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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Deve-se publicar tudo quanto dizem os Espíritos?



Deve-se publicar tudo quanto dizem os Espíritos?
Revista Espírita, novembro de 1859
Esta pergunta nos foi dirigida por um dos nossos correspondentes, e a respondemos com a pergunta seguinte: Seria bom publicar tudo quanto dizem e pensam os homens?

Quem possua uma noção, por pouco profunda que seja, do Espiritismo, sabe que o mundo invisível é composto de todos aqueles que deixaram na Terra seu envoltório visível; mas, em se despojando dele, o homem carnal, nem todos, por isso, revestiram a túnica dos anjos. Portanto, os há de todos os graus de saber e de ignorância, de moralidade e de imoralidade; eis o que não é necessário perder de vista Não esqueçamos que, entre os Espíritos, como na Terra, há seres levianos, estouvados e zombeteiros; pseudo-sábios, vãos e orgulhosos de um saber incompleto; hipócritas, maus; e o que nos pareceria inexplicável, se não conhecêssemos, de alguma sorte, a fisiologia desse mundo, é que há sensuais, vis, crápulas, que se arrastam na lama.

Ao lado disso, sempre como na Terra, tendes seres bons, humanos, benevolentes, esclarecidos, sublimes de virtudes; mas como o nosso mundo não está nem na primeira, nem na última classe, embora esteja mais vizinho da última do que da primeira, disso resulta que o mundo dos Espíritos encerra seres mais avançados intelectual e moralmente do que os nossos homens mais esclarecidos, e outros que estão ainda abaixo dos homens mais inferiores. Desde que esses seres têm um meio patente de se comunicarem com os homens, de exprimirem seus pensamentos por sinais inteligíveis, suas comunicações devem ser o reflexo de seus sentimentos, de suas qualidades ou de seus vícios; elas serão levianas, triviais, grosseiras, obscenas mesmo, sábias, prudentes ou sublimes, segundo seu caráter e sua elevação.

Eles mesmos se revelam pela sua linguagem; daí a necessidade de não aceitar cegamente tudo o que vem do mundo oculto, e de submetê-lo a um controle severo. Com as comunicações de certos Espíritos, poder-se-ia, como com os discursos de certos homens, fazer uma coletânea pouco edificante. Temos sob os olhos uma pequena obra inglesa, publicada na América, que disso é a prova, e da qual se pode dizer que a mãe não recomendaria a leitura à sua filha; é por isso que não a recomendamos aos nossos leitores. Há pessoas que acham isso engraçado, divertido; que se deliciem na intimidade com ela, seja, mas que a guardem para si.

O que concebemos ainda menos, é vangloriar-se por obterem, elas mesmas, comunicações inconvenientes; é sempre um indício de simpatia do qual não há com que se envaidecer, sobretudo quando essas comunicações são espontâneas e persistentes, como ocorre com certas pessoas.

Sem dúvida, isso nada prejulga quanto à sua moralidade atual, porque conhecemos as que se afligem com esse gênero de obsessão, à qual seu caráter, de nenhum modo, pode se prestar; entretanto, esse efeito deve ter uma causa, como todos os efeitos; não sendo encontrada na existência presente, é necessário procurá-la num estado anterior; se ela não está em nós, está fora de nós, mas nela somos sempre alguma coisa, não seria senão por fraqueza de caráter.

Sendo a causa conhecida, depende de nós fazê-la cessar.
Ao lado dessas comunicações francamente más, e que chocam todo ouvido um pouco delicado, outras há que são simplesmente triviais ou ridículas; há inconveniente em publicá-las? Se são dadas pelo que valem, não há senão um meio mal; se são dadas como estudo do gênero, com as precauções oratórias, os comentários e os corretivos necessários, podem mesmo ser instrutivas, por fazerem conhecer o mundo Espírita sob todas as suas faces; com a prudência e a circunspecção, pode-se dizer tudo; mas o mal é dar como sérias coisas que chocam o bom senso, a razão e as conveniências; o perigo, nesse caso, é maior do que se pensa.

Primeiro, essas publicações têm por inconveniente induzirem ao erro as pessoas que não estão aptas para aprofundarem e discernirem o verdadeiro do falso, sobretudo numa questão tão nova quanto o Espiritismo; em segundo lugar, são armas fornecidas aos adversários, que não deixam de tirar delas argumentos contra a alta moralidade do ensinamento Espírita; porque, ainda uma vez, o mal está em apresentar seriamente coisas notoriamente absurdas. Alguns podem mesmo ver uma profanação no papel ridículo que se empresta a certos personagens justamente venerados, e aos quais se leva a uma linguagem indigna deles.

Aqueles que estudaram a fundo a ciência Espírita sabem como manter-se a esse respeito; sabem que os Espíritos zombeteiros não deixam de se ornar com nomes respeitáveis; mas sabem também que esses Espíritos não enganam senão aqueles que querem deixar se enganar, e que não sabem, ou não querem frustrar suas astúcias pelos meios de controle que conhecemos. O público, que não sabe disso, não vê senão uma coisa: um absurdo seriamente oferecido à admiração, e dizem a si mesmos:
Se todos os Espíritas são como isso, não lhes roubaram o epíteto com o qual são gratificados. Esse julgamento, sem nenhuma dúvida, é sem consideração; vós os acusais, com razão, de leviandade, e dizei-lhes: Estudai a coisa, e não vede senão um único lado da medalha; mas há muitas pessoas que julgam a priori, e sem dar-se ao trabalho de virar a folha, sobretudo quando não o fazem de boa vontade, que é necessário evitar o que pode dar-lhes muita contenda; porque, se à má vontade se junta a malevolência, ficam encantados por encontrarem do que falar mal.

Mais tarde, quando o Espiritismo estiver vulgarizado, mais conhecido, e compreendido pelas massas, essas publicações não terão mais influência do que não teria hoje uma livre compreensão das heresias científicas. Até lá, não se poderia nisso colocar mais de circunspecção, porque há os que podem prejudicar essencialmente à causa que querem defender, muito mais do que os ataques grosseiros e as injúrias de certos adversários: alguns fariam nesse objetivo o que não conseguiriam melhor.

O erro de certos autores é o de escrever sobre um assunto antes de tê-lo aprofundado suficientemente, e, por aí, dar lugar a uma crítica fundada. Lamentam-se do julgamento temerário de seus antagonistas: não prestam atenção ao fato de que, eles mesmos, freqüentemente, mostram o ponto fraco. De resto, apesar de todas as precauções, seriam presunçosos por se crerem ao abrigo de toda crítica: primeiro, porque é impossível contentar todo o mundo; em segundo lugar, porque há pessoas que riem de tudo, mesmo das coisas mais sérias, uns por estado, os outros por caráter.

