, a oportunidade de resgate e útil para a evolução.
O sofrimento de Jesus foi perante a ignorância e incompreensão do povo e até de seus seguidores mais próximos. Não perceberam a grandiosidade de sua missão. Esperavam um salvador guerreiro e não um ser dizendo que "meu reino não é deste mundo". "Se, quando vos falo das coisas terrenas, ainda assim não credes, como creríeis se eu vos falasse das celestiais?"

Em Mateus, 17: 17, encontramos: "ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quandos vos sofrerei?"
"Havendo, pois, Cristo padecido na carne, armai-vos também vós outros desta mesma consideração: que aquele que padecer na carne cessou seus pecados." (l ª Epístola de São Pedro - Capo 4-1)

8- Espírito Regenerador - Roustaing se coloca na posição daqueles crentes de outras religiões que ainda esperam a vinda do Messias prometido, restringindo o valor da missão de Jesus, que precisa ser completada por outros Messias. Para os espíritas, o Consolador prometido já veio e é o Espiritismo.

9-Brasil, Coração do Mundo- "A colocação de Humberto de Campos sobre "Brasil, Coração do Mundo" era, também um pouco emocional-libertária, porque os Espíritos não têm pátria; sua pátria é o Universo (Bahia Espírita, FEEB, Ano XVI, nº 68, Set. - Out. ,1985). Divaldo: "A expressão 'Pátria do Evangelho' não é da Doutrina Espírita. Está inserta numa obra de Humberto de Campos e trata-se de uma colocação emocional do literato que ama sua pátria". (Conscientização Espírita)

Qual quer semelhança com as obras mediunicas atuais não é mera coincidência.
CONTINUA . . .


Mundos Fluídicos NOSSO LAR,Mundos Fluídicos NOSSO LAR,Mundos Fluídicos NOSSO LAR
Mundos Fluídicos NOSSO LAR,Mundos Fluídicos NOSSO LAR,Mundos Fluídicos NOSSO LAR

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Nosso Lar uma fantasia mediunica



Há espíritos obsessores sem maldade, que são até mesmo bons, mas dominados pelo orgulho do falso saber [...] São os mais perigosos porque não vacilam em sofismar e podem impor as mais ridículas utopias. [...] Procuram fascinar por uma linguagem empolada, mais pretensiosa do que profunda, cheia de termos técnicos e enfeitada de palavras grandiosas, como Caridade e Moral.
Evitam os maus conselhos, porque sabem que seriam repelidos, de maneira que os enganados os defendem sempre, afirmando: bem vês que nada dizem de mau. Mas a moral é para eles apenas um passaporte, é o de que menos cuidam. O que desejam antes de mais nada é dominar e impor as suas ideias, por mais absurdas que sejam.
O Livro dos Médiuns, 246
.




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Espiritismo a doutrina racional dos que evitam raciocinar.

No Espiritismo, a questão dos Espíritos está em segundo lugar, não constituindo o seu ponto de partida. E é esse, precisamente, o erro em que se cai e que acarreta o fracasso com certas pessoas.

Ortodoxia não quer dizer, segundo afirma o vulgo, uma espécie de "ferrugem de idéias" ou "idéias ultrapassadas". A ortodoxia significa a "doutrina correta", livre do pluralismo filosófico, das emendas orientalistas e esotéricas que querem dar ao Espiritismo.
Encarar o espiritismo como uma nova religião só pode levar ao que estamos constatando. Um distanciamento ideológico do movimento espírita em relação ao pensamento de Allan Kardec e o afeiçoamento da ação dos espíritas a padrões confessionais e ritualísticos, velados ou explícitos, caracterizando um processo de sectarização do Espiritismo.
Ou seja.
O Espiritismo virou a doutrina racional dos que evitam raciocinar.

E do senso critico eu não abro mão.

Não preciso de fé para ter razão.
Mas preciso de muita razão para ter fé.
Francisco Amado.







quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Um grande médium católico.




FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER, UM GRANDE MÉDIUM DO SÉC. XX
Em entrevista que concedeu à imprensa , depois que o repórter havia dito que escrevera 412 livros, tendo vendido 25 milhões de exemplares, Chico Xavier corrigiu, dizendo: “ – Os livros não me pertencem. Eu não escrevi livro nenhum. ‘Eles’ (os Espíritos) é que escreveram”.

