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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

QUE TAL SE COMPORTAR COMO OPOSIÇÃO?



Tags: "keywords" content=" QUE TAL SE COMPORTAR COMO OPOSIÇÃO, Aécio Neves, DEM, Oposições, PSDB,QUE TAL SE COMPORTAR COMO OPOSIÇÃO, Aécio Neves, DEM, Oposições, PSDB

Caros,
um daqueles textos longos, puxando a orelha das oposições. Vamos lá.

Qual é a melhor hora para se opor ao governo? A resposta é esta: sempre! E refiro-me a qualquer oposição e a qualquer governo E deixo claro que o exercício do contraditório não quer dizer sabotagem — a exemplo do que fazia o PT no governo FHC. Para ser justo, agiu do mesmo modo em todos os governos, inclusive no do agora aliado nº 1, José Sarney.

Para ser legítima, uma oposição não precisa rejeitar tudo o que o adversário propõe, mas uma coisa é certa: se ela abre mão da vigilância, aí está perdida. É o caso de indagar: o que anda fazendo a oposição no Brasil neste momento? Resposta: dando um tiro no próprio pé. Antes que me detenha a esse aspecto em particular, quero trazer algumas coisas à memória.


A Congresso aprovou, finalmente, o regime de partilha para o pré-sal. Partilha por quê? A explicação tosca, infundada, é que o modelo da concessão servia para a exploração nas outras áreas, mas não no pré-sal, que seria, na expressão tolinha de Lula, adotada por Dilma Rousseff na campanha, um “bilhete premiado”.

O antigo sistema levou o Brasil perto da auto-suficiência. No governo FHC, a produção de petróleo dobrou — o que desmoraliza o discurso vigarista de sucateamento da Petrobras. A mudança tem muito de preconceito ideológico — e até ele é meio falsificado. O risco da exploração por partilha é todo do Brasil. As empresas que vão atuar na área não têm do que reclamar.

Mas não quero me estender nesse aspecto em particular. O fundamental é que o pré-sal foi aprovado, e, sobre a oposição, a gente poderia cantar com Cassiano (lembram-se?): “nem sequer ouvi falar seu nome”… Deixaram a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) sozinha, a defender a coisa certa.

Há dois dias, o ministro Guido Mantega veio a público para afirmar que será preciso, sim, cortar verba de obras do PAC porque o cobertor ficou curto. A oposição fez de conta que não ouviu. Curiosamente, quem reagiu foi o já quase ex-chefe do ministro: Luiz Inácio Lula da Silva. Dado o silêncio dos adversários, o PT encontra tempo de ficar brigando consigo mesmo.

Os oposicionistas só não ficaram mais mudos do que Dilma… Mantega fala num dia, e Lula o desmente no dia seguinte, quase ao mesmo tempo em que Paulo Bernardo vai à Comissão de Orçamento para anunciar uma superestimação de receita de R$ 12 bilhões — em suma, estamos de volta àquele mesmo corte a que se referia o ministro da Fazenda. Mas o governo ficou lá se dando ao luxo de bater cabeça. Não havia por que temer que a oposição explorasse a questão, certo?

Quando menos, Dilma deveria ser cobrada pelo cenário róseo com que acenou às massas.

Leia a conclusão aqui.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/tenho-uma-grande-ideia-para-a-oposicao-leiam-e-me-digam/

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