Riem muito da religião; não é de se admirar que riam dos Espíritos, que não conhecem. Se ainda seus gracejos fossem espirituosos, haveria compensação; infelizmente, em geral, eles não brilham nem pela finura, nem pelo bom gosto; nem pela urbanidade e ainda menos pela lógica. Portanto, façamos pelo melhor, colocando, de nossa parte, a razão e as conveniências, aí também colocaremos os galhofeiros.
Essas considerações serão facilmente compreendidas por todo o mundo; mas há uma, não menos essencial, que se prende à própria natureza das comunicações Espíritas, e que não devemos omitir os Espíritos vão onde encontram simpatia e onde sabem serem escutados. As comunicações grosseiras e inconvenientes, ou simplesmente falsas, absurdas e ridículas, não podem emanar senão de Espíritos inferiores: o simples bom senso o indica. Esses Espíritos fazem o que fazem os homens que se vêem escutados com complacência se ligam àqueles que admiram suas tolices e, freqüentemente, deles se apoderam e os dominam ao ponto de fasciná-los e subjugá-los.

A importância que se dá às suas comunicações, pela publicidade, os atrai, os anima e os encoraja. O único, o verdadeiro meio de afastá-los, é provar-lhes que não se é sua vítima, rejeitando implacavelmente, como apócrifo e suspeito, tudo o que não é racional, tudo o que desmente a superioridade que se atribui o Espírito que se manifesta, e o nome com o qual se veste: então, quando ele vê que perde o seu tempo, retira-se.

Cremos ter respondido suficientemente à pergunta do nosso correspondente sobre a conveniência e a oportunidade de certas publicações Espíritas. Publicar sem exame, ou sem correção, tudo o que vem dessa fonte seria fazer prova, segundo nós, de pouco discernimento. Tal é pelo menos a nossa opinião pessoal, que deixamos à apreciação daqueles que, estando desinteressados na questão, podem julgar com imparcialidade, pondo de lado toda consideração individual.

Temos, como todo o mundo, o direito de dizer o nosso modo de pensar sobre a ciência que é o objeto de nossos estudos, e de tratá-la à nossa maneira, sem pretender impor as nossas idéias, nem dá-las como leis.
Os que partilham a nossa maneira de ver é porque crêem, como nós, estarem com a verdade; o futuro mostrará quem está em erro ou com razão.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O Principiante Espirita 2






Os Espíritos
7. Os Espíritos não constituem, como supõem alguns, uma classe à parte na criação: eles são as almas dos que viveram na Terra e em outros mundos, mas despojadas de seu invólucro corporal.
Os que admitem que a alma sobreviva ao corpo admitem, por isso mesmo, a existência dos Espíritos. Negá-los importa negar a alma.

8. Em geral se faz uma idéia muito errada do estado dos Espíritos. Não são seres vagos e indefinidos, como muitos pensam, nem chamas semelhantes aos fogos-fátuos ou fantasmas tais quais os descrevem os contos de almas do outro mundo.
São seres semelhantes a nós, com um corpo como o nosso, apenas fluídico e, normalmente, invisível.

9. Quando unida ao corpo, durante a vida, tem a alma um envoltório duplo: um pesado, grosseiro e destrutível – o corpo; outro leve, fluídico e indestrutível – o perispírito.

10. Assim, há no homem três elementos essenciais:
I - a alma ou Espírito, princípio inteligente, no qual residem o pensamento, a vontade e o senso moral;
II - o corpo, envoltório material, que põe o Espírito em relação com o mundo exterior;
III - o perispírito, envoltório fluídico, leve, imponderável, que serve de ligação e de intermediário entre o Espírito e o corpo.

11. Quando o envoltório exterior se acha usado e não pode mais funcionar, cai; o Espírito o abandona, assim como a noz se despe da casca, a árvore da cortiça, a serpente da pele; numa palavra, do mesmo modo que deixamos uma roupa que não nos serve mais. A isto chamamos morte.

12. A morte é somente a destruição do envoltório corporal, abandonado pela alma, como a borboleta abandona a crisálida. Mas o Espírito conserva o corpo fluídico, ou perispírito.

13. A morte do corpo liberta o Espírito do laço que o prendia à Terra e lhe causava sofrimento. Liberto desse fardo, só lhe resta o corpo etéreo, que lhe permite percorrer os espaços e vencer distâncias com a rapidez do pensamento.


14. Alma, perispírito e corpo unidos constituem o homem; alma e perispírito separados do corpo constituem o ser que chamamos Espírito.
Observação: Assim, é a alma um ser simples, o Espírito um ser duplo e o homem um ser triplo. Seria mais preciso reservar o vocábulo alma para designar o princípio inteligente; espírito para o semimaterial, constituído desse princípio e do corpo fluídico. Como, porém, não é possível conceber o princípio inteligente isolado da matéria, nem o perispírito sem que esteja animado pelo princípio inteligente, alma e espírito são, em geral, empregados indistintamente: é a figura que consiste em tomar a parte pelo todo, da mesma maneira por que se diz que uma cidade é habitada por tantas almas, uma vila constituída de tantos fogos. Entretanto, filosoficamente é essencial que se faça a diferença.

15. Revestidos de corpos materiais, os Espíritos constituem a Humanidade, ou mundo corpóreo visível; despojados desses corpos, constituem o mundo espiritual, ou invisível; este enche o espaço. Vivemos em seu meio, sem disso nos apercebermos, assim como vivemos no mundo dos infinitamente pequenos, do qual não suspeitávamos antes que tivesse sido inventado o microscópio.

16. Assim, os Espíritos não são seres abstratos, vagos e indefinidos, mas concretos e circunscritos; só lhes falta a faculdade de serem vistos, para que sejam semelhantes aos homens. Disso decorre que, se de momento fosse levantado o véu que no-los oculta, constituiriam eles uma população em redor de nós.

17. Possuem todas as percepções que tinham na Terra, mas em grau mais alto, pois suas faculdades não se acham amortecidas pela matéria; têm sensações que desconhecemos, vêem e ouvem coisas que os nossos limitados sentidos nem vêem, nem ouvem.
Para eles não há obscuridade, salvo para os que, por castigo, se acham em trevas temporárias.
Todos os nossos pensamentos neles repercutem: lêem-nos como num livro aberto. Assim, aquilo que lhes poderíamos esconder durante a vida terrena, não mais o poderemos após a sua desencarnação.

18. Os Espíritos se acham em toda parte, ao nosso lado, acotovelando-nos e nos observando incessantemente. Por sua constante presença em nosso meio são agentes de vários fenômenos, representam papel importante no mundo moral e, até certo ponto, no mundo físico. Constituem, se assim podemos dizer, uma das forças da Natureza.


19. Admitida a sobrevivência da alma ou Espírito, é racional admitir que continuem as suas afeições. Sem isto as almas dos nossos parentes e amigos estariam totalmente perdidas para nós depois da morte. E como os Espíritos podem ir a toda parte, é também racional admitir que os que nos amaram durante a vida terrena ainda nos amem depois de mortos, venham até junto de nós e se sirvam dos meios encontrados à sua disposição. Isto é confirmado pela experiência.
Realmente, prova a experiência que os Espíritos conservam as afeições sérias que tinham na Terra, alegram-se em se aproximar dos que amaram, sobretudo quando atraídos pelos sentimentos afetuosos, ao passo que revelam indiferença pelos que se lhes mostram indiferentes.

