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Neste espaço você vai entender porque a doutrina espirita é inconciliável com o socialismo.

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Por que não sou mais espírita?




Esta postagem começa a delinear a caminhada racional que me levou a largar a crendice espírita.

Francisco Amado - 23/09/2011
????Por qual motivo????
É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.
{Adam Smith}

Não psicografou nada até hoje +
.
Um roqueiro famoso morre no auge da fama devido a uma overdose. Ele conta como aconteceu sua passagem para o outro lado. Durante um bom tempo ficou preso na sua sepultura e, depois andou pelos vales do sofrimento até chegar ao equilíbrio.
{Raul Santos Seixas}
.
Outro que também esta na obscuridade
Immanuel Kant foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo dos princípios da era moderna, indiscutivelmente um dos pensadores mais influentes.
Entretanto temos diversos livros de....
.Emmanuel - Pedrinho, Paulinho, Joãozinho e outros tantos que não acrescentam em nada o que já foi revelado pelos grandes pensadores.
.Ok, ok explicação eu sei que tem bastante, mas o que eu busco é justificativas coerentes.
.Allan Kardec desencarnou não psicografou nada.
Depois morre um André Luiz da vida e já psicografa uma serie de livros como se tivesse um conhecimento enciclopédico, fala sobre diversos assuntos, só confunde e não esclarece nada.
.Por qual motivo os gigantes do pensamento não querem se comunicar?
Alguém tem a resposta?

Jorge Murta - 24/09/2011
Francisco, por que estes espiritos nao se comunicam nao sei dizer, mas creio saber, pelo menos imagino o porque dos outros se comunicarem a mancheias. É que os outros por nao terem nada de relevante a falar, falam demais coisas sem importancia.

Lembrando a questao 932 do LE, por que os maus são intrigantes e audaciosos; os bons são tímidos. Estes, quando quiserem, assumirão a preponderância.


Floro Blanka - 25/09/2011
Talvez
Alguns até queiram se comunicar, mas não encontrei um médium bastante esclarecido ou com a afinidade necessária para tal ou simplesmente não sentem que suas manifestações seriam aproveitadas. Vá saber...

Katia Pelli - 26/09/2011
Eu arriscaria dizer uma frase do ESE, pra não atirar pérolas aos porcos... :(

Roberto Mumme - 01/10/2011
Francisco
Creio que a resposta é simples.
O movimento espírita não se importa com coisasssérias, portanto os meios, os grupos mediúnicos ,só estão envolvidos com as fantasias e os iguais.
O Livro dos Médiuns é bastante claro que a influência do meio é tudo.
Abraço

Marcelo . - 02/10/2011
Concordo com o roberto, o movimento espirita ainda nao e serio, a muita coisa a se corrigir

Bryanna V. - 22/11/2011
Que é isso? Allan Kardec deve estar numa esfera bem superior, ele já fez o que tinha que fazer, vocês espíritas querem mais provas? Já leram o livro voltei do irmão Jacob? Já leram Leon Dennis? É isso que dá idolatrar Kardec, toda responsabilidade cai nas costas dele. Mais uma vez eu afirmo existem inúmeros livros editados pela FEB que comprovam a vida após a morte, mas não esqueçam que estamos subindo degraus é sem necessidade ficar voltando atrás! E nós temos que esquecer quem foi isso ou aquilo, porque não importa o que o espírito foi na terra, mas sim o conteúdo do que ele vem trazer.

Bryanna V. - 22/11/2011
O espiritismo combate o orgulho e a vaidade. É lógico que André Luiz não era André Luiz, ele usa o pseudônimo para evitar confusão e vaidade, alguém lembra quando Chico Xavier assinou Humberto de Campos num de seus livros, ele quase foi preso, a família entrou com ação judicial pedindo direitos autorais(dinheiro) pelos livros vendidos.
Estamos no planeta 2 = mundo de provas e expiações, ainda somos atrasados demais para entender certas coisas.
Planeta 1= mundos primitivos
Planeta 3= mundos felizes e assim por diante...

Luiz dos Santos - 22/11/2011
Porquê um Certo Espírito falou que "O Telefone só toca de lá para cá!

"Em nossa opinião, há aí um erro; primeiramente, porquê há sempre ao nosso redor Espíritos, frequentemente, de baixo estágio que não querem coisa melhor do que se comunicarem; em segundo lugar, e mesmo por esta última razão, não se evocando nenhum em particular, é abrir a porta a todos que querem entrar."
(Livro dos Médiuns: Cap. 25 269)


O espiritismo combate o orgulho e a vaidade. É lógico que André Luiz não era André Luiz, ele usa o pseudônimo para evitar confusão e vaidade, alguém lembra quando Chico Xavier assinou Humberto de Campos num de seus livros, ele quase foi preso, a família entrou com ação judicial pedindo direitos autorais(dinheiro) pelos livros vendidos.
Estamos no planeta 2 = mundo de provas e expiações, ainda somos atrasados demais para entender certas coisas.
Planeta 1= mundos primitivos
Planeta 3= mundos felizes e assim por diante..

http://static1.orkut.com/img/smiley/r_shocked.png

Quais são os"e assim por diante" ???

Bryanna V. - 23/11/2011
O 4, 5... somos muito atrasados para saber quantos estágios estão pela frente de nossa iluminação, mas podemos ter a certeza de que um dia chegaremos à perfeição, não seremos Deuses, mas seremos luzes pertencentes a esferas condizentes com o nosso estado, e olha que são muitos.

Que legal ... !!!
http://static2.orkut.com/img/smiley/r_slant.png

Rafael Teixeira - 29/11/2011
Eu achei mesmo bem legal a resposta, ainda mais para esse tipo de pergunta desnecessária, feita só para testar e provocar ela, pura arrogância.

Francisco Amado - 15/01/2012
1º UMA ADVERTENCIA DA MODERAÇÃO.

Rafael ataque a questão não o questionador. Leia as regras da comunidade.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Sim a resposta foi para provocar.
E o que provocou? O rodeio e respostas vazias.
Ex:
"ainda somos atrasados demais para entender certas coisas"

"esse tipo de pergunta desnecessária"
RESPOSTA>
1º
Somos muito atrasados, mas isto não quer dizer que temos que deixar de questionar e pesquisar.
2º
Qual tipo de pergunta é considerado necessário em uma discussão filosófica?
Francisco Amado - 15/01/2012
Bem vamos novamente.
O inglês Roger Bacon (c. 1220-c. 1292) constrói as primeiras lentes de cristal para corrigir distorções da visão.
>Não se pronunciou após a morte.<

O matemático inglês Thomas Harriot (1560 - 1621) e o metalurgista Joachim Ganz montam o primeiro laboratório científico na América.
>Não se pronunciou após a morte.<

O físico inglês Robert Hooke (1635 - 1702) publica os primeiros desenhos de células observadas ao microscópio, disparando as pesquisa sobre as unidades fundamentais da vida.
>Não se pronunciou após a morte.<

O físico alemão Max Planck (1858 - 1947) observa que a radiação emitida por um corpo não sai de forma contínua, mas em pacotes, que ele chamou de quanta.
>Não se pronunciou após a morte.<
Bem vamos unir a estes nomes centenas de dezenas de outras pessoas não menos importantes, para o melhoramento da vida na sociedade.

Seja com seus estudos, seja com alguma invenção que trouxa alguma facilidade para um grupo de pessoas ou uma comunidade inteira.

Francisco Amado - 15/01/2012
Agora vamos retornar nosso senso critico, se é que alguém usa e ou sabe o que é isso, nas diversas obras psicografadas.
O que estas obras acrescentam na vida das pessoas além de mais do mesmo?
Ou seja, seria mais ou menos o seguinte.
O evangelho em forma de romance, a fim de passar uma mensagem religiosa.
Como o espírito aceitou após o desencarne que sua esposa casou com outro.
Como a filha auxiliou o pai que era viciado em álcool
Alguns títulos;
MINHA CRUZ, MUNHA LUZ
RENASCENDO DO ÓDIO
NA SUBLIMAÇÃO DA ALMA
MENTORES DE ANDRÉ LUIZ
AMOR E PERDÃO
Bem vamos pular centenas de dezenas de títulos os quais se você arrancar a capa atirar tudo dentro de um balaio e pegar qualquer um ao esmo, não saberia identificar  quem  é o autor.
Não busco respostas sentimentais e emocionais.
Quero razão.
No aguardo  de respostas em profundidade.

