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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Reflexões e Máximas de Allan Kardec PARTE FINAL

Reflexões e Máximas de Allan Kardec PARTE FINAL
Conselhos, Reflexões e Máximas दे -Allan Kardec
R. E. 1866, p. 78: “Diremos primeiramente que o Espiritismo não podia ser responsável pelos indivíduos que tomam indevidamente a qualidade de médium, não mais que a ciência verdadeira não é responsável pelos escamoteadores que se dizem físicos. Um charlatão pode pois dizer que opera com a ajuda de Espíritos, como um prestidigitador diz que opera com a ajuda psíquica; é um meio, como outro, de lançar poeira aos olhos; tanto pior para os que nisto se deixam prender. Em segundo lugar, o Espiritismo condena a exploração da mediunidade, como contrária aos princípios da Doutrina do ponto de vista moral, e demonstrando que não deve nem pode ser um ofício nem uma profissão; todo médium que não tire de sua faculdade algum lucro direto ou indireto, ostensivo ou dissimulado, descarta, por isso mesmo, até a suspeição de trapaça ou charlatanismo; desde que não seja solicitado por algum interesse material, o malabarismo seria sem propósito. O médium que compreende o que há de grave e de sagrado em um dom dessa natureza, creria profaná-lo, ao fazê-lo servir às coisas mundanas para si e para os outros, ou se dele fizesse um objeto de divertimento e de curiosidade; respeita os Espíritos como quereria que se o respeitassem quando se tornar um Espírito, e não os colocaria em ostentação.
Em resumo, o médium, segundo os objetivos da Providência e do Espiritismo, quer seja artesão ou príncipe, porque dela há no palácio e nas choupanas, recebeu um mandato que cumpre religiosamente e com dignidade; não vê em sua faculdade senão um meio de glorificar Deus e de servir a seu próximo, e não um instrumento para servir seus interesses ou satisfazer sua vaidade; se faz estimar e respeitar por sua simplicidade, sua modéstia e sua abnegação, o que não é o fato com aqueles que procuram dela fazer um degrau.”
R. E. 1867, p. 300: “O desinteresse material, que é um dos atributos essenciais da mediunidade curadora, será também uma das condições da medicina medianímica? Como então conciliar as exigências da profissão com uma abnegação absoluta? Isto demanda algumas explicações, porque não é o mesmo caso.
A faculdade do médium curador não lhe custou nada; não exigiu dele nem estudo, nem trabalho, nem despesas; ele a recebeu gratuitamente para o bem de outro, e deve usá-la gratuitamente. Como precisa antes de tudo viver, se não tem, por si mesmo, recursos que o faça independente, deve procurar os meios no seu trabalho ordinário, como o havia feito antes de conhecer a mediunidade; ele não dá ao exercício de sua faculdade senão o tempo que lhe pode consagrar.
Fraudes Espíritas
R. E. 1859, p. 94: “De que há charlatães que vendem drogas em praças públicas, de que há mesmo médicos que, sem ir à praça pública, enganam a confiança alheia, se segue que todos os médicos são charlatães, e o corpo médico nisso seja atingido em nossa consideração? De que há gente que vende a tintura por vinho, se segue que todos os vendedores de vinho são fraudado-res e que não há nenhum vinho puro? Se abusa de tudo, mesmo das coisas mais respeitáveis, e pode-se dizer que a fraude também tem o seu gênio. Mas a fraude tem sempre um propósito, um interesse material qualquer; onde não há nada a ganhar, não há nenhum interesse a enganar. Também dissemos, a propósito dos médiuns mercenários, que a melhor de todas as garantias é um desinteresse absoluto.”
R. E. 1869, p. 42: “Estigmatizando a especulação, como nós o temos feito, temos a certeza de ter preservado a Doutrina de um verdadeiro perigo, perigo maior que a má vontade de seus antagonistas confessos, porque dela não restaria nada menos que seu descrédito; por isso mesmo, ela lhes teria oferecido um lado vulnerável, no entanto têm se detido ante a pureza de seus princípios. Não ignoramos que temos suscitado contra nós a animosidade dos especuladores, e que temos alienado seus participantes; mas que nos importa! Nosso dever é manter sob mão a causa da Doutrina e não os interesses deles; e esse dever, nós o cumpriremos com perseverança e firmeza até o fim.”