Isto serve de prova bastante para se reconhecer que Chico Xavier foi um grande instrumento a serviço da espiritualidade.
E seus dons mediúnicos, bem acentuados, se manifestaram desde quando era pequeno, em casa, na rua e na escola. O pai, João Cândido, o considerava um louco; a madrinha, Rita de Cássia, o tinha como um alucinado, e, para curá-lo, lhe dava surras com vara de marmelo, achando que assim, iria tirar o diabo do seu corpo. Por isso mesmo, o garoto era constantemente levado à igreja para ser benzido. Como todo mineiro, sua família era muito católica. Mas nem na Santa Madre Igreja, o menino encontrava a cura de que precisava...
Desde pequeno, Chico demonstrou ser uma pessoa muito tímida, muito submissa aos caprichos dos mais velhos. Como prova disso, citamos o fato de ter sido obrigado a lamber a ferida que tinha surgido na perna esquerda de um primo seu, conforme receita aviada por uma curandeira. Um menino de personalidade forte jamais faria isto.
Chico desde criança, e também como adolescente, era muito religioso: ia sempre à missa, comungava, confessava, acompanhava procissões, rezava a Ave Maria e fazia o sinal da cruz, como qualquer bom católico, consciente de que “fora da Igreja não há salvação”.

Sua conversão ao Espiritismo se deu em 1927, quando uma de suas irmãs, gravemente enferma, foi desenganada pelos médicos. Desesperado, seu pai, João Cândido, nem recorreu ao padre, foi direto procurar um casal de amigos espíritas, que trouxe para ver a filha. José Hermínio Perácio e a esposa Carmem, verificaram logo que se tratava de um caso agudo de obsessão. Então, durante alguns dias, atacaram a doente com rezas e passes, conseguindo assim expelir o Espírito obsessor.
Chico acompanhou de perto todo aquele ritual. Era a sua primeira experiência no Espiritismo. E, graças a José Hermínio e Carmem, veio a tomar conhecimento dos livros de Allan Kardec. Foi assim que veio a saber que era médium e precisava desenvolver sua mediunidade.

Que fez então? Voltou à Igreja local, que costumava freqüentar; dirigiu-se ao confessionário com seu orientador espiritual; contou ao padre Scarzello tudo que tinha acontecido com a irmã e lhe declarou que a partir de então iria se dedicar à mediunidade segundo os métodos da Doutrina Espírita de Allan Kardec. Ajoelhou-se diante do seu confessor, beijou-lhe a mão direita e pediu sua bênção, no que foi atendido pelo sacerdote que disse: “Seja feliz, meu filho. Rogarei à Mãe Santíssima para que te abençoe e proteja”. Isto aconteceu no dia 21 de junho de l927 e Chico voltou a ajudar o irmão na fundação do Centro Espírita Luiz Gonzaga onde começou a trabalhar como médium psicógrafo, recebendo mensagens em prosa e verso, de vários Espíritos. Esta era sua missão: produzir centenas de livros, cumprindo-se assim a visão que dona Carmem Perácio tinha tido numa sessão de estudos do Evangelho em janeiro de 1929: uma chuva de livros caindo sobre a cabeça do médium.
Mas Chico tinha plena consciência de que não era ele o autor daquelas inúmeras obras que surgiam graças ao que escrevia como médium. Tanto assim que respondeu a um crítico literário: “- Recebi de Va. Sa. elogios por um trabalho que não me pertencia”.

Como se vê, Chico era apenas um instrumento a serviço da espiritualidade. Nem podia passar disso, porque não era dado a estudos . Seus conhecimentos intelectuais se limitaram ao que aprendeu com as professoras de uma escola primária do interior, Nunca freqüentou um ginásio, um instituto de educação, um colégio de jesuítas. E depois não trazia consigo dons de cientista, de pedagogo, de filósofo. Sua capacidade intelectual era bem medíocre e sua produção literária vinha do Alto, em forma de romances e mensagens.

Seu Guia Espiritual deveria ter sido o Espírito de Verdade, por que não?! Mas, na verdade, não foi. Foi, sim, um ex-jesuíta, o Padre Manoel da Nóbrega, que preferiu se identificar não como aquele Provincial da Companhia de Jesus do séc. XVI, mas, sim, como Emmanuel, que quer dizer “Deus conosco”, de acordo com o Evangelho de Mateus. Assim era mais fácil se impor perante a comunidade espírita da Pátria do Cruzeiro. E foi, mostrando uma cruz luminosa e vestindo uma túnica típica de sacerdotes católicos que o Espírito Guia se apresentou ao Chico, quando este rezava a Ave Maria, junto a um açude, em Pedro Leopoldo/MG.