OBS: Só teve uma resposta sincera entre todas
Francisco, por que estes espíritos não se comunicam não sei dizer[Jorge Murta]


Roberto Mumme - 15/01/2012
Francisco
Esperar que os Espíritos se comuniquem para dar solução aos problemas atuais é incoerente, pois as dificuldades que vivemos é para exercício da nossa inteligência ou seja progresso a ser conquistado.

Se deseja que os Espíritos melhores ou superiores se comuniquem evoque-os.Esses não interferem no livre arbítrio, se são chamados comparecem para auxiliar.Para que essas evocações sejam atendidas é necessário que o grupo de médiuns seja sério, que o objetivo da evocação seja sério e direcionado ao aprendizado.

Assim entendendo, com base no Livro dos Médiuns, é a obra que orienta os grupos sérios, que as demais obras tangem a curiosidade e nada de efeito moral, nada que produza modificação moral, então com base no Livro dos Médiuns, perguntas e curiosidades Espíritos que respondem são os iguais.Diz Erasto  Evoque uma pedra e ela te responderá.

Rafael Teixeira - 15/01/2012
Bryanna
Você está confundindo toda a questão. Ninguém está pedindo provas de nada, só se questionando porque verdadeiros intelectuais não psicografam.

No caso de Humberto de Campos, a morte dele ainda era recente, por isso deu briga com os filhos dele. Mas claro que não ia dar problema psicografar um livro de Kant. Isso é só desculpa.

Francisco Amado - 15/01/2012
Roberto
De forma alguma eu espero que os espiritos se comuniquem para resolver os problemas atuais,
O questionamento é porque as psicografias não tem reflexões profundas sobre as dificuldades sociais.
Esta é a questão.
Hora com centenas de dezenas de mediuns que supostamente fazem psicografia não existe um que consiga este contato mais elevado.
Só tem contato com a ralé do espaço?
A maioria dos livros ditos "psicografados" oferecem  mensagens, via de regra, escritas por entes de baixa categoria, medíocres, desclassificados, pseudo-sábios, velhacos e contumaz na velhacaria, orgulhosos, dominadores, não se enquadram na primeira ordem da escala espírita proposta no LE., infelizmente.



Francisco Amado - 15/01/2012
Espiritos que fumam.
Espiritos que comem carne de javali.
Espiritos que tratam gatos em hospitais.
Espiritos que trabalhão como espiões.
Espiritos que tomam banho.
Espiritos que compram casa e servem de pistolão
para seus entes queridos.
Agora vamos fazer uma analógia.
Quando se questiona certas coisas com as pessoas que tem a Biblia como livro sagrado.
Qual a respostas deles?
A mesma que obtemos no meio evangelico espirita.

"Você não tem entendimento para entender as coisas de Deus".

No meu pouco entendimento isto não é resposta, é desculpa de quem tem medo de buscar a verdade.


Roberto Mumme - 15/01/2012
Francisco
Só tem contato com a ralé
do espaço?
O Livro dos Médiuns chama isso de Influência do Meio.Os objetivos fúteis atraem os fúteis.Lembra do:  Evoque uma Pedra e ela te responderá? É isso
A ralé só poderá se comunicar coma  ralé.Isso é lei natural, não há saltos, tudo relativo ao que se é.
No meu pouco entendimentoisto não é resposta, é desculpa de quem tem medo de buscar a verdade.
O problema é que se precisa do desenvolvimento da inteligência .Uma vez que a natureza não dá saltos,necessário ercitar  a inteligência, a razão, Muito difícil onde existe a fé cega,onde tudo se aceia sem o uso da razão.
Abraço

Francisco Amado - 15/01/2012
Sabe aqueles monólogos que temos com nosso grilo falante (consciência)?
A resposta que encontrei chegou neste ponto, que até não deixar de ter razão.
Todavia, como a mente não para, e uma questão acaba levando a outra, neste ponto eu analisei sobre o seguinte viés LIVRO DOS ESPIRITOS
[A humanidade progride por meio dos indivíduos que se aperfeiçoam pouco a pouco e se esclarecem; então, quando eles prevalecem em número, tomam a frente e conduzem os outros] Comentário de AK para a questão 789
Vamos acrescentar aqui a seguinte questão
642 Basta não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar um futuro melhor?
– Não. É preciso fazer o bem no limite de suas forças, porque cada um responderá por todo o mal que resulte do bem que não tiver feito.

E ficamos em uma sinuca, pois se cumpre que aquele que é moralmente mais adianta arrastar, auxiliar os que estão ainda engatinhando, os espíritos de escol deveriam se comunicar de uma maneira ou de outra.
Agora seguindo alinha de complicação e profundidade,
vamos acrescentar missão do homem
Inteligentes na terra descritos no {ESSE}
aquelas palavras se aplicam também aos desencarnados.

Hora mas porque todo este questionamento?
É o seguinte estou trabalhando em uns vídeos para demonstrar, porque a doutrina espírita é inconciliável com o marxismo.
E fazendo uma imersão em alguns livros cheguei à conclusão, que a contribuição intelectual de certos autores ultrapassava em muito, centenas de livros psicografados. 
Pois se eu que não sou nem um exemplo de conduta reta, pois tenho meus defeitos, trabalho compulsivamente a fim de partilhar o pouco que sei, por que cargas d’água, aqueles que servem de exemplo para mim, se abstém deste trabalho?
Assim nasceu a dúvida.



sábado, 25 de maio de 2013

Tenha o Hábito da Leitura



 Ter o hábito da leitura é o antídoto que nos impede de ser alienados.

Análise do conceito de alienação
A palavra alienação vem do latim alienus, que veio a dar “alheio”, significando "o que pertence a outro".
No domínio do direito, a alienação designa o ato de transferência da posse ou do direito de propriedade de alguma coisa para outrem, seja por doação seja por venda.

Exemplos de alienação: O individuo assiste uma noticia ou lê um artigo do jornal, mas, não faz a critica da veracidade do que vê e ouve apenas aceita as opiniões e crenças sem cogitar sua veracidade.
Ou seja, ele deixa para o outro dizer por ele, o que é bom e ruim, certo e errado.

Alienar, portanto, é tornar alheio, é transferir para outrem o que é seu.

Por isso a leitura é importante para que você não prejudique sua educação e seu aprendizado Uma pessoa que lê freqüentemente aprende muito, amplia o conhecimento e aprende cada vez mais.

Ler, sobretudo para não nos tornarmos seres alienados.

Com a leitura você esta construindo seu conhecimento pessoal desenvolvendo o amor pela vontade de saber mais com curiosidade buscando sentidos mais construtivos.
O mundo é dominado pela palavra escrita, hoje muito mais do que ontem, pois antes no café da manhã, tínhamos o jornal predileto, onde ficávamos a par dos acontecimentos políticos, sociais e econômicos.
Hoje temos além do jornal predileto, as homepages de notícias favoritas. São centenas de sites, cada um com sua informação.
Entretanto, com todo este estímulo para a leitura, pouco se lê no Brasil.
Institutos de pesquisas afirmam que o brasileiro lê dois livros por ano, e com certeza não são leituras que acrescentam algo na alma.
O livro é um bom amigo onde sempre vamos encontrar uma palavra de conforto, uma afirmação de encorajamento, no livro é onde está depositado a sabedoria humana e a divina.

