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sábado, 6 de junho de 2026

Mais uma mentira propaganda por Kardec


A mentira propagada por Allan Karedc no Evangelho segundo o Espiritismo

Fora Da Igreja Não Há Salvação – Fora Da Caridade Não Há Salvação  

                8 – Enquanto a máxima: Fora da caridade não há salvação apóia-se num princípio universal, abrindo a todos os filhos de Deus o acesso à felicidade suprema, o dogma: Fora da Igreja não há salvação apóia-se, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as religiões, mas na fé especial em dogmas particulares. É, portanto, exclusivista e absoluto. Em vez de unir os filhos de Deus, divide-os. Em vez de incitá-los ao amor fraterno, mantém e acaba por legitimar a animosidade entre os sectários dos diversos cultos, que se consideram reciprocamente malditos na eternidade, sejam embora parentes ou amigos neste mundo; e desconhecendo a grande lei de igualdade perante o túmulo, separa-os também no campo-santo. 
 A máxima: Fora da caridade não há salvação é a conseqüência do princípio de igualdade perante Deus e da liberdade de consciência. Tendo-se esta máxima por regra, todos os homens são irmãos, e seja qual for a sua maneira de adorar o Criador, eles se dão às mãos e oram uns pelos outros. 
  Com o dogma: Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se e perseguem-se mutuamente, vivendo como inimigos: o pai não ora mais pelo filho, nem o filho pelo pai, nem o amigo pelo amigo, desde que se julgam reciprocamente condenados, sem remissão. Esse dogma é, portanto, essencialmente contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei evangélica.

Agora vamos ver a verdade! 
O clássico axioma «Fora da Igreja não há salvação» é geralmente mal entendido, dando lugar a problemas que não existiriam caso houvesse melhor compreensão da fórmula. Em nossa resposta, examinaremos primeiramente algo do histórico desse adágio; isto facilitará o discernimento do sentido autêntico que se lhe deve dar.


1. Origem e histórico da fórmula
1.1. Segundo alguns autores, a fórmula «Fora da Igreja não . há salvação» tem as suas premissas em certas afirmações da Sagrada Escritura.

Quais seriam, pois, essas afirmações? Citam-se, entre outras, as seguintes:

Em Mc 16,16s, diz Jesus a seus Apóstolos: «Ide pelo mundo inteiro, e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado, será salvo; quem não crer, será condenado».

Outrossim em Mt 10, 14s: «Se alguém não vos acolher nem ouvir as vossas palavras, sai dessa casa ou cidade, sacudindo o pó de vossos pés. Digo-vos em verdade: haverá no dia do juízo menos rigor para a região de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade».

À primeira vista, tais palavras podem despertar a ideia de que realmente só há salvação para quem aceite a mensagem do Evangelho. — Contudo já se tem observado, e com razão, que os dizeres do Senhor só visam aqueles que recusam positivamente a pregação e a Igreja; não consideram o caso dos homens aos quais não é dada notícia do Evangelho; estes não fazem parte da Igreja, mas também nunca tiveram a possibilidade de a conhecer.

A propósito, há quem lembre a solene declaração de São Pedro:

«(Jesus) é a pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou pedra angular. Em nenhum outro se encontra a salvação, pois, debaixo do céu, nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual devamos ser salvos» (At 4, 11s).




Estes dizeres parecem completar-se no seguinte trecho de S. Paulo:
Jesus Cristo é «a Cabeça Suprema da Igreja. A Igreja é o Corpo de Cristo, a plenitude daquele que enche tudo em todos» (Ef 1,22s).

Consequentemente, dizem, «comunhão com Cristo» implica «comunhão com a Igreja», de modo que fora da Igreja não há salvação.
A conclusão parece bem consentânea com o pensamento dos Apóstolos. Em que sentido preciso, porém, deverá ser entendida?

É o que vamos examinar, percorrendo os principais testemunhos da Tradição cristã.

1.2. Nestes transparece desde cedo a tese de que aqueles que recusam a autoridade doutrinária e disciplinar da Igreja se excluem da salvação eterna.

 Assim já Sto. Inácio de Antioquia (+107) ensinava:

«Todos aqueles que pertencem a Deus e a Jesus Cristo, estão com o bispo. E todos aqueles que, arrependidos, voltam à unidade da Igreja, pertencem também a Deus... Não vos enganeis, irmãos: quem quer que introduza cisma (ruptura na Igreja), não herdará o reino de Deus» (Aos Filadelfos 3, 2s).

No século seguinte, por volta de 249-251, é Orígenes, famoso escritor cristão de Alexandria, quem observa:

«Se alguém quer ser salvo, entre nessa casa (a Igreja)... Que ninguém se iluda...: fora dessa casa, isto é, fora da Igreja, ninguém é salvo; se alguém sair, tornar-se-á responsável da sua própria morte» (In Iosue h. 3,5).

Contemporaneamente, em 251, observava S. Cipriano, bispo de Cartago:

«Quem abandona a Igreja para aderir a uma (seita) adúltera, se aparta das promessas feitas à Igreja. Não obterá as recompensas de Cristo, aquele que deixa a Igreja de Cristo... Não pode ter Deus por Pai aquele que não tenha a Igreja por Mãe. Caso alguém tenha conseguido salvar-se fora da arca de Noé, também fora da Igreja conseguirá alguém salvar-se» (De catholicae Ecclesiae unitate 6).


Ficou célebre na literatura cristã a imagem da arca de Noé, fora da qual ninguém escapou à morte do dilúvio: a Igreja de Cristo seria a verdadeira arca da salvação...


Os escritores cristãos desenvolviam ainda mais claramente o seu pensamento, quando afirmavam que pertencer a Cristo e à Igreja significa outrossim, e necessàriamente, pertencer à jurisdição de Pedro: o sinal concreto e imediato da adesão a Cristo seria a adesão a Pedro e a seu sucessor visível. Eis como S. Ambrósio (+397) em Milão se exprimia:



«Foi a Pedro que Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja'. Onde, pois, está Pedro, ai está a Igreja; e, onde está a Igreja, já não há morte, mas a vida eterna. É por isto que o Senhor acrescenta: 'As portas do inferno não prevalecerão contra ela, e eu te darei as chaves do reino dos céus'» (In Ps 40, 40).
Por volta de 374/379, São Jerônimo, escrevendo ao Papa São Dâmaso, fazia eco ao Doutor de Milão:

«Quanto a mim, não seguindo outro Chefe senão o Cristo, uno-me a Vossa Beatitude, isto é, à cátedra de Pedro. Foi sobre essa pedra, bem o sei, que a Igreja foi fundada. Todo aquele que come o Cordeiro fora dessa casa, é profano. Quem não estiver na arca de Noé, perecerá quando vier o dilúvio» (epist. 15,2).

1.3. Esses textos, enfáticos como são, não podem deixar de despertar no leitor a questão: Como os respectivos autores entendiam a adesão à Igreja que eles assim recomendavam?