R. E. 1864, p. 78: “Mas não é somente contra a cupidez que os médiuns devem se manter em guarda; como os há em todas as faixas da sociedade, a maior parte está sob essa tentação; mas há um outro perigo, de outro modo bem grande, porque todos lhe estão expostos, que é o orgulho, onde se perde o maior número; é contra esse escolho que as mais belas faculdades vêm freqüentemente se quebrar. O desinteresse material é sem proveito se não estiver acompanhado do mais completo desinteresse moral. Humildade, devotamento, desinteresse e abnegação são as qualidades do médium amado pelos bons Espíritos.”
R. E. 1867, p. 8: “É preciso se figurar que estamos em guerra, que os inimigos estão à nossa porta, prestes a segurar a ocasião favorável, e que dirigem as inteligências no local.
Nesta circunstância, que há a fazer? Uma coisa bastante simples: se restringir estritamente dentro do limite dos preceitos da Doutrina: se esforçar em demonstrar o que ela é por seu próprio exemplo, e declinar toda solidariedade com aquilo que poderia ser feito em seu nome que fosse de natureza a desacreditá-la, porque isso não costuma ser o feito de adeptos sérios e convictos. Não basta se dizer espírita: aquele que o é de coração o prova por seus atos.
R. E. 1864, p. 3: “A moderação dos espíritas é o que assombra e contraria mais seus adversários; tentarão tudo para os fazer dela sair, mesmo a provocação; mas saberão frustrar essas manobras por sua prudência, como já fizeram em mais de uma ocasião, e não caíram nas ciladas que se lhes prepararam; verão, aliás, os instigadores se prenderem em seus próprios laços, porque é impossível que cedo ou tarde não revelem seus propósitos. Este é um momento mais difícil de passar do que aquele da guerra aberta, onde se vê o inimigo face a face: mas por mais rude seja prova, maior será o triunfo.
De resto, essa campanha teve um imenso resultado, o de provar a impotência das armas dirigidas contra o Espiritismo; os homens mais capazes do partido oposto entraram em liça; todos os recursos de argumentação têm sido desdobrados e, nada tendo sofrido o Espiritismo, cada um saiu convicto de que não se poderia lhe opor nenhuma razão peremptória, e a maior prova da penúria de boas razões é que se recorreu ao triste e ignóbil recurso da calúnia; mas aparentando uma boa vontade, pretendeu-se que o Espiritismo dissesse o contrário daquilo que ele diz: a Doutrina está lá, escrita em termos tão claros que desafiam toda falsa interpretação, é assim que a odiosidade da calúnia recai sobre aqueles que a empregam e os convence da sua impotência.”
R. E. 1865, p. 187: “Jamais uma Doutrina filosófica dos tempos modernos causou tanta comoção quanto o Espiritismo, jamais alguma tem sido atacada com tanta animosidade; esta a prova evidente de que se lhe reconhece mais vitalidade e raízes mais profundas que às outras, porque não se pega um enxadão para se arrancar uma haste de erva. Os espíritas, longe de se espantarem, devem se alegrar, pois isso prova a importância e a verdade da Doutrina. Se ela não fosse senão uma idéia efêmera e sem consistência, uma mosca que voa, não se lhe atiraria projéteis de artilharia; se fosse falsa, se lhe bateria intensamente com argumentos sólidos que teriam já triunfados; mas desde que nenhum daqueles que se lhe opuseram, a puderam deter, é porque ninguém encontrou defeito na couraça; não foi, no entanto, nem o talento nem a boa vontade que faltaram a seus antagonistas.”
R. E. 1865, p. 190: “O Espiritismo marcha através de numerosos adversários que, não o tendo podido pegar pela força, tentam pegá-lo pela astúcia; eles se insinuam por toda parte, sob todas as máscaras, e até nas reuniões íntimas, na esperança de surpreender um fato ou uma palavra que freqüentemente eles houveram provocado, e que esperam explorar em seu benefício. Comprometer o Espiritismo e torná-lo ridículo, tal é a tática por meio da qual esperam, a princípio, desacreditá-lo, para ter mais tarde um pretexto de interditar, se isso for possível, seu exercício público. Esta é a armadilha contra a qual é preciso estar em guarda, porque é armada de todos os lados, e à qual, sem o saber, dão a mão aqueles que se deixam levar pelas sugestões dos Espíritos zombeteiros e mistificadores.”
R. E. 1869, p. 357: “Trabalhemos para compreender, para crescer nossa inteligência e nosso coração; lutemos com os outros; mas lutemos com caridade e abnegação. Que o amor ao próximo, inscrito sobre nossa bandeira, seja nossa divisa: a pesquisa e a verdade, de qualquer parte que ela venha, nosso propósito único! Com tais sentimentos, desafiemos as zombarias de nossos adversários e as investidas de nossos competidores.