Como afirmou Marco Túlio Cícero, ”Uma casa sem livros é como um corpo sem Alma”.
Mas, devemos ter cuidado na escolha de nossa leitura evitando temas melancólicos e pessimistas, pois as conseqüências são as angustias, fobias entre outras.
O livro deve acrescentar ânimo, conhecimento, esperança e conferir maior eficiência para se enfrentar os desafios do nosso dia-a-dia.
Cada livro que abrimos, é uma janela por onde penetra a luz, o ar puro, tão necessário à saúde.


Em minha biblioteca particular, é onde entro em contato com os gigantes da filosofia como: Platão, Sócrates, Aristóteles,
Thomas Paine, Baruch de Spinoza, Carl Sagan entre outros, mas não faltam os gurus da administração e Marketing, como: David Ogilvy e Peter Drucker. Tenho a oportunidade de sentar-me com os ícones da indústria e do comércio na mesma sala onde estão reunidos os grandes pensadores, e é ali onde posso colher boas idéias.

A palavra ler vem do latim legere, que significa ao mesmo tempo ler e colher, por isso Faguet define a leitura como A Arte de Colher Idéias.
Dito isto agora você precisa das ferramentas para colheita, que são:
Ter um propósito definido;
Encontrar o pensamento central do texto;
Ter uma visão panorâmica;
Procurar interpretar;
Conhecer o livro antes, ou seja; Abra o livro, leia o índice, folheie, passe os olhos por todas as páginas e caso encontre alguma afirmativa curiosa comesse a ler, não se esqueça do marcador de texto e do dicionário.

Espero que você tenha entendido os benefícios da leitura, mas como sou mais leitor do que escritor, para finalizar recorro a Emile Faguet:

“E assim, a leitura, um dos mais seguros instrumentos de progresso intelectual; é o elixir que impede aos homens, transformar-se em animais.”

Francisco Amado
Filosofo Deísta.
Web - Writer.(Web Escritor) Administrar e criar o conteúdo de texto, fotos e imagens de um site.
Mestre Seo. Desenvolve blogs corporativos, Aperfeiçoa sites, administra divulgação em redes sociais  

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A farsa do livro Evolução em Dois mundos


O artigo “A Física no Espiritismo”, de Érika de Carvalho Bastone, trata de analisar dois livros de Chico Xavier e Waldo Vieira do ponto de vista da Física. Aqui neste blog serão apresentadas apenas uma parte das críticas da autora (em que houve concordância por um outro físico) de um dos livros, no caso “Evolução em Dois Mundos”, cujo autor “espiritual” seria André Luiz.

Também serão aproveitadas críticas do biólogo Júlio César Siqueira.
O livro vai ser apresentado em LARANJA a analise critica em VERDE

Trechos do livro em análise

Comentários

Página 10, Capítulo 1, por Waldo Vieira:

Sob a orientação das Inteligências Superiores, congregam-se os átomos em colmeias imensas, e, sob a pressão, espiritualmente dirigida, de ondas eletromagnéticas, são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atômicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensada, de que se esculpem os planetas, em cujo seio as mônadas celestes encontrarão adequado berço ao desenvolvimento.


[Esse trecho] descreve a formação dos planetas como agrupamento de átomos que sob força eletromagnética espiritualmente dirigida têm área espacial intra-atômica reduzida formando os núcleos adensados que darão origem aos planetas. Os planetas teriam vida até que implodiriam sob a pressão dos átomos, e depois explodiriam, em processo de reciclagem. [Essa] descrição [é] incoerente com o atualmente postulado pela ciência. Os planetas não implodem sob a pressão dos átomos (contudo isso ocorre com as estrelas…). E essa implosão não dá como resultado uma explosão (não no caso das anãs brancas - estrelas. Contudo, dá com as supernovas). A força eletromagnética diminui a área intra atômica? Ela diminui o tamanho do átomo? Penso que não. Na verdade, penso que ela talvez defina o tamanho do átomo. E ela não define o tamanho do núcleo atômico (não faz o núcleo diminuir), se for isso que ele quer dizer com núcleos adensados. (Comentário de Júlio César Siqueira)

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Página 10, Capítulo 1, por Waldo Vieira:

… confessamos que não sabemos ainda, principalmente no que se refere à elaboração da luz, qual seja a força que provoca a agitação inteligente dos átomos, compelindo-os a produzir irradiações capazes de lançar ondas no Universo com velocidade de 300.000 quilômetros por segundo.

Na primeira metade do século XX tanto a física quântica quanto o eletromagnetismo (eletrodinâmica) já estavam formulados. A emissão de luz é, atualmente, um fenômeno explicado e controlado (aplicações tecnológicas).

(Comentário de Érika de Carvalho Bastone)

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Página 28, Capítulo 7, por Waldo Vieira:

Lentamente, os cromossomos adquirem a sua apresentação peculiar, em forma de ponto-alça-bastonete-bengala, e a evolução que lhes diz respeito na cariocinese, desde a prófase à telófase, merece a melhor atenção dos Construtores Divinos, que através do centro celular mantêm a junção das forças físicas e espirituais, ponto esse em que se verifica o impulso mental, de natureza eletromagnética, pelo qual se opera o movimento dos cromossomos, na direção do equador para os pólos da célula, cunhando as leis da hereditariedade e da afinidade que se vão exercer, dispondo nos cromatídeos, em forma de granulações perfeitamente identificáveis entre o leptotênio e o paquitênio, os genes ou fatores da hereditariedade, que, no transcurso dos séculos, são fixados em número e valores diferentes para cada espécie.

[Esse trecho] diz que os cromossomas se movem durante a divisão celular devido à força eletromagnética, devido a impulso mental. O movimento dos cromossomas durante a divisão celular está ligado à ação mecânica de componentes do citoesqueleto, e não meramente relacionado a ações eletromagnéticas originadas diretamente de um impulso mental. (Comentário de Júlio César Siqueira)

Página 51, Capítulo 13, por Waldo Vieira: …encontra a matéria conhecida no mundo, em nova escala vibratória. Elementos atômicos mais complicados e sutis, aquém do hidrogênio e além do urânio, em forma diversa daquela em que se caracterizam na gleba planetária, engrandecem-lhe a série estequiogenética.

André Luiz prediz a existência de novos elementos químicos, aquém do hidrogênio e além do urânio. O urânio é o elemento de número 92 na tabela periódica. Acima dele temos 11 elementos da série dos transurânios, que são elementos instáveis, com meias vidas curtas, descobertos entre 1940 e 1966. Acima destes ainda temos os elementos da série dos transactinídeos, com meias vidas bastante curtas. O hidrogênio é o átomo mais simples, contendo um elétron e um próton. A existência de elementos aquém do hidrogênio, segundo o modelo atômico atual, é impossível. (Comentário de Érika de Carvalho Bastone)

Trecho de entrevista com Luciano dos Anjos.

Jornalista profissional, Luciano dos Anjos (lucianofilho@uol.com.br), trabalhou em "O Radical", "Gazeta de Notícias", "Diário de Notícias", "Visão", "O Cruzeiro", "O Mundo Ilustrado", "A Notícia" e outros órgãos, exercendo desde a função de repórter, de redator, editorialista, até a de secretário de redação e assessor de direção.

Qual a explicação para o conhecimento enciclopédico do médico André Luiz?

- Vou resumir matéria que escrevi para a edição de outubro de 1977 do Jornal Espírita, p. 3, na qual expliquei que o que André Luiz conhece bem é medicina. Tendo sido médico, prosseguiu no espaço a aplicar seus conhecimentos e até os aprimorou. Mesmo assim, no próprio campo da medicina ele se valeu de trabalhos de colegas e mestres, o que é muito normal. Toda matéria tem especializações, pesquisas pessoais, etc. Saber tudo ex-cathedra sobre todos os assuntos é pretensão, truque ou supergenialidade. Acreditar que alguém conheça em profundidade a sua especialidade e várias outras altamente heterogêneas é perfilhar a fantasia.