20. O fim do Espiritismo é demonstrar e estudar a manifestação dos Espíritos, as suas faculdades, a sua situação feliz ou infeliz, o seu porvir. Numa palavra, a sua finalidade é o conhecimento do mundo espiritual.
Evidenciadas essas manifestações, conduzem à prova irrefragável da existência da alma, da sua sobrevivência ao corpo, da sua individualidade após a morte, isto é, da vida futura. Assim, é ele a negação das doutrinas materialistas, não só mediante o raciocínio, mas, e principalmente, pelos fatos.

21. Uma idéia muito generalizada entre os que desconhecem o Espiritismo é supor que, pelo simples fato de estarem desprendidos da matéria, os Espíritos tudo devem saber e estar de posse da sabedoria suprema. É um erro grave. Não passando de almas dos homens, os Espíritos não adquirem a perfeição ao deixar o envoltório terreno: seu progresso só se faz paulatinamente, à medida que se despojam de suas imperfeições e conquistam os conhecimentos que lhes faltam.
Admitir que o Espírito de um selvagem ou de um criminoso repentinamente se tornasse sábio e virtuoso seria tão ilógico quanto seria contrário à justiça de Deus admitir que continuasse eternamente na inferioridade.

Há homens em todas as gradações do saber e da ignorância, da bondade e da malvadez. O mesmo se dá com os Espíritos. Alguns destes são apenas frívolos e brincalhões; outros, mentirosos, fraudulentos, hipócritas, vingativos e maus; outros, ao contrário, possuem as mais sublimes virtudes e o saber em medida desconhecida na Terra.
Essa diversidade na situação dos Espíritos é um dos mais importantes pontos a considerar, pois que explica a natureza, boa ou má, das comunicações que se recebem. E todo cuidado deve ser posto em distingui-las.

DE ARISTÓTELES A HAWKING 7 ao 12





Escrito, dirigido e apresentado pelo documentarista grego Paul Pissanos, DE ARISTÓTELES A HAWKING busca respostas na análise das teorias de filósofos clássicos, incluindo Pitágoras, Protágoras, Platão, Sócrates, Anaxágoras, Aristóteles e Plotino, sobre o “início do mundo”. 4 DVDs divididos em 12 episódios apresenta, além de encenações, a participação de professores e cientistas dos campos da filosofia, física, astrofísica, matemática e teologia, tanto da Grécia quanto de conceituadas universidades internacionais.

Será que o Universo teve um começo? Aconteceu mesmo um BIG BANG? O que é Espaço? Haverá uma Alma Universal? Para onde nos leva a mecânica quântica? Caberá o Universo inteiro dentro de uma molécula da mente humana? O que é Deus? Poderá o Homem participar da criação do mundo? Plantas e animais têm alma? Seremos todos eternos? Estas e outras tantas questões atuais têm sido, na verdade, levantadas por estudiosos ao longo de toda a história da humanidade.


VOLUME 3: O Que É Deus?
Episódio 7:
- A natureza universal da alma;
- A nulificação do tempo-espaço;
- Pensamento de Aristóteles;


Episódio 8


Episódio 9

Episódio 10
•As Coisas Mais Estranhas da Natureza.
•O Olho do Sapo e do Inseto.
•Radar e o Morcego.
•A Teoria de Darwin.


Episódio 11


Episódio 12
•O Universo Cabe em uma Romã.
•Síndrome Titanic.
•O Fim, Para um Novo Começo.





domingo, 22 de abril de 2012

Espiritismo Nova Friburgo e corrupção


domingo, 15 de abril de 2012

Aborto uma atitude egocêntrica





O presidente do STF, Cezar Peluso, foi o último a votar. O ministro fez um duro discurso contra o aborto de anencéfalos. Disse que o procedimento é "cruel" e comparável ao racismo. "Todos esses casos retratam a absurda defesa da superioridade de alguns, de raça branca, ariana sobre outros, negros, judeus", disse. "Encena-se a atuação avassaladora do ser poderoso e superior e detentor de toda a força infringe a pena de morte ao incapaz de pressentir a agressão e de esboçar qualquer defesa", afirmou.


De acordo com Peluso, o feto anencéfalo deve ser protegido sob a ótica jurídica, porque não deixa de ser humano. "Nesta postura dogmática ao feto, reduzi-lo no fim das contas à condição de lixo, uma coisa imprestável e incômoda, não é dispensada de nenhum ângulo à menor consideração ética e jurídica", afirmou.

Com argumentos filosóficos, o ministro disse que o Direito se vale de conceitos pré-jurídicos. "A própria ideia de morte encefálica pressupõe a existência de vida, não é possível pensar a existência de morte se não estivesse vivo", disse. Para o ministro, o aborto é uma atitude "egocêntrica" da mulher. Segundo ele, o feto não pode ser destruído para amenizar um sentimento de frustração.

sábado, 14 de abril de 2012

Legião dos sectários do maravilhoso.



Legião dos sectários do maravilhoso.
"Mais vale repelir dez verdades que admitir uma só mentira, uma só teoria falsa".
Erasto

O ser humano é um animal que teme. Mas, não é atingido só pelo temor racional, ele também teme e às vezes sofre com sua imaginação e até com suas superstições.
Neste contexto ele vacila fraqueja, e busca amparo, deseja a proteção que o livre dos padecimentos. E este é um dos combustíveis das religiões e da maioria dos livros espiritualistas que circulam no mercado. Eles vêm oferecer para este leitor-consumidor, leituras rápidas, fáceis, que possam dar receitas prontas e flexíveis para dar alívio às suas múltiplas angústias.

Nada que comprometa muito, nada que o faça raciocinar em demasia, nada que o obrigue a tomar atitudes éticas mais firmes.
Ou seja, a espiritualidade também se tornou produto de mercado.

Ai surge às obras mediúnicas eivadas de fantasias e absurdos tentando doutrinar seus leitores que Kardec esta ultrapassado, e que aqueles que fazem analise critica de tais obras, são na verdade ortodoxos fundamentalistas, que tem por objetivo tirar o caráter progressivo do Espiritismo.


A verdade é que quando não existe questionamento e crítica, quando não há debate transparente, certamente haverá dominação, ignorância, apatia e graves entraves à autonomia da razão humana e ao desenvolvimento espiritual da humanidade.
São obras cheias de afirmações e mais afirmações tendenciosas e falsas, tão grosseiras e irracionais, que quase nem merecem comentários, entretanto o que me chama a atenção e que muitas delas atacam escancaradamente o grupo que eles chamam de ortodoxos espíritas.

Ora raciocine comigo caro leitor, você consegue imaginar os espíritos superiores ditando uma obra preocupados com os ortodoxos?

Alias quem são os ortodoxos?
Será que estão falando do Júlio Abreu Filho, J. Herculano, Deolindo Amorim,
Carlos de Brito Imbassay, Dr. Iso Jorge Teixeira entre tantos outros que aqui não teríamos espaço suficiente para apresentar.

Mas, todos têm um ponto de vista em comum a de que os livros espiritualistas, não-espíritas, em geral impregnados do misticismo oriental, influenciam os pensadores espíritas, de tal modo que permanece neles o ranço místico, que facilmente desliza para a superstição, ou seja, exatamente para o erro que propiciou a necessidade da Doutrina.