Não há duvida, na maioria dos casos tinham em mente a adesão explícita, ou seja, a adesão mediante a recepção dos sacramentos e a profissão do credo cristão. Não se poderia, porém, deixar de referir que na antiguidade mesma uma concepção mais larga se fazia ouvir por meio de um ou outro autor.

O próprio São Cipriano, por exemplo, embora afirmasse não haver salvação fora da Igreja, admitia a validade do mero desejo de Batismo ou da simples conversão do coração, no caso de não se poder receber o sacramento; tal se teria dado com o bom ladrão, que, tocado pela graça na hora da morte, se arrependeu de seus pecados e ouviu de Cristo a palavra de salvação. S. Agostinho (+430) reafirmou a mesma proposição (cf. De baptismo contra Donatistas 1. IV, c. XXII 29).

Contudo um dos testemunhos mais explícitos em favor do «Batismo de desejo» ou do desejo de Batismo é o de S. Ambrósio: em 392 o Imperador Valentiniano II morrera assassinado, sem ter tido o tempo de receber o sacramento do Batismo, a que ele ardentemente aspirava; foi então que em sua oração fúnebre o bispo de Milão assim se manifestou:

«Quanto a mim, perdi aquele que eu ia gerar para o Evangelho. Ele, porém, não perdeu a graça que pediu... Estou consciente da vossa aflição por não ter ele recebido os mistérios do Batismo. Mas dizei-me: que temos nós em nosso poder se não apenas a vontade e o desejo? Ora em tempos passados ele manifestou o desejo de ser iniciado (no Cristianismo) antes de entrar na Itália, e declarou seu desígnio de receber logo das minhas mãos o Batismo... Deixou ele então de receber a graça que ele desejou e pediu ? Não pode haver dúvida de que, se a pediu, ele a recebeu» (De obitu Valentiniani consolatio 29. 51).

Este depoimento de S. Ambrósio é de importância notável, pois muito serve ao estudioso moderno para conceber o reto sentido do adágio «Fora da Igreja não há salvação».

1.4. Passando agora à Idade Média, notamos que os testemunhos que se possam colher sobre o assunto nessa época, inculcam geralmente a necessidade da adesão visível à Igreja de Cristo. — A esta altura, aliás, convém lembrar uma nota bem característica da mentalidade medieval que contribuirá para explicar tal posição teológica: os medievais não se preocupavam muito com os povos que habitassem fora dos confins do mundo cristão. Isto está longe de significar que não tinham caridade; apenas quer dizer que não possuíam o senso da história e da geografia em grau muito apurado. Em outros termos: não eram «curiosos» de focalizar e estudar o que se dava entre os homens fora dos confins do Cristianismo.

Alguns estudiosos modernos lembram que, por vezes na Idade Média o habitante de terras longínquas pagãs era dito popularmente «o Etíope» (Aethiops), figura em torno da qual havia mais rumores e boatos fantásticos do que conhecimentos seguros. Raros eram os relatos de viagem que missionários provenientes do Oriente entregavam ao público europeu (dentre tais documentos destacava-se a narrativa de Asselino e João Plancarpino, que em 1245 contavam o que haviam visto na Pérsia e no Turquestão; contudo somente os mais informados dos europeus tinham conhecimento de tal relatório).

Inegavelmente, essa falta de intercâmbio assíduo entre europeus e não-europeus de regiões distantes possibilitava, entre os ocidentais, a formação de conceitos lendários concernentes aos asiáticos e africanos, dificultando qualquer reflexão séria sobre a dignidade e a eterna salvação de tais indivíduos.

O que os autores medievais conheciam bem, era uma sociedade cristã que tendia a ser a «Civitas Dei» (a Cidade de Deus), na qual o «não pertencer» à Igreja visível se dava geralmente por motivo de heresia, apostasia ou delito contra a fé ou a moral, supondo culpa grave na consciência do indivíduo; à vista disto, compreende-se, os medievais eram facilmente levados a crer que quem se separasse da Igreja se colocava fora da arca de Noé e se entregava à ruína espiritual.

Para ilustrar estas afirmações, citamos aqui dois textos, nos quais ocorre o axioma «Fora da Igreja não há salvação»... Ocorre justamente visando hereges medievais (principalmente valdenses e cátaros); esses hereges eram geralmente cristãos batizados que, em determinada "época de sua vida, haviam apostatado da fé, cedendo ao orgulho e às paixões; em vista de tais casos é que a advertência severa se formulava.

Assim para os valdenses que desejassem voltar à Igreja, foi composta a seguinte profissão de fé, submetida a Durando de Osca, chefe da seita, e aos seus correligionários, aos 18 de dezembro de 1208:

«Cremos de coração, e confessamos com os lábios, uma só Igreja, não a dos hereges, mas a que é santa romana, católica e apostólica, fora da qual cremos que ninguém é salvo (extra quam neminem salvar! credimns)» (Denzinger, Enchiridion 423).

O IV Concilio do Latrão em 1215, tendo em vista outrossim os hereges da época, declarava: «A Igreja universal dos fiéis é única, fora da qual absolutamente ninguém se salva (extra quam nullus omnino salva tur); nela Jesus Cristo mesmo é simultaneamente sacerdote e vítima...» (Denzinger, ob. cit. 430).

Estas observações já elucidam de algum modo a mentalidade dos medievais referente à salvação dentro e fora da Igreja.

1.5. Veio o séc. XVI com as suas grandes descobertas geográficas ... Estas puseram os cristãos em contato com grande número de povos até então desconhecidos; a existência de tantas e tantas gerações de homens que até aquela época ainda não tinham sido evangelizados, levou paulatinamente os pensadores cristãos a focalizar atentamente a questão de sua salvação eterna: poder-se-ia aplicar, sem mais, a esses povos o critério antigo e, em consequência, asseverar que, pelo fato de não haverem pertencido visivelmente à Igreja, estavam para sempre rejeitados por Deus? A essa conclusão parecia opor-se, entre outros argumentos, a índole honesta e reta de muitos pagãos; ademais, alguns mestres cristãos eram propensos a julgar que o sacrifício do Filho de Deus na cruz ficaria vão, se tão grande multidão de almas, apesar de tão rica Redenção, se fosse perder eternamente.

As surpresas decorrentes deste novo panorama, manifestado na Ásia, na África e na América, eram acrescidas pela nova situação religiosa da Europa mesmo, que até o séc. XVI fora homogeneamente cristã. Eis que, desde a cisão introduzida pelo Protestantismo (1517), os católicos viam a seu lado famílias e populações inteiras que não pertenciam à Igreja e que, desde muito talvez, só conheciam a Reforma e suas seitas. Mais ainda : nos séc. XVIII e XIX, a face religiosa da Europa foi ulteriormente modificada pelo indiferentismo do pensamento, a ignorância religiosa e a consequente descristianização que invadiram as massas humanas. — Poder-se-ia julgar sumariamente que estavam de má fé tantos e tantos homens? Cada um daqueles que viviam fora da Igreja (protestantes ou simplesmente homens ignorantes, mal formados em questões religiosas) estaria realmente lutando contra os ditames da sua consciência, obstinando-se culpadamente contra a luz de Deus e as inspirações da graça? Não haveria muita gente que com sinceridade poderia estar julgando que não devia aderir à Santa Igreja?