Mas, necessariamente, não o farão senão por um tempo e não poderão ser prejudiciais para o porvir: primeiramente porque são uma manobra da oposição que cairá pela força das coisas; por outro, qualquer que seja que digam e que façam, não poderão suprimir da Doutrina seu caráter distintivo: sua filosofia racional é lógica, sua moral consoladora e regeneradora. Hoje, as bases do Espiritismo estão colocadas de uma maneira inabalável; os livros escritos sem equívocos e colocados à disposição de todas as inteligências serão sempre a expressão clara e exata do ensino dos Espíritos e a transmitirão intacta àqueles que virão depois de nós.
Não precisamos perder de vista que estamos em um momento de transição, e que nenhuma transição se opera sem conflito. Não é preciso pois se admirar de ver se agitarem certas paixões; as ambições, os compromissos, os interesses contrariados, as pretensões decepcionadas; mas pouco a pouco tudo isso se extingue, a febre se acalma, os homens passam e as novas idéias permanecem. Espíritas, se querem ser invencíveis, sejam benevolentes e caridosos; o bem é uma couraça contra a qual sempre vêm se quebrar as manobras da malevolência.”
R. E. 1865, p. 264: “Por ora façamos o maior bem possível com ajuda do Espiritismo: façamo-lo mesmo a nossos inimigos; ser pagos com a ingratidão é o melhor meio de vencer certas resistências e de provar que o Espiritismo não é tão negro como alguns o pretendem.”
R. E. 1864, p. 326: “O Espiritismo, repito, em demonstrando, não por hipótese, mas por fatos, a existência de um mundo invisível e o porvir que nos espera, muda totalmente o curso das idéias; dá ao homem a força moral, a coragem e a resignação, porque não trabalha mais somente para o presente, mas para o futuro; sabe que se não desfruta hoje, desfrutará amanhã. Demonstrando a ação do elemento espiritual sobre o mundo material, amplia o domínio da ciência e abre, por isso mesmo, uma nova via ao progresso material. O homem terá então uma base sólida para o estabelecimento da ordem moral sobre a Terra; compreenderá melhor a solidariedade que existe entre os seres deste mundo, posto que esta solidariedade se perpetua indefinidamente; a fraternidade não é um palavra vã; ela destrói o egoísmo em lugar de ser destruída por ele e, muito naturalmente, o homem imbuído dessas idéias conformará a elas suas leis e suas instituições sociais.”
R. E. 1867, p. 278: “Um último caráter da revelação espírita, e que ressalta das condições mesmas nas quais foi feita, é que, apoiando-se sobre os fatos, ela não pode ser senão essencialmente progressiva, como todas as ciências de observação. Por sua essência, contrai aliança com a ciência que, sendo a exposição das leis da natureza, em uma certa ordem dos fatos, não pode ser contrária à vontade de Deus, o autor dessas leis. As descobertas da ciência glorificam a Deus em lugar de O rebaixar, elas não destroem senão o que os homens têm constru-ído sobre as idéias falsas que se tem feito de Deus.
O Espiritismo, marchando com o progresso, não será jamais ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe mostrarem que está em erro sobre um ponto, ele se modificará nesse ponto; se uma nova verdade se revela, ele a aceita.”
R. E. 1869, p. 258: “O Espiritismo não é mais solidário com aqueles que prazam em se dizerem espíritas, do que a medicina o é com os charlatães que a exploram, nem do que a saudável religião o é com os abusos ou mesmo com os crimes cometidos em seu nome. Não reconhece por seus adeptos senão os que colocam em prática seus ensinamentos, isto é, que trabalham para sua própria melhora moral, esforçando-se em vencer suas más inclinações, ser menos egoístas e menos orgulhosos, mais doces, mais humildes, mais pacientes, mais benevolentes, mais caridosos para com o próximo, mais moderados em todas as questões, porque este é o sinal característico do verdadeiro Espírita.”
R. E. 1869, p. 25: O Espiritismo não é uma concepção pessoal nem o resultado de um sistema preconcebido. É a resultante de milhares de observações feitas em todos os pontos do globo e que convergem para o centro que os colige e coordena. Todos os seus princípios constituintes, sem exceção, são deduzidos da experiência. A experiência sempre tem precedido a teoria. O Espiritismo, assim se pensa, desde seu início, tem raízes por toda parte; a história não oferece nenhum exemplo de uma doutrina filosófica ou religiosa que tenha, em dez anos, reunido um tão grande número de adeptos; e entretanto não empregou, para se fazer conhecer, nenhum dos métodos vulgarmente em uso; propagou-se por si mesma, pelos simpatizantes que encontrou.