E que vem levando os sectários da superstição e do maravilhoso a acreditar que caiu a panela, foi um espírito, o telefone tocou e parou, foi um espírito brincalhão, tinha uma manchinha na foto, era um espírito, briga na família, é espírito obsessor, no trabalho, idem, sensação de deja vu, não pode ser estresse, são vidas passadas.
O acidente foi reajuste, o vendaval também, até o bolo que murchou no forno foi à lei da "ação e reação".

Eu acredito que isto é contagioso e se pega através da leitura destas obras, sem senso critico e o único antídoto se chama Kardec, mas, a grande maioria e doutrinada através destas mesmas obras que já esta vencida a validade do remédio.

Então não fique surpreso, pois não vai demorar muito para surgir uma obra, que venha denunciar escancaradamente, que na verdade o único errado dentro da Doutrina Espírita é Allan Kardec.

O que alias já esta sendo feito de forma gradual e continua há muito tempo.
Eu sou Kardec até a raiz.


Mas, se Kardec não representa, a expressão da verdade para você caro leitor, é um direito que lhes assiste, entretanto, não é justo que se considerem espíritas obras que propagam o detrimento dos conceitos do codificador e que sejam eles os detentores da verdadeira doutrina dos Espíritos.

O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.
O resto é pura invencionice.

O que se pretende quando buscamos defender Kardec não é proibir ou decretar o que é certo ou errado e sim o que é Doutrina Espírita e o que é espiritualismo.

Não é porque a Doutrina dos Espíritos propaga a liberdade de pensamento, que devemos interpretar que ela deva obrigatoriamente misturar-se com os sectários do maravilhoso e do exotismo.

E como afirmou Kardec:

“Desde o instante em que cada um é livre de aderir ou não a essa obra, ninguém se pode queixar de sofrer uma pressão arbitrária.
“Criamos a palavra ESPIRITISMO, para atender ás necessidades da causa: temos, pois, o direito de lhe determinar as aplicações e de definir as qualidades e as crenças do verdadeiro espírita”




terça-feira, 10 de abril de 2012

Mensagens Psicografadas



Mensagens Psicografadas



“O ortodoxo sabe avaliar o místico, porque já foi um místico; mas o místico não pode avaliar o ortodoxo, porque nunca foi ortodoxo”. Francisco Amado

Contam-se por verdadeira multidão as pessoas que se tornaram espíritas e freqüentam sessões sem jamais haverem lido “O Livro dos Espíritos” ou qualquer outra das obras básicas da doutrina. São os adoradores de romances, que julgam poder aprender a doutrina espírita lendo romances, sem cogitar que a doutrina dos espíritos não é obra de romance, mas de pesquisa cientifica.

Ultimamente tudo que é psicografado é considerado espírita, como se a doutrina espírita tivesse o monopólio da psicografia e ou da mediunidade o que não é verdadeiro, qualquer pessoa pode psicografar independente de sua crença religiosa.
Disto surgem livros e mais livros, divulgando uma verdadeira miscelânea de cultos fetichistas, com práticas esdrúxulas, rituais cabalísticos e todo tipo de tolice que só pode fazer que as pessoas de bom senso julguem que os espíritas são uma tropilha de ignorantes.

As pessoas que aplaudem e defende tais obras são as mesmas que olham sem ver, ouvem sem escutar, e concluem sem refletir.

Para o leitor entender do que estou falando vou fazer uma analise aqui do blog de um espírito, o suposto Dr. Inácio Ferreira, este através do médium Carlos Baccelli nos brinda com o titulo Reencarnação no mundo espiritual este livro é de2008.

Na doutrina espírita a dúvida é um dos elementos básicos para a busca da verdade. Kardec a aconselha como método de controle das manifestações mediúnicas e dos estudos dos princípios doutrinários.
Esta analise critica tem o auxilio de:
Artur Felipe Azevedo EDITOR DO BLOG (http://espiritismoxramatisismo.blogspot.com/)
Um breve histórico sobre minha atuação no Movimento Espírita: iniciei meus estudos da Doutrina Espírita aos 13 anos (1984), no Grupo Espírita Pestalozzi, em Nova Friburgo-RJ. Aos 22 (1993), atuei como orientador de Mocidade da União da Mocidade Espírita de Niterói (UMEN), um centro tradicional da cidade. Ao mesmo tempo, colaborei como evangelizador no Grupo de Apoio ao Menor (GAM), hoje Centro Espírita Batuíra e unidade do Lar Fabiano de Cristo, que prossegue no trabalho de assistência junto aos moradores de populosa favela em São Gonçalo - RJ. Em 1999, fui eleito presidente do centenário Centro Espírita Friburguense, na cidade de Nova Friburgo - RJ, sendo que por cerca de quatro anos apresentei, juntamente com o confrade José Manoel Ferreira Barboza, dois programas espíritas em rádios locais (Friburgo-AM e Conquista-FM) e um programa de TV (TV Zoom, canal 10). De volta à Niterói, fui orientador de estudos da Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro (FEERJ). Hoje, encontro-me ligado à ADE-RJ, Associação dos Divulgadores do Espiritismo do Rio de Janeiro.


Já em 3 de agosto de 2009 ele posta no seu blog a defesa, a explicação e é este texto que vamos analisar.
Bem vamos ao artigo o titulo é; “REENCARNAÇÃO NO MUNDO ESPIRITUAL”
Diz o espírito blogueiro- Meu filho, você se lembra de uma música de sucesso cantada por Elizeth Cardoso, que tem um refrão que diz assim: “Mas, pra botar a mão na minha grana, você tem que rebolar, rebolar, rebolar...”?
Com todo o respeito, é o que esse pessoal que anda criticando com escusas intenções a tese da reencarnação no Mundo Espiritual vai ter que fazer: rebolar! Não estou me referindo aos críticos sinceros, é óbvio, mas aos tendenciosos, que já estão ensaiando de bambolê na cintura.

Francisco Amado: Bem, para o bom entendedor meia palavra basta, imagine a categoria do suposto Dr. Inácio pelas palavras usadas, ele ao Invés de esclarecer já inicia debochando de quem questiona sua tese.
Artur F. Azevedo: A ironia e o deboche é próprio daqueles em que falta argumentação sólida e conteúdo. Comportamento típico de indivíduos orgulhosos, que não admitem que suas teorias meramente pessoais possam ser refutadas. Reencarnação no mundo espiritual é algo que vai contra os mais elementares ensinos dados a um neófito em Doutrina Espírita.

Mais adianta afirma como se fosse professor: Não era outra a nossa intenção, senão suscitar a discussão em torno do assunto, o qual, embora polêmico, é mais lógico que macaco comendo banana!
Sinceramente, eu não fazia idéia de que muitos de nossos confrades tivessem visão tão estreita? Será falta de bons oftalmologistas?

Francisco Amado: Ora para um espírito que inicia suas explicações de forma debochada como se soubesse de tudo, ele se perde com esta analogia, pois esta completamente errada. Os primatas não comem apenas bananas alguns não tem o organismo preparado para isso.
Os primatas são animais que possuem várias formas de alimentação: alguns são herbívoros, alguns são carnívoros e outros onívoros (alimentam-se de carne e planta).