Essas interrogações foram calando na mente dos pensadores católicos. Assim incitados, os teólogos aprofundaram o sentido da fórmula «Fora da Igreja não há salvação», de modo que hoje em dia a doutrina católica sobre o assunto se apresenta mais matizada do que antigamente; ela compreende vários itens, correspondentes à índole complexa do problema, itens que vão abaixo discriminados.

2. O sentido genuíno da fórmula
2.1. O axioma «Fora da Igreja não há salvação» há de ser entendido à luz das distinções seguintes :

1)       Há um modo visível de pertencer à Igreja e nela obter a salvação: é o que se dá pela profissão do símbolo de fé e a participação dos sacramentos, principalmente do Batismo e da Eucaristia. Tal é o modo normal de pertencer à Igreja: esta, sendo uma sociedade visível, é natural que os seus membros se denunciem por certas notas visíveis e características. Consequentemente entende-se que é pela adesão explícita e pública à Igreja de Cristo que os homens se devem, em condições ordinárias, encaminhar para a salvação eterna.

2)       Contudo pode também alguém pertencer à Igreja de modo invisível, ou seja, pelo desejo de ser membro da Igreja. Tal desejo, por sua vez, pode ser:

a)        desejo explícito. Supõe-se, no caso, que alguém tenha conhecimento direto de Cristo, da Igreja (que o prolonga no tempo) e da porta de entrada na Igreja (que é o Batismo)...; dado que tal pessoa se disponha a receber o Batismo, mas, por motivo independente de sua vontade, não chegue a ser batizada, diz-se que é membro da Igreja por ter o desejo explícito de Batismo ou o Batismo de desejo. Já S. Ambrósio professava esta doutrina na oração fúnebre de Valentiniano (citada atrás).

De resto, o conceito mesmo de Justiça Divina exige, seja válido para a salvação o desejo do Batismo, desde que não se torne possível receber o próprio sacramento: o Senhor não pode condenar uma alma que Lhe esteja unida pela fé e pelo amor, mas à qual não é dado cumprir tudo que ela em sua fidelidade desejaria cumprir.

Contudo não somente o desejo explícito é capaz de agregar alguém à Santa Igreja... Hoje em dia os teólogos reconhecem igual eficácia ao que chamam

b)       desejo meramente implícito. Como entender isto ?

Admita-se que alguém ignore por completo Cristo e a Igreja ou que só os conheça de maneira inadequada, de modo a não poder sequer conceber a ideia de que a Igreja seja portadora da verdade. Em consequência, vive de inteira boa fé, aderindo a um credo religioso não católico, cujas prescrições procura seguir à risca. Essa pessoa é sinceramente movida por um único desejo: o de se aproximar mais e mais de Deus. Se tivesse evidência de que o caminho para Deus é outro que não o seu, abraçaria imediatamente essa nova vereda. Diz-se então que tal indivíduo adere à Igreja de Cristo sem o saber, pois que a Igreja representa realmente o objeto de suas aspirações; se ele simplesmente a conhecesse ou se a conhecesse mais autenticamente, prestar-lhe-ia sua adesão explícita.

Ora uma situação dessas pode ser até mesmo a de um adversário da Igreja: com efeito, pode acontecer que um homem muito reto sinta que sua consciência se revolta contra a doutrina do primado de São Pedro, por exemplo; uma série de equívocos e preconceitos faz-lhe ver apenas um aspecto dessa doutrina, dando-lhe a crer que se trata de desvirtuamento do Evangelho. Pois bem; se tal pessoa é sincera e humilde, ressentindo-se apenas de falta de conhecimentos claros sobre o assunto (sem que tenha culpa da sua ignorância), tal pessoa é membro invisível da Igreja visível de Cristo; está assim a caminho da salvação eterna, e essa salvação lhe será dada por intermédio da Igreja (da Igreja hierárquica, chefiada por Pedro, que ela rejeita), pois a Igreja, prolongando Cristo na terra, é o canal único pelo qual Deus comunica aos homens toda e qualquer graça de salvação.

Destarte se vê que muitas e muitas almas que estejam de inteira boa fé fora da Igreja visível, pertencem invisivelmente à Igreja sem o saber e sem que a própria Igreja o saiba. A boa fé, no caso, não desculpa propriamente a pessoa de estar fora da Igreja, mas, antes, faz que tal pessoa não esteja fora da Igreja: pertence, sim, invisivelmente à Igreja.

Por conseguinte, o sentido do adágio «Fora da Igreja não há salvação» vem a ser: a salvação só é concedida dentro da Igreja ou por intermédio da Igreja.

Merece atenção o fato de que o Papa Clemente XI, em 1713, condenou a proposição de Quesnel, famoso jansenista : “Fora da Igreja não é concedida graça alguma”. — Extra Ecclesiam nulla conceditur pratia» (Denzinger, Enchiridion 1379).


 

A intenção do Pontífice, ao proferir a condenação, era a de inculcar a seguinte proposição: fora da Igreja não se pode dizer que não há graça sobrenatural; tenha-se por certo, porém, que toda graça aí existente é derivada da Igreja e voltada ou tendente para a Igreja.

2.2. A doutrina acima exposta é não raro apresentada sob a forma da distinção seguinte: os que professam a verdadeira fé e segundo ela vivem, pertencem ao corpo da Igreja. Quanto aos que professam um credo errôneo com sinceridade absoluta ou com toda a boa fé, pertencem à alma da Igreja.

Tal distinção, porém, não é oportuna, porque na verdade não há corpo vivo sem alma; propriamente quem pertence ao corpo, pertence à alma da Igreja. Melhor é falar de «modo visível» e «modo invisível» de pertencer à Igreja.

2.3. Ao passo que o desejo explícito do Batismo desde os primeiros séculos foi tido como suficiente para salvar quem não possa receber o próprio sacramento, a eficácia do desejo implícito (nos termos que acabamos de expor) só em época relativamente recente foi reconhecida pelos teólogos.

Pode-se dizer que foi o Papa Pio IX quem em 1854 deu autoridade a esse novo ponto de vista. Assim se exprimia Sua Santidade:


«É preciso considerar como verdade de fé que, fora da Igreja apostólica romana, ninguém pode ser salvo: que esta é a arca única da salvação e que os que nela não tiverem entrado, perecerão pelo dilúvio.
E é preciso igualmente ter por certo que os que estão na ignorância da verdadeira religião, disto não têm culpa aos olhos do Senhor, caso essa ignorância seja invencível. Quem, porém, seria tão presunçoso que ousasse indicar os limites de tal ignorância, dados os caracteres e as diversidades dos povos, das regiões, dos espíritos e de inumeráveis outros fatores? Não há dúvida, quando, libertados dos vínculos do corpo, virmos a Deus tal como é, compreenderemos quão estreito e maravilhoso é o liame que une a Misericórdia e a Justiça divinas. Mas, enquanto vivemos na terra, acabrunhados por este peso mortal que abate a alma, professemos firmemente que só há um Deus, uma fé, um Batismo (Ef 4,5); indagar além disto, já não é lícito. De outro lado, na medida em que a caridade o requer, formulemos preces assíduas para que todas as nações, de qualquer das partes do mundo, se convertam a Cristo; e trabalhemos com todas as nossas forças para a salvação comum de todos os homens. Com efeito, o braço do Senhor não se tornou exíguo (Is 50,2), e jamais os dons da graça celeste faltarão aos que desejam e pedem, com um coração reto, ser reconfortados por Sua luz» (Denzinger 1647s).