O Espiritismo é uma Doutrina filosófica que tem conseqüências religiosas, como toda filosofia espiritual; por isso mesmo, toca nas bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura; mas não é neste ponto uma religião constituída, visto que não há culto, nem rituais, nem templo, e que, entre seus adeptos, não há nenhum padre ou bispo. Essas qualificações são pura invenção da crítica. Só é espírita quem simpatiza com os princípios da Doutrina, e quem nela conforma sua conduta. É uma opinião, como qualquer outra, que cada um deve ter o direito de professar, como se o tem de ser judeu, católico, protestante, fourierista, sansimoniano, voltariano, cartesiano, deísta e mesmo materialista.
É por isso que inscreveu na lista de suas máximas: “Não há fé inabalável senão aquela que pode enfrentar a razão face a face em todas as épocas da humanidade.” Conseqüente com seus princípios, o Espiritismo não se impõe a ninguém; ele quer ser aceito livremente e por convicção.
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O progresso intelectual, realizado até este dia nas mais largas proporções, é um grande passo, e marca uma primeira fase da Humanidade; mas sozinho é impotente para regenerá-la; enquanto o homem estiver dominado pelo orgulho e o egoísmo, utilizará sua inteligência e seus conhecimentos para proveito de suas paixões e de seus interesses pessoais; por isso que os aplica no aperfeiçoamento de meios de prejudicar os outros e de se destruir entre si.
SOMENTE O PROGRESSO MORAL PODE ASSEGURAR AOS HOMENS A FELICIDADE NA TERRA, COLOCANDO UM FREIO ÀS PAIXÕES MÁS; SOMENTE ELE PODE FAZER REINAR ENTRE OS HOMENS A CONCÓRDIA, A PAZ, A FRATERNIDADE. É ele que derrubará as barreiras entre os povos, que fará cair os preconceitos de casta e calar os antagonismos de seitas, ensinando os homens a se considerarem irmãos chamados a se auxiliarem mutuamente e não a viver à custa uns dos outros. Será ainda o progresso moral, secundado aqui pelo progresso da inteligência, que reunirá os homens numa mesma crença estabelecida sobre as verdades eternas, não sujeitas a controvérsias e, por isso mesmo, aceita por todos.
A unidade de crença será o laço mais forte, o fundamento mais sólido da fraternidade universal, ferida desde todos os tempos pelos antagonismos religiosos que dividem os povos e as famílias, que fazem ver no próximo inimigos a serem evitados, combatidos, exterminados, em vez de irmãos a serem amados.”
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
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ALLAN KARDEC
OBRAS PÓSTUMAS
Obra publicada após a desencarnação de Allan Kardec, apresenta, inicialmente, uma biografia do Codificador, seguida do discurso pronunciado por Camille Flammarion junto ao túmulo de Kardec quando do sepultamento do seu corpo físico.
Reunindo importantes registros deixados por Allan Kardec, acerca de pontos doutrinários e fundamentais do Espiritismo, divide-se este trabalho em duas grandes partes: a primeira aborda assuntos como: caráter e conseqüências religiosas das manifestações dos Espíritos, as cinco alternativas da Humanidade, questões e problemas, as expiações coletivas, liberdade, igualdade e fraternidade, música espírita, a morte espiritual, a vida futura; a segunda parte inclui apontamentos em torno da iniciação espírita e o roteiro missionário de Kardec, assim como uma “exposição de motivos”, apresentada na “Constituição do Espiritismo”, como precioso legado do mestre lionês às sociedades espíritas do futuro.DOWNLOAD CLIQUE AQUI
http://www.4shared.com/file/70200735/48ff9bae/Allan_Kardec_-_Obras_Pstumas.html
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A Cadeia Ideal.

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A Cadeia Ideal.
Ele criou a “cadeia-acampamento”, que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal.
inclusive, tem de pagar.
Proibiu fumar, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro
da prisão e nem permite que os detentos pratiquem halterofilismo.
Começou a montar equipes de detentos que,correntados uns aos outros, (chain gangs), são levados à cidade para prestarem serviços para a
comunidade e trabalhar nos projetos do condado.
Para não ser processado por discriminação racial, começou a montar equipes de detentas também, nos mesmos moldes das equipes de detentos .