E dentro desta classificação, existem outras subcategorias: folívoros, frugívoros, insetívoros, etc.
Eles tanto comem bananas (os frugívoros) como qualquer outra fruta que seja palatável.
Por exemplo os macacos colombianos por serem herbívoros estão morrendo, pois seus estômagos altamente adaptados às folhas das verduras não estam equipados para uma dieta formada apenas por frutas. Continua ele sem entrar na questão que deu origem ao artigo do seu blog.
Artur F. Azevedo: Quando há falta de elementos para argumentação, o expediente utilizado é exatamente esse: o de dizer que o que o outro refuta é lógico, evidente e que só um tolo não entenderia. Isso visa rebaixar o opositor - uma tática que só visa encobrir a falta de argumentação.
Que não me levem a mal a brincadeira, mas é sério, sério demais para a gente aceitar sem, pelo menos, tentar amenizar fazendo piada.
O quê?! Então, os espíritas, que se consideram vanguardeiros em matéria de Fé aliada à Razão, acham que o espírito apenas reencarna no mundinho chamado Terra? Alguns, em descabida asneira, andaram escrevendo que eu disse que os espíritos se reproduzem.Ora, ora! Será que estamos diante de Nicodemos dos tempos atuais, que, doutor da lei, foi incapaz de entender o que Jesus teve de lhe explicar como se conversasse com uma criança?! Ele perguntou a Jesus: “Como pode isso fazer-se?” Em relação à reencarnação no Mundo Espiritual, é o que estão me questionando.

Francisco Amado:Até aqui ele joga palavras pra lá e para cá e nada de explicar a tal reencarnação que a propósito não deveria ser reespiritualizar, pois que eu tinha aprendido que reencarnar seria retornar a um corpo físico de carne.
Artur F. Azevedo: Como o próprio vocábulo indica, "reencarnar" quer dizer "voltar à carne". Portanto, como os corpos espirituais não são (feitos de) carne, isso não seria possível, já que as leis do mundo espiritual lhes são próprias e não se constituem uma cópia do que ocorre no mundo físico/material. Caso assim fosse, para que precisaríamos reencarnar em mundos grosseiros, se tudo poderíamos vivenciar no mundo espiritual, que é de onde viemos e para onde retornaremos?
Querem que eu escreva um Tratado de Obstetrícia de além-túmulo! Eles acham que, por conta da pergunta de número 200 e seguintes, de “O Livro dos Espíritos”, os desencarnados são todos capões! Meu Deus, que maldição seria morrer!

Francisco Amado:Esta frase final, evidência de forma indiscutível o animismo, pois para ele se não houve-se sexo no plano espiritual a morte seria uma maldição da para levar a sério?
Artur F. Azevedo: Em "O Céu e o Inferno consta o seguinte:
"O homem faz, dos desgostos e dos prazeres da alma após a morte, uma idéia mais ou menos elevada, de acordo com sua inteligência, que, quanto mais desenvolvida for, mais essa idéia se depura e mais se desprende da matéria;

Compreende as coisas sob um ponto de vista mais racional, em vez de tomar ao pé da letra imagens de uma linguagem figurada.
A razão mais esclarecida, ao nos ensinar que a alma é um ser todo espiritual, nos diz, por isso mesmo, que ela não pode ser afetada pelas impressões que agem sobre a matéria, embora não esteja livre de sofrimentos nem de receber a punição de suas faltas." (Nota de Kardec, após item 973)
Resumidamente, o que depreendemos é que certas pessoas, pelo apego que têm pelas coisas da matéria, têm dificuldade em supor que não encontrarão, nem usufruirão dos mesmos prazeres que se apegam do lado de cá.

É claro que os espíritos não têm sexo, ou, melhor, têm todas as variações sexuais possíveis e imagináveis , mas o períspírito tem genitália, sim! E se relacionam! Para ficar mais claro, copulam!
Não me perguntem como é a coisa lá pra cima, porque eu não sei. Mas, por aqui, nos arredores da Terra, abaixo e pouco acima de sua psicosfera, é assim que acontece.

Francisco Amado:Agora ele afirma que os espíritos copulam, portanto podemos imaginar que a população desencarnada nas zonas umbralinas onde vivem as supostas entidades pervertidas do sexo é gigantesca e os renascimentos deve ser algo que não tem nem como conceber.
Artur F. Azevedo:
Pelos inúmeros relatos existentes, tais acontecimentos parecem se aproximar de uma categoria de subjugação, em que a "vítima" é impelida a ceder às vontades dessa classe de espíritos no terreno sexual. Mais uma vez, o autor da ideia de "reencarnação no mundo espiritual" fala de algo conhecido para tentar explicar algo desconhecido, forçando uma interpretação e procurando dar sustentação teórica à suas ideias, sem sucesso.

Mais adiante ele continua soltando pérolas afirma ele: Vocês nunca ouviram falar em íncubos e súcubos, não?! Se não ouviram, precisam ler um pouco mais. Eles são os espíritos que se relacionam sexualmente com os encarnados, nos conventos, nos mosteiros, nos seminários, etc. Quando na Terra, tratei de muita gente assim e que ia ao orgasmo! E, por falar nisto, espírito também tem orgasmo, ouviu?!

Francisco Amado:Aqui o iluminado espírito desenterra as crendices dos tempos medievais descambando para a mistificação e o supersticioso para justificar uma tese que no mínimo poderia ser classificada de absurda.

Os íncubos e súcubos são poderosos demônios que costumavam atormentar homens e mulheres. Ambos os nomes, Íncubos e Súcubos, têm origem latina. Íncubos vem do verbo incubare que significa "deitar-se sobre" e Súcubos vem do verbo succubare que significa "deitar-se em baixo de". Assim sendo, Íncubos são demônios machos que visitam mulheres mortais e têm sexo com elas, enquanto Súcuba é a versão feminina e atacam homens.

Existem muitas lendas que relatam acontecimentos ou encontros com estes demônios, cada um influenciado pela sua cultura e contexto sócio-político. Na era medieval acreditava-se que esta terrível criatura sugava a força vital da vitima, o que naqueles tempos representava a alma.
Artur F. Azevedo:
Pelos inúmeros relatos existentes, tais acontecimentos parecem se aproximar de uma categoria de subjugação, em que a "vítima" é impelida a ceder às vontades dessa classe de espíritos no terreno sexual. Mais uma vez, o autor da ideia de "reencarnação no mundo espiritual" fala de algo conhecido para tentar explicar algo desconhecido, forçando uma interpretação e procurando dar sustentação teórica à suas ideias, sem sucesso.
Veja bem ele não explica nada, e pede um conhecimento que ele mesmo não tem pois do contrário já tinha entrado no assunto diz ele; E, depois, vocês sabiam que a gravidez, antes de ser física, é perispiritual? Não sabiam, não? Então, desisto de vocês. Afinal, além de criticar, o que vocês sabem?! Convém ficarem quietos. Chico dizia que era uma besta espírita, mas não um espírita besta. Vocês vão ter que se haver não é comigo, não: é com a Ciência!