Não é o caso de André Luiz. Em princípio ele não poderia dominar o campo da medicina e mais o da física, da química, da eletrônica, da biologia, da genética, da sociologia, da psicologia, da pedagogia, enfim, de ramos tão variados quanto complexos da cultura universal. Seria um enciclopedismo fantástico. É óbvio que, mormente para escrever livros como Evolução em Dois Mundos e Mecanismos da Mediunidade, ele se socorreu de outros autores. E antes que algum padre ou pastor o digam de má-fé, eu mesmo direi: sei, inclusive, de que livros André Luiz retirou os elementos contidos nesses trabalhos.

Digo mais: ele nem se preocupou em alterar os textos copiados; quase usou as mesmas palavras. Eu, por exemplo, teria modificado um pouco mais, dentre outras razões para evitar problemas de direitos autorais, já que ele sequer usou aspas. Mas isso prova apenas que André Luiz não estava preocupado em esconder o que fez.

E para acentuar bem essa despreocupação, escreveu no intróito de Mecanismos da Mediunidade, p. 19 da 3ª edição:

“Prevenindo qualquer observação da crítica construtiva, lealmente declaramos haver recorrido a diversos trabalhos de divulgação científica do mundo contemporâneo para tornar a substância espírita deste livro mais seguramente compreendida pela generalidade dos leitores, como quem se utiliza da estrada de todos para atingir a meta em vista, sem maiores dificuldades para os companheiros de excursão.”

“Assim, as notas dessa natureza, neste volume, tomadas naturalmente ao acervo de informações e deduções dos estudiosos da atualidade terrestre, cabem aqui por vestimenta necessária, mas transitória, da explicação espírita da mediunidade, que é, no presente livro, o corpo de idéias a ser apresentado.”

E Emmanuel, na p. 15 do mesmo livro, advertia em forma de Prefácio:
“Compreendemos, assim, a validade permanente do esforço de André Luiz, que, servindo-se de estudos e conclusões de conceituados cientistas terrenos, tenta, também aqui, colaborar na elucidação dos problemas da mediunidade, cada vez mais inquietantes na vida conturbada do mundo moderno.”

Isto posto, o que conta na obra de André Luiz não é o conjunto de informações, possível de ser encontrado em compêndios de outros autores. O que conta é a sua tese, a sua colocação notável no contexto do espiritismo. Finalmente devo dizer que acho Evolução em Dois Mundos e Mecanismos da Mediunidade as duas melhores obras da série André Luiz.


Fonte: http://site.andreluiz.vilabol.uol.com.br/CA_luciano_dos_anjos.html

Conclusão

Até o momento foram encontrados erros somente nos trechos ditos “psicografados” de Waldo Vieira, e há indicações de cópias de fontes terrenas, ainda não reveladas.

Por prudência acredito que os livros que envolvam temas científicos passem pela análise de pelo menos dois peritos no assunto, colocando notas de rodapé nos trechos considerados discordantes. Um processo parecido com a revisão por pares que é feito em artigos científicos.

Referências

Xavier, Chico; Vieira, Waldo. “Evolução em Dois Mundos” (1960). FEB.

Bastone, Érika de Carvalho. “A Física no Espiritismo” (2003), apresentado no VIII Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita.

Este artigo foi apresentado no VIII Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita (evento bienal), ocorrido em Santos, de 17 a 19.10.2003. O organizador desses simpósios é o ICKS - Instituto Cultural Kardecista de Santos.


FONTE: http://obraspsicografadas.haaan.com/2007/erros-de-fsica-e-biologia-encontrados-no-livro-evoluo-em-dois-mundos/

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sábado, 27 de abril de 2013

O Movimento Espírita ideal, segundo a ortodoxia





O Movimento Espírita ideal, segundo a ortodoxia

Primeiro, vamos desmistificar uma coisa: não existe "movimento" ortodoxo. Existem pessoas com pensamento ortodoxo. Eu, por exemplo, não combino com ninguém algum "script" de debates em defesa dos mesmos pontos de vista. Simplesmente as pessoas aparecem, se identificam com a linha de pensamento e com toda naturalidade do mundo, sem psicografias, sem TCI, sem instruções de "mentores" espirituais, começam a falar a mesma linguagem.

Se eu não estiver sendo muito pouco modesto, tudo isso começou na internet comigo mesmo e com o nosso grande amigo Cesar Prado há cerca de uns 10 ou 12 anos, ainda no canal de IRC de Espiritismo. Veja o atrevimento: falar há mais de uma década que deveríamos adotar o CUEE!

Com o tempo o discurso ganhou novos concordantes. Não direi "adeptos", pois não há como eu disse um grupo formado com direcionamento orientado. E desta mesma forma espontânea, concluímos algumas coisas, que salvo discordância de alguns
destes colegas, explanarei para você de forma sucinta.

Não há repulsa por este ou aquele autor em específico, mas por conteúdo de obras que afrontem diretamente a codificação espírita e que NAO TENHAM sido apreciados em função do CUEE, da ciência acadêmica ou por qualquer método de aferição de verdade que possa existir.
Não aceitamos contradição com a codificação sem um valor de veracidade, de com probabilidade superior ao valor que a própria codificação possui.

Só esta minha afirmação acima já contradiz as afirmações tipicamente imbecis de uma meia dúzia de místicos metidos a intelectuais que infernizam a internet - mas, que felizmente não atingem o grande público (até porque eles nada fazem em prol do que acreditam ou contra o que desacreditam). Segundo estes, nós só aceitamos Kardec... Sim, principalmente quando ele estabelece a NECESSIDADE de aferição das informações.
Aferiu? Comprovou? Então está tudo bem, oras... O problema é que ninguém aferiu nem comprovou algumas práticas que contradizem frontalmente os princípios da codificação.

Dou exemplo: a Transcomunicação Instrumental... Há anos atrás tive um embate com um sujeito defensor da TCI no IRC e disse que eu não aceitaria a TCI enquanto ela negasse a necessidade de um médium de efeitos físicos, conforme nos orienta o LM. Simplesmente não teria cabimento imaginar quem espíritos pudessem livremente interferir em equipamentos eletrônicos - isso colocaria até a segurança mundial em perigo!... Agora, recentemente, ando lendo por aí que a TCI séria (aquela que não defende Ashtar Sheran) já admite que os médiuns sejam necessários para se produzir o fenômeno. Então AGORA eu posso admitir a TCI como pesquisa séria.

Então, os autores cujos conteúdos são concordantes com a codificação "passam". Os que pretendem "estender" a compreensão da codificação e que ousam digressões alternativas, mas não discordantes, permanecem em estado latente e a estes nos referimos como possuidores de conteúdo de "OPINIÃO PESSOAL". Já os autores que se chocam contra a codificação e que não comprovaram nada, estes têm nossa repulsa.

Feito este preâmbulo, vamos ao seu questionamento: o que seria uma casa espírita ideal segundo podemos deduzir dos ortodoxos?

Em primeiro lugar, não poderíamos falar de uma "casa espírita ideal". Não adianta um grupo em discurso defender uma metodologia solidária de aferição - o CUEE - e ao mesmo tempo atomizar o referencial em UMA casa espírita. Temos que falar em um MOVIMENTO ESPÍRITA IDEAL. Uma casa espírita sozinha jamais faria pesquisa ou aplicação do CUEE - OU OUTRO MÉTODO MODERNO DE AFERIÇÃO.

Num ME ideal as casas espíritas exaustivamente esgotam o conteúdo da codificação. Há naqueles livros materiais para uma vida inteira de estudos e análise e não consigo compreender como é que alguém entra hoje numa casa espírita e em seis meses sai lendo Ramatis, defendendo apometria, atacando o CUEE sem sequer ter esgotado a compreensão real do que na codificação está escrito...

Didaticamente, em um ME ideal os autores subsidiários, bem como as questões da modernidade, da evolução social e tecnológica, seriam também estudados em confronto com a codificação. As novidades da ciência seriam colocadas também em confronto com a codificação e onde a ciência já provou que nossos livros estão errados, a ciência será o conceito admitido pelos espíritas. Um grande exemplo é A Gênese e seu capítulo sobre corpos celestes, já derrogados pela astronomia moderna.