Cortou a TV a cabo dos detentos, mas quando soube que TV a cabo nas prisões era uma determinação judicial, religou, mas só entra o canal do Tempo e da Disney.
Quando perguntado por que o canal do tempo, respondeu que era para os detentos saberem que temperatura vão enfrentar durante o dia quando estiverem prestando serviço na comunidade, trabalhando nas estradas, construções, etc.
Em 1994, cortou o café, alegando que além do baixo valor nutritivo, estava protegendo os próprios detentos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detentos, sem falar na economia aos cofres públicos de quase US$ 100, 000.00/ano.
Quando os detentos reclamaram, ele respondeu:
- Isto aqui não é hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais.
Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outros tipos de vídeo na prisão.
Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detentos, respondeu que nem se tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.
Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agencia de noticias publicou:
Com a temperatura atingindo 116 F , ( 47 C ), em Phoenix no Arizona, mais de 2000
detentos na prisão acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme
da prisão e ficar só de shorts, (cor de rosa), que os detentos recebem do governo.
Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os
detentos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.
Diz ele aos detentos:
- Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120°F ( 50°C ),
vivem em tendas iguais a vocês, e ainda tem de usar fardamento, botinas,carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto calem a boca e parem de reclamar “.
Se houvessem mais prisões como essa, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente.
Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a pão-de-ló, tendo do bom e melhor, até serem soltos pra voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.
Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei, e pagadores de impostos não tem, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos tem na prisão.
SABE O QUE ACONTECE AQUI??? ACONTECE ISSO....
....Segundo o Relatório Estatístico do Ministério da Justiça, de dezembro de 2008, no Brasil há 422.590 presos, para apenas 245.367 vagas. A população carcerária brasileira cresce, em média, 7% ao ano, e a criação de novas vagas não acontece no mesmo ritmo. Cada presidiário custa R$ 1.600,00 para o Estado e 60% deles estão presos sem julgamento.
Para o presidente do Instituto dos Magistrados do Distrito Federal (IMAG-DF), desembargador Valter Xavier, a situação chegou nesse patamar por falta de comprometimento público, e não há como resolver o impasse sem um planejamento de longo prazo. “Soluções imediatistas não costumam resolver nada. Se cada preso custa R$ 1.600,00 ao Estado, talvez seja o caso de pensar por que esse mesmo Estado paga menos do que isso para os professores
Eu pergunto vc ganha R$ 1.600,00 do governo???
Veja a página do Xerife>> http://www.mcso.org/index.php?a=GetSubModule&mn=Our_Jails&sm=Jail_Facilities
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Reflexões e Máximas de Allan Kardec 5ºPARTE

Reflexões e Máximas de Allan Kardec 5ºPARTE
Fragmentos extraídos dos doze primeiros anos da “Revista Espírita”
R. E. 1866, p. 299: “Ele não disse: Fora do Espiritismo não há salvação, mas com o Cristo: Fora da caridade não há salvação, princípio de união, de tolerância, que unirá os homens dentro de um sentimento de fraternidade, em lugar de os dividir em seitas inimigas. Por este outro princípio: Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade, ele destrói o império da fé cega que aniquila a razão, da obediência passiva que embrutece; ele emancipa a inteligência do homem e levanta sua moral.”
R. E. 1868, p. 377: “Acrescentamos que a tolerância, conseqüência da caridade, que é a base da moral espírita, lhe fez como dever respeitar todas as crenças. Querendo ser aceito livremente por convicção e não por contrição, proclamando a liberdade de consciência como um direito natural imprescindível, disse: Se tenho razão, os outros acabarão por pensar como eu; se estiver errado, acabarei por pensar como os outros. Em virtude desses princípios, não lançando pedra em ninguém, não dará nenhum pretexto a represálias, e deixará aos dissidentes toda a responsabilidade de suas palavras e de seus atos.”