Francisco Amado:Sendo assim eu também posso dizer. Pô tu não sabe nem sobre alimentação primata e quer me convencer de reencarnação no mundo espírita? Então desisti da tua falácia. Afinal, além de passar informações equivocadas, não esclarecer nada fica só na retórica mal concebida, iniciou debochando e até agora nada o que tu sabe afinal?
Artur F. Azevedo:
A gravidez é um processo físico, onde a ligação que se dá é a do espírito reencarnante com o novo corpo que irá ocupar. A mãe empresta o seu corpo para o desenvolvimento do embrião. Ir além disso é dar asas à uma fantasiosa imaginação, onde tudo vê espírito onde, o que há, é apenas matéria e a aplicação de suas leis.

E continua com palavreado vazio atirando para todos os lados e atingido apenas seu próprio pé diz ele.
Outra coisa. Depois eu vou escrever sobre a questão da carne no Mundo Espiritual, tá?! Andaram também duvidando, ou melhor, ironizando, eu ter dito que provei um naco de carne de javali por aqui... Vocês não devem ter lido “Nosso Lar”, leram? Vocês se lembram do capítulo 9, “Problema de Alimentação”?! Se já leram, leiam de novo, porque não entenderam patavina. Eu não vou contar nada. Agora, sinceramente, eu só estou preocupado com uma coisa: é a apropriação indébita do pensamento! Em outras palavras, o plágio! E depois querem falar em Concordância Universal do Ensino dos Espíritos! Mas como?! A vaidade de certos médiuns deixa que os espíritos confirmem por eles o que escreveram por outros?! A turma de médiuns do tempo de Kardec era mais humilde e, além do mais, um não ficava sabendo o que o outro havia produzido.
Francisco Amado: Bem aqui eu concordo plenamente, a turma era mais humilde e os espíritos comunicantes eram de outra categoria.
Artur F. Azevedo:
A assessoria espiritual a Kardec era a da falange do Espírito da Verdade. Já a de outros...bem, é melhor nem falar.
Não me importa que me plagiem, não! A verdade não me pertence. O problema é que eles não estão se referindo à fonte. Chegaram até a mudar o meu nome para Ignácio! E deram nome ao “meu” hospital!
Desculpem as caneladas! Sempre fui péssimo jogador de futebol e chuto as bolas ( desculpem-me! ), a bola “a esfera de capotão”, para onde der. Não é maldade, não. É falta de craqueza mesmo. Se duvidarem, estou pronto para me submeter ao exame antidoping, porque eu ainda sou daqueles espíritos que fazem xixi!Uberaba (MG), 3 de agosto de 2009.

Para finalizar então: O livro foi escrito em 2008 este artigo no blog é de 2009 de lá para cá as explicações são entre defesa e ataque, mas, sem esclarecer coisa alguma.
Fazendo uso do linguajar chulo do próprio espírito, eu diria que depois de ver esta cacaca, como duvidar que ele faça xixi?

A verdade é que Kardec sempre deixou claro que a Doutrina é dos Espíritos. Mas que garantia poderá ter de que a Doutrina é mesmo deles?
É aqui que entra uma das metodologias proposta por kardec, que a maioria desconhece e ou abomina o Método do Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Portanto basta aplicar a vontade de conhecer a doutrina, estudar, analisar e aprofundar incessantemente e vamos encontrar um conjunto de ensinos que nos aparta de toda mistificação tornando nossas vistas tão claras, que o castelo encantado com gênios, magos negros, dragões, feiticeiros, Planeta chupão e tudo mais desapareceram.

Eu não sou contra a leitura de romances, pois tenho toda obra agora com o subtítulo de “A vida no mundo espiritual” de Andre Luiz, entretanto a maioria dos que se dizem espíritas já leram mais de 15 à 20 romances espiritualistas, mas nunca passaram os olhos pelos livros dos médiuns ou consultaram a revista espírita.
O que fica claro e inconteste é que; o movimento espírita brasileiro antes mesmo de conhecer o Espiritismo, já adotou alguns espíritos e médiuns como seus ídolos.

É a ação nefasta do sincretismo, da institucionalização religiosa, da sacralização de entidades espirituais e médiuns, do evangelismo, e por aí vai. Allan Kardec, em seu pioneirismo didático sobre mediunidade alertou para o fato que espíritos são, meras pessoas, não seres à parte da criação! E já afirmava isto em 1861.

A opinião de um Espírito - seja qual for o médium, seja qual for à categoria desse Espírito - é sempre uma opinião própria, não é um princípio doutrinário.

É preciso levar em conta, sempre, que o médium não é um oráculo, como não é um santo: é uma criatura em situação especial na vida, com uma carga pesadíssima de responsabilidade espiritual e humana.
Ora isto requer de nós, sobre as mensagens mediúnicas, o mesmo rigor que aplicamos às teses expostas pelos autores encarnados. Mas a “sacralização” fez seu papel transformando-os em “santos”, daí o dogmatismo e o igrejismo no espiritismo que já é (lamentavelmente) religioso.

Os autores mediúnicos, da atualidade sem controle sem verificação da veracidade de suas comunicações e encastelados pelos prosélitos não ensinam Espiritismo, mas tentam apenas passar seus “conhecimentos” e opiniões particulares.

Devemos ter o bom senso de analisar criteriosamente tudo o que venha dos Espíritos ainda mais prudência quando vem de espíritos que demonstra mais orgulho que saber.

Artur F. Azevedo:
As ideias cristalizadas são de difícil extirpação, ainda mais com o agravante da fascinação. Derivada do orgulho e da presunção, a fascinação é a arma mais utilizada pelos adversários do Espiritismo para atingirem os seus objetivos de fazer do Espiritismo o que ocorreu com o Cristianismo: uma colcha de retalhos, onde cada uma fala uma coisa e ninguém se entende. A fascinação ainda recebe o contributo do misticismo e do sincretismo, aos quais nosso povo é afeito. Com isso, está pronta a salada mística tão ao gosto dos pseudossábios e falsos profetas da erraticidade, apesar dos inúmeros alertas constantes das obras da Codificação, principalmente em "O Evangelho segundo o Espiritismo" (introdução) e em "O Livro dos Médiuns".

Ou retornamos ao estudo sério das obras kardecianas ou veremos a falência absoluta do Movimento dito "Espírita" nas mãos dos aventureiros.

Aplicando CUEE na Pratica.





Muito tem se debatido sobre a validade e sobre a eficácia do O Controle Universal do Ensino dos Espíritos que esta, na introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo no item II, e na Revista Espírita, abril de 1864.

A análise será feita pelo Jorge Murta editor do site espiritismo com profundidade e pelo Francisco de Assis editor do site República dos Espíritos.

Francisco de Assis – Bem gostaria de iniciar a minha participação, afirmando que aquele que realmente respeita a memoria do médium Chico Xavier e sua história não deveria fazer outra coisa do que jogar no lixo este relato que querem atribuir a Chico Xavier.
Chico jamais escreveu algum livro sobre esta questão, porem agora depois de desencarnado todo o tipo de história estapafúrdia e sem pé e sem cabeça brotam como ervas daninha em cada esquina, e os seus admiradores que deveriam repudiar tais relatos aplaudem jogando lixo na memoria de Chico Xavier.