Pedagogicamente em um ME ideal, de forma não prioritária, os autores céticos e mesmo místicos discordantes da codificação "poderiam" ser objeto de análise comparativa. Afinal, não adiante ficarmos repetindo que os conceitos ramatistas QUANDO CONFUNDIDOS com Espiritismo estão equivocados se nós sequer não expomos as obras e os problemas para os estudantes de Espiritismo. O real Espiritismo não deve ter medo de examinar seus antagonistas, questionadores e mistificadores.

As práticas operacionais em um ME ideal deveriam seguir uma metodologia que prezasse a coerência doutrinária. “Os rituais já dogmatizados no ME atual como “palestras públicas”, passes em fins de palestras, água fluidificado e culto” do evangelho do lar seriam rigorosamente revistas e com algumas certezas desestimuladas. Em vez de atitudes mecanizadas, o questionamento livre. Por que palestra, se eu posso fazer um grupo de estudos? Porque água fluidificada se eu acredito no mérito moral do paciente? Por que "culto do evangelho no lar" se meu pensamento deve estar voltado o tempo todo para minha elevação moral e não por 15 minutos em minha casa?... Coisas assim...

E finalmente, em um ME ideal prevalece o caráter científico e filosófico da doutrina espírita. As conseqüências morais são do foro íntimo de cada um, mas o DEVER deste novo ME é FORMAR consciências sem MOLDAR pensamentos. Para o bom julgamento das atitudes íntimas, o individuo deve conhecer plenamente a realidade que o cerca. Este conhecimento só pode vir da obtenção de informações e estas informações só podem vir da pesquisa científica espírita, seja ela via aplicação do CUEE em uma grande rede de Casas Espíritas espalhadas pelo mundo inteiro (ou ainda que seja pelo Brasil), ou pela aplicação de outra metodologia de aferição moderna ou preferencialmente até pelas conclusões da própria ciência acadêmica.

Na prática, a ortodoxia espírita represente o que de mais MODERNO há no pensamento filosófico doutrinário, por mais paradoxal que possa parecer. Exatamente pela nossa busca pela pureza doutrinária, somos nós os mais interessados na ciência e na tecnologia como meios de buscar a verdade absoluta do que o Espiritismo ainda pode nos revelar.

Quem acusa a ortodoxia de "trava para o progresso" do Espiritismo padece de cinismo crônico e invariavelmente situa-se na faixa do pensamento místico. E o que é o "avanço" que o misticismo defende? Um avanço "para trás", na busca de soluções mágicas, na atenção à solenidade mórbida de supostas entidades avançada que ainda praticam rituais do Antigo Egito.

Os ortodoxos querem a ciência. Não sabemos o que os opositores querem... Talvez que as coisas fiquem como estão.
E como estão as coisas?
Da seguinte forma: as gloriosas verdades espíritas, que vieram ao mundo para apontar novos caminhos para TODOS os homens de TODOS os povos têm 1,37% de seguidores entre a população do maior país espírita do planeta.

Honestamente, eu não sei a quem agrada a manutenção deste estado de coisas.
No meu ponto de vista, é pura falta de caridade deixar o Movimento Espírita da forma como está.


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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Em defesa do espiritismo deísta.




Em defesa do espiritismo deísta.

Este artigo tem como principal objetivo explicar porque como filosofo deísta defendo que a doutrina espirita retorne para sua origem que é explicitamente Deísta.
Para isso vamos aplicar aqui o principio de não contradição de Aristóteles e para não restar dúvida usaremos a navalha de occam para finalizar.
Bem vamos começar a explicar o que é o deísmo e qual é sua influencia sobre a doutrina espirita.

O deísmo é uma crença em um ser supremo que permanece incognoscível e intocável. Deus é visto apenas como a "primeira causa" e o princípio básico da racionalidade do universo.
Para aquele que conhecem a doutrina espirita sabem que no O Livro dos Espíritos esta é a resposta da questão 01
01 O que é Deus?
Resposta – Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.


Os deístas acreditam em um deus da natureza - um criador não intervencionista - que permite que o universo corra o seu próprio curso de acordo com as leis naturais. Como um "deus relojoeiro" iniciando o processo cósmico, o universo segue adiante sem necessitar da supervisão de Deus.

Vejamos a definição de Deus segundo Allan Kardec no Cap.II pág.47 do Livro "A Gênese;
4. - Em toda parte se reconhece a presença do homem pelas suas obras. A existência dos homens antediluvianos não se provaria unicamente por meio dos fósseis humanos: provou-a também, e com muita certeza, a presença, nos terrenos daquela época, de objetos trabalhados pelos homens. Um fragmento de vaso, uma pedra talhada, uma arma, um tijolo bastarão para lhe atestar a presença. Pela grosseria ou perfeição do trabalho, reconhecer-se-á o grau de inteligência ou de adiantamento dos que o executaram. Se, pois, achando-vos numa região habitada exclusivamente por selvagens, descobrirdes uma estátua digna de Fídias, não hesitareis em dizer que, sendo incapazes de tê-la feito os selvagens, ela é obra de uma inteligência superior à destes.

5. - Pois bem! lançando o olhar em torno de si, sobre as obras da Natureza, notando a providência, a sabedoria, a harmonia que presidem a essas obras, reconhece o observador não haver nenhuma que não ultrapasse os limites da mais portentosa inteligência humana. Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas são produto de uma inteligência superior à Humanidade, a menos se sustente que há efeitos sem causa.

6.- (...)A existência do relógio atesta a existência do relojoeiro; a engenhosidade do mecanismo lhe atesta a inteligência e o saber. Quando um relógio vos dá, no momento preciso, a indicação de que necessitais já vos terá vindo à mente dizer: aí está um relógio bem inteligente?

Outro tanto ocorre com o mecanismo do Universo: Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.

O deísmo acredita que as leis precisas e invariáveis definem o universo como possuindo autofuncionamento e sendo autoexplicativo. Estas leis revelam-se através da "luz da razão e da natureza". Confiança no poder da razão troca a fé pela lógica humana.

Agora vamos ver se encontramos grandes diferenças entre o raciocínio deísta é o espirita.

01-DEÍSMO - * Deus é identificado através da natureza e da razão, e não da revelação. Os deístas que creem em Deus, ou pelo menos em um princípio divino, seguem poucos (quando seguem) dos outros princípios e práticas do Cristianismo, Judaísmo ou de qualquer religião que acredite em um Deus pessoal. Qualquer deus deísta é uma entidade eterna cujo poder é igual à sua vontade.
01-ESPIRITIA - * 20. - A providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Ele está em toda parte, tudo vê, a tudo preside, mesmo às coisas mais mínimas. É nisto que consiste a ação providencial.
«Como pode Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, imiscuir-se em pormenores ínfimos, preocupar-se com os menores atos e os menores pensamentos de cada indivíduo?» Esta a interrogação que a si mesmo dirige o incrédulo, concluindo por dizer que, admitida a existência de Deus, só se pode admitir, quanto à sua ação, que ela se exerça sobre as leis gerais do Universo; que este funcione de toda a eternidade em virtude dessas leis, às quais toda criatura se acha submetida na esfera de suas atividades, sem que haja mister a intervenção incessante da Providência.( Cap.II do Livro "A Gênese)

02-DEÍSMO * Alguns deístas creem em Jesus Cristo, enquanto que outros não. A maioria dos deístas mostra respeito aos ensinamentos morais de Jesus.
02-ESPIRITIA- * Para o espirita o mesmo se aplica e poderíamos ir mais longe quando encontramos no ESE(Evangelho Segundo o Espiritismo) a seguinte mensagem: “Foi Moisés quem abriu o caminho; Jesus continuou a obra; o Espiritismo a concluirá”.