Os amigos desastrados
R. E. 1863, p. 74: “Dessa forma, se ninguém pode deter a marcha geral do Espiritismo, são as circunstâncias que lhe podem trazer entraves parciais, como uma pequena barragem que pode diminuir o curso de um rio sem o impedir de escoar. Dessa espécie são os passos inconsiderados de certos adeptos, mais zelosos que prudentes, que não calculam bem a importância de seus atos ou de suas palavras; por isso produzem sobre as pessoas ainda não iniciadas na Doutrina uma impressão desfavorável, bem mais própria a afastá-los que as diatribes dos adversários. O Espiritismo está, sem dúvida, muito difundido, mas o seria ainda mais se todos os adeptos tivessem sempre escutado os conselhos da prudência e soubessem se colocar em uma sábia reserva. É preciso, sem dúvida, ter em conta a intenção, mas é certo que mais de um tem justificado o provérbio: Mais vale um inimigo declarado do que um amigo desastrado. O pior disto, é fornecer as armas aos adversários que habitualmente sabem explorar uma falta de jeito. Não seria pois excessivo recomendar aos espíritas para refletir maduramente antes de agir; em tal caso, manda a prudência o não referir-se à sua opinião pessoal. Hoje, que de todos os lados se formam grupos ou sociedades, nada é mais simples que se harmonizar antes de agir. O verdadeiro Espírita, não tendo em vista senão o bem da coisa, sabe fazer abnegação do amor-próprio; crer em sua própria infalibilidade, recusar se render à opinião da maioria e persistir em um caminho que se demonstra mau e comprometedor, não é a postura de um verdadeiro espírita; isto seria fazer prova de orgulho se não for de fato uma obsessão.”Allan Kardec não pára de nos colocar em guarda contra as comunicações de certas categorias de Espíritos e nos recomenda a cada instante a sempre passar todos os seus ditados pelo cadinho da consciência e da razão.
R. E. 1863, p. 75: “Esses falsos sábios falam de tudo, reavivando os sistemas, criando utopias, ou ditando as coisas mais excêntricas, e ficam felizes de encontrar intérpretes complacentes e crédulos que aceitem suas elucubrações de olhos fechados.
Esse tipo de publicações são inconvenientes muito graves, porque o médium, tendo enganado a si mesmo, seduzido mais freqüentemente por um nome apócrifo, as dá como coisas sérias; do que a crítica se apodera com empenho para denegrir o Espiritismo, ao passo que, com menos presunção, seria suficiente tomar conselhos de seus colegas para ser esclarecido.
É muito raro que, nesse caso, o médium não ceda à injunção de um Espírito que quer - ai de mim! - como certos homens, de qualquer modo se impor; com mais experiência, saberia que os Espíritos verdadeiramente superiores aconselham, mas não se impõem nem nunca se envaidecem, e que toda prescrição imperiosa é um sinal suspeito.”
R. E. 1863, p. 159: “Não se saberia pois, em relação à publicidade, trazer muita circunspecção, nem calcular com suficiente cuidado o efeito que pode ser produzido sobre o leitor. Em resumo, é um grave erro o se crer obrigado a publicar tudo que dizem os Espíritos, porque se os há bons e iluminados, os há maus e ignorantes; é importante fazer uma escolha muito rigorosa de suas comunicações e de descartar tudo que é inútil, insignificante, falso ou de natureza a produzir uma má impressão. É preciso semear, sem dúvida, mas semear os bons grãos e no momento oportuno.
É nesse tipo de trabalho medianímico que notamos mais os sinais de obsessão, dos quais um dos mais freqüentes é a injunção da parte do Espírito de os fazer imprimir, e mais de um pensa erradamente que esta recomendação é suficiente para encontrar um editor empenhado de se encarregar disso.”
R. S. 1863, p. 158: “Em toda obra mediúnica, convém primeiramente descartar tudo aquilo que, sendo de interesse privado, não interessa senão àquele que lhe concerne; depois, tudo aquilo que é vulgar pelo estilo dos pensadores, ou pueril pelo assunto; uma coisa pode ser excelente em si mesma, muito boa para fins de instrução pessoal, mas aquilo que deve chegar ao público exige condições especiais; infelizmente, o homem está inclinado a imaginar que tudo aquilo que lhe agrada deve agradar aos outros; o mais hábil pode se enganar; o que importa de tudo é se enganar o menos possível. Há Espíritos que se aprazem em manter essa ilusão junto a certos médiuns: é por isso que não seria excessivo recomendar a esses últimos de não se render em absoluto a seu próprio julgamento, e é nisso que os grupos são úteis, por causa da multiplicidade de pareceres que se permite recolher; aquele que, neste caso, recusasse a opinião da maioria, crendo ter mais luzes que todos, provaria de forma superabundante a má influência sob a qual se encontra.”
R. E. 1864, p. 323: “É um fato constatado que o Espiritismo é mais entravado por aqueles que o compreendem mal do que por aqueles que não o compreendem de todo, e mesmo por seus inimigos declarados; e é de se notar que aqueles que o compreendem mal têm geralmente a pretensão de o compreender melhor do que os outros; não é raro de ver novatos pretender, no fim de alguns meses, admoestar àqueles que têm experiência, por eles adquirida por estudos sérios. Essa pretensão, que trai o orgulho, é ela mesma uma prova evidente da ignorância dos verdadeiros princípios da Doutrina.”