É de notar que nessa alocução o Sumo Pontífice frisa bem a dificuldade de se estabelecerem os limites da boa fé e da culpabilidade nos indivíduos; não há para isso um critério universal, aplicável aos homens de todos os tempos e todas as regiões, mas o julgamento exato das consciências é obra de Deus só. De resto, já os teólogos anteriores a Pio IX faziam a mesma advertência: Suarez (+1617) e os autores de Salamanca (séc. XVIII), por exemplo, julgavam que, mesmo num pais onde a fé católica é professada sem oposição, pode haver hereges ou infiéis que estejam fora de toda influência do Catolicismo e, por conseguinte, não concebam dúvida sobre a veracidade da sua seita.

É de crer que, nas seitas heréticas é cismáticas, a massa do povo, pouco instruída, segue de boa fé seus pastores religiosos e não se propõe o problema da «verdadeira religião». Entre os estudiosos é mais fácil surgirem dúvidas sobre a autenticidade de sua seita, dúvidas que naturalmente tiram a boa fé; todavia Newmann podia afirmar que vivera muitos anos como erudito teólogo anglicano, sem jamais ter concebido a mínima hesitação sobre a veracidade de sua religião. Diz-se que a quase totalidade dos hereges e cismáticos que não se ocupam com a Igreja Católica, está de boa fé.

Perspectivas muito consoladoras são essas... Nem se poderia conceber que a verdade fosse outra. Com efeito, se Cristo veio ao mundo para salvar e não para condenar (cf. Jo 3,17), a existência da Igreja visível de Cristo não poderia ser motivo de condenação para a maioria do gênero humano, que talvez não lhe pertença visivelmente, mas certamente lhe pertence invisivelmente.

2.4. A história contemporânea, de resto, contribuiu para ilustrar e corroborar as vistas largas da teologia no tocante à salvação fora da Igreja visível.

Com efeito, em abril de 1949, o Pe Reitor de «Boston College» (U. S. A.) despediu três professores leigos do seu educandário por ensinarem obstinadamente que, para ser salvos, todos os homens têm que se tornar membros professos da Igreja Católica. O Pe. Leonardo Feeney S. J., que então dirigia a Casa dos Estudantes Católicos junto à Universidade Harvard, de Cambridge (U. S. A.), resolveu tomar publicamente a defesa dos três citados professores, reafirmando a sentença teológica estreita dos mesmos. Frequentemente admoestado a rever tal ponto de vista errôneo, Feeney não se rendeu, pelo que foi finalmente excomungado aos 13 de fevereiro de 1953. Interessa-nos frisar aqui o fato de que o S. Ofício de Roma se aproveitou do ensejo para dirigir uma carta ao Cardeal Cushing, arcebispo de Boston, expondo o autêntico pensamento da Igreja sobre o assunto (o documento datado de 8 de agosto de 1949 só foi tornado público em 1952, poucos meses antes da excomunhão de Feeney. Eis um dos trechos mais salientes de tal carta:

«Entre os mandamentos de Cristo não é de pouca importância aquele que preceitua, nos incorporemos pelo Batismo ao Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja, e prestemos nossa adesão a Cristo e ao seu Vigário, (Vigário) pelo qual o próprio Cristo na terra governa, de modo visível, a Igreja.

Por conseguinte, não se salvará quem, consciente de que a Igreja foi divinamente instituída por Cristo, não obstante se recuse a se lhe submeter e denegue obediência ao Romano Pontífice, Vigário de Cristo na terra...

Todavia, para que alguém possa obter a salvação eterna, não se requer sempre que seja atualmente incorporado à Igreja como membro, mas é necessário, ao menos, que lhe esteja unido por desejo e voto.

Este desejo, porém, não deve ser sempre explícito, como ele o é nos catecúmenos. Dado que o homem esteja envolvido em ignorância invencível, Deus aceita igualmente o desejo implícito, o qual é assim chamado por estar incluído naquelas boas disposições de alma que levam alguém a querer conformar sua vontade com a vontade de Deus.

Estas verdades são claramente ensinadas na Carta Dogmática «A respeito do Corpo Místico de Jesus Cristo», publicada pelo Sumo Pontífice o Papa Pio XII aos 29 de junho de 1943...

No fim dessa Encíclica, o Sumo Pontífice, movido de profundo afeto, convida à unidade os que não pertencem ao Corpo da Igreja Católica; menciona então «os que por certo e inconsciente desejo e almejo estão voltados para o Corpo Místico do Redentor»; estes tais, Sua Santidade de modo nenhum os exclui da salvação eterna; afirma, porém, que se acham em condições «nas quais não podem estar certos de sua salvação eterna... visto que permanecem privados dos muitos dons e auxílios celestiais dos quais somente na Igreja Católica se pode usufruir».

Com estas sábias palavras, tanto reprova aqueles que excluem da salvação eterna os que, por desejo implícito apenas, estão unidos à Igreja, como rejeita os que falsamente asseveram que os homens podem ser salvos tão bem numa religião como em qualquer outra...» (Carta publicada em «The American Ecclesiastical Review» 127 [1952] 307-315).

Como se vê, o axioma «Fora da Igreja não há salvação», devidamente entendido, está longe de significar estreiteza e mesquinhez. Ele não é mais exigente do que a Verdade é exigente!

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)
Publicado 4 de Setembro de 2016
FONTE: Www.afecatolica.com/

sexta-feira, 5 de junho de 2026

A Reencarnação não funcionou nem para Kardec

O Que é O Espiritismo. 38a
Página 17
(Da biografia de allan kardec, de Henri Sausse)

"um dos primeiros resultados das minhas observações foi que os Espíritos, não sendo senão a alma dos homens, não tinham nem a soberana sabedoria, nem a soberana ciência;
Eu, pois, agi com os Espíritos como o teria feito com os homens: eles foram, para mim, desde o menor até o mais elevado, meios de colher informações e não reveladores predestinados".
CRITICA: Mas, ele insiste que eram espiritos superiores e agora diz, não terem soberana sabedoria, nem a soberana ciência e como ele definiu ou validou as respostas? Com o CUEE? Ou seja com mais do mesmo já que aqueles também não teria soberana sabedoria, nem a soberana ciência? Entendeu?