03-DEÍSMO * A Bíblia não é aceita como a infalível Palavra de Deus. Os deístas refutam a evidência da encarnação de Jesus como sendo Deus na Terra. Eles negam a credibilidade de qualquer escrito dos apóstolos ou qualquer outro escrito "divinamente inspirado".
03-ESPIRITIA- * No cap. III do livro dos Espiritos, final do item 59, depois de analisar as contradições entre a Bíblia e as Ciências, no tocante à criação do mundo, Kardec declara: "Devemos concluir que a Bíblia é um erro?
Não; mas que os homens se enganaram na sua interpretação".
Devemos reconhecer na Bíblia a sua natureza profética (ou seja: mediúnica), encerrando a l Revelação, no ciclo histórico das revelações cristãs. Esse ciclo começa com Moisés (l Revelação), define-se com Jesus (II Revelação) e encerra-se com o Espiritismo (III Revelação). Os leitores encontrarão explicações detalhadas a respeito em O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, que é um manual de moral evangélica.
O conceito espírita de Revelação, porém, não é o mesmo das religiões em geral. Revelar é ensinar, e isso tanto pode ser feito pelos Espíritos (revelação divina) quanto pelos homens
(revelação humana), assim com esta sendo feito aqui revelando a influencia deista na doutrina espirita, e isto não tem nada de sobrenatural.
Portanto para o espirita a Bíblia não é a palavra de Deus, pois Deus não escreve livros, ele se revela através das Leis da Natureza.

04-DEÍSMO * O deísmo não tem nenhum credo, artigos de fé ou livro sagrado. Satanás e o inferno não existem, apenas símbolos do mal que podem ser superados pelo raciocínio do próprio homem.
04-ESPIRITIA- * A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenos, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer objetos, rituais ou formas de culto exterior.
O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.

05-DEÍSMO * O homem tem a capacidade de decidir o caminho sensato a ser seguido quanto à sua moralidade. Os deístas se referem a si mesmos como "livres pensadores".
05-ESPIRITIA- * Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade. Está é a máxima que foi ao longo do tempo abandonada pelos espiritas Brasileiros, que trocaram a razão por psicografias duvidosas.
Pois Kardec no O Livro dos Espíritos na questão 619 recebe a resposta dos espíritos que Deus deu a todos os Homens a oportunidade de conhecer sua lei, mas os que a compreendem melhor são os que se esforçam para encontrá-la, ou seja, usam a razão e no, 621 a firmam que a lei de Deus esta na consciência.
Assim como Kant que acreditava que a capacidade de distinguir o certo é errado é inato.

06-DEÍSMO * Os deístas rejeitam revelações e visões. Não há lugar para o absurdo de milagres e profecias na vida de um deísta iluminado.
06-ESPIRITIA- * Vamos consultar o que orienta a A Gênese sobre “OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO”
14. - Pois que o Espiritismo repudia toda pretensão às coisas miraculosas, haverá, fora dele, milagres, na acepção usual desta palavra?
Digamos, primeiramente, que, dos fatos reputados milagrosos, ocorridos antes do advento do Espiritismo e que ainda no presente ocorrem, a maior parte, senão todos, encontram explicação nas novas leis que ele veio revelar. Esses fatos, portanto, se compreendem, embora sob outro nome, na ordem dos fenômenos espíritas e, como tais, nada têm de sobrenatural. Fique, porém, bem entendido que nos referimos aos fatos autênticos e não aos que, com a denominação de milagres, são produto de uma indigna trampolinice, com o fito de explorar a credulidade.

07-DEÍSMO * O deísmo não tem necessidade de ministros, padres ou rabinos. Tudo de que um indivíduo precisa é o seu próprio bom senso e a capacidade de contemplar a sua condição humana.
07-ESPIRITIA- * Isto esta respondido na 04 .

Vamos apresentar mais alguns dados para contribuir com nosso ponto de vista.
Herbert apresentou os pontos básicos do deísmo que pode ser resumido na seguinte maneira: "Deus existe, e pode ser cultuado pelo arrependimento e por uma vida de tal modo digna, que a alma imortal possa receber a recompensa eterna em vez do castigo". Outros deístas influentes, como Charles Bloynt (1654-1693), John Tolarndt(1670-1722), Lorde Shaftesbury (1671-1713) pregaram que o cristianismo não era um mistério e poderia ter sua autenticidade verificada pela razão; tudo o que não pudesse ser provado pela razão deveria ser descartado.

Entretanto, foi na época do Iluminismo no final do século XVII, que o movimento deísta atingiu o seu apogeu partir dos escritos de autores ingleses e franceses como Thomas Hobbes, John Locke, Jean Jacques Rousseau e Voltaire. O mais famoso dos deístas franceses foi Voltaire, que adquiriu o gosto pela ciência newtoniana, e reforçou inclinações deístas, durante uma visita de dois anos a Inglaterra a partir de 1726.

Agora vamos pegar um pequeno trecho do o dicionário Filosófico de Voltaire onde ele aborda o tema milagres.
Um milagre é a violação das leis matemáticas, divinas, imutáveis, eternas. Mediante essa única exposição, um milagre é uma contradição nos termos. Uma lei não pode ser mutável a violada. Mas uma lei, diz-se-lhes, sendo estabelecida por Deus mesmo, não poderá ser suspensa pelo seu autor?
(...) Demais, Deus nada pode fazer sem razão; ora, que razão poderia levá-lo a desfigurar por algum tempo a sua própria obra? É em favor dos homens, diz-se-lhes. Será, pois, ao menos em favor de todos os homens respondem eles: pois é impossível conceber que a natureza divina trabalhe para alguns homens em particular e não para todo o gênero humano; mesmo o gênero humano é pouca coisa: é muito menos do que um pequeno formigueiro em comparação com todos os entes que preenchem a imensidão. Ora, não é a mais absurda das loucuras imaginarem que o Ser Infinito invertesse em favor de três ou quatro centenas de formigas nesse pequeno pedaço de lodo, o movimento eterno dessas molas imensas que fazem mover o inteiro universo?

Vamos comparar com o que defende a doutrina espirita e ver se encontramos diferenças.
Faz Deus milagres?( A Gênese CAPÍTULO XIII)

15. - Quanto aos milagres propriamente ditos, Deus, visto que nada lhe é impossível, pode fazê-los. Mas, fá-los? Ou, por outras palavras; derroga as leis que dele próprio emanaram? Não cabe ao homem prejulgar os atos da Divindade, nem os subordinar à fraqueza do seu entendimento. Contudo, em face das coisas divinas, temos, para critério do nosso juízo, os atributos mesmos de Deus. Ao poder soberano reúne ele a soberana sabedoria, donde se deve concluir que não faz coisa alguma inútil.

Por que, então, faria milagres? Para atestar o seu poder, dizem. Mas, o poder de Deus não se manifesta de maneira muito mais imponente pelo grandioso conjunto das obras da criação, pela sábia previdência que essa criação revela, assim nas partes mais gigantescas, como nas mais mínimas, e pela harmonia das leis que regem o mecanismo do Universo, do que por algumas pequeninas e pueris derrogações que todos os prestímanos sabem imitar? Que se diria de uni sábio mecânico que, para provar a sua habilidade, desmantelasse um relógio construído pelas suas mãos, obra-prima de ciência, a fim de mostrar que pode desmanchar o que fizera? Seu saber, ao contrário, não ressalta muito mais da regularidade e da precisão do movimento da sua obra?


Não é, pois, da alçada do Espiritismo a questão dos milagres; mas, ponderando que Deus não faz coisas inúteis, ele emite a seguinte opinião: Não sendo necessários os milagres para a glorificação de Deus, nada no Universo se produz fora do âmbito das leis gerais. Deus não faz milagres, porque, sendo, como são, perfeitas as suas leis, não lhe é necessário derrogá-las. Se há fatos que não compreendemos, é que ainda nos faltam os conhecimentos necessários.
(...)
Querem dar ao povo, aos ignorantes, aos pobres de espírito uma ideia do poder de Deus? Mostrem-no na sabedoria infinita que preside a tudo, no admirável organismo de tudo o que vive, na frutificação das plantas, na apropriação de todas as partes de cada ser às suas necessidades, de acordo com o meio onde ele é posto a viver. Mostrem-lhes a ação de Deus na vergôntea de um arbusto, na flor que desabrocha, no Sol que tudo vivifica.
(...)
Então, os homens serão verdadeiramente religiosos, racionalmente religiosos, sobretudo, muito mais do que acreditando em pedras que suam sangue, ou em estátuas que piscam os olhos e derramam lágrimas.