A um amador, muito crédulo, que se acreditava iludido por um médium assalariado, e que pedira a Allan Kardec que o entregasse à justiça dos homens, à espera de que fosse punido pela de Deus, o mestre respondeu:
R. E. 1865, p. 88: “Lamento que você tenha podido pensar que eu serviria, no que quer que seja, a seus desejos vingativos, tomando providências para levar os culpados à justiça. Isto sendo, você se equivoca singularmente sobre meu papel, meu caráter e minha compreensão dos verdadeiros interesses do Espiritismo. Se você é realmente, como você o diz, meu irmão em Deus, creia-me, implore Sua clemência e não Sua cólera; porque aquele que chama essa cólera sobre outro, corre o risco de a fazer cair sobre si mesmo.”
R. E. 1869, p. 354: “Esses fenômenos, trazidos à moda pelo atrativo da curiosidade, se tornaram uma diversão, e tentaram a cupidez das gentes sob o pretexto de que isso seria novidade, na esperança de encontrar uma porta aberta. As manifestações pareciam uma matéria maravilhosamente explorável, e mais de um sonhava em se fazer um auxiliar de tal indústria; outros viam uma variante da arte de adivinhação, um meio talvez mais seguro que a cartomancia, a borra de café, etc..., para conhecer o porvir e descobrir as coisas ocultas, porque, segundo a opinião de então, os Espíritos deviam tudo saber.
Desde que essa gente viu que a especulação escorregava de suas mãos e tendia à mistificação, que os Espíritos não vinham lhes ajudar a fazer fortuna, lhes dar os bons números de loteria, lhes ler a sorte verdadeira, lhes fazer descobrir tesouros ou recolher as heranças, lhes dar qualquer uma boa invenção frutuosa e patenteável, suprir a sua ignorância e lhes dispensar de todo trabalho intelectual e material, então os Espíritos não serviriam para nada, suas manifestações não seriam senão ilusões. Da mesma forma que eles haviam promovido o Espiritismo, enquanto que eles tiveram a esperança de lhe retirar um lucro qualquer, da mesma forma o denegriram quando veio o desapontamento. Mais de um crítico que o escarneceu o retrataria nas nuvens se lhe houvesse feito descobrir um tio na América ou ganhar na Bolsa.”
Revista Espírita,Revista Espírita,Revista Espírita,Revista Espírita
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FHC aceita o duelo que Lula não pode recusar

FHC aceita o convite para o duelo que Lula não pode recusar
Perto das 8 da noite desta quarta-feira, no intervalo de uma reunião no Instituto Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente ouviu a pergunta já no primeiro minuto da conversa por telefone:
─ Posso dizer que o senhor aceita debater publicamente com o presidente Lula?
─ Pode, claro.
─ Alguma pré-condição?
─ Nenhuma. Mas é bom deixar claro que não propus nenhum desafio. Não estou desafiando ninguém. Estou apenas aceitando um convite.
─ Vou dar a notícia amanhã.
─ Pode dar. Debate é sempre saudável. Aceito pelo Brasil.
No mesmo dia em que Fernando Henrique Cardoso topou o convite, o deputado Ricardo Berzoini entoou a cantilena que obriga o presidente a aceitá-lo também. “Vamos, sim, fazer a comparação entre os oito anos de Lula e os oito anos de FHC”, recitou. “O eleitor precisa ser lembrado de como foi um governo e o outro”.
O eleitor merece saber se Lula recebeu uma herança maldita e reconstruiu o país, como repete há pelo menos seis anos, ou se resolveu valer-se de mentiras e fantasias para desqualificar o legado do antecessor que acabou com a inflação, consolidou a democracia constitucional e fixou diretrizes econômicas que, em sua essência, vigoram até hoje. É assunto sério demais para ser tratado por intermediários, muito menos por moleques de recado. É coisa para gente grande. Os eleitores merecem ver em ação os dois protagonistas ─ só eles, e sem figurantes por perto.
O debate se tornou inevitável no momento em que o presidente decidiu que a eleição tem de ser plebiscitária. FHC já topou. Lula não poderá furtar-se ao duelo que provocou.
Tags: debate, eleição plebiscitária, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Ricardo Berzoini
FONTE: http://veja.abril.com.br/index.shtml
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Vegetarianismo e Espiritismo

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Vegetarianismo e Espiritismo
Francisco Amado
Segundo o Livro dos Espiritos nós não apenas podemos comer carne como PRECISAMOS comer carne.