Página 21
- Lê da terceira à trigésima linha e reconhecerás um grave erro.
CRTICA: É uma pena que Kardec não tenha relatado que erro era esse, e mais, que não tenha exposto todo o texto para que pudéssemos avaliar até que ponto isso foi de fato uma revelação extraordinária ou, ao invés, apenas uma validação subjetiva da parte dele (ele pode ter identificado uma parte nesse trecho que julgou ser o erro que o espírito falava, quando na verdade o espírito teria apenas chutado o palpite).

Página 78
Deixai passar esta geração, levando os prejuízos do seu obstinado amor-próprio, e vereis que se há de dar com o Espiritismo o mesmo que se deu com outras tantas verdades, tão combatidas e de que hoje seria ridículo duvidar.
CRTICA: Ele afirmou isso em 1859 Estamos em 2015 ainda esperando...
Veja aqui uma respostas que nos leva ao culto a ignorância.
Na Codificação nos é dito que nem tudo ainda podemos entender ou saber. Se os espíritos superiores também não sabem de certas coisas, quem somos nós?

DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS.

Pergunta feita por Kardec ao espírito chamado “Verdade” — Que entendeis por estas palavras “por um pouco”?

Resposta do espírito — Não ficará muito tempo entre nós; é necessário que retornes para terminar a tua missão, que não pode ser rematada nesta existência. Se isso fosse possível, não te irias daí de modo algum, mas é preciso suportar a lei da Natureza. Estarás ausente durante alguns anos e, quando voltares, isso será em condições que te permitirão trabalhar cedo. No entanto, há trabalhos que é útil que termines antes de partir; é porque te deixaremos o tempo necessário para acabá-los. 

A seguir Kardec comete uma grave indiscrição, que literalmente, põe todo seu trabalho a perder. Em uma “nota” que segue imediatamente as palavras do espírito chamado “Verdade”, como relatadas acima, Kardec diz textualmente o seguinte:

“Supondo aproximadamente a duração dos trabalhos que me restam a fazer, e tendo em conta o tempo da minha ausência e os anos da infância e da juventude, até a idade que um homem pode desempenhar um papel no mundo, isso nos leva, forçosamente, ao fim deste século ou ao começo do outro”[1].

CRTICA: Ou seja, em suas próprias palavras, inspirado pela revelação do espírito chamado “Verdade”, Kardec estimou que estaria de volta, reencarnado, nessa vida e pronto para continuar seu trabalho de codificador, no final do século XIX ou no mais tardar, no início do século XX. É óbvio que tal feito não se concretizou. Foi uma profecia falsa. O espírito chamado “Verdade” parece que não era muito partidário de falar a verdade. E se Kardec foi clamorosamente enganado nessa questão, talvez a mais fundamental de todas, não poderia ter sido também enganado em todas as outras? A reencarnação não funcionou nem para o próprio “codificador” do espiritismo. Mas, infelizmente, nada disso impediu que as doutrinas codificadas por Allan Kardec se firmassem nos corações de milhares de seguidores diretos e, como veremos, em muitos mais corações de forma indireta.

Até onde sabemos Kardec ainda não voltou para terminar o que começou. Parece que o espírito chamado Verdade lhe pregou uma bruta Mentira.
Publicado em  02 de Fevereiro de 2015

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Mitos da DIETA CETOGÊNICA #franciscoamadocarnívora

 VOCÊ VAI FICAR DESNUTRIDO


Na verdade, todos os nutrientes [ vitaminas e minerais]
de que seu corpo precisa também estão contidos em alimentos com baixo ou quase nulo ídice de carboidratos

VOCÊ VAI FICAR CANSADO E SEM ENERGIA
Muito pelo contrário! Nosso corpo tem uma
reserva de no máximo 3 a 5.000Kcal de glicogênio.

Na cetogênica você vai usar a gordura como fonte de
energia, e seu corpo tem mais de 30.000kcal de gordura
disponíveis para esse fim.

SEU CÉREBRO VAI FICAR SEM GLICOSE
Mais um terrorismo dos escravos da piramide alimentar.

A partir da gordura e da proteina, seu próprio corpo produzirá toda a glicose que seu cérebro precisa a partir de um processo chamado gliconeogênese.

VOCÊ É PROIBIDO DE COMER FRUTAS E VEGETAIS
Mais uma mentira!

Muitas verduras são quase isentas de carboidratos, assim como frutas que possuem baixo teor.
A dieta cetigênica não é zero carbo.

VOCÊ VAI MORRER DE INFARTO PELO COLESTEROL
Muitos ainda tem medo da gordura.

Entretanto, ela é essencial, e o colesterol é fundamental para seu cérebro.
Coma mais gordura e seja sadável!
#franciscoamado #franciscoamadocarnívora


COMO FAZER A DIETA CETOGÊNICA PASSO A PASSO

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Médico Irlandês, fala sobre a farsa marbourg

 Médico Irlandês, fala sobre a farsa marbourg: 

Fiquei muito desconfiado com as  informações desse novo vírus que surgiram primeiro da Fundação do Bill Gates e da OMS. Por que estariam assustando as pessoas? Esse Marbourg é uma febre hemorrágica muito rara e nos últimos 10 ou 20 anos não teve mais de 10 mortes relacionadas a ele. 

Ai pesquisei e descobri que já desenvolveram um teste PCR para ele. E já tem umas pesquisas escritas dizendo que ele é assintomático, que foi um dos truques que nos aplicaram em relação ao covid.

Pesquisei mais e vi que já estão correndo para desenvolver uma vacina para o Marbourg, uma doença que não temos. Por que estão correndo para desenvolver uma vacina para uma doença que não temos?? 

A vacina se chama Rivaxx e o principal ingrediente é o rícina, que é venenoso.

A mesma substância que foi usada há anos atrás no Metrô de Tokio e matou várias pessoas. É um dos venenos mais mortais e mais fácil de desenvolver, pois é extraído das sementes de mamona. 

E o covid vai se esvaindo e o maior problema que eles têm hoje em dia, no meu hospital, é um monte de pacientes com efeitos adversos da vacina do covid, que eles não têm como explicar.

Uma maneira fácil de explicar seria criar uma onda de Marbourg e dizer que esses pacientes com efeitos colaterais da vacina do covid, na verdade, têm Marbourg. E eles já começaram a dizer que identificaram pacientes com Marbourg...

Para isso, basta dar a 3ª dose nos pacientes e também nas crianças, que vão começar a sangrar e ter coágulos... Bingo! Sintomas da febre hemorrágica.

E o Marbourg é uma febre hemorrágica!

Eles já estão com o teste PCR pronto, vão começar a testar todo mundo e vão “achar” um monte de casos do Marbourg. Consequência é histeria em massa, tal qual no covid.

Ai, esses pacientes com efeitos adversos do covid vão ser diagnosticados como Marbourg.

E rapidamente eles vão começar a vacinar todo mundo experimentalmente para o Marbourg, porque a estrutura para fazer e aplicar as vacinas já está pronta.

               

Eles conseguiriam vacinar 100% da população dos países desenvolvidos em questão de semanas e isso significaria bilhões de mortes rapidamente...