Bem agora vamos analisar onde Kardec se equivocou, pois temos que considerar que debaixo do sol não existe perfeição, pois, podemos ver que existe diversos equívocos nas respostas do o Livro dos Espíritos e em alguns dados da A Gênese.

Antes explicando o que significa: A Navalha de Occam ou Navalha de Ockham é um princípio lógico atribuído ao lógico e frade franciscano inglês William de Ockham (século XIV).

O princípio afirma que a explicação para qualquer fenómeno deve assumir apenas as premissas estritamente necessárias à explicação do fenómeno e eliminar todas as que não causariam qualquer diferença aparente nas predições da hipótese ou teoria.

O princípio é frequentemente designado pela expressão latina Lex Parsimoniae (Lei da Parcimónia)

Pois foi este principio que foi aplicado para explicar a explicita influencia deísta na doutrina colocando abaixo esta analise de Kardec. Usando como pode ser visto a premissas de comparação e ou analogia.

Mas agora vemos em; Obras Póstumas (As cinco alternativas da humanidade)
Os deístas independentes crêem em Deus; admitem todos os seus atributos como criador. Deus, dizem eles, estabeleceu as leis gerais que regem o Universo, mas essas leis, uma vez criadas, funcionam sozinhas, e seu autor não se ocupa mais de nada. As criaturas fazem o que querem ou o que podem, sem que com isso se inquietem. Não há, providência; Deus, não se ocupando conosco, nada há a agradecer-lhe, nem a pedir-lhe.
Há uma diferença essencial entre o deísta independente dos quais acabamos de falar, e o deísta providencial; este último, com efeito, crê não só na existência e no poder criador de Deus, na origem das coisas; crê ainda em sua intervenção incessante na criação e a pede, mas não admite o culto exterior e o dogmatismo atual.

Vemos que Kardec faz uma analise do Deísmo, mas no fim não é outra coisa que a doutrina espirita ensina.

A responsabilidade espírita é individual, cada qual responde por si mesmo e não pode prender-se a supostos mestres espirituais é o despertar da consciência na experiência é o seu caminho único de progresso. Ele não confia em palavras, mas nos fatos.
Não busca a ilusão de uma salvação confessional, mas aprofunda-se no conhecimento doutrinário para saber por si mesmo onde pisa e para onde vai.

Na doutrina espírita a dúvida é um dos elementos básicos para a busca da verdade. Kardec a aconselha como método de controle das manifestações mediúnicas e dos estudos dos princípios doutrinários. Mostrando e demonstrando que a atitude comodista de que Deus faz e nós desfrutamos ou suportamos não tem lugar na doutrina espirita. Pois o fazer de Deus no mundo humano se realiza através dos homens capazes de captar a sua vontade e executa-las.

Hora como visto anterior mente e principalmente para aqueles que conhecem a doutrina espirita, segundo as obras básicas não segundo algumas psicografias ordinárias e vazias que só tem um efeito, fazer as pessoas de bom senso acreditar que os espiritas não passam de uma tropilha de ignorantes e sem noção.

Aquele que conhece sabe que a base contradiz Kardec, e aplicando o principio de não contradição de Aristóteles que defende que “O que é em quanto é não pode não ser” temos que ter a atitude de honestidade intelectual e reconhecer que Kardec foi infeliz nesta observação.

Todavia, não apenas no método de elaboração o Espiritismo é herdeiro do Pensamento
Iluminista que na sua maioria eram Deístas, o é também em toda a Teoria Espírita. No “Livro dos Espíritos”, obra que contém a formulação da Codificação Kardeciana resumida em capítulos, encontramos a sua parte terceira dedicada exclusivamente às “Leis morais”, todas elas concebidas, estudadas, utilizadas e defendidas pelo Iluminismo. Pensadores como Rousseau no seu “O Contrato Social”, Montesquieu em “O Espírito das Leis”, Maquiavel (1995) em “O Príncipe”, Descartes em “O Discurso do método”, Voltaire, Diderot, e muitos outros Iluministas escreveram sobre as “Leis históricas do definir”, Leis da sociedade, Lei do Progresso, de Igualdade, de Liberdade, de Justiça e outras.


Agora passando para “O Evangelho segundo o Espiritismo” na pág. 302 do livro em questão Kardec mostra as distâncias entre ver e compreender:

“A fé necessita de uma base, base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E, para crer, não basta ver; é preciso, sobretudo, compreender.”

A fé que tem base no ver é a fé de São Tomé, é “ver para crer” e bem sabemos que essa fé não é suficiente para converter, os ícones do materialismo extremado. Só a fé do saber dá as bases seguras para compreensão e aceitação.

Por isso Kardec no virar da página adverte:
“Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”

Com a palavra o leitor.

Francisco de Assis
Filósofo Deísta editor do site República dos Espíritos.

Porque o Espíritismo é antimarxista?






“Casar com um milionário pode elevar uma mulher no seu círculo social ou fazê-la obter um excelente emprego, mas nenhum dinheiro no mundo jamais irá comprar seu auto-respeito e a profunda satisfação que vem com conquistas pessoais.
 Você pode comprar a felicidade, mas somente com o dinheiro que você verdadeiramente produziu. 
- Xenia Tchoumitcheva, objetivista.


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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Homofobia um insulto e uma fraude.





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Homofobia um insulto e uma fraude.
Este artigo busca espicaçar o atual embuste que é o de acusar as pessoas de serem homofobicas ou até mesmo artigos ou opiniões usando esta palavra homofobia.
Então pesquisei e gostaria que algum advogado complementasse este artigo, pois conclui depois de minha pesquisa que se alguém me acusar de homofobico este alguém é passível de processo por danos morais.
Pois se o repórter ou uma pessoa aponta o dedo e acusa alguém de homofobico o ônus da prova cabe ao que esta fazendo a acusação

Vamos entrar nesta questão mais adiante cabe em primeiro lugar esclarecer a homofobia.A “homofobia” foi posta em circulação pelo psiquiatra norte-americano George Weinberg em 1966, a pedido de uma denominada Gay Activist Alliance (GAA), sem qualquer base científica demonstrada, e unicamente uma arma semântica para neutralizar os opositores do movimento homosexual

O dicionário Longman's, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin's Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.
Todavia até agora ninguém conseguiu demonstrar a existência de tal patologia, nem poderá fazé-lo. Mais fácil será demonstrar que existe papai Noel ou a mula sem cabeça do que homofobia.
Segundo a página do Wikipédia feita pelo Portal LGBT esta é a definição para o termo HOMOFOBIA.
A homofobia (homo= igual, fobia=do Grego φόβος "medo"), é um termo utilizado para identificar o ódio, a aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais e, conseqüentemente, contra a homossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.

Certo vamos separar as coisas para uma melhor compreensão do raciocínio.
O sufixo fobia é o único elemento comum, e se origina do latim cientifico, phobia e se origina do grego, também nome de uma divindade grega “phobos,” significando "pânico, terror", que incutia medo aos inimigos; daí os guerreiros dispunham de sua efígie nas armas.