Tendo recebido poesias de vários Espíritos que tinham sido em vida consagrados poetas nacionais e estrangeiros, Chico reuniu-os em forma de livro a que deu o nome de “Parnaso de Além Túmulo” e foi levá-lo à apreciação do Presidente da Federação Espírita Brasileira, que ele talvez não soubesse, mas devia saber que era roustainguista fanático. Como devia saber também que J.B.Roustaing era responsável pelo aparecimento da obra – “Os Quatro Evangelhos” – na qual havia muitos pontos duvidosos, motivo porque Allan Kardec não a considerava complementar às suas.
(Revista Espirita de junho de 1866).
Os dirigentes da FEB aceitaram publicar o Parnaso de Além Túmulo, e em troca, como prova de reconhecimento por este favor, Chico reverteu à FEB todos os direitos autorais, tornando-a rica e poderosa.

Conta-nos um dos seus biógrafos, que todas as noites de segunda e sexta-feira, Chico ia ao C.E. Luiz Gonzaga, levando embaixo do braço o “Evangelho segundo o Espiritismo” de Allan Kardec. Seguia assim à risca uma instrução de Emmanuel que disse certa vez: “ – Chico, se alguma vez eu lhe der algum conselho que não esteja de acordo com Kardec, fique do lado dele, Kardec, e me esqueça”. Isto, porém, não foi seguido por Chico, no que diz respeito à evocação dos Espíritos, que Kardec sempre considerou um instrumento necessário de pesquisa da Ciência Espirita, tanto assim, que deu o exemplo, praticando constantemente esse método de trabalho. Chegou mesmo a dizer que estavam errados aqueles que achavam que não devíamos evocar os Espíritos e sim deixar que se manifestem espontaneamente (Livro dos Médiuns, cap. XXV, nº 269) No entanto, Emmanuel, em “O Consolador”, disse que não aconselhava a evocação dos Espíritos em hipótese nenhuma, e o Chico, ao invés de esquecer o que dissera seu Guia Espiritual, como este mandara, fez, justamente, o contrário, ao afirmar, textualmente que “O telefone só toca de lá para cá”. Allan Kardec reencarnado nunca diria isto, tenho certeza absoluta.
Chico Xavier, que mal tinha o curso primário, não conhecia nada de Filosofia, de História, de Psicologia, de Ciências físicas, humanas e sociais. E nunca se sentiu atraído para esses estudos; nunca foi um autodidata. A bem dizer, nem precisava disso, porque sua missão era ficar numa atitude passiva, transcrevendo no papal, sem análise crítica, as mensagens em prosa e em verso que vinham dos Espíritos.

UMA GRANDE MENTIRA
Em 1938, a FEB lançou o “BRASIL CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO”, ditado pelo Espírito de Humberto de Campos pela psicografia do Chico e com prefácio de Emmanuel. Houve então uma grande polêmica, porque ali está que Roustaing foi auxiliar de Kardec. Grande mentira! Chico, tímido que era, não quis discussão nenhuma e se colocou ao lado dos roustainguistas da FEB.

O FAMOSO “PACTO ÁUREO
Em 1949 um grupo de “kardecistas” (seriam mesmo discípulos de Kardec ?!) procurou o então Presidente da FEB e desse encontro surgiu o “Pacto Áureo”, pelo qual ficou criado o Conselho Federativo Nacional como um Departamento da FEB; foi adotado o mito da “unificação” e o livro de Humberto de Campos (Espírito) foi adotado como uma espécie de “carta magna” dos espíritas brasileiros. Surgia assim no Brasil um novo Vaticano à moda Tupiniquim.

UM ERRO, FRUTO DO FANATISMO
Em 1973, Ismael Gomes Braga lançou pela FEB seu livro “ELOS DOUTRINÁRIOS”, no qual afirma que “o roustainguismo é um curso superior de espiritismo”, colocando, portanto, Roustaing acima de Kardec.
Júlio Abreu Filho protestou, e, em seu livro “ERROS DOUTRINÁRIOS”, provou que essa afirmação era um verdadeiro absurdo.
E o Chico, protestou também?! Não, manteve-se caladinho da silva.

CHICO XAVIER É PREMIADO
Em 1981, ao receber o prêmio Roquete Pinto, concedido pela TV Record, Chico Xavier foi entrevistado pelo repórter Mário B. Tammasia. E, a propósito da visita do Santo Padre, o Papa João Paulo II, ao Brasil, ele disse, textualmente: “Muitas vezes, principalmente, diante do altar daquela que veneramos como nossa Mãe Santíssima, vimos irradiações de luz que alcançavam toda a Assembléia. E, do altar consagrado à Santa Terezinha de Lisieux, muitas vezes vi rosas trazidas por desencarnados, sem que eu pudesse explicar o fenômeno. Portanto, todas as manifestações de bondade divina, através da Igreja Católica, que consideramos como a mãe da nossa civilização, são legítimas credoras da nossa veneração. Nós não estamos separados, os evangélicos reformistas e os espiritas cristãos, por diferenças fundamentais. Os Espíritos nos ensinam que estamos, sim, em faixas diferentes de interpretação, mas somos uma família só diante de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem reverenciamos em Sua Santidade o Papa João Paulo II, em nossos eminentes cardeais do Brasil, protetores da nossa fé” (Extraído da Revista “PLANETA” – abril de 1983, pág. 19)