Eles já estão criando estudos dizendo que você pode transmitir o Marbourg, mesmo sendo assintomático, tal qual no covid, o que já se mostrou informação mentirosa. Se você não tem sintomas, você não está doente, então não pode transmitir a doença, como outros diversos estudos já comprovaram.

Vai ser uma grande batalha para comprovar que esses estudos criados para o Marbourg estão errados..

Enquanto isso, eles vão enfiando agulhas em todos... Ou então trancafiar os que se recusarem em campos de concentração, como eles estão fazendo na Austrália agora.

O plano é forçar a todos se vacinar (e morrer) ou então trancar os resistentes em campos de concentração.

O plano é reduzir a população. O covid foi um teste, um condicionamento para fazer as pessoas aceitarem as vacinas, os testes, os hospitais. As pessoas nem mais se importam em se submeter a tudo isso.  

Além disso, as vacinas produzem os coágulos e sangramentos, que são os sintomas do Marbourg.


https://originalrebel.net/

sábado, 27 de março de 2021

TRATAMENTO PRECOCE FUNCIONA

 TRATAMENTO PRECOCE FUNCIONA





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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Resposta TV Mundo Maior [ atentado bolsonaro]


Resposta TV Mundo Maior [ atentado bolsonaro]




O Que é O Espiritismo. 38a
Página 17
(Da biografia de allan kardec, de Henri Sausse)

"um dos primeiros resultados das minhas observações foi que os Espíritos, não sendo senão a alma dos homens, não tinham nem a soberana sabedoria, nem a soberana ciência;
Eu, pois, agi com os Espíritos como o teria feito com os homens: eles foram, para mim, desde o menor até o mais elevado, meios de colher informações e não reveladores predestinados".


CRITICA: Mas, ele insiste que eram espiritos superiores e agora diz, não terem soberana sabedoria, nem a soberana ciência e como ele definiu ou validou as respostas? Com o CUEE? Ou seja com mais do mesmo já que aqueles também não teria soberana sabedoria, nem a soberana ciência? Entendeu?

Página 21
- Lê da terceira à trigésima linha e reconhecerás um grave erro.


CRTICA: É uma pena que Kardec não tenha relatado que erro era esse, e mais, que não tenha exposto todo o texto para que pudéssemos avaliar até que ponto isso foi de fato uma revelação extraordinária ou, ao invés, apenas uma validação subjetiva da parte dele (ele pode ter identificado uma parte nesse trecho que julgou ser o erro que o espírito falava, quando na verdade o espírito teria apenas chutado o palpite).

Página 78
Deixai passar esta geração, levando os prejuízos do seu obstinado amor-próprio, e vereis que se há de dar com o Espiritismo o mesmo que se deu com outras tantas verdades, tão combatidas e de que hoje seria ridículo duvidar.


CRTICA: Ele afirmou isso em 1859 Estamos em 2015 ainda esperando...
Veja aqui uma respostas que nos leva ao culto a ignorância.
Na Codificação nos é dito que nem tudo ainda podemos entender ou saber. Se os espíritos superiores também não sabem de certas coisas, quem somos nós?


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domingo, 29 de janeiro de 2017

O LADO OBSCURO DA IGREJA CATÓLICA # SEGREDOS

Confira como a Igreja Católica construiu a Civilização Moderna e a livrou da ignorância e do massacre dos Bárbaros:

 – A Igreja Católica teve de empreender a tarefa de introduzir a lei do Evangelho e o Sermão da Montanha entre os povos Bárbaros, que tinham o homicídio como a mais honrosa ocupação e a vingança como sinônimo de justiça. (Christopher Dawson);
– A Igreja Católica forneceu mais ajuda e apoio financeiro ao estudo da Astronomia, por mais de seis séculos – da recuperação do saber antigo da Baixa Idade Média ao Iluminismo -, do que qualquer outra e, provavelmente, todas as outras instituições. (J.L.Heilbron – Universidade da Califórnia, em Berkeley);
 
– A Igreja funda a primeira universidade do mundo, em Bolonha, na Itália. A criação da instituição dá à Europa o impulso intelectual que desembocaria no Renascimento no século XIV, e na Revolução Científica, entre os séculos VXI e XVII.
– Reginald Grégoire (1985), afirma: “os monges deram a toda a Europa… uma rede de fábricas, centros de criação de gado, centros de educação, fervor espiritual, … uma avançada civilização emergiu da onda caótica dos bárbaros”. Ele afirma que: “Sem dúvida alguma S. Bento (o mais importante arquiteto do monarquismo ocidental) foi o Pai da Europa. Os Beneditinos e seus filhos, foram os Pais da civilização Européia”;
– O nosso padrão de contar o tempo foi criado por um monge católico chamado Dionísio, por volta do início do século 4;
– Foram os católicos escolásticos que criaram a Ciência Econômica Moderna. Foram eles que criaram a economia, e não os secularistas do Iluminismo;
– São Mesrob, sacerdote católico, foi o criador do alfabeto armênio.
– Os Jesuítas – da Companhia de Jesus – foram tão exímios nas ciências que, neste exato momento, 35 crateras lunares têm o nome de cientistas jesuítas;
– São Cirilo e Metódio, no século IX, desenvolveram um alfabeto para o velho idioma eslavo, este se tornou o precursor do alfabeto russo “cirílico”. Em 885, são Metódio traduziu a Bíblia inteira neste idioma;
 
– O católico franciscano Roger Bacon (séc 13), que lecionava na Universidade de Oxford, é considerado o precursor da revolução científica;
– O monge matemático Jordanus Nemorarius, além dos conhecimentos que contribuiu à matemática introduzindo os sinais de “mais” e de “menos”, iniciou a investigação dos problemas da mecânica, superando a visão dos problemas do equilíbrio. Foi o fundador da escola medieval de mecânica, foi o primeiro em formular corretamente a “lei do plano inclinado” e pesquisou sobre a conservação do trabalho nas máquinas simples.

 – Os Jesuítas estão entre os maiores matemáticos da história;
– O abade Nicolau Copérnico foi o astrônomo e matemático que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Sua teoria do Heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava, a Terra como o centro), é tida como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.
– O padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685 -1724), foi um cientista e inventor nascido no Brasil Colônia. Famoso por ter inventado o primeiro aeróstato operacional, era chamado de “o padre voador”, é uma das maiores figuras da história da aeronáutica mundial. Ele também é o inventor de uma “máquina para a drenagem da água alagadora das embarcações de alto mar.”
– Papa Gregório XIII, foi quem nos deu o Calendário Gregoriano, que é o calendário utilizado na maior parte do mundo, e em todos os países ocidentais. A China o aprovou em 1912.
– Jean Buridan (1300-1358) foi um filósofo e padre francês, que desenvolveu e popularizou a “teoria do Ímpeto”, que explicava o movimento de projéteis e objetos em queda livre. Essa teoria pavimentou o caminho para a dinâmica de Galileu e para o famoso princípio da Inércia, de Isaac Newton;
– Nicole d’Oresme (c.1323-1382) era teólogo dedicado e Bispo de Lisieux, foi um gênio intelectual e talvez o pensador mais original do século XIV. Foi um dos principais propagadores das ciências modernas. Na “Livre du ciel et du monde” (1377), Oresme se opôs à teoria de uma Terra estacionária como proposto por Aristóteles e, neste trabalho, ele propôs a rotação da Terra, cerca de 200 anos antes de Copérnico. No entanto, ele estragou um pouco este belo pedaço de pensamento, rejeitando suas próprias idéias, no final dos trabalhos e assim, como Clagett escreve, não pode ser considerada como a reivindicação de que a Terra girava antes de Copérnico. Ele escreveu “Questiones Super Libros Aristotelis de Anima lidar”, com a natureza da luz, reflexão da luz e da velocidade da luz, discutidos em detalhes.