Sendo assim, espíritas de todo o Brasil, não se acanhem. Os animais têm uma função também - como o próprio LE nos informa - e essa função é nos servir, como servem a todos os encarnados até nos mundos superiores (isso também está no LE).
Se você quiser ou desejar parar de comer carne é uma opção livre. Em alguns casos há recomendação médica neste sentido. Mas, se você utiliza uma suposta culpa espiritual por se alimentar de carne, esqueça - a doutrina espírita o isenta de qualquer responsabilidade.
A única coisa que seria recomendável é abster-se do abuso. Comer carne para se nutrir é algo já explicado. Mas, comer carne para mero deleite gastronômico ou por puro paladar já é uma atitude que pode ser incluinda no rol dos abusos contra os animais.
Vamos consultar o LIVRO DOS ESPIRITOS.
Voltando ao mestre Kardec, iremos à questão 722:
“Será racional a abstenção de certos alimentos, prescrita a diversos povos?
- Permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que não lhe prejudique a saúde. “Alguns legisladores, porém, com um fim útil, entenderam de interdizer o uso de certos alimentos e, para maior autoridade às suas leis, apresentaram-nas como emanadas de Deus.”
723. A alimentação animal é, com relação ao homem, contrária à lei da Natureza?
“Dada a vossa constituição física, a carne alimenta a carne, do contrário o homem
perece. A lei de conservação lhe prescreve, como um dever, que mantenha suas forças e sua saúde, para cumprir a lei do trabalho. Ele, pois, tem que se alimentar conforme o reclame a sua organização.”
724. Será meritório abster-se o homem da alimentação animal, ou de outra
qualquer, por expiação?
“Sim, se praticar essa privação em benefício dos outros. Aos olhos de Deus, porém,
só há mortificação, havendo privação séria e útil. Por isso é que qualificamos de hipócritas os que apenas aparentemente se privam de alguma coisa.” (720)
Claramente, o movimento vegetariano, a despeito de suas boas intenções, está lutando contra a natureza, e sua luta desigual continuará até o dia distante em que os bioquímicos conseguirem finalmente criar uma dieta sintética completa a partir de elementos químicos básicos, própria para ser consumida por todos nós.
Vejamos ainda o que consta de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”:
“… Amai, pois, a vossa alma, mas cuidai também do corpo, instrumento da alma; desconhecer as necessidades que lhe são peculiares por força da própria natureza, é desconhecer as leis de Deus. Não o castigueis pelas faltas que o vosso livre arbítrio o fez cometer, e pelas quais ele é tão responsável como o cavalo mal dirigido o é, pelos acidentes que causa. Sereis por acaso mais perfeitos, se, martirizando o corpo, não vos tornardes menos egoístas, menos orgulhosos e mais caridosos? Não, a perfeição não está nisso, mas inteiramente nas reformas a que submeterdes o vosso Espírito. Dobrai-o, subjugai-o, humilhai-o, mortificai-o: é esse o meio de o tornar mais dócil à vontade de Deus, e o único que conduz à perfeição.”
Tal ensino está em perfeita conformidade com o do Cristo, exarado nas seguintes passagens:
“E chamando a si as turbas, lhes disse: Ouvi e entendei.
Não é o que entra pela boca o que faz imundo o homem, mas o que sai da boca, isso é o que faz imundo o homem”. (Mateus, XV:11).
“E respondendo Pedro, lhe disse: Explica-nos essa parábola. E respondeu Jesus: Também vós outros estais ainda sem inteligência? Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce ao ventre, e se lança depois num lugar escuso? Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e estas são as que fazem o homem imundo; porque do coração é que saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as fornicações, os furtos, os falsos testemunhos, as blasfêmias. Estas coisas são as que fazem imundo o homem. O comer, porém, com as mãos por lavar, isso não faz imundo o homem. (Mateus, XV: 16-20).
O comentário ao ensinamento de Jesus, contido n’O Evangelho Segundo o Espiritismo, é incisivo:
“…Como era mais fácil observar a prática dos atos exteriores, do que se reformar moralmente, de lavar as mãos do que limpar o coração, os homens se iludiam a si mesmos, acreditando-se quites com a justiça de Deus, porque se habituavam a essas práticas e continuavam como eram, sem se modificarem.”
A verdade é que a alimentação não define, por si só, o potencial mediúnico dos médiuns que deverão dar muito maior validade à sua vida moral do que à comida obviamente.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Um Movimento Politico de Guerrilha.

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