UMA REUNIÃO PÚBLICA EM UBERABA/MG
Informou-nos um amigo, residente em Uberaba, que momentos antes do início de uma reunião do Grupo Espírita da Prece, aberta ao público, no dia 15 de agosto de 1998, consagrado a Nossa Senhora da Abadia, padroeira da Região, Chico Xavier viu no recinto a figura excelsa de Jesus de Nazaré, pedindo-lhe que prestasse uma homenagem à sua MÃE , MÃE DE TODOS NÓS, NOSSA MÃE SANTÍSSIMA.
Chico então, ajoelhou-se, benzeu-se, fez o sinal da cruz e pronunciou estas palavras: “ – Amigos, peço a vossa permissão para fazer uma saudação a uma personalidade ilustre e a mais Eminente do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, aqui, em nossa querida cidade de Uberaba, é conhecida como Nossa Senhora da Abadia”.
E, com as mãos unidas diante do peito, como um bom católico, disse estas palavras: “Ave Maria, Mãe de Jesus, Nossa Senhora, Bendita sois Vós entre as mulheres; Bendito seja o Fruto Divino que, possivelmente nos trouxe Jesus. Santa Maria, Mãe de Jesus, Filho do Espírito Santo, Rogai a Deus por nós, os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Assim seja!...”
Logo após, muito emocionado e com os olhos cheios de lágrimas, dirigiu-se aos presentes, dizendo: “ – Aqui fica a nossa Saudação pelo dia de hoje em Uberaba. Convido a todos os irmãos, espíritas cristãos, a lembrarmos Nossa Senhora da Abadia, NOSSA MÃE SANTÍSSIMA, trazendo-nos NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, filho de Deus pela graça do Espírito Santo”.
Todos então, ajoelhados e fazendo o sinal da cruz, disseram: “ – Graças a Deus; o Senhor seja bendito. Amem!”
Foi assim que, com a presença de Chico Xavier, teve início aquela reunião pública, onde foi estudado o cap. XV do Evangelho segundo o Espiritismo, onde Allan Kardec diz, claramente: “ Com o dogma – Fora da Igreja não há Salvação – todos os homens lançam anátemas uns contra os outros, perseguem-se mutuamente e vivem como inimigos...” (nº 186 do original e nº 8 da tradução de Guillon Ribeiro da FEB)

O MAUSOLÉU DE CHICO
Aos 92 anos de idade, desencarnou, em Uberaba/MG, no dia 30 de junho de 2002, o médium espírita Francisco Cândido Xavier, após 75 anos de intensa atividade mediúnica com 412 obras psicografadas.
Hoje seus restos mortais repousam num túmulo do Cemitério de S. João Batista de Uberaba, onde, por obra de amigos dedicados e devotos sinceros, se ergueu um imponente mausoléu, no centro do qual foi construída uma estátua de bronze, em que ele aparece com o cotovelo sobre a mesa de escrever e a mão esquerda sobre a testa e a mão direita sobre um papel, em que ele escrevia as mensagens que ia recebendo dos Espíritos.
Um pouco atrás, no canto direito do mausoléu, aparece a imagem imponente de Nossa Senhora da Abadia, a Santa da devoção do Chico.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:
Em seu livro “Kardec prossegue”, Adelino da Silveira disse que o Chico era Kardec reencarnado. Chico leu e gostou, tanto assim que presenciou sua amiga “Sylvia, de Araxá/MG com um exemplar autografado por ele.
Anos atrás (1998) a Dra. Marlene Nobre havia declarado pela Folha Espírita, de S. Paulo, que o Chico era a reencarnação de Allan Kardec. Em abril deste ano o Dr. Carlos Baccelli acaba de lançar, em Uberaba, seu último livro “Chico Xavier a Reencarnação de Allan Kardec”, com o que eu NÃO CONCORDO e me pergunto: “Kardec, no séc. XX, ao completar sua missão, não seria mais o “bom senso encarnado”?!
FONTE O FRANCO PALADINO Nr. 32 - Fevereiro de 2006



Tags:” Keywords“Um grande médium católico, Um grande médium católico, Um grande médium católico, Um grande médium católico, Um grande médium católico, Um grande médium católico, Um grande médium católico Um grande médium católico

A História do Café da Manhã