 – O monge Luca Bartolomeo de Pacioli é considerado o pai da contabilidade moderna. Um dos seus alunos foi Leonardo da Vinci;
– O padre paraibano Francisco João de Azevedo, é reconhecido como inventor e construtor da máquina de escrever. O que temos certeza é que a máquina realmente existiu, funcionava, foi exposta ao público, ganhou medalhas, e, o mais importante, em dezembro de 1861, portanto antes que Samuel W. Soule e seus dois parceiros, em 1868, recebessem a formalização da patente nos Estados Unidos;
– De acordo com o Dicionário de Biografia Científica, santo Alberto Magno, que ensinou na Universidade de París, era habilidosos em todos os ramos da ciência, “foi um dos mais famosos precursores da Ciência Moderna na Alta Idade Média”. Desde 1941 ele é declarado o “patrono de todos que cultivam as ciências naturais”;
– O padre Nicolas Steno é considerado o pai da Estratigrafia, que estuda as camadas de rochas sedimentares formadas na superfície terrestre. Um geólogo precisa conhecer os princípios de Steno.
– Jean-Antoine Nollet, foi abade e físico francês, se constitui como um grande divulgador da física e da eletricidade em particular. Construiu alguns dos primeiros eletroscópios, a sua própria máquina eletrostática, e também uma versão “seca” da garrafa de Leiden.

 – Os jesuítas no século 18 contribuíram para o desenvolvimento do relógio de pêndulo, pantógrafos, barômetros, telescópios e microscópios refletores para campos científicos variados como: magnetismo, ótica e eletricidade. Eles observaram, às vezes antes que de qualquer outro, as faixas coloridas dos anéis na superfície de Júpiter, a Nebulosa de Andômeda e anéis de Saturno. Eles teorizaram sobre a circulação do sangue, independentemente de Harvey, a possibilidade teórica de vôo, o modo como a lua afeta as marés e a natureza ondular da luz, mapas estelares de hemisfério sul, lógica simbólica e medidas de controle de enchentes. Tudo isso foi realização típica dos jesuítas.
– O padre Giabattista Riccioli foi a primeira pessoa a calcular a velocidade com que um corpo em queda livre acelera até o chão,
– O padre Francesco Grimaldi descobriu e nomeou o fenômeno de difração da luz. Ele também participou de uma descrição detalhada de um mapa da superfície da lua. Esse mapa chamado de Selenógrafo, adorna até hoje a entrada do Museu Nacional do Ar e Espaço, em Washington D.C.;
– O padre Roger Boscovich, falecido em 1787, é louvado por cientistas modernos por ter apresentado a primeira descrição coerente de teoria atômica, bem mais de um século antes que a teoria atômica moderna emergisse. Ele foi considerado “o maior gênio que a Iugoslávia produziu”;

 – Nos séculos 17 e 18 as catedrais de Bolonha, Florença, París e Roma funcionavam como observatórios solares superiores;
– O padre Athanasius Kircher é considerado o pai da Egiptologia. Foi graças ao trabalho deste padre que encontrou-se a Pedra Rosetta, que decifrou os símbolos egípcios. Ele foi chamado de “Mestre das cem artes”. Seu trabalho em química ajudou a desbancar a alquimia, que era um tipo de falsa ciência, que até Isaac Newton e Boyle levavam a sério. Foi esse padre que jogou água fria nisso.
– Foi um Jesuíta quem escreveu exatamente o primeiro livro sobre Sismologia nos Estados Unidos. Era o padre J.B. Macelawane. Todo ano, a União Geofísica Americana, prêmia com uma medalha com o nome deste padre, um jovem geofísico inspirador.
O padre J.B. Macelawane também foi o primeiro presidente da União Geofísica Americana. Por isso o estudo dos terremotos é conhecido como “A Ciência Jesuíta”;

– Foi um astrônomo católico chamado Giovanni Cassini quem usou a Catedral de São Petrônio, em Bolonha, para verificar as teorias de movimentos planetários de Johannes Kepler.
– Foram os monges católicos que desenvolveram a “minúscula carolígia”, ou seja as letras minúsculas, o espaçamento entre palavras e a acentuação, já que o mundo só escrevia em letras maiúsculas, sem espaçamentos e sem acentuação.
– O ensino superior na Idade Média era ministrado por iniciativa da Igreja;
– O documento mais antigo que contém a palavra “Universitas” (universidade), utilizada para um centro de estudo, é uma carta do Papa Inocêncio III ao “Estúdio Geral de Paris”;
– A universidade de Oxford, na Inglaterra, surgiu de uma escola monacal católica organizada como universidade por estudantes da Sorbone de Paris. Foi apoiada pelo Papa Inocêncio IV (1243-1254) em 1254;

 – O historiador francês Henri Daniel – Ropes no século 20 disse: “graças as repetidas intervenções do papado, a educação superior foi habilitada a expandir suas fronteiras; a Igreja, na verdade, foi a matriz que produziu a universidade, o ninho de onde esta tomou vôo.”;

– Os papas estabeleceram mais universidades do que qualquer outra pessoa na Europa;

– Até 1440 foram erigidas na Europa 55 Universidades e 12 Institutos de ensino superior, onde se ministravam cursos de Direito, Medicina, Línguas, Artes, Ciências, Filosofia e Teologia. Todos fundados pela Igreja;
– Os monges católicos introduziram safras e indústrias e métodos de produção que não se conheciam antes;
– O monge italiano católico Guido d’Arezzo (992 -1050), criou as 7 notas musicais dó, ré, mi, fá, sol, lá, si utilizando ás sílabas iniciais de uma estrofe de um hino a São João para denominá-las. Ele também apresentou pela primeira vez a Pauta Musical de quatro linhas. O sistema ainda é usado até hoje.
– Os monges católicos foram pioneiros em maquinaria e mecanização. Eles usavam a energia da água para todos os tipos e propósitos;
– O primeiro relógio de que tivemos notícia foi construído pelo futuro papa Silvestre II, em 996;
– No século 11, um monge beneditino inglês, chamado Eilmer de Malmesbury, voou aproximadamente 600 metros por meio de um planador sustentado no ar por cerca de quinze segundos. Ele consta no site da Força Aérea Americana – USAF, como pioneiro do vôo do homem, tendo feito isso 1000 anos antes dos irmãos Wright e de Santos Dumont;
– Em 1688, Dom Perignon, do mosteiro de São Pedro, Hautvillieres-on-the-Marne, descobriu a Champanhe através de experimentação misturando vinhos;
– Disse o estudioso francês Reginald Gregoire: “De fato, seja na extração de sal, chumbo, ferro, alume ou gipsita, ou na metalurgia, extração de mármore, condução de cutelarias e vidrarias, ou forja de placas de metal, também conhecidas como rotábulos, não há nenhuma atividade em que os monges não mostrassem criatividade e um fértil espírito de pesquisa. Utilizando sua força de trabalho, eles instruíram e treinaram à perfeição. O conhecimento técnico monástico se espalharia pela Europa.”;