A fobia ocasiona um estado de angústia, impossível de ser dominado, que se traduz por violenta reação de evitamento, e que sobrevém de modo relativamente persistente, quando certos objetos, tipos de objeto ou situações se fazem presentes, imaginados ou mencionados
As fobias são classificadas entre as neuroses de angústia, na teoria clássica das neuroses.
Uma fobia é uma espécie particular de medo.
Fobias identificadas pela psiquiatria.
Homofobia — etimologicamente medo do semelhante, uso comum: medo da homossexualidade
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo: Lista_de_fobias

Vamos ver outras fobias.
Aracnofobia = aversão e medo mórbido irracional, desproporcional e persistente de aranha.A agorafobia é o comportamento de evitação provocado por lugares ou situações onde o escape seria difícil ou embaraçoso caso se tenha uma crise de pânico ou algum mal estar.A acrofobia pode ser perigosa, pois indivíduos que sofrem dela podem ter um ataque de pânico ao encontrarem-se em um lugar alto e não vislumbrarem uma forma de sair dele.
Bacillofobia = aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante de micróbios.
Portanto toda FOBIA é uma patologia.
O que é uma patologia?
Patologia (derivado do grego pathos, sofrimento, doença, e logia, ciência, estudo) é o estudo das doenças em geral sob aspectos determinados.
Mas até o momento atual ninguém provou cientificamente que homofobia seja uma patologia, ou seja, a homofobia, nada mais é que uma fraude sensacionalista e vazia que saiu do nada para atingir lugar algum.

Sendo usado desta forma como bandeira por grupos LGBT para defender sua opinião.
E a população como não é dada a pensamentos mais profundos, abraçou e repete a palavra sem cogitar de sua veracidade, sai acusando as pessoas, de homofobicos.
Certo mas o que significa o prefixo Homo?
Homo vêm do grego, significa "igual", por isso temos palavras homônimas (com mesma grafia e pronúncia), homogêneo (mesma natureza).
No caso, homossexual significaria aquela pessoa que sente atração pelo mesmo sexo.
Observada esta expressão, lato sensu, ter-se-ia: medo do homem, já pelo lado que considera "homo" como "igual", "do mesmo gênero", teria: medo do igual ou medo daquilo que é do mesmo gênero. Isto, porque "fobia" designa "medo", "receio" em qualquer dos casos.

A homofobia tem sido utilizada como termo sinônimo de "homofagia", distorcendo, dessa maneira, sua verdadeira definição.
Portanto o uso deste termo para acusar as pessoas de homofobicas é uma fraude clinica e de etimologia.
A partir do momento que se usa a palavra como metáfora para punir as pessoas.
Bem dito isso só podemos concluir que ao acusar alguém de homofobia esta dizendo que esta pessoa é um doente mental que tem medo de seus iguais.

Podemos concluir que é totalmente errôneo que homofobia seja ódio de pessoas de comportamento sexual diferente e sim medo de iguais.
Homem com medo de Homem, Gay com medo de Gay, Mulher com medo de Mulher isso lógico usando de honestidade intelectual.

Agora sobre a questão do ônus da prova acredito que a gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”.
Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.

Conseqüentemente os que por ventura forem acusados dessa fraude devem processar os acusadores, pois do contrário correm o risco de ir para cadeia por motivos metafóricos.
Pois cabe a quem acusa provar que você é um doente mental e muito mais que esta palavra se aplica ao seu caso.
O ônus da prova parte do princípio que toda afirmação precisa de sustentação, de provas para ser levada em consideração. Se tais provas e argumentos não são oferecidos, essa afirmação não tem valor argumentativo e deve ser desconsiderada em um raciocínio lógico.

O ónus da prova ou ônus da prova é uma ferramenta de lógica usada para definir quem é a pessoa responsável por sustentar uma proposição ou conceito. Especifica que a pessoa responsável por uma determinada proposição é também aquela que deve oferecer as provas necessárias para sustentá-la.
“A palavra ônus vem do latim “onus, oneris”, que significa carga, peso fardo, encargo, aquilo que sobrepesa.”
“á acusação cabe o ônus de provar a existência de um fato penalmente ilícito, a sua realização pelo denunciado e a culpa (strictu senso); à defesa compete demonstrar a inexistência de dolo, causas extintivas da punibilidade, causas excludentes da antijuricidade e eventuais excluidoras da culpabilidade”. (RANGEL, Paulo. Direito Processual Penal. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.)
Dito isso aguardo contribuição de algum advogado para complementar e ou corrigir a reflexão aqui apresentada.

Francisco Amado
Filosofo Deísta.
Mestre Seo: Gerencia conteúdo web, otimiza sites para Google e redes sociais.

domingo, 15 de julho de 2012

Nasa estuda a aura de Chico Xavier.





Em uma pesquisa para saber que foi, quando foi, como foi e onde foi feito a pesquisa
sobre a aura de mais de 10 metros atribuída a Chico xavier.

Encontramos apenas um relato que diz que em um encontro anônimo, onde não é citado ano, nem mês muito menos dia.
Um dia um engenheiro da Nasa, usando de aparelhos sofisticados, examinou a aura de Chico Xavier e ficou impressionado, porque detectou irradiação num raio de 10 metros do corpo físico dele.
Mais adiante encontramos uma data que não se sabe ,qual é origem e fonte.
Em experiências realizadas pela NASA, em Uberaba, Minas Gerais, Brasil, em 1978, o Engenheiro Paul Hild constatou que a aura de Francisco Cândido Xavier era sentida num raio de dez metros, enquanto a de outros médiuns pesquisados se ficou por alguns centímetros?”
O curioso é que um fato revelador deste, teve apenas uma pequena divulgação em jornais espíritas.
Agora outra questão que passa desapercebida e que J. Herculano Pires, jamais falou de tal assunto em seus livros, onde sempre citava pesquisas e pesquisadores da ciência.
Já Sheila Ostrander e Lynn Schroeder contam em seu livro “Experiências Psíquicas além da Cortina de Ferro”
Que no fim do ano de 1939, uma comissão de cientistas russos convidou Francisco Cândido Xavier para ir à Rússia por 6 meses, para se submeter a vários testes relacionados com seus “poderes“.
Para isso, além da viagem, pagar-lhe-iam a quantia de trezentos contos de réis, soma que daria, na época, para pagar a construção de 50 casas populares!
Chico sentiu-se tentado. Estava quase aceitando quando Emmanuel apareceu e lhe disse: - Se queres ir podes, eu fico!
Bem fazendo uma pesquisa sobre Paul Hilde não encontramos absolutamente nada.
Indo direto na fonte ou seja a NASA também lá nada consta sobre o misterioso Paul Hilde que veio no anonimato fazer tal pesquisa, que ficou em segredo e rodeada de mistérios.
Fico sem saber os materiais e os métodos usados, onde foi realizada a experiência, quais os fundamentos teóricos suportados pela ciência em que se baseia e muito seriamente, se este senhor existe sequer.
Sim por que a duvida sobre a existência de misterioso Paul Hilde?
Ao pesquisar "Engenheiro americano Paul Hilde" no Wikipedia inglês este é o resultado
.
There were no results matching the query.
Não houve resultados correspondentes a consulta.
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Você pode criar a página "O Engenheiro americano Paul Hilde", mas considere verificar os resultados de pesquisa abaixo para ver se ele já está coberto.
Ao pesquisar Paul Hilde no google a única coisa que aparece são resultados do facebook.
Paul Hilde é um fã de: TV Shows Programas de TV
Beavis & Butthead Beavis & Butthead
Mais uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos e que é conhecida como LENDA.
A questão que deveria ser tratada sem sentimentalismo por quem diz que é ESPIRITA e a seguinte.
O QUE ESTA POR TRÁS DESSAS INFORMAÇÕES.
1º Chico foi Kardec
.
2º Nasa pesquisou Chico
.
3º As duas informações duvidosa tem a mesma GÊNESE o ILUSTRÍSSIMO Sr Carlos Bacceli
Depois de postar estes questionamentos em uma comunidade do Orkut o pessoal teve um piripak pois, a maioria não compreendeu que o objetivo da critica não era direcionado ao Chico Xavier.
O alvo da critica é a informação e o informante pois, não se encontra nem um dado da existência deste engenheiro Paul Hilde.
Mas, como no meio espírita é um sacrilégio duvidar de qualquer obra mediúnica se colocar o nome Francisco Candido Xavier então, é motivo para ser excomungado, com agravantes de perda de bônus-hora isto se não te transformarem em um ovóide.

TAGS:"keywords"content=" Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico,Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico,Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico,Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico, Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico,Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico

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