Jorge Murta – Sabemos, para iniciar, que Kardec classificou os espíritas em alguns tipos: imperfeitos; experimentadores; verdadeiros e exaltados, além de um quinto tipo, os espíritas sem o saber. E parece que Geraldinho, que se diz tão amigo que foi de Chico, quer aumentar o numero dos que consideram o médium mineiro um espírita exaltado, ou seja, que diz as coisas mais estapafúrdias em nome da doutrina, submetendo-a ao escárnio e junto com ela, também os espiritas sérios.

Vamos a analise a minha ficara em verde a do Jorge em laranja.

Por Geraldo Lemos Neto, 31 de Março de 2012 Há muito que tencionava relatar este caso de nossas conversas com o Chico, e que não vi ninguém mais registrar até agora.
(...) Chico Xavier inclusive nos contou que já havia estado com visitantes de outros orbes, e ao expressar a ele a minha vontade de também um dia vir a conhecê-los ele foi enfático: "Você deve ter muito cuidado Geraldinho, porque embora a maioria das civilizações que já desvendaram os segredos das viagens interplanetárias serem de grande evolução espiritual e votadas ao Bem e à Fraternidade Geral, há também aqueles outros que somente se desenvolveram no campo da técnica, enregelando sentimentos mais nobres no coração. Representantes dessa outra turma também têm nos visitado, mas com objetivos escusos..." "Para eles nós somos tão atrasados que eles não prestam nenhuma atenção às nossas necessidades e sentimentos. São eles que raptam pessoas e animais para experiências horrorosas em suas naves. Quanto a esta turma nós devemos ter muito cuidado.”.

Francisco de Assis – Bem qual orientação que ESSE oferece a este respeito quando defrontado com uma mensagem?
“O primeiro exame comprovativo é, pois, sem contradita, o da RAZÃO, ao qual cumpre se submeta, se exceção, tudo que venha dos espíritos”.
E o que diz o Livro dos Médiuns?
“Porém, nunca”. o repetirei demasiado, não aceiteis coisa alguma às cegas. Seja cada fato submetido a um exame minucioso, aprofundado e severo (Cap. v item 98).
Bem dito isso é bom lembrar que a doutrina espirita ensina que estamos aqui para evoluir segundo as leis da reencarnação, portanto não é racional imaginar que espíritos que sejam mais atrasados tenham veículos que consigam chegar ao nosso planeta se nós não temos estes veículos. Também seria prudente analisar outra questão que é, tudo que esta no universo é criação de Deus, portanto os ditos ETs nada mais são do que nossos irmãos porque não saberiam qual nossa condição?
Jorge Murta – Este relato, seja atribuído a Chico, ou seja, atribuído a Geraldinho, fere o principio da “única garantia séria”, a do Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos, ou seja, “Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros.”.
Ora, a definição contida no ESSE não fala que o controle universal seria garantido pela “revelação” dada por um ÚNICO MEDIUM e ENCARNADO de boca a ouvido, ou seja, onde estão os vários espíritos, os diversos médiuns que não se conhecem de diversos pontos do planeta com as mesmas informações concordantes?


“Uma vez eu estava indo de Uberaba a Franca e Ribeirão Preto para visitar a irmã de Vivaldo, Eliana, que havia passado por uma cirurgia no coração nesta última cidade”. Dr. Elias Barbosa foi dirigindo o automóvel na companhia de Vivaldo e eu, que fiquei no banco de trás. Pois bem, íamos lá pelas 3 horas da manhã, na madrugada, para evitar o trânsito, e a meio caminho uma luz meio baça, na cor alaranjada envolveu o automóvel e passou a segui-lo. Dr. Elias achou por bem encostar o carro e esperamos os três para ver o que ia acontecer. Intuitivamente comecei a orar, pedindo aos amigos que me acompanhassem na prece.
O espírito de Emmanuel se fez presente e nos solicitou redobrada vigilância. A nave apareceu (...). Depois o veículo interplanetário elevou-se do solo e eu vi perfeitamente uma vaca sendo levada até o seu interior como se levitasse até lá. Em seguida a nave desapareceu de nossas vistas com velocidade espantosa. “O espírito de Emmanuel me revelou então que estes irmãos infelizmente não eram vinculados ao Bem e ao Amor, eram sociedades que pilhavam planetas em busca de experiências genéticas estranhas”.

Francisco de Assis – Bem segundo este relato, podemos chegar a seguinte conclusão que a terra esta sujeita a piratas espaciais, que pululam entre os planetas saqueando e fazendo bandalheiras o que é totalmente incompatível com as Leis da Natureza. Tudo tem regras e lei, mas segundo Emmanuel isto não ocorre por aqui, hora como afirmei no inicio aquelas pessoas que cultuam Chico Xavier fazem um desserviço a sua memória dando credito a uma bandalheira deste naipe.
Jorge Murta – Seres alienígenas voltados pro mal. Não que não possam existir, mas como o Francisco já disse, é irracional imaginar que espíritos que sejam mais atrasados tenham veículos que consigam chegar ao nosso planeta para fazer esta ou aquela pilhagem. Isso me lembra do filme “V-A Batalha Final” com alienígenas com cara de reptilianos infiltrados entre nós ou então o filme “Independence Day” em que a Terra é invadida por aliens. Mas, uma coisa é ficção cientifica em Hollywood, lazer, diversão, nascida da mente de roteiristas; outra coisa é ficção chiquistica, nascida da mente, ou mentes, de pessoas... – ah! A caridade me impede de ser mais claro... – digamos inventivas demais.

Não contive a pergunta: Mas eles são minoria não é Chico? E como serão os alienígenas bonzinhos? Ao que ele me respondeu: “Ah”! São magníficos! (...) São de uma bondade extraordinária e protegem a civilização terrena assumindo um compromisso com Jesus de nos guiar para o Bem. Um dia, Geraldinho, que não vai longe, eles terão permissão do Cristo para se apresentarem a nós à luz do dia, trazendo-nos avanços tecnológicos, médicos e científicos nunca dantes imaginados.
Francisco de Assis – Agora veja que aqui já temos a primeira contradição, pois primeiro estamos à mercê da pirataria alienígena e em outra temos os alienígenas que protegem a terra, basta ver que é a mesma visão tosca que os filmes apresentam do alienígena bom e ruim, O que como foi dito não fecha com as leis da evolução e da natureza.
Zé Preguiça foi visto na calçada de casa, procurando algo no chão:
O que tanto faz aí, Zé Preguiça?
Perguntou o vizinho.
Procuro uma chave, respondeu.
O vizinho começou a ajudar.
Depois de um tempo, ele perguntou:
Zé Preguiça, você tem certeza que perdeu a chave aqui?
Não. Perdi dentro de casa.
Então, por que estamos procurando aqui?
“Porque aqui tem mais luz.”
Muita gente tem medo de "iluminar" o interior da própria casa...
Isto requer revolução interior.