– O Jesuíta espanhol Baltasar Gracián (1601-1658), com seus livros, impressionou e inspirou filósofos, escritores e pensadores ao longo de mais de trezentos e cinqüenta anos, entre estes estavam: Nietzsche, Schopenhauer, Voltaire e Lacan, que foram leitores entusiasmados dos livros deste jesuíta. O filósofo Arthur Schopenhauer considerava seu livro “El Criticón”, “um dos melhores livros do mundo.”
Friedrich Nietzsche declarou sobre a obra de Gracián: “A Europa nunca produziu nada mais refinado em questão de sutileza moral.” “Absolutamente único … um livro para uso constante … um companheiro na vida. Estas máximas são especialmente adequadas àqueles que desejam prosperar no grande mundo”.

– Foram os monges católicos, que na Inglaterra, no século 16, desenvolveram a primeira caldeira para produção de larga escala de ferro fundido;

– O padre Gregor Mendel (1822-1884), é considerado no meio científico como “o pai da genética”. Graças a Mendel, o troca-troca genético de que a gente tanto ouve falar se tornou possível. Os transgênicos (animais e plantas que recebem genes de outras espécies de seres vivos), hoje são uma realidade! O homem hoje é capaz de modificar o gene de uma planta para torná-la mais resistente às pragas, por exemplo. Ou então, fazer experiências trocando genes de animais, para tentar desenvolver novos medicamentos.

– Diz um historiador protestante: “se não fosse pelos monges e monastérios, o dilúvio bárbaro poderia ter varrido completamente os traços da civilização romana. O monge foi o pioneiro da civilização e da cristandade na Inglaterra, Alemanha, Polônia, Boêmia, Suécia, Dinamarca. Com o incessante estrondo das armas a sua volta, foi o monge em seu claustro mesmo nas remotas fortalezas, por exemplo, no Monte Athos, quem, perseverando e transcrevendo manuscritos antigos, tanto cristãos como pagãos, assim como registrando suas observações de eventos contemporâneos, foi repassando a tocha do conhecimento intactas às futuras gerações e amealhando estoques de erudição para as pesquisas de uma área mais esclarecida. Os primeiros músicos, pintores, fazendeiros, estadistas da Europa após a queda da Roma imperial sob o ataque violento dos bárbaros, eram monges”. (A Protestant Historian)

– Albert Einstein declarou: “Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais”. (Albert Einstein, The Tablet de Londres);
– Padre Francisco de Vitória, que foi professor na Universidade de Salamanca, foi quem nos deu o exato primeiro Tratado de Direito Internacional da história;

– A Pontífice Academia de Ciências do Vaticano, atualmente, conta com 61 acadêmicos, dos quais 29 são vencedores do Prêmio Nobel. Trata-se de uma relação de notáveis cientistas premiados por suas pesquisas no campo da medicina, química, física, etc., entre os quais figuram Marshaw Nerimberg, o descobridor do Código Genético de todos os seres, e nada mais nada menos que, Francis Collins, o mapeador do DNA humano e diretor do Projeto Genoma;
– A invenção dos mais modernos e imprescindíveis meios de comunicação, deve-se a um membro da Igreja, o brasileiro padre Landell, inventor pioneiro do rádio, do telefone sem fio, do telégrafo sem fio, da televisão e do teletipo usado pela imprensa. Nas patentes são agregados vários avanços técnicos como a transmissão por meio de ondas contínuas, através da luz, princípio da fibra óptica e por ondas curtas; e a válvula de três eletrodos, peça fundamental no desenvolvimento da radiodifusão e para o envio de mensagens. Ainda em 1904 o padre Landell inicia os testes precursores de transmissão da imagem. Em outras palavras, testava aquilo que viria a ser a televisão. Ele também testou a transmissão de textos, sendo precursor do teletipo, tão utilizado nos telejornais para envio de notícias pelas agências internacionais. Ambas as experiências eram feitas à distância, por ondas que, segundo um jornal paulista, eram denominadas de Ondas Landeleanas. Confira em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Landell_de_Moura
– O cosmólogo padre Michael Heller, é o ganhador do mais polpudo prêmio acadêmico já pago pela ciência moderna. Ele provou matematicamente a existência de Deus;
– Um dos princípios mais importantes que a Igreja legou ao desenvolvimento das ciências vem de um verso bíblico! Um verso bíblico que foi um dos mais citados durante toda a Idade Média. Esse verso é: Sabedoria 11, 21, esse verso diz: que “ Deus dispôs tudo com medida, quantidade e peso”. Daí a ciência ter conseguido tanto êxito por crer que vivemos num universo ordenado. É tudo matemático e ordenado de acordo com padrões. Por isso Santo Agostinho (354-430), já afirmava: “Deus é um grande Geômetra.”

Detalhe: o protestantismo, fundado em 1517 retirou o Livro da Sabedoria de suas bíblias. O desprezo protestante a Copérnico e à ciência, ficou documentado nas palavras de Lutero, que dizia: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol … lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).


Lutero não sabia que o que Josué narrava foi o que lhe pereceu a seus olhos, naquele grande milagre de Deus.
Sobre a ciência, chamada de “razão” naquele tempo, dizia Lutero: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto, joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).
Eis o grande legado da Igreja Católica à Civilização Moderna e a verdadeira aversão grotesca à ciência, externada pelo pai do protestantismo.
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Referências Bibliográficas:
– Woods, Thomas Jr, “How the Catholic Church Built Western Civilization”; Regury Publishing Inc., Washington, DC, 2005.Wright, Jonathan, “The Jesuits: Missions, “Myths and Histories”, London: Harper Collins, 2004, pp. 18-19.
– White Jr., Lynn, “Eilmer de Malmesbury: um aviador século XI,” Tecnologia e Cultura, II, n. 2 (Spring 1961). 2 (Primavera 1961).
Maxwell Woosnam, Eilmer: Eleventh Century Monk of Malmesbury (Malmesbury, UK: Friends of Malmesbury Abbey, 1986). Maxwell Woosnam, Eilmer: monge do século XI de Malmesbury (Malmesbury, Reino Unido: Amigos da Abadia de Malmesbury, 1986).










A História do Café da Manhã