Ou seja, este é o problema da grande maioria, que tem preguiça de analisar, ele olha o nome do médium, ata foi o fulano que disse, então deve ser verdade, pois fulano é da mais alta moral, como se moral fosse sinônimo de conhecimento e lógica. Mas, não são fora os aproveitadores que sabendo disso colocam palavras na boca daqueles que já não podem dizer se defender.
Jorge Murta – E Chico cita de novo Jesus. Jesus virou sindico até de relações exteriores interplanetárias, pois é ele, diz Chico, que irá permitir que os aliens bonzinhos interagissem conosco dando-nos avanços tecnológicos, médicos e científicos nunca dantes imaginados, ou seja, a lei do progresso agora será terceirizada, ou seja, somos incapazes de por nossa própria evolução galgar os degraus do progresso e passamos a depender da caridade (Chico adora isso) alienígena.


Onde estaria o espírito de Hitler? Chico então me contou uma história muito interessante. Segundo ele, imediatamente após a sua desencarnação, o espírito de Hitler recebeu das Altas Esferas uma sentença de ficarem 1.000 anos terrestres em regime de solitária numa prisão espiritual situada no planeta Plutão. Durante este período de 10 séculos terrestres em absoluta solidão ele seria chamado a meditar mais profundamente sobre os enganos cometidos e então teria nova chance de recomeçar na estrada evolutiva. "Quando o espírito de Gandhi desencarnou, prosseguiu o Chico, e ascendeu aos Planos Mais Altos da Terra pela iluminação natural de sua bondade característica, ao saber do triste destino do algoz da humanidade na II Grande Guerra Mundial, solicitou uma audiência com Jesus Cristo, o Governador Espiritual da Terra, e pediu ao Cristo a possibilidade de guiar o espírito de Hitler para o Bem, o Amor e a Verdade. Sensibilizado pelo sacrifício de Gandhi, Nosso Senhor autorizou-o na difícil tarefa e desde então temos Gandhi como dos poucos que se aproximam do espírito de Hitler com compaixão e amor”.
Francisco de Assis – Os princípios fundamentais do espiritismo são:
Existência de Deus e da alma (imortalidade); lei da reencarnação, espírito assume sucessivas formas materiais para aperfeiçoar-se; e lei de causa e efeito, lei do progresso, o destino de cada espírito é traçado pelos atos praticados em suas sucessivas vidas terrenos.

Memória dos registros das vidas passadas

Vemos então que Hitler segundo esta informação vai perder 10 séculos, sem evoluir, isto é justiça? Como avaliar se a maioria dos que morreram sobre sua ira não escolheram esta morte para efeito de prova? Esta visão não é de que conhece a doutrina e sim de quem faz elucubrações particulares, pois ninguém tem a capacidade de avaliar o que Hitler vez.

Che Guevara junto aos seus ídolos Lênin, Stalin, Mao e companhia, Che contribuiu para a construção do regime que mais matou pessoas em toda a história, o chamado "socialismo real", responsável por mais de 100 milhões de mortos.

Perto deste numero Hitler foi uma moça, pois matou seis milhões.

Onde estaria então os outros e porque não se fala neles, se estamos falando de informações privilegiadas do plano espiritual a verdade deveria vir à tona.

Jorge Murta – Embora Hitler esteja longe de ser um santo, 10 séculos é uma pena antecipada grande demais, o que me faz perguntar: Hitler abriu os “Exilados da Terra?” E em Plutão que nem mais planeta é? E sim planeta-anão. Essa pena, eu dirá bem olimpiana, pois o Jesus chíquico mais parece um Zeus no Monte Olimpo, pois decide tudo sobre o destino de todo mundo, até dos aliens, já teria batido o martelo e decidido que antes de 10 séculos, Hitler não progrediria. Alias. Chico pensou que Jesus é personagem meramente terrena, da historia da Terra e que em outros orbes ele, Jesus, pode nem ser conhecido? Que em outros planetas nunca existiu um Cristo ou crucifixo ou Evangelho?

Então Chico, o Planeta Plutão é um planeta penitenciário? E ele me respondeu: “É sim, Geraldinho”. Em nosso Sistema Solar, temos penitenciárias espirituais em Plutão, em Mercúrio e na nossa Lua terrena. Eu soube, por exemplo, que o espírito de Lampião está preso na Lua.

É por isso que alguns astronautas que lá pisaram, sentindo talvez um frio na alma, voltaram à Terra meio desorientados e tristes. Soube de um até que se tornou religioso depois de estar por lá!

Francisco de Assis – No mundo espiritual, nem tudo que reluz é ouro. As percepções constituem muitas vezes, a materialização do lixo atômico individual de cada essência e ou do conjunto delas.

Os espíritos superiores não nos passaram meias verdades!

Ainda não apareceu um autor, uma obra que completasse a Doutrina espírita, temos sim obras bem intencionadas que no máximo servem como estudo de casos para ilustras pontos fundamentais da Doutrina, agora debater que tal obra completa, isso esta longe de ocorrer.

No máximo as obras atuais podem levar a uma reflexão nada mais do que isso.
Pois é preciso dentre o destas historia existir logica e coerência para se considera com racionais, ou para passar pelo crivo da razão.

A estrutura lógica não é um fato diretamente observável.

Pode-se concebê-la como um conjunto de operações possíveis ou virtuais que o individuo é suscetível de manipular na presença de uma situação dada.

Vamos imaginar que para que se possa erguer o edifício da lógica, precisamos de tijolos estes tijolos são nossas argumentações que tem que ter certa coerência lógica.

Cada tijolo ou argumentação forma uma posterior que tem um valor informativo para o individuo. A partir da sequência, o individuo tira uma conclusão provisória coloca uma hipótese e escolhe a sequência seguinte que deve encadear-se logicamente.

Se retirarmos um destes tijolos ou se um deles não for coerente todo o edifício acaba por cair por cima de nossas cabeças.

Conclusão os relatos apresentados, não apresentam esta coerência é assim que se aplica o CUEE, não é preciso 100 espíritos repetir esta mesma bandalheira para se souber que isto não tem lógica. Os defensores do tal sincretismo religioso deveria responder o seguinte.

Alguém já viu sincretismo no meio evangélico?
Evangélico acendendo vela, por exemplo?
Alguém já viu sincretismo no meio católico?
Católico que não acredita em santo?
Alguém já viu sincretismo na umbanda?
Umbandista que não faz oferenda?

Jorge Murta – Chico só existiu porque teve quem cresse nele e crer nele não é nenhuma garantia de que os que creram eram racionais, lógicos e de bom senso. Alguns eram ilógicos e outros eram mal intencionados mesmo. Alguns creram por que Chico falou e isso para eles basta, erradamente basta e já merece a um bom tempo um BASTA. Vejo espiritas defenderem o chiquismo, o armondismo, o ramatisismo, o andreluizismo, o divinismo, o emmanuelismo, o joannismo, o divaldismo, etc. sobre o argumento de que é tudo espiritismo. Não, não é.

Espiritismo é a doutrina codificada por Kardec e com já dito pelo próprio apenas uma garantia séria ele tem: o CUEE e não a opinião pessoal de um só médium ou de alguns poucos espíritas que se deixam mistificar mistificando. Mas não basta só haver, hoje em dia, o CUEE, é preciso que se analise filosófica, lógica e racionalmente e por que não, cientificamente, os dados obtidos.

A História do Café